Foto: Jéssica Moás de Sá

Realizou-se no passado sábado, 15 de junho, o V Encontro do Motorista organizado pela Associação Cultural e Recreativa do Chão Pardo (ACR Chão Pardo). O programa foi diversificado e arrancou logo a partir das 10 horas. Os camionistas, conta Luís Ascenso, presidente da ACR Chão Pardo, chegaram de vários cantos do país, desde o sul, centro e norte, reforçando mais uma vez que este é um evento «de âmbito nacional», motivo de «orgulho para a associação e para o Chão Pardo». No total, estiveram presentes entre 220 e 230 camiões, superando a marca do ano passado de 200 camiões. No recinto das tasquinhas, em Porto de Mós, onde foi feita a concentração, o presidente acredita terem estado por volta de «duas mil pessoas» e foram servidos 700 jantares.

O «convívio entre camionistas, equipas, colaboradores, patrões, empregados e entre parceiros» numa profissão que é «muito solitária» é o principal objetivo deste evento, que Luís Ascenso considerou ter sido mais uma vez «um sucesso». Esta também «é uma festa da família», explica o presidente, que refere que foram muitos os camionistas, homens e mulheres, que se fizeram acompanhar dos seus «companheiros e filhos». Por este motivo, Luís Ascenso equaciona a hipótese de, numa próxima edição, «criar uma zona para as crianças».

O desfile, marca deste encontro, realizou-se sem qualquer problema e voltou a ser o ponto alto, no entanto, o percurso realizado gerou algumas críticas, admite o dirigente da associação. O facto do roteiro não ter passagem pelo Chão Pardo, «berço do encontro», foi apontado por alguns camionistas como um aspeto negativo. Luís Ascenso conta até que alguns camionistas «passaram pelo Chão Pardo» antes de chegarem ao recinto, «para conhecerem onde é preparado» o evento. Este percurso foi pensado «para não alongar» muito o desfile, explica o presidente, que garante que no próximo ano «terá em conta a passagem» pela localidade.