O Instituto Educativo do Juncal (IEJ) foi o vencedor da edição do Programa Escola Missão Continente 2018-19, uma iniciativa que decorreu a nível nacional e que desafiou os alunos do 1.º Ciclo de todo o país, a aprender e a pensar sobre a utilização consciente do plástico.

Sensibilizar as escolas em temas como alimentação saudável, o desperdício alimentar e o uso excessivo de plástico foi o mote da iniciativa, deste ano do Programa Escola Missão Continente que terminou, na passada quarta-feira. Uma edição que contou com o maior número de participantes de sempre, num total de 276 escolas envolvidas, 1350 professores e cerca de 24 mil alunos de todos os distritos de Portugal.

Em estreita ligação com os objetivos do Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, o projeto faz parte das várias iniciativas de responsabilidade social da cadeia de supermercados, que inclui o compromisso para a construção de um futuro mais sustentável.

A cerimónia de encerramento e entrega de prémios decorreu no Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa com a presença de cerca de 200 alunos do 1.º Ciclo das escolas premiadas. Além do Instituto Educativo do Juncal, marcou presença a Escola Básica Abadias, da Figueira da Foz, que recebeu uma Menção Honrosa.

A diretora pedagógica do IEJ, Tânia Galeão, em declarações a O Portomosense, explica que no âmbito do projeto «foram feitos imensos desafios para reduzir o uso do plástico na escola», uma ação que pretendeu «mostrar às pessoas de que forma é que se pode usar o plástico, de uma forma mais consciente».

Com o intuito de entrarem em concurso, foi feito um registo das atividades feitas em sala com a turma. Para Tânia Galeão, um dos «momentos-chave do projeto» foi a festa de natal da escola, em que os alunos tiveram a oportunidade de apresentar uma dança que «chamava a atenção para o problema do plástico nos oceanos».

O IEJ, com esta vitória, arrecadou um prémio monetário que será transformado em ferramentas úteis para os estudantes. «Três mil euros em materiais para a escola, escolhidos por nós e com os alunos, obviamente porque são materiais para enriquecer o projeto educativo deles», adianta Tânia Galeão.

Co-Autor: Iolanda Nunes