Decorreu no passado dia 20, em Porto de Mós, a segunda edição do Shop On que resultou de uma parceria entre a Associação de Comércio, Indústria, Serviços e Turismo da Região de Leiria (ACILIS) e a Câmara Municipal de Porto de Mós. O Shop On é uma iniciativa que decorre também em Leiria e na Batalha sempre em parceria da ACILIS com «as respetivas câmaras municipais». O objetivo, segundo Lino Ferreira, presidente da ACILIS, é «dinamizar o comércio local e atrair visitantes a estes três locais». Para isso, «os estabelecimentos aderentes» de cada município, «abrem as suas portas até à meia noite» e promovem «ações diferenciadoras como promoções, montras vivas, música ao vivo, desfiles de moda, entre outros», explica. Na rua «decorre animação com grupos de dança e de música, ginásios, desfiles de carros e bicicletas antigas» com o intuito de «proporcionar ao público uma noite de compras, diferente do habitual», acrescenta Lino Ferreira.

Em Porto de Mós, esta segunda edição ficou «marcada pela forte adesão dos comerciantes» com um total de 44 lojas aderentes, «número muito bom para uma vila de pequena dimensão». As lojas tiveram, além de promoções, «ofertas de aperitivos e degustações, música com DJ, simulações e rastreios, workshops de maquilhagem, fados» entre outras atividades, conta o presidente. No entanto, Lino Ferreira destaca como ponto negativo, o facto de a data do Shop On coincidir «com a realização de outros eventos no concelho», o que «acabou por dispersar o público». Por isto mesmo, o presidente reconhece que as «expectativas eram de maior afluência de público», lembrando ainda que no «ano anterior houve mais público».

No futuro, Lino Ferreira considera que deveria «haver uma maior sensibilidade por parte do Município para não fazer coincidir eventos no mesmo dia» e também para criar mais condições para a realização do evento como «por exemplo iluminação noturna e mais animação». A organização notou que alguns «comerciantes» acabaram por mostrar algum «desânimo» por não ter correspondido «às suas expectativas», admite o presidente.