
Já imaginou como seria estar, durante oito horas, permanentemente parado num exato lugar, muitas vezes todo pintado e carregado de adereços? Assim à partida poderá parecer-lhe tarefa impossível de concretizar, pode até causar-lhe impressão, só de pensar no desconforto que tal exercício causaria, mas é exatamente esse o hobbie de António José Pereira Varino. Conhecido por Katoya, uma alcunha cuja origem prefere não divulgar, é a estátua-viva (ou estátua-humana) com quem, todos os anos, nos cruzamos no recinto das Festas de São Pedro. Há 20 anos que se dedica a essa arte, um percurso que pode ser apreciado através da exposição A arte do Katoya em Exposição – Apresentação dos Vinte Anos de Estátuas Vivas, patente no Posto de Turismo de Porto de Mós até dia 15 de março. À boleia desta efeméride, decidimos conhecer o homem que já vestiu a pele de mais de 980 personagens e que, aos 49 anos, ainda continua a surpreender o público.
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