Celeste Silva: De um “tearzinho” nas pernas de um banco para um tear que chega a todo o mundo
26 Fevereiro 2026
Junquinhos, fiozinhos e tearzinho. Começamos esta estória nos diminutivos, a condizer com as memórias de quando as mãos de Celeste Silva eram, também elas, umas mãozinhas a aprender a arte do junco. Aos 9, 10 anos, recorda, hoje aos 69, começou a “brincar”, brincadeira que hoje é forma de vida. «Íamos [Celeste e a irmã] para ao pé das mulheres trabalhar, num tear de um senhor à porta da casa da minha mãe, no Juncal», lembra. Das «pernas de um banco faziam um tearzinho» e com «os fiozinhos dos junquinhos» começaram, então, a aprender uma arte que, defende a artesã, «tem de ser aprendida em pequenina» quando as mãos ainda não têm vícios e são capazes de se adaptar à mestria necessária.
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Tags: Celeste Silva | Exclusivo
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