Várias empresas do setor da pedra natural com atividade extrativa no Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC), algumas delas de Porto de Mós, uniram esforços para apoiar a requalificação dos passadiços do Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios de Ourém e Torres Novas, infraestrutura que sofreu danos significativos na sequência da passagem da tempestade Kristin.
De acordo com nota de imprensa da Associação Portuguesa da Indústria dos Recursos Minerais (ASSIMAGRA), «esta ação enquadra-se na operacionalização do Protocolo de Colaboração celebrado entre a ASSIMAGRA, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a ADSAICA, assinado em dezembro de 2024, que visa promover iniciativas de conservação, valorização, preservação e sustentabilidade associadas ao património natural e geológico».
Assim, «o apoio agora concretizado demonstra o compromisso do setor da pedra natural com a responsabilidade social, o território, a preservação do património natural e o desenvolvimento sustentável de toda a região», refere a associação empresarial.
Na mesma nota é explicado que «a intervenção permitiu contribuir para a recuperação das condições de segurança e acessibilidade dos passadiços, assegurando a continuidade da fruição pública de um dos mais relevantes monumentos paleontológicos do país». Desta forma, «a requalificação dos passadiços é apenas uma das muitas ações de valorização que estão a ser desenvolvidas neste espaço graças ao contributo do setor», esclarece a ASSIMAGRA, adiantando que «no âmbito do mesmo protocolo de colaboração, está prevista uma intervenção mais abrangente que incluirá a beneficiação de caminhos, a estabilização de taludes, a criação de espaços lúdicos para diferentes públicos, zona de merendas, entre outros equipamentos que irão enriquecer a experiência de visita e valorizar este notável património geológico e paleontológico».
Foto | DR



