A “rainha” do Pão por Deus? Há quem diga que a encontramos nas Pedreiras

6 Novembro 2025

Ainda a “procissão vai no adro”, que é como quem diz, quando ainda estamos a começar o novo ano, ou a celebrar uma outra qualquer efeméride, já Teresa Vieira está a pensar em como vai surpreender as crianças que a 1 de novembro, vão bater à sua porta a “pedir o bolinho”. É assim, ano após ano, desde 2003, quando, a pedreirense, começou a criar cartuchos personalizados para entregar neste dia e para os quais, em alguns casos, se dedica vários meses. Professora de terceiro ciclo e secundário, nasceu com o «gosto por trabalhos manuais» e esse foi um dos impulsos para se começar a dedicar desta forma, mas não só. «Quando se mudou do escudo para o euro [2002], achámos que as moedas eram pequenas para aquilo que elas valiam e começámos a acrescentar guloseimas às moedas e a fazer embrulhos pequenos com quadrados de papel crepe», recorda. «Depois, a partir de 2003 ou 2004 começámos a fazer só embrulhos com guloseimas e deixámos de dar a moeda. Mas foi em 2006 que comecei a fazer os cartuchos mais elaborados, com rolos de papel higiénico embrulhados em formato de rebuçado», lembra. 

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