A falta de chuva aumenta os riscos de incêndio, e por vezes, as queimadas facilmente se descontrolam, atingindo dimensões insuportáveis de controlar, e além disso, surgem também os incêndios florestais de origem desconhecida, que desde o início do ano se têm registado no concelho.

Segundo Elíseo Pereira e Hélder Gonçalves, comandantes dos Bombeiros Voluntários de Porto de Mós e Mira de Aire, respetivamente, nos últimos dias houve a necessidade de mobilizar meios de combate para as localidades de Alvados, Arrimal, Figueiredo, Portela de Vale de Espinho e São Bento e também para a mata de Mira de Aire.

No dia 12, em Alvados, tratou-se de uma queimada descontrolada que atingiu um abrigo de lenha junto a uma casa devoluta, ao início da tarde, sendo que poucas horas após este combate, os bombeiros de Porto de Mós, já a caminho de uma outra ocorrência em São Bento, para prestar auxilio aos Bombeiros de Mira de Aire, detetaram outro incêndio no Figueiredo (Ribeira de Cima) proveniente de uma queimada, e que conseguiram combater a tempo, segundo revelaram os comandantes.

IOLANDA NUNES | texto