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	<title>Jéssica Moás de Sá | Jornal O Portomosense</title>
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	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
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	<title>Jéssica Moás de Sá | Jornal O Portomosense</title>
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		<title>Novo concurso “Mestres à Prova” tem mostrado o talento escondido do concelho</title>
		<link>https://oportomosense.com/novo-concurso-mestres-a-prova-tem-mostrado-o-talento-escondido-do-concelho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 06:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Festas de São Pedro 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Está lançado o novo concurso das Festas de São Pedro: Mestres à Prova. Por esta altura já são conhecidos os 12 concorrentes (dos 24 iniciais) que avançam para a 2.ª fase do concurso onde, ao contrário da 1.ª, em que os concorrentes puderam escolher o prato a apresentar, agora serão desafiados a utilizar ingredientes específicos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está lançado o novo concurso das Festas de São Pedro: <i>Mestres à Prova</i>. Por esta altura já são conhecidos os 12 concorrentes (dos 24 iniciais) que avançam para a 2.ª fase do concurso onde, ao contrário da 1.ª, em que os concorrentes puderam escolher o prato a apresentar, agora serão desafiados a utilizar ingredientes específicos. Carlos Gigas, Luciano Moreira, Elisabete Brito, Anabela Dias, Cidália Rosário, Leonardo Louro, Eduardo Catarino, Miguel Perfeito, Adriana Ribeiro, Eunice Carvalho, Jamiel Menezes e Celeste Ribeiro – são estes os nomes dos concorrentes que já no próximo sábado, 4 de julho, concorrem nas eliminatórias da 2.ª fase do concurso. A semifinal realiza-se no último dia das Festas, 5 de julho, pelas 11 horas, e a grande final, no mesmo dia, pelas 14h30.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Na apresentação oficial dos concorrentes, logo no dia inaugural das Festas, e antes mesmo de conhecer os cozinheiros amadores do concelho, a organização, onde o principal mentor é o chef Samuel Mota, lançou um desafio ao alguns membros do executivo e funcionários do Fundo Social dos Funcionários da Câmara Municipal para serem concorrentes por dois minutos. Nestes dois minutos, tinham de fazer a maior quantidade de sumo de laranja (e já agora, com a melhor apresentação), um momento de picardias saudáveis e risos onde quem levou a melhor foi o vice-presidente, Eduardo Amaral.</p>
<p>Brincadeiras à parte, conhecidos os concorrentes “a sério”, Samuel Mota apresentou este projeto que «já estava na gaveta há uns anos» que tinha o intuito de ser uma proposta «diferenciada» na área da gastronomia. «Deu muito trabalho, luta, foi um desafio convencer as pessoas que tinham alguma vergonha de se expor, mas aqui estamos», frisou, orgulhoso e com expectativa de que este será um projeto de sucesso. «Queremos trazer as receitas esquecidas e aquelas com histórias que estão só dentro daquela casa», salienta.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Já o presidente da Câmara, Jorge Vala, agradecendo «muito a Samuel Mota» pela ideia e pelo trabalho, acredita que este concurso será importante para «degustar o que de melhor tem a cozinha do concelho, a cozinha tradicional». «é um elogio importante que damos à nossa culinária, mas também para a recuperação da cozinha da<span class="Apple-converted-space">  </span>região através dos concorrentes, de pessoas que não fazem da sua vida a cozinha, mas que, de alguma forma, têm o segredo da culinária, dos seus avós, pais, das suas mães, têm-no escondido, cozinham para famílias e amigos, e aqui vão cozinhar para todos», frisa o autarca.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Jorge Vala adiantou ainda que a ambição é que este passe a ser «um projeto além do concelho de Porto de Mós»: «Queremos dinamizá-lo para toda a região, e depois podermos, eventualmente, fazer uma final intermunicipal e eleger os 10 melhores cozinheiros amadores da região».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Foto | Jéssica Moás de Sá</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rescaldo Futebol &#124; Direção do CCR Alqueidão da Serra “esperava mais”, mas reconhece época com adversidades</title>
		<link>https://oportomosense.com/rescaldo-futebol-direcao-do-ccr-alqueidao-da-serra-esperava-mais-mas-reconhece-epoca-com-adversidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 07:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[CCR Alqueidão da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Rescaldo Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Rescaldo Futebol 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[O CCR Alqueidão da Serra terminou a Divisão de Honra, da Associação de Futebol de Leiria (AFL), na 8.ª posição com 13 vitórias, 10 derrotas e 7 empates. «Esperávamos mais», assumiu, em declarações a O Portomosense, o presidente do clube, Artur Correia. A «meta» era acima «do quinto lugar», salienta, embora reconheça que foi uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O CCR Alqueidão da Serra terminou a Divisão de Honra, da Associação de Futebol de Leiria (AFL), na 8.ª posição com 13 vitórias, 10 derrotas e 7 empates. «Esperávamos mais», assumiu, em declarações a O Portomosense, o presidente do clube, Artur Correia. A «meta» era acima «do quinto lugar», salienta, embora reconheça que foi uma época «com coisas estranhas» a acontecer que dificultaram a caminhada da equipa azul e branca. O recomeço, após a depressão Kristin foi, sem dúvida, um dos maiores desafios para a equipa. «Foi difícil, tínhamos muitos jogadores da zona mais afetada e acredito que isso possa ter tido algumas consequências. Muitos foram mesmo afetados, tiveram um mês, inclusive o treinador, sem luz, sem internet e nós não estamos habituados a viver sem luz, sobretudo por tanto tempo», começa por referir o dirigente. Isto «afetou claramente o psicológico, a união». «Tivemos muito tempo sem treinar porque ninguém tinha cabeça. Isto não serve de desculpa, mas é uma atenuante para os resultados», reforça.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Ainda assim, até pela resposta que a equipa deu nas últimas jornadas (vencendo, por exemplo o dérbi concelhio diante da AD Portomosense, fora, por 2-1 e ganhando ao Beneditense em casa por 3-0), Artur Correia acredita que era possível ter feito melhor. «Provámos nesta reta final que tínhamos equipa para mais», sublinha.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Tendo em conta esta mesma realidade, a direção entendeu que a atual equipa técnica «poderia não ser o melhor para a equipa» e anunciou a rescisão de contrato com Rui Rodrigues (treinador principal) e Nuno Caracol. Em nota publicada na sua página de Facebook, o clube recorda que «Rui e Nuno assumiram o leme da equipa na época passada (2024/2025) num momento exigente, quando nos encontrávamos em 8.º lugar. Com um trabalho fantástico, dedicação e liderança, levaram-nos até ao 1.º lugar e garantiram o grande objetivo da subida de divisão, num trajeto memorável que ficará guardado na história do nosso clube». Apesar do trabalho deixado, os resultados esta época levaram a procurar outras soluções e Artur Correia adianta que já «só falta acertar o acordo» com a nova equipa técnica que, para já, não quis adiantar, «mas que estará por dias». Uma coisa disse-nos: «Procuramos um treinador à Alqueidão». E o que é um treinador à Alqueidão? «É ser aquilo que toda a gente diz que somos &#8211; uma terra muito bairrista, muito ferrenha, muito unida, muito trabalhadora. E é isso que a gente busca no novo treinador», ressalva.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>As mexidas no plantel serão também, acredita, inevitáveis. «Estamos a tentar não mexer muito, mas é sempre difícil, ainda por cima desceram dois “tubarões” (vindos do Campeonato de Portugal, Série C), Peniche e Marinhense, o que acaba por mexer sempre muito com as contratações das outras equipas», prevê. O que já sabem é da intenção de dois jogadores saírem: Luís Gonçalves e Petita, ambos por questões de gestão familiar. «Para já são essas as duas baixas, mas vamos tentar manter o máximo que conseguirmos», volta a salientar.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Exposição à AFL<span class="Apple-converted-space"> </span></strong></p>
<p>Um dos episódios que marcou a época do CCR Alqueidão da Serra foi a reclamação formal, enviada pela direção à AFL, onde as várias decisões de arbitragem tomadas ao longo de várias jornadas eram postas em causa, tendo sido o jogo frente ao GD Alvaiázere a «gota de água». «Naquela altura que fizemos a exposição tínhamos razões de queixa, penso que a qualidade dos árbitros melhorou e houve essa preocupação, por parte da AFL, de enviar melhores árbitros», diz Artur Correia. Mas que esta situação «ajudou» aos resultados desta época, o presidente acredita que «sim, um pouco». «Se calhar perdemos jogos que não teríamos perdido se não fosse pela incompetência», lamenta.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Obras e formação continuam a ser objetivo<span class="Apple-converted-space"> </span></strong></p>
<p>A equipa do Alqueidão da Serra começou a época num relvado novo e tem vindo a fazer melhorias nas instalações do clube, mas a ideia é continuar este trabalho. «Vamos tentar adiantar o campo de futebol 7 atrás do futebol 11 e também preparar o terreno que comprámos junto à sede para fazer uma serventia e facilitar a entrada de viaturas na sede», explica Artur Correia. É também objetivo aproveitar o «espaço muito agradável com carvalhos que existe junto ao campo para criar um espaço de lazer». Mas isto, salienta, são «tudo projetos». «Vamos tentando trabalhar devagarinho, já limpámos o terreno, desbastámos alguns carvalhos, arrancámos pedras, mas não somos muitos para o que há para fazer e temos de atacar onde é mais preciso», frisa o dirigente.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Outra dos objetivos desta direção é a continuidade da aposta na formação onde apenas falta o escalão de juvenis mas que na próxima época já vão tentar ter. «A formação correu bem, foi pena os juniores não terem conseguido subir, que era objetivo, mas apesar de tudo correu bem. Vamos continuar com esta dinâmica que tem sido crescente e tentar ter esta única equipa que nos falta», conclui.</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rádios nas escolas do concelho nascem “para dar voz aos alunos”</title>
		<link>https://oportomosense.com/radios-nas-escolas-do-concelho-nascem-para-dar-voz-aos-alunos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Juncal]]></category>
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		<category><![CDATA[Escola Secundária de Mira de Aire]]></category>
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					<description><![CDATA[Nasceram, no dia 11 de junho, duas Rádios Voz – uma na Escola Secundária de Mira de Aire e outra no Instituto Educativo do Juncal. «Dar voz aos alunos» &#8211; é este o intuito deste projeto, pensado pela equipa Jovem Autarca, liderada por António Ismail que, como porta-voz, revelou que a ideia foi do primeiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nasceram, no dia 11 de junho, duas <i>Rádios Voz</i> – uma na Escola Secundária de Mira de Aire e outra no Instituto Educativo do Juncal. «Dar voz aos alunos» &#8211; é este o intuito deste projeto, pensado pela equipa <i>Jovem Autarca</i>, liderada por António Ismail que, como porta-voz, revelou que a ideia foi do primeiro vereador, Filipe Pinto, mas que teve o aval imediato de toda a equipa para fazer acontecer. Entre os objetivos expressados pelo presidente <i>Jovem Autarca</i> estão ainda dar aos alunos a «liberdade de expressão que querem ter na escola». De sorriso no rosto, visivelmente orgulhoso por terem conseguido implementar este projeto, António Ismail admitiu «gostar de imaginar os alunos a almoçar e a ouvirem aquela música que não lhes sai da cabeça». «Agora isto passa de nós [equipa <i>Jovem Autarca</i>] para vocês», reforçou.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O vereador com o pelouro da Juventude, Pedro Vala, esteve presente na primeira emissão destas rádios, relevando que este projeto tem potencial para ser de futuro. «Apesar de as equipas do <i>Jovem Autarca</i> se renovarem, é bom que estes projetos continuem no tempo, e que as escolas tenham essa capacidade de incentivar os seus alunos e professores que coordenam para que a rádio escola seja um projeto de futuro», sublinha.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A Rádio Dom Fuas foi a parceira escolhida pelo Município para ajudar a implementar o projeto. O presidente do conselho de administração da CINCUP, detentora da Rádio Dom Fuas e d’O Portomosense, Pedro Vazão, esteve presente neste lançamento e explicou de que forma a Rádio Dom Fuas ajudou. «Dividimos este apoio em três partes, a primeira em termos técnicos, com sugestão na aquisição dos equipamentos que são muito idênticos aos que usamos na nossa rádio, a segunda, através do aconselhamento com os programas de áudio que também são idênticos aos que usamos na nossa rádio e, em terceiro, na montagem da rádio e formação das pessoas, explicando aos alunos como é que as coisas se fazem e também cativando para que dessem o passo seguinte que seria fazer parte deste projeto», detalhou Pedro Vazão.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O presidente da Câmara de Porto de Mós, Jorge Vala, em reunião de Câmara pública, ressalvou este como um «projeto bastante interessante» e que «envolveu toda a comunidade escolar» onde os jovens serão os próprios dinamizadores na rádio nos intervalos.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>A “última aula” na primeira emissão da rádio</strong></p>
<p>Além dos alunos, nestas primeiras emissões, houve convidados especiais, entre eles o presidente da Câmara de Porto de Mós, os respetivos diretores de cada escola e também professores. Na Escola Secundária de Mira de Aire, os alunos foram apanhados de surpresa quando a professora de História e Português, Ana Cristina Severa, convidada para falar sobre as canções do 25 de Abril disse, emocionada: «Eu estou a dar a minha última aula de História». Professora nesta escola desde 1994, vinda de Leiria todos os dias, no final deste dia, 11 de junho, iria «para casa». «Para o próximo ano já não estou cá», voltou a sublinhar, novamente emocionada e recebendo a ovação dos alunos e toda a comunidade escolar presente.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Fotos | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Acordo com Infraestruturas de Portugal transfere várias estradas nacionais para o Município</title>
		<link>https://oportomosense.com/acordo-com-infraestruturas-de-portugal-transfere-varias-estradas-nacionais-para-o-municipio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:14:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestruturas de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Município de Porto de Mós]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi aprovado, em reunião de Câmara, um contrato administrativo com a Infraestruturas de Portugal (IP) que transfere a titularidade de vários troços de estradas nacionais para o Município. «Pusemos sempre como condição à IP receber estes troços de estradas nacionais com a aprovação de uma rotunda na saída da Área de Localização Empresarial (ALE) [de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi aprovado, em reunião de Câmara, um contrato administrativo com a Infraestruturas de Portugal (IP) que transfere a titularidade de vários troços de estradas nacionais para o Município. «Pusemos sempre como condição à IP receber estes troços de estradas nacionais com a aprovação de uma rotunda na saída da Área de Localização Empresarial (ALE) [de Porto de Mós], ou seja, na saída para a Nacional 1, que possa configurar a redução de risco para os automobilistas, ao obrigar à redução de velocidade numa zona de aceleração e de três faixas e evitar que os veículos pesados, que saem da ALE e queiram ir para sul, não tenham que vir à rotunda aérea e depois dar a volta», explicou o presidente da Câmara, Jorge Vala. Tendo em conta isto, frisa, esta é uma «conquista muito importante».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>«Neste caso, vamos receber o troço da Estrada Nacional 243, desde a rotunda junto ao Continente de São Jorge até à ALE de Porto de Mós. Vamos também receber a Estrada Nacional 362, desde em frente da Cooperativa Agrícola do Concelho de Porto de Mós até à rotunda dos Escuteiros (Ribeira de Cima), e depois, mais à frente, depois da reta da Ribeira de Cima, junto a uma empresa de transformação de rochas», revelou o autarca.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A juntar a estes dois, o Município passa a ter também para sua gestão «dois troços do IC2 da Nacional 1 e Nacional 8 que ficaram desclassificados e que por isso a IP não gere. Um de 54 metros e outro de 2,6 quilómetros, entre a rotunda aérea em Chão da Feira até ao cruzamento limite do concelho junto ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota». «Como compensação, a IP entrega ao Município o valor de 634 619 euros», conclui.</p>
<p>Aquando do assunto na Assembleia Municipal, os deputados Ricardo Gomes (Chega), e Rui Marto (PS) e a presidente da Junta do Alqueidão da Serra, Patrícia Santos, expressaram sérias dúvidas relativamente ao valor da compensação, temendo os dois deputados que a verba acabe por ter de ser toda aplicada, apenas, no troço da Nacional 1 «dado ser uma via com muito movimento, inclusive, de veículos pesados, o que provoca, naturalmente, um desgaste muito maior». Desgaste esse que, segundo Rui Marto, já é bem visível.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Jorge Vala ouviu os alertas, mas preferiu destacar a importância da aprovação da rotunda junto à ALE.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Isidro Bento</strong></p>
<p><strong>Foto | Jéssica Silva</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Lares privados sem geradores” preocupam Executivo e deputados municipais</title>
		<link>https://oportomosense.com/lares-privados-sem-geradores-preocupam-executivo-e-deputados-municipais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:10:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia Municipal de Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão Kristin]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
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					<description><![CDATA[O anúncio já tinha sido feito pelo presidente da Câmara, pouco tempo depois da passagem da tempestade Kristin: ia ser entregue um gerador a cada junta de freguesia do concelho. Entretanto, o contrato de comodato, por cinco anos, foi aprovado em reunião de Câmara e na Assembleia Municipal. «O objetivo é que cada Junta seja [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O anúncio já tinha sido feito pelo presidente da Câmara, pouco tempo depois da passagem da tempestade Kristin: ia ser entregue um gerador a cada junta de freguesia do concelho. Entretanto, o contrato de comodato, por cinco anos, foi aprovado em reunião de Câmara e na Assembleia Municipal. «O objetivo é que cada Junta seja um ponto de encontro caso volte a haver uma catástrofe e iremos, num segundo momento, equipar as 10 com equipamentos de comunicações satélite, em articulação com o Governo para criar esta redundância e garantir ligação ao Município», acrescentou Jorge Vala.</p>
<p>A oferta mereceu aplauso, mas houve quem defendesse que também as instituições de solidariedade social do concelho deviam ser beneficiadas. «O Município tem conhecimento se todas as IPSS têm gerador porque uma coisa que aprendemos com esta tragédia é que quem não tem está oito dias sem luz e um lar se não tiver esta redundância não se desenrasca. Se não tiverem todas, há alguma previsão para eventual apoio para passarem a ter», questionou o deputado do PSD, Júlio Vieira. O deputado socialista, Rui Marto, interpretou esta intervenção de Júlio Vieira «como uma proposta» a trazer à AM, garantindo que se tal vier a acontecer, o PS «está disponível para apoiar».</p>
<p>Jorge Vala recuou no tempo e garantiu, em resposta, que todas as IPSS que «quiseram ter geradores durante a tempestade, e que não os tinham, contaram com o apoio da Câmara ou juntas», apoio que continuam a ter «caso queiram passar a ter um» gerador próprio. Mais «preocupante», considera, é a situação dos lares privados: «Pelo que tenho apercebido, não têm, nem querem saber». «Fiquei muito preocupado [durante a depressão] porque se não fosse a Câmara e as Juntas, as pessoas tinham morrido porque os lares funcionam com apoio ao suporte de vida de muitas pessoas», lamenta.</p>
<p>«Dos lares privados, acho que nenhum, tinha gerador. Foi um dos temas abordados na vinda dos deputados do PSD a Porto de Mós. O que nos foi dito é que está prevista uma proposta de lei para obrigar todas as residências para idosos a terem um gerador», adiantou. «Penso que se está a aprender um bocadinho com o que nos aconteceu», acredita o autarca. Jorge Vala salienta que tanto o executivo camarário como os presidentes de Junta passaram «dias muito difíceis» devido à situação de «alguns lares privados» do concelho.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A deputada do PSD, Olga Silvestre, lançou também duas perguntas sobre a entrega dos geradores: «A primeira é quando a entrega é feita efetivamente e a segunda é, caso uma instituição da freguesia venha a necessitar, se pode ceder a título de comodato».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>«A entrega está prevista até ao final deste mês (junho)», começou por referir Jorge Vala. «O contrato de comodato prevê a entrega com autorização da Câmara, esta cede-o à Junta e depois não pode ser imputada responsabilidade à Câmara se, eventualmente, não estiver ao serviço da Junta», começou por afirmar. O objetivo deste equipamento, disse ainda, é «estar ao serviço da comunidade na junta de freguesia», até porque pesa mais de 200 quilos, não se transporta de um momento para o outro, é para estar ligado e fixo na junta, tem inclusive insonorização, e um automatismo para arrancar se faltar a luz», esclarece.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Já são conhecidos os vencedores do “IX Concurso Concelhio de Leitura” deste ano</title>
		<link>https://oportomosense.com/ja-sao-conhecidos-os-vencedores-do-ix-concurso-concelhio-de-leitura-deste-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:04:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso Concelhio de Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Maria Martins (Escola Básica de São Jorge), no 1.º ciclo, Carolina Venda (Instituto Educativo do Juncal), no 2.º ciclo, Tomás Carreira (Escola Secundária de Porto de Mós), no 3.º ciclo, Tatiana Oliveira (Escola Secundária de Porto de Mós), no secundário, e Pedro Silva nos adultos, foram os grandes vencedores do IX Concurso Concelhio de Leitura.  [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Maria Martins (Escola Básica de São Jorge), no 1.º ciclo, Carolina Venda (Instituto Educativo do Juncal), no 2.º ciclo, Tomás Carreira (Escola Secundária de Porto de Mós), no 3.º ciclo, Tatiana Oliveira (Escola Secundária de Porto de Mós), no secundário, e Pedro Silva nos adultos, foram os grandes vencedores do <i>IX Concurso Concelhio de Leitura</i>.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A cerimónia final, que «reuniu os melhores leitores do concelho, desde o 1º. ciclo até à categoria adultos», realizou-se no dia 8 de junho, na Central das Artes. «Ao longo dos últimos meses, dezenas de participantes colocaram à prova as suas competências de leitura, interpretação e argumentação, tendo como inspiração as obras do escritor Afonso Cruz, convidado especial desta edição», pode ler-se num comunicado do Município, onde está a listagem completa do top 3 em cada categoria. A presença deste autor, «tornou o evento ainda mais especial, proporcionando momentos de partilha, reflexão e diálogo com o público».</p>
<p>Os três primeiros classificados de cada ciclo/adultos, receberam «vales literários no valor de 25 a 100 euros». «Todos os alunos participantes selecionados têm direito a um certificado, um livro, uma visita de estudo e os adultos receberão um certificado, um livro e uma entrada para duas pessoas no Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota (CIBA), no Castelo, no Museu Industrial e Artesanal do Têxtil (MIAT) e nas Grutas de Mira de Aire», segundo informação disponível no <i>site</i> do Município.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Na última reunião de Câmara pública, o presidente da Câmara, Jorge Vala, deu «os parabéns a todos os participantes, finalistas e vencedores pelo empenho, dedicação e paixão pelos livros». «O <i>Concurso Concelhio de Leitura</i> continua a afirmar-se como uma iniciativa de referência na promoção da leitura e da literatura envolvendo escolas, bibliotecas famílias e leitores, de todas as idades», sublinhou.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>

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<p><b>Fotos | DR</b></p>
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		<title>Festas de São Pedro começam no próximo fim de semana</title>
		<link>https://oportomosense.com/festas-de-sao-pedro-comecam-no-proximo-fim-de-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:01:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Festas de São Pedro 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
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					<description><![CDATA[No próximo sábado, 27 de junho, começa mais uma edição das Festas de São Pedro, as festas «do concelho» que juntam 20 associações nas tasquinhas (às quais se junta a famosa tasquinha do Fundo Social dos Funcionários da Câmara, entidade que organiza as Festas, com o coscurão e o café da avó), vários comerciantes, artesãos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo sábado, 27 de junho, começa mais uma edição das Festas de São Pedro, as festas «do concelho» que juntam 20 associações nas tasquinhas (às quais se junta a famosa tasquinha do Fundo Social dos Funcionários da Câmara, entidade que organiza as Festas, com o coscurão e o café da avó), vários comerciantes, artesãos e artistas da região, do concelho e também nacionais. São Pedro será “honrado” nas habituais missas, a 29 de junho, precisamente dia de São Pedro, com missa seguida de procissão, e no dia 5 de julho com a habitual Missa Campal no jardim municipal e também seguida da Procissão de São Pedro.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Entre os cabeças de cartaz, recordamos, estão nomes como Os Quatro e Meia, Gisela João, Moonspell e Piruka. A Banda Recreativa Portomosense volta a atuar com um artista convidado, este ano com Rita Guerra (no dia 1 de julho). No palco secundário voltam a atuar vários DJs e artistas de música ligeira que antecipam os concertos no palco principal ou os sucedem.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Um dos pontos altos, no primeiro dia das Festas, e que o presidente da Câmara, Jorge Vala, apelidou como a «já sessão solene» do evento, é a cerimónia de entrega dos <i>Prémios Dom Fuas</i> que está marcada para as 14h30 do dia 27, no Dolinas Climbing Hotel. Nesta cerimónia são distinguidas empresas e personalidades que se destacam no concelho, nas categorias: <i>Responsabilidade Social</i>; <i>Carreira</i>; <i>Empresário Revelação</i>; <i>Investimento</i>; <i>Maiores Exportadoras</i>; <i>PME Líder</i>; <i>PME Excelência</i> e <i>Novas Empresas</i>.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Este ano as Festas terão como tema o <i>Encontro de Culturas</i>, acompanhando o tema pedagógico do concelho e que Jorge Vala diz refletir a forma como o concelho encara a integração de outras nacionalidades. «Nós respeitamos muito aqueles que cá estão para ganhar a sua vida e, sobretudo, para enriquecer culturalmente. Não podemos exigir apenas àqueles que vêm para se integrarem, temos que ser parte, direi até a parte mais importante, para fazer acontecer essa integração. Queremos ter umas Festas para toda a comunidade. E, por isso, este ano, abrimos com um artista brasileiro [Maninho], uma homenagem à imigração brasileira que faz parte da nossa comunidade há muitos anos», frisa.</p>
<p>Entre as grandes novidades deste ano está o concurso <i>Mestres à Prova</i>, organizado e pensado pelo chef Samuel Mota e que, como o próprio diz, «pretende trazer as pessoas de casa, as suas receitas de casa» para as Festas. Quem se inscreveu neste concurso teve de escolher uma entre três categorias possíveis: <i>Entrada ou Petisco</i>; <i>Prato Principal</i> e <i>Sobremesa</i>. Entre as inscrições, foram escolhidos 24 concorrentes para passar à primeira prova ao vivo que se vai realizar no recinto das Festas. A partir daí, vão sendo escolhidos pelo júri os concorrentes que avançam para as etapas seguintes até chegar à final. Todos os concorrentes recebem prémios, mas haverá um prémio de 650 euros para o vencedor.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Esta edição terá ainda uma componente especial, de cariz solidário, com foco nos estragos provocados pela depressão Kristin. «Infelizmente houve casas no concelho danificadas e o Fundo Social disponibilizou-se a partilhar parte da receita para reconstruir a casa de uma família», revelou Jorge Vala, durante a apresentação das Festas. O presidente do Fundo Social, Luís Vieira, no mesmo momento, relevou o certame como uma «referência não só a nível regional, como nacional», por onde o ano passado passaram 400 mil pessoas.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Foto | Luís Vieira Cruz</strong></p>
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		<title>A Liberdade não poderia estar mais viva</title>
		<link>https://oportomosense.com/a-liberdade-nao-poderia-estar-mais-viva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Público]]></category>
		<category><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></category>
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					<description><![CDATA[Na madrugada de 28 para 29 de janeiro de 2026 quando os colaboradores da Rádio Dom Fuas e d’O Portomosense chegaram às instalações para trabalhar foram confrontados com a mesma realidade de muitos: não tinham luz, comunicações, não tinham a emissão a funcionar porque não tinham gerador, tanto no local da emissão, como nos locais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na madrugada de 28 para 29 de janeiro de 2026 quando os colaboradores da Rádio Dom Fuas e d’O Portomosense chegaram às instalações para trabalhar foram confrontados com a mesma realidade de muitos: não tinham luz, comunicações, não tinham a emissão a funcionar porque não tinham gerador, tanto no local da emissão, como nos locais onde estão as antenas de onde é emitida, para o concelho e região, a Rádio Dom Fuas. Mas a verdade é que sabíamos da importância acrescida do nosso trabalho nesses dias, que se veio a revelar assim que conseguimos recuperar a emissão. Demos conta, a cada dia, de como estavam os trabalhos de recuperação e reabilitação, onde as pessoas podiam ir tomar banho, guardar os seus alimentos em arcas, ter acesso a uma refeição quente, prognósticos do regresso de água/luz, informar sobre casos mais graves e apelar ao cuidado de todos, bem como muitos outros pormenores. Se sentimos que o nosso trabalho é importante todo o ano, sentimo-lo com mais força por esses dias.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Tenho muita pena, a título pessoal, e outra tanta pena, como jornalista, que um momento difícil como este, leve a manifestações, sobretudo nas redes sociais (a “arma” que muitos usam hoje em dia), que põem em causa o nosso trabalho e escondidos atrás de perfis não identificados. No passado dia 25 de maio, deputados do PSD, eleitos pelo círculo de Leiria, visitaram as instalações da CINCUP (detentora da Rádio Dom Fuas e O Portomosense), para ouvirem algumas das principais dificuldades que estes órgãos viveram, precisamente durante esta tempestade, e procurar perceber de que forma os meios devem estar mais preparados para novos episódios como este. Ouviram a forma como os meios de comunicação social, algo que, isso sim, deveria preocupar toda a população e gerar contestação nas redes sociais, vivem de forma precária e com poucos apoios, há muitos anos. Aliás, sempre assim foi, sobretudo nos meios regionais.</p>
<p>Esta visita dos deputados não foi à CINCUP por si só, foi uma visita a vários pontos do concelho e instituições que sofreram com a Kristin. Não aconteceu em Porto de Mós por acaso, aconteceu no nosso concelho por ser um dos concelhos da região verdadeiramente afetada por esta tempestade. E aconteceu, noutros dias e momentos, noutros pontos desta mesma região, independentemente da cor política que lidera cada um desses territórios.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Dizer que esta visita «deixa questões incómodas no ar» ou questionar «como fica a isenção jornalística a partir do momento em que um meio de comunicação passa a depender da carteira do partido que está no poder», tendo em conta a forma como os meios de comunicação ficaram “descalços” aquando da depressão, é uma retórica que não duvida e que generaliza de uma forma preguiçosa toda a classe jornalística e que descontextualiza, de forma perigosa, esta visita feita pelo partido que se encontra atualmente no Governo.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A nós muito nos orgulha estarmos, enquanto CINCUP, desprovidos de qualquer preferência ou influência de quem procura saber das necessidades dos meios de comunicação social. Para nós, no final do jogo, interessa sim que os meios de comunicação social fiquem a ganhar. Que ganhem o respeito, a consideração, em função do trabalho de serviço público que fazem, ganhando peso num meio regional onde somos poucos a contar a estória do café da aldeia, ou a questionar a forma como o dinheiro público de uma Junta foi usado.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>«Como munícipe deixo aqui sentidos pêsames à nossa Liberdade», outro dos manifestos lidos pela internet. Eu respondo: a Liberdade não poderia estar mais viva dentro das quatro paredes da CINCUP onde todos são ouvidos, escutados, com critério, isenção, e onde apenas há um interesse comum, e que assumimos… fazer um serviço público que nos honre e que não olhe a cores partidárias, religiões, clubes ou terras.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rescaldo Futsal &#124; Mudança de instalações devido à depressão Kristin com impacto no número de atletas do Condestável</title>
		<link>https://oportomosense.com/rescaldo-futsal-mudanca-de-instalacoes-devido-a-depressao-kristin-com-impacto-no-numero-de-atletas-do-condestavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:05:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Condestável AC]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Rescaldo Futsal]]></category>
		<category><![CDATA[Rescaldo Futsal 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Formar, formar, formar: é esta a palavra de ordem do Condestável Atlético Clube (Condestável AC) que na época 2025/2026 competiu com seis escalões com «idades entre os 5 e os 17 anos». Petizes, Traquinas, Benjamins, Infantis, Iniciados e Juvenis vestiram a camisola do clube sediado em São Jorge que, tal como dizia a O Portomosense, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Formar, formar, formar: é esta a palavra de ordem do Condestável Atlético Clube (Condestável AC) que na época 2025/2026 competiu com seis escalões com «idades entre os 5 e os 17 anos». Petizes, Traquinas, Benjamins, Infantis, Iniciados e Juvenis vestiram a camisola do clube sediado em São Jorge que, tal como dizia a O Portomosense, o coordenador do futsal de formação, Hugo Sancho, na antevisão da época, tem como objetivo dar aos miúdos uma «experiência desportiva dentro dos valores do fair-play e respeito para com todos». «Desportivamente, queremos desenvolver os atletas, sabendo da realidade do nosso próprio clube, para que possam atingir outros patamares noutros clubes», frisou também.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A grande dificuldade que referiu foi a captação de jogadores (ou a sua manutenção), o que levou até à extinção do escalão de juniores: «Uma vez que tivemos muitas saídas desse plantel que foram aliciados por um outro projeto e nós temos que respeitar a vontade dos atletas», explicou na altura. Agora, o problema mantém-se, sendo que teve uma agravante: a depressão Kristin.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O atual presidente do clube, Alexandre Leonardo, fez um balanço da época onde falou precisamente do impacto desta tempestade para o Condestável AC. «O ano não correu muito mal, mas tivemos o problema da tempestade que nos fez mudar de pavilhão», relatou. As equipas, que habitualmente treinam no Pavilhão Polidesportivo de Porto de Mós, devido aos estragos, foram treinar para o pavilhão emprestado do CCR Dom Fuas, na Fonte do Oleiro. «Isto não nos ajudou porque as crianças e os pais, e mesmo nós, temos feito um esforço maior, temos levado Porto de Mós para a Fonte do Oleiro e os pais e jogadores não estão a gostar muito desta deslocação e estamos a perder alguns jogadores à conta disso», revelou. O dirigente tem ainda consciência que este é um cenário «que se repete pelo distrito». «Houve muita gente afetada que teve de ir para casa “alheia”», frisa.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Se na época passada o clube tinha «quase 90 atletas», este ano tem à volta de uns 70. Além das perdas pelos motivos já mencionados, há ainda outro: «Alguns miúdos maiores têm-se virado para o futebol e como nós não temos o escalão de juniores, só temos a formação, acabam por abandonar». Alexandre Leonardo volta a reforçar: «Isto até estava mais ou menos, só que lá está, com esta mudança de instalações [e com as mazelas da Kristin], houve uma altura que não se jogou, não se treinou, alguns jogadores acabaram por não ir aos jogos» e, por isso, os resultados «esperavam-se melhores». Mas uma garantia o presidente deixa: «Nós tentamos fazer o melhor».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>A boa receção em campo “alheio”</strong></p>
<p>Nem tudo é mau. A Kristin obrigou a muito companheirismo entre equipas e Alexandre Leonardo garante que o CCR Dom Fuas foi um bom anfitrião. «Damos-nos bem com eles e fomos bem recebidos, aliás, para eles também tem sido bom porque têm tido mais movimento no pavilhão», salienta. Ainda assim, por melhor receção que tenham tido, querem de volta o “seu” espaço habitual que, apesar de não ser instalação própria, é o pavilhão que já é como casa para os atletas que vêm sobretudo de «São Jorge, Porto de Mós, Pedreiras», mas também de outros pontos do concelho.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Ainda não existem respostas quanto ao regresso ao Pavilhão de Porto de Mós. «Ainda não temos grande resposta por parte da Câmara, vamos ver como vai funcionar, mas de facto este tem sido um ponto muito delicado para nós, para muitos pais», volta a reforçar.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O Condestável AC completou 62 anos no passado dia 1 de maio e a Associação de Futebol de Leiria (AFL) destacou o «papel fundamental» que o clube tem «desempenhado na promoção do desporto, do convívio e dos valores de cidadania, consolidando ao longo dos anos uma identidade pautada pelo espírito de equipa, dedicação e excelência».<span class="Apple-converted-space">  </span>«Ao longo da sua história, destacou-se não só pelos resultados desportivos alcançados mas também pelo contributo social e formativo junto das camadas mais jovens», pode ler-se ainda num comunicado na página na AFL.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Na entrevista de antevisão, o coordenador para o futsal de formação, relevou o trabalho que tem sido feito pelo clube e que «está à vista». «Se as pessoas falarem com os pais que têm miúdos no Condestável percebem perfeitamente o trabalho que é feito que é um trabalho profissional». Hugo Sancho ressalvou que este é um trabalho feito por «pessoas que estão habituadas a lidar com crianças, todos têm curso, todos têm formação e alguns, inclusive, em Educação Física e Desporto. Portanto, há aqui uma formação que consegue passar os valores certos aos miúdos».</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
<p><strong>isidro Bento</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rescaldo Futsal &#124; Mirense com uma formação em crescendo e o foco na preservação do “património do clube”</title>
		<link>https://oportomosense.com/rescaldo-futsal-mirense-com-uma-formacao-em-crescendo-e-o-foco-na-preservacao-do-patrimonio-do-clube/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Rescaldo Futsal]]></category>
		<category><![CDATA[Rescaldo Futsal 2026]]></category>
		<category><![CDATA[UR Mirense]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma paragem no futebol e uma aposta na equipa sénior de futsal: foi com esta premissa que a UR Mirense partiu para mais uma época, neste caso, a época 2025/2026. Como tinha dito no início da época, o presidente do clube, Manuel Balela, esta não foi uma «decisão fácil» dada a história do clube no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma paragem no futebol e uma aposta na equipa sénior de futsal: foi com esta premissa que a UR Mirense partiu para mais uma época, neste caso, a época 2025/2026. Como tinha dito no início da época, o presidente do clube, Manuel Balela, esta não foi uma «decisão fácil» dada a história do clube no futebol e o amor a esta equipa, no entanto, foi uma decisão «necessária» em termos estratégicos para o clube, algo que o dirigente nos voltou a explicar, agora, em momento de balanço desta aposta. «Nós tínhamos formação de futsal no clube há uns anos e essa formação atingiu a idade sénior e achámos por bem dar continuidade a essa equipa, manter esses jogadores. O futsal sénior foi uma experiência nova dentro do clube», começou por recordar.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Esta decisão, além de ir ao encontro desta continuidade e dar resposta a estes jogadores que há anos tinham o Mirense como casa, foi também uma decisão a pensar «nas prioridades» prementes do clube. «A reabilitação das instalações tem de ser uma prioridade, é um estádio com 34 anos, que começa a apresentar várias debilidades. Agora, com a tempestade Kristin tivemos estragos muito significativos na cobertura da bancada, as luzes ainda continuam a ser de sistemas antigos e vamos substituir por LED. Os muros, bancadas do estádio estão completamente deterioradas e vamos pintar. Ou seja, há uma série de coisas que temos de reabilitar e neste mandado houve a preocupação de olhar não só para a parte desportiva, mas também para o património do clube», ressalvou.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Apesar de saber que há «pessoas que não compreendem» esta visão e esta aposta, a direção tem «de saber conviver com isso» para um bem maior: «cuidar do património do clube». Se as coisas se continuaram a deteriorar, vão chegar a um momento em que estão completamente «sem condições para a prática desportiva, tanto da equipa da casa, dos jogadores da casa, como para receber outras equipas», frisa Manuel Balela. A equipa de futebol «tinha custos acima da possibilidade do clube» e não iria permitir resolver estes problemas.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Ter a formação como esqueleto<span class="Apple-converted-space"> </span></strong></p>
<p>A equipa de futsal sénior, no seu ano zero, acabou por não conseguir, em termos desportivos, dar grande resposta, terminando no último lugar da I Divisão (série B), da Associação de Futebol de Leiria (AFL), mas o dirigente diz que este não era o foco «num ano de começos». «Os resultados, embora também nos importem, não eram a prioridade este ano. Eu todos os dias digo isto no clube, aos treinadores, aos diretores. Conheço a realidade de muitos clubes que também começaram no zero e não é fácil», frisa.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A formação de futsal é uma aposta assumida por Manuel Balela, mas este é um caminho contínuo e não se progressão rápida. «É preciso ter muita persistência, resiliência, porque as coisas demoram tempo. O que é facto é que, em três anos, conseguimos aumentar o número de atletas, aumentar o número de equipas, sendo esse o nosso grande objetivo, criar sustentabilidade dentro do clube», ressalva. Esta formação terá continuidade até que «alguns destes atletas possam integrar a equipa sénior», sendo esse o ciclo pretendido. Sem nunca, volta a reforçar o dirigente, «deixar para trás a questão do património».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O clube deu, recentemente, um passo importante para a validação da formação. «Fomos certificados como entidade formadora, como Centro Básico de Formação. Foi um passo muito importante porque 90% dos clubes da AFL já têm esta certificação e estávamos a ficar para trás», sublinha. «É óbvio que isto faz a diferença para quererem colocar os miúdos aqui», reforça. Ainda assim, há caminho para fazer no que a esta certificação diz respeito. «Queremos ser escola de formação com duas ou três estrelas, claro, mas começámos praticamente do zero, portanto, temos de começar por baixo e criar estabilidade com atletas de proximidade, eventualmente muitos de Mira de Aire», diz ainda Manuel Balela.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Este ano a UR Mirense competiu com quatro equipas, mas o número deverá aumentar na próxima época, 2026/2027. «Em princípio vamos conseguir ter cinco equipas, e é isto que queremos: manter estes atletas, tê-los desde os petizes aos juniores», sublinha.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Tendo em conta os objetivos formulados pela direção, esta foi uma época positiva, «de evolução muito grande» e crescimento da estrutura. E este crescimento é o objetivo «a curto e médio prazo»: «É para isso que estamos a trabalhar», conclui o presidente.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<blockquote>
<h3><strong>80</strong></h3>
<p><strong>Número aproximado de atletas da UR Mirense, incluindo as duas equipas femininas de voleibol</strong></p></blockquote>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
<p><strong>Isidro Bento</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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