Batalha contrata empresa de segurança para vigiar geradores

3 Fevereiro 2026

Texto

Isidro Bento

Artigo disponível na edição em papel d'O Portomosense e para assinantes digitais.

O roubo de combustível dos geradores que asseguram o abastecimento de água às povoações que foram afetadas pela depressão Kristin é um problema cada vez mais comum nos concelhos atingidos.

Depois de Porto de Mós, é agora a Batalha a queixar-se de uma situação que no caso daquele concelho levou a que durante uma única noite todos os geradores tivessem ido abaixo devido ao furto do gasóleo dos equipamentos, informou o presidente da Câmara.

Assim, e depois de um primeiro momento em que houve a vigilância por parte da GNR e de um grupo de cidadãos voluntários [tal como acontece em Porto de Mós], a Câmara da Batalha decidiu recorrer aos serviços de uma empresa privada de segurança.

Em declarações à agência Lusa, o autarca batalhense reconheceu o mérito do trabalho levado a cabo por voluntários e pela GNR que «foi fundamental na guarda noturna» aos equipamentos durante o fim de semana, o que permite que atualmente o fornecimento de água esteja a funcionar a 90% no concelho.

A partir de agora, os voluntários são dispensados desse serviço, ficando a ser a vigilância assegurada por uma empresa privada e pela GNR.

Ao que O Portomosense apurou, em Pombal a vigilância a infraestruturas essenciais nesta altura em que concelho tenta recuperar da devastação causada pela depressão Kristin, deverá ser assegurada por antigos comandos.

Foto | DR

Assinaturas

Torne-se assinante do jornal da sua terra por apenas:
Portugal 20€, Europa 35€ e Resto do Mundo 40€

Este espaço pode ser seu.
Contacte-nos.

Primeira Página

Capa da edição mais recente d'O Portomosense. Clique na imagem para ampliar ou aqui para efetuar assinatura