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	<title>Cultura | Jornal O Portomosense</title>
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	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
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	<title>Cultura | Jornal O Portomosense</title>
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		<title>Grupo de teatro juvenil do Círculo Cultural Mirense estreia &#8220;Entre Cenas&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 10:26:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mira de Aire]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Cultura de Mira de Aire]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo de teatro juvenil do Círculo Cultural Mirense apresenta a peça Entre Cenas este sábado, às 21 horas, na Casa da Cultura de Mira de Aire. De acordo com a sinopse, o enredo arranca com o desaparecimento de uma colega durante um trabalho universitário e evolui para um mistério em que «não se sabe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo de teatro juvenil do Círculo Cultural Mirense apresenta a peça <em>Entre Cenas</em> este sábado, às 21 horas, na Casa da Cultura de Mira de Aire.</p>
<p>De acordo com a sinopse, o enredo arranca com o desaparecimento de uma colega durante um trabalho universitário e evolui para um mistério em que «não se sabe em quem confiar». O texto e a encenação são de Simão Pereira e do elenco fazem parte Hellen Fernandes, Joana Faria, João Caetano, Leonor Pereira, Liz Formiga Freitas, Lua Inho, Lucas Lopes, Luz Vieira Saraiva, Noa Inho, Sara David e Simão Pereira.</p>
<p>Os bilhetes têm um custo de 6 euros e estão disponíveis <a href="https://circuloculturalmirense.pt/bilheteira/teatro-juvenil-entre-cenas/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-45229" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/1787861-c0e05b70a612c9bac2154be96ca024d9-r.jpg" alt="1787861 c0e05b70a612c9bac2154be96ca024d9 r | Jornal O Portomosense" width="708" height="1000" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/1787861-c0e05b70a612c9bac2154be96ca024d9-r.jpg 708w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/1787861-c0e05b70a612c9bac2154be96ca024d9-r-480x678.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 708px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
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		<title>Banda Recreativa Portomosense festeja 218 anos este domingo</title>
		<link>https://oportomosense.com/banda-recreativa-portomosense-festeja-218-anos-este-domingo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 06:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Calvaria de Cima]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Banda Recreativa Portomosense]]></category>
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					<description><![CDATA[A Banda Recreativa Portomosense (BRP) assinala o seu 218.º aniversário, este domingo, dia 3 de maio, no Ecoparque Verde da Calvaria de Cima. As comemorações têm início às 10h10, com uma missa na igreja matriz, seguindo-se, às 11h30, a romagem ao cemitério. Às 12h15 realiza-se o hastear das bandeiras junto à Junta de Freguesia, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Banda Recreativa Portomosense (BRP) assinala o seu 218.º aniversário, este domingo, dia 3 de maio, no Ecoparque Verde da Calvaria de Cima. As comemorações têm início às 10h10, com uma missa na igreja matriz, seguindo-se, às 11h30, a romagem ao cemitério.</p>
<p>Às 12h15 realiza-se o hastear das bandeiras junto à Junta de Freguesia, com arruada até ao Parque Verde. A partir das 12h30, decorre um almoço-convívio com<span class="Apple-converted-space">  </span>animação, porco no espeto e serviço de bar.</p>
<p>A festa continua a partir das 16 horas, com animação de rua pela BRP e convidados.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-45152" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/680391497_1588196353313603_2793296234584630115_n.jpg" alt="680391497 1588196353313603 2793296234584630115 n | Jornal O Portomosense" width="1080" height="1516" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/680391497_1588196353313603_2793296234584630115_n.jpg 1080w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/680391497_1588196353313603_2793296234584630115_n-980x1376.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/680391497_1588196353313603_2793296234584630115_n-480x674.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1080px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | CMPM</strong></p>
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		<item>
		<title>Coro Gaudia Vitae assinala 40 anos</title>
		<link>https://oportomosense.com/coro-gaudia-vitae-assinala-40-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 06:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mira de Aire]]></category>
		<category><![CDATA[Coro Gaudia Vitae]]></category>
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					<description><![CDATA[O Coro Gaudia Vitae vai assinalar o 40.º aniversário com um concerto este sábado, dia 25, às 16 horas, no Centro de Exposições, na Igreja Velha de Mira de Aire. O espetáculo estará sob a direção do maestro do coro, Noé Gonçalves, e contará com a participação da Orquestra Ars Lusitanae – Camerata de Cordas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Coro Gaudia Vitae vai assinalar o 40.º aniversário com um concerto este sábado, dia 25, às 16 horas, no Centro de Exposições, na Igreja Velha de Mira de Aire.</p>
<p>O espetáculo estará sob a direção do maestro do coro, Noé Gonçalves, e contará com a participação da Orquestra Ars Lusitanae – Camerata de Cordas de Leiria, dirigida pelo maestro Ricardo Monteiro.</p>
<p>Neste concerto vão participar também duas alunas da Escola de Música de Chãs, Carolina Crespo e Luísa Lourenço.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-45074" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/674190538_26640866968897523_4296779310548432363_n-2.jpg" alt="674190538 26640866968897523 4296779310548432363 n 2 | Jornal O Portomosense" width="746" height="1044" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/674190538_26640866968897523_4296779310548432363_n-2.jpg 746w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/674190538_26640866968897523_4296779310548432363_n-2-480x672.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 746px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | Coro Gaudia Vitae</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Primeira Feira do Livro de Porto de Mós com balanço “muito favorável”</title>
		<link>https://oportomosense.com/primeira-feira-do-livro-de-porto-de-mos-com-balanco-muito-favoravel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 06:14:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Feira do Livro de Porto de Mós]]></category>
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					<description><![CDATA[Realizou-se, entre os dias 14 e 19 de abril, a primeira edição da Feira do Livro de Porto de Mós (pelo menos, com esta dinâmica) e o balanço foi «muito favorável», como sublinhou a O Portomosense o vereador da Cultura, Eduardo Amaral. O programa foi diversificado e «pensado para diferentes públicos», tanto com «atividades dedicadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Realizou-se, entre os dias 14 e 19 de abril, a primeira edição da Feira do Livro de Porto de Mós (pelo menos, com esta dinâmica) e o balanço foi «muito favorável», como sublinhou a O Portomosense o vereador da Cultura, Eduardo Amaral. O programa foi diversificado e «pensado para diferentes públicos», tanto com «atividades dedicadas à promoção da leitura junto das crianças», como com «conversas e encontros com autores» dirigidos ao público adulto.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Se, até aqui, os eventos de cariz similar a esta Feira se realizaram «dentro da Biblioteca Municipal, em espaços limitados», desta vez, o Parque Almirante Vítor Trigueiros Crespo (vulgo Parque Verde) foi o palco desta primeira edição. Não havia um espaço limitado, mas sim «uma tenda grande» onde foi possível «fazer a ligação com os livreiros», o que é, no entender de Eduardo Amaral, «extremamente vantajoso». Esta é uma «iniciativa cultural importante e que tem, no fundo, um grande objetivo: promover o gosto pela leitura da comunidade, procurando contribuir para estimular e reforçar os hábitos de leitura, especialmente entre os mais novos, que são aqueles que menos contacto têm com os livros e aqui incentivamos o contacto direto com os livros desde cedo», sublinha o também vice-presidente.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A juntar a isto, esta Feira «proporciona também oportunidade aos leitores e aos autores, através das suas apresentações e sessões de autógrafos e das conversas e tertúlias, tornar a experiência da leitura mais envolvente e mais inspiradora, criando uma ligação de proximidade» entre todos. Cresce também «a expectativa de muitos dos leitores poderem vir a ser escritores no futuro, e desenvolver também aqui a área da escrita no nosso concelho».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Outro aspeto mencionado pelo autarca é o «desenvolvimento da literacia, ajudando a melhorar as competências, tanto da leitura como da escrita, como da sua compreensão, que também são fundamentais, mesmo no nível do sucesso escolar e pessoal». Esta feira, reforça, «não foi apenas um espaço de venda de livros, mas foi sobretudo um grande encontro cultural, que valorizou o conhecimento, a Educação e o acesso à Cultura».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Em termos de números, revelou também o vereador, passaram pela tenda «cerca de 655 alunos» e que, por isso, estiveram em contacto «direto com os livros, neste caso infantis» durante as apresentações dedicadas a este público. «O escritor que mais afluência teve foi o Pedro Chagas Freitas, com de cerca de 300 pessoas que assistiram» à conversa com o autor. «Paralelamente também realizámos os <i>workshops</i> para as crianças, cerca de 10 <i>workshops</i>, e foi muito interessante podermos ver as crianças a descobrir o mundo dos livros», releva.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Além da noite de sexta-feira (com Pedro Chagas Freitas), também os períodos da tarde no fim de semana (19 e 20 de abril) tiveram a «afluência com maior registo». «Não contabilizámos o público em geral, mas pelo retorno que tivemos com as editoras, foi extremamente interessante ver a participação, a compra e a procura, até com obras já definidas», frisou Eduardo Amaral. Uma das causas, acredita o vice-presidente, pode ser «o clube de leitura da Biblioteca» que pode levar a que as pessoas venham «focadas em determinados livros». O balanço é, por todos estes motivos, «muito favorável», destacando sobretudo «esta ligação e adesão do público, tanto adulto como infantil, com a participação das crianças das escolas do concelho»: «Fatores que contribuem significativamente para a dinâmica, vitalidade e continuidade desta iniciativa», conclui.</p>
<p><strong>Pedro Chagas Freitas e Maria Francisca Gama entre os convidados da Feira do Livro</strong></p>
<p>Durante os seis dias da Feira do Livro de Porto de Mós, passaram pelo Parque Verde quase duas dezenas de escritores que dinamizaram várias atividades, numa programação vasta dirigida a diversos tipos de público. Vanessa Jesus, Carlos Nuno Granja, Andrea Ramos e a Sra. da Mala Lilás destacaram-se na programação infantil e Pedro Chagas Freitas, Inês Martins, Teresa Noronha, Lénia Rufino, Margarida Lacerda, Maria Francisca Gama, Lourenço Seruya, Tânia Teixeira, Sara Marinho, Rui Pinto e Mónica Guerra, na programação dirigida ao público adulto. Entre os convidados, O Portomosense acompanhou dois dos considerados &#8220;cabeças de cartaz&#8221;: Pedro Chagas Freitas, na noite de 17 de abril, e Maria Francisca Gama, na tarde de dia 18.</p>
<p>Pedro Chagas Freitas falou de alguns dos seus livros, destacando <i>O Rei Tigão</i>, cujas vendas revertem na totalidade para a Unidade de Hepatologia e Transplantação Hepática Pediátrica de Coimbra, onde o filho «esteve internado».</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-45017" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/Feira-do-Livro-2026-2-Pedro-Chagas-Freitas_Carla-Vitorino-Verissimo.jpg" alt="Feira do Livro 2026 2 Pedro Chagas Freitas Carla Vitorino Verissimo | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/Feira-do-Livro-2026-2-Pedro-Chagas-Freitas_Carla-Vitorino-Verissimo.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/Feira-do-Livro-2026-2-Pedro-Chagas-Freitas_Carla-Vitorino-Verissimo-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/Feira-do-Livro-2026-2-Pedro-Chagas-Freitas_Carla-Vitorino-Verissimo-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>Durante a sua apresentação, o escritor explicou que esta ação tem como objetivo ajudar as famílias das crianças internadas, «que muitas vezes necessitam de pernoitar fora de casa, ou necessitam de equipamentos como micro-ondas, televisões, máquinas de lavar roupa, secar roupa».</p>
<p>Ao falar do livro <i>O Hospital de Alfaces</i>, o escritor, natural de Guimarães, realçou o desafio que faz aos leitores, com a última frase em aberto, desafinado o público de Porto de Mós a descobrir quais são as seis palavras que fecham a história, e que «estão algures numa frase do livro», referiu. Mostrando-se completamente à vontade, o autor destacou que «as feiras do livro são um lugar onde as pessoas ainda escolhem parar, e estar em Porto de Mós prova que a cultura não precisa de geografia para existir».</p>
<p>No dia seguinte, Maria Francisca Gama realçou a importância da leitura e do incentivo à leitura que sempre recebeu por parte da sua família. «Desconfio de escritores que não são leitores», disse em conversa com o público de Porto de Mós. Num tom informal e de proximidade, a escritora leiriense falou em vários autores que a têm influenciado como João Tordo, Elena Ferrante ou Maria Teresa Horta, destacando livros como <i>O ano da morte de Ricardo Reis</i>, de José Saramago, e <i>A Desobediente &#8211; Biografia de Maria Teresa Horta</i> de Patrícia Reis, que levou para a lua de mel, assumindo ter provocado ciúmes no marido, que «queria conversar e dar beijos» mas que enquanto não acabou o livro «não estava disponível para isso», disse provocando risos na plateia.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-45016" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/Feira-do-Livro-2026-3-Maria-Francisca-Gama_Carla-Vitorino-Verissimo.jpg" alt="Feira do Livro 2026 3 Maria Francisca Gama Carla Vitorino Verissimo | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/Feira-do-Livro-2026-3-Maria-Francisca-Gama_Carla-Vitorino-Verissimo.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/Feira-do-Livro-2026-3-Maria-Francisca-Gama_Carla-Vitorino-Verissimo-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/Feira-do-Livro-2026-3-Maria-Francisca-Gama_Carla-Vitorino-Verissimo-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>Ao falar dos seus livros <i>A Profeta</i>, <i>A cicatriz</i> e <i>A filha da louca</i>, a autora procura trazer para a literatura, e para as suas obras, temas que causem «desconforto», sejam eles o medo, a violência, uma violação ou o transtorno de personalidade <i>borderline</i>. Do público ouviram-se opiniões como a «capacidade da autora falar de assuntos terríveis difíceis de uma forma muito leve de ler», destacando a «agradável experiência de leitura».</p>
<p>Para a jovem escritora, escrever «não é o que vai na alma», mas sim resultado de «escrever todos os dias, rotinas, trabalho e paixão». Escreve «entre as 9 e as 12 horas, sem telemóvel, com o <i>wi-fi</i> do computador desligado», ficando a «olhar para a página se não tiver nada para escrever», pois como disse ao público presente na tarde amena de Porto de Mós «é preciso disciplina para escrever um livro», destacando a autocrítica «para não se publicar qualquer coisa que se escreve».</p>
<p><strong>Textos | Jéssica Moás de Sá e Carla Vitorino Veríssimo</strong></p>
<p><strong>Fotos | Carla Vitorino Veríssimo</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Castelo de Porto de Mós assinala Dia Internacional dos Monumentos e Sítios</title>
		<link>https://oportomosense.com/castelo-de-porto-de-mos-assinala-dia-internacional-dos-monumentos-e-sitios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 16:06:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Castelo de Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional dos Monumentos e Sítios]]></category>
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					<description><![CDATA[O Castelo de Porto de Mós vai assinalar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios com um programa que decorre entre amanhã, dia 15, e o dia 18 de abril, este ano dedicado ao tema Património Vivo: Respostas de Emergência em Contextos de Conflito e Desastres. Estão previstas atividades educativas dirigidas às escolas nos dias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Castelo de Porto de Mós vai assinalar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios com um programa que decorre entre amanhã, dia 15, e o dia 18 de abril, este ano dedicado ao tema <em>Património Vivo: Respostas de Emergência em Contextos de Conflito e Desastres</em>.</p>
<p>Estão previstas atividades educativas dirigidas às escolas nos dias 15, 16 e 17 de abril, sob o título <em>Exploradores do Tempo: Antes e Depois do Restauro</em>, a partir de uma exposição fotográfica da campanha de reconstrução e restauro realizada entre 1936 e 1960.</p>
<p>No dia 18 de abril, às 10 horas, realiza-se a visita <em>Antes e Depois do Restauro</em>, também com recurso aos registos fotográficos desse período, para dar a conhecer as transformações ao longo do tempo.</p>
<p>A participação requer inscrição obrigatória através do email <a href="mailto:castelo@municipio-portodemos.pt">castelo@municipio-portodemos.pt</a>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44885" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/cartaz_a3_c_2_acoes_jpg_1_1000_1000.jpg" alt="cartaz a3 c 2 acoes jpg 1 1000 1000 | Jornal O Portomosense" width="707" height="1000" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/cartaz_a3_c_2_acoes_jpg_1_1000_1000.jpg 707w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/cartaz_a3_c_2_acoes_jpg_1_1000_1000-480x679.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 707px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | Jéssica Moás de Sá</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Feira do Livro de Porto de Mós começa amanhã e dura até domingo</title>
		<link>https://oportomosense.com/feira-do-livro-de-porto-de-mos-comeca-amanha-e-dura-ate-domingo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 15:39:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Feira do Livro de Porto de Mós]]></category>
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					<description><![CDATA[A Feira do Livro de Porto de Mós arranca amanhã, dia 14, e decorre até domingo, no Parque Verde, com uma programação pensada para diferentes públicos. Segundo a Câmara Municipal, «nos primeiros dias, o evento assume um forte enfoque no público infantil e escolar, com atividades dedicadas à promoção da leitura junto das crianças». A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Feira do Livro de Porto de Mós arranca amanhã, dia 14, e decorre até domingo, no Parque Verde, com uma programação pensada para diferentes públicos.</p>
<p>Segundo a Câmara Municipal, «nos primeiros dias, o evento assume um forte enfoque no público infantil e escolar, com atividades dedicadas à promoção da leitura junto das crianças». A partir da noite de sexta-feira e durante o fim de semana, «a programação passa a ser maioritariamente dirigida ao público adulto, com conversas e encontros com autores».</p>
<p>De acordo com a autarquia, ao longo da semana estarão presentes vários autores e convidados, entre os quais Vanessa Jesus, Carlos Nuno Granja, Andreia Ramos, Sra. da Mala Lilás, Pedro Chagas Freitas, Inês Martins, Teresa Noronha, Lénia Rufino, Margarida Lacerda, Maria Francisca Gama, Lourenço Seruya, Tânia Teixeira, Sara Marinho, Rui Pinto e Mónica Guerra.</p>
<p>A programação conta ainda com moderação de Joana Zambujo de Oliveira, Fabíola Valente, Inês Tavares e Sara Júnior.</p>
<p>O programa completo pode ser consultado <a href="https://www.municipio-portodemos.pt/pages/1290?event_id=4296" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44853" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/imagem1_1_1000_1000.jpg" alt="imagem1 1 1000 1000 | Jornal O Portomosense" width="693" height="1000" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/imagem1_1_1000_1000.jpg 693w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/imagem1_1_1000_1000-480x693.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 693px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inscrições para o 32.º Festival Infantil da Canção do CCRD Arrimal terminam hoje</title>
		<link>https://oportomosense.com/inscricoes-para-o-32-o-festival-infantil-da-cancao-do-ccrd-arrimal-terminam-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:28:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Arrimal e Mendiga]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[CCRD Arrimal]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Infantil da Canção]]></category>
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					<description><![CDATA[As inscrições para o 32.º Festival Infantil da Canção do CCRD Arrimal, agendado para 26 de abril, terminam hoje, dia 31. O festival é aberto a crianças até aos 12 anos. Para efetuar a inscrição, estão disponíveis os contactos 965 788 783 e 919 674 101. Foto &#124; DR]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As inscrições para o <em>32.º Festival Infantil da Canção</em> do CCRD Arrimal, agendado para 26 de abril, terminam hoje, dia 31.</p>
<p>O festival é aberto a crianças até aos 12 anos.</p>
<p>Para efetuar a inscrição, estão disponíveis os contactos 965 788 783 e 919 674 101.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44648" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/festival_da_cancao_ccrd_arrimal_1_1000_1000.jpg" alt="festival da cancao ccrd arrimal 1 1000 1000 | Jornal O Portomosense" width="707" height="1000" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/festival_da_cancao_ccrd_arrimal_1_1000_1000.jpg 707w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/festival_da_cancao_ccrd_arrimal_1_1000_1000-480x679.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 707px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Teatremos festeja 20 anos com casa sempre cheia</title>
		<link>https://oportomosense.com/teatremos-festeja-20-anos-com-casa-sempre-cheia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isidro Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 07:15:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Teatremos]]></category>
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					<description><![CDATA[«Ao longo destes 20 anos, o Teatremos tem sido muito mais que um conjunto de espetáculos. É um verdadeiro ponto de encontro entre a comunidade e os artistas locais, sempre emergentes. No fundo, é um prolongamento da nossa cultura local». Quem o afirma é o vice-presidente da Câmara e vereador da Cultura, Eduardo Amaral. Em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>«Ao longo destes 20 anos, o Teatremos tem sido muito mais que um conjunto de espetáculos. É um verdadeiro ponto de encontro entre a comunidade e os artistas locais, sempre emergentes. No fundo, é um prolongamento da nossa cultura local». Quem o afirma é o vice-presidente da Câmara e vereador da Cultura, Eduardo Amaral.</p>
<p>Em declarações a O Portomosense, a propósito das duas décadas do festival de teatro que se completaram com a edição deste ano, o autarca não poupa palavras relativamente à importância que reconhece ao Teatremos. Assim, no entender do responsável autárquico, 20 anos decorridos, o festival afirma-se como «um marco importante na vida cultural e comunitária do concelho, desempenhando um papel fundamental na aproximação das pessoas ao teatro, criando novos públicos e tornando esta arte acessível a pessoas de todas as idades». «Ao envolver associações, escolas e grupos locais fortalece, em muito, o sentido de pertença à terra e promove a participação ativa da comunidade nesta dinâmica cultural, além de contribuir para valorizar e divulgar os talentos locais», defende o vereador da Cultura.</p>
<p>Relativamente à edição deste ano, Eduardo Amaral não tem dúvidas de que «foi mais um êxito, sempre com casa cheia e o apreço visível do público». «Tivemos de mudar para o Fórum Cultural de Porto de Mós porque, na sequência da tempestade Kristin, o Cineteatro ficou sem condições para receber, de forma condigna, artistas e público, e penso que é consensual que foi uma decisão acertada», afirma o vereador, explicando que, em termos de espaços da responsabilidade do Município, a Casa da Cultura, em Mira de Aire, seria a solução óbvia mas com a Estrada Nacional 243 parcialmente cortada, deixou de o ser. «Tivemos total abertura e inteira colaboração por parte da direção do Fórum Cultural, para lá realizarmos o Teatremos (sendo de inteira justiça o público agradecimento) e penso que as coisas correram bastante bem e há que sublinhar que é mais uma boa sala para a vila», conclui o responsável.</p>
<p>Na edição que assinala os 20 anos do festival de teatro participaram os grupos Mendigal (Mendiga), Os Miúdos da Serra (Alqueidão da Serra), Juncateatro (Juncal), Grupo Olaré (Serro Ventoso), Ala D’Artistas (Casais de Matos), Teatr’ambu (São Jorge) e Trupêgo (Porto de Mós).</p>
<p>As apresentações, como é hábito, tiveram lugar todos os fins de semana, no período de 1 a 21 de março e sempre com casa cheia. Ouvidos pel’O Portomosense, todos os grupos participantes fazem uma análise positiva à edição deste ano. Um ou outro diz preferir o Cineteatro como “palco” mas todos são unânimes que a mudança de espaço (por razões de força maior), em nada prejudicou o resultado final.</p>
<p><strong>Em discurso direto&#8230;</strong></p>
<blockquote><p><strong>13 de março – Teatro Olaré – <i>Se eu for Presidente </i><i></i>– Eliane Venda</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A peça que apresentámos é adaptada de uma outra, francesa, dos anos 80. Os ensaios não decorreram de forma contínua porque, pelo meio, houve a tempestade Kristin. É claro que ninguém teve culpa mas porque havia coisas mais urgentes para tratar houve ali uma interrupção. Além disso, chegámos a pensar que a Câmara iria cancelar o festival, mas o resultado final acabou por ser bom.</p>
<p>A brincar falámos de coisas importantes, como o envelhecimento da população, a desertificação das aldeias, as notícias falsas, a vulnerabilidade dos idosos face a pessoas que os tentam enganar e o próprio exercício do poder autárquico. À boleia disto deixámos no ar algumas sugestões do que gostaríamos de ter na freguesia e daquilo que podia ser feito na nova Casa do Mineiro.</p>
<p>Tivemos mais de 200 pessoas a assistir apesar de ser a uma sexta-feira e uma noite de chuva. De uma forma geral o Teatremos correu bem. O Fórum Cultural não tem tão boas condições, nomeadamente acústicas, como o Cineteatro, mas mesmo assim revelou-se uma boa alternativa.</p>
<p>O Grupo de Teatro Olaré é mais recente mas já se faz teatro em Serro Ventoso há, pelo menos, 50 anos. O grupo atual conta com quase dezena e meia de elementos entre os 14 e os 78 anos de idade”. <span class="Apple-converted-space"> </span></p></blockquote>
<blockquote><p><strong>14 de março – Ala D’Artistas – <i>Manual para Sobreviver a Dois</i> – Fábio Sílex</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Nós levámos a palco um espetáculo que aparece como uma espécie de <i>talk-show</i> que fala sobre relações e onde tentamos descarnar um manual de como sobreviver no meio deste caos que é o amor, quer seja de forma convencional ou não convencional, em família ou mesmo com os cônjuges ou com os namorados. Acabamos por fazer o levantamento das várias etapas do amor, desde a fase cor-de-rosa até ao momento mais estagnado, mais estável ou instável, e fazemos isso com uma certa leveza, um certo humor.</p>
<p>A parte do teatro foi predominante mas houve também espaço para a dança, numa parceria com a Escola de Dança Diogo de Carvalho e com a Corpo &#8211; Companhia de Dança. A música é um original nosso.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O trabalho tem uma vertente mais de teatro de improviso e de teatro participativo, em que nos metemos com o público e este é convidado a subir a palco para preencher pequenos quadros e criar algumas dinâmicas. Cruzamos isto com a música e com a dança e o <i>stand-up</i>. O público não é mero espetador e pelo que vimos as pessoas gostaram desta receita.</p>
<p>Esta foi a primeira apresentação de várias. A próxima será em Mira de Aire, na Casa da Cultura, mas temos já presença garantida na Nazaré, em Lisboa e no Porto (neste caso no, conhecido, Teatro Sá da Bandeira)”.</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>15 de março &#8211; Teatr’ambu – <i>Frei Luís de Qualquer Cousa </i><i></i>– Margarida Gomes</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Normalmente quando decidimos participar no Teatremos pedimos ao ator Diogo Binema para ser o encenador. Nós damos algumas ideias e ele escreve e encena. Desta vez pensámos em “brincar” com uma peça mais dramática e o Diogo lembrou-se de Almeida Garrett e da obra <i>Frei Luís de Sousa</i>. Em vez da versão clássica, tivemos uma com algum humor para que não ficasse muito maçuda e em que pudéssemos dar também largas à nossa imaginação e criatividade.</p>
<p>Devido à nossa vida pessoal é sempre um bocadinho atribulado conseguirmos compatibilizar agendas para os ensaios. Depois tivemos o Natal e Ano Novo em que não se faz praticamente nada e desta vez, para complicar veio, a seguir, a tempestade que obrigou a nova pausa. Por isso, estávamos um bocadinho apreensivos mas, felizmente, correu bem. A sala estava cheia, sem estar a abarrotar, e ficámos muito contentes com a forma como o público reagiu, vimos que gostou. Já nos pediram para repetirmos a peça, portanto, é um bom sinal.</p>
<p>O número de elementos, geralmente, varia entre 11 e 15. Desta vez, participaram 11. A nossa “casa-mãe” é a Associação Serviço e Socorro Voluntário de São Jorge e tem sido impecável connosco”. <span class="Apple-converted-space"> </span></p></blockquote>
<blockquote><p><strong>21 de março – Trupêgo – <i>Uma Vontade, Um Destino </i><i></i>– António Almeida</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Temos por hábito apresentar peças clássicas no Teatremos mas como as pessoas já estão um pouco fartas dos clássicos, escolhemos um autor francês, contemporâneo, com um texto que se adapta “como uma luva” à realidade portuguesa.</p>
<p>Tudo se passa num programa televisivo tipo <i>talk-show</i> para o qual é convidado um político que a estação “deve” promover. É suposto o programa contar também com depoimentos de pessoas que irão enaltecer o trabalho e as qualidades daquele. No entanto, à última hora, não conseguem ir e são substituídas por outras conhecidas do político. Só que o discurso dessas pessoas acaba por não lhe ser tão favorável e então este, de cada vez que sai alguém do estúdio, dá a entender que a pessoa já não estará bem na posse das suas capacidades mentais. Ou seja, como bom político dos tempos que correm, minimiza e encontra desculpas para tudo.</p>
<p>Esta peça permitiu-nos uma coisa mais rara, que é o público também ter um papel ativo na mesma quebrando-se assim aquilo que no teatro conhecemos como a “quarta parede”, e houve ainda um momento musical protagonizado pelo músico portomosense, Rui Silva, que agora faz parte também do Trupêgo.</p>
<p>As pessoas gostaram imenso desta peça e isto deixa-nos, naturalmente, satisfeitos”.<span class="Apple-converted-space"> </span></p></blockquote>
<p><strong>Foto | CMPM</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Real Factory recebe ensaio aberto da peça &#8220;Sob a Terra&#8221;</title>
		<link>https://oportomosense.com/real-factory-recebe-ensaio-aberto-da-peca-sob-a-terra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 18:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Leirena Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Real Factory]]></category>
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					<description><![CDATA[O Leirena Teatro vai apresentar um ensaio aberto do espetáculo Sob a Terra à comunidade do Juncal esta terça-feira, dia 24, às 21 horas, na Real Factory, com entrada livre. Segundo a nota de imprensa, este ensaio pretende aproximar o público do processo criativo de um espetáculo que entra numa nova etapa, agora com novo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Leirena Teatro vai apresentar um ensaio aberto do espetáculo <em>Sob a Terra</em> à comunidade do Juncal esta terça-feira, dia 24, às 21 horas, na Real Factory, com entrada livre.</p>
<p>Segundo a nota de imprensa, este ensaio pretende aproximar o público do processo criativo de um espetáculo que entra numa nova etapa, agora com novo elenco, mantendo a identidade do projeto.</p>
<p><em>Sob a Terra</em> é coproduzido com a Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, I.P. (AGIF), no âmbito do projeto <em>Não brinques com o fogo | Teatro Chama</em>, e cruza teatro físico, música ao vivo e desenho digital em tempo real, com encenação de Frédéric da Cruz Pires e participação de Surma e Nuno Viegas.</p>
<p>A criação, segundo o comunicado, «reflete sobre a problemática dos incêndios rurais e a necessidade de transformação de comportamentos de risco, através de uma linguagem artística que combina humor, absurdo e crítica social».</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44387" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/Ensaio-aberto.jpg" alt="Ensaio aberto | Jornal O Portomosense" width="1131" height="1600" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/Ensaio-aberto.jpg 1131w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/Ensaio-aberto-980x1386.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/Ensaio-aberto-480x679.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1131px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | Carlos Gomes</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Central das Artes recebe ações de formação no âmbito da exposição &#8220;Insetos em Ordem&#8221;</title>
		<link>https://oportomosense.com/central-das-artes-recebe-acoes-de-formacao-no-ambito-da-exposicao-insetos-em-ordem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 18:13:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Central das Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[No âmbito da exposição Insetos em Ordem, o TAGIS &#8211; Centro de Conservação das Borboletas de Portugal promove um conjunto de ações de formação entre 21 de março e 12 de abril, no Auditório da Central das Artes, em Porto de Mós. O programa arranca a 21 de março com Censos de Borboletas de Portugal, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No âmbito da exposição <em>Insetos em Ordem</em>, o TAGIS &#8211; Centro de Conservação das Borboletas de Portugal promove um conjunto de ações de formação entre 21 de março e 12 de abril, no Auditório da Central das Artes, em Porto de Mós.</p>
<p>O programa arranca a 21 de março com <em>Censos de Borboletas de Portugal</em>, com sessão teórica das 9 horas às 10h30, seguida de saída de campo para a EBIO Fórnea, sendo o almoço em regime de piquenique.</p>
<p>A 11 de abril realiza-se a ação <em>Jardins de Polinizadores</em>, das 09h30 às 12h30 e das 14 às 17 horas, e a 12 de abril decorre o workshop <em>Ciência Cidadã e Polinizadores</em>, das 9h30 às 12h30.</p>
<p>A participação é limitada a um mínimo de 10 e máximo de 25 pessoas, sendo a inscrição obrigatória através do email castelo@municipio-portodemos.pt.</p>
<p>De recordar, a exposição <em>Insetos em Ordem</em> está patente na Central das Artes até ao dia 10 de abril.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44335" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/image009_1_1000_1000.jpg" alt="image009 1 1000 1000 | Jornal O Portomosense" width="800" height="1000" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/image009_1_1000_1000.jpg 800w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/image009_1_1000_1000-480x600.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 800px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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