
Foram descobertas no Juncal duas novas espécies de coníferas do período do Cretácico Inferior que terão cerca de 100 milhões de anos. Foi durante trabalhos de campo na região que o grupo internacional de investigadores (onde se incluiu o português Mário Miguel Mendes, do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente), que se deu a descoberta dos espécimes extintos da família do Cheirolepidiaceae. A descoberta sugere que esta poderia ser, à época, uma região com «condições húmidas relacionadas com ambiente fluvial pouco profundo», bem como pela «ocorrência de habitats interiores mais seco, ainda que moderadamente húmidos, dominados por coníferas», explicou Mário Miguel Mendes em declarações à Greensavers.
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