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	<title>Desporto | Jornal O Portomosense</title>
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	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
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	<title>Desporto | Jornal O Portomosense</title>
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		<title>Porto de Mós recebe arranque da 1.ª etapa do Grande Prémio Anicolor 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 17:45:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Prémio Anicolor]]></category>
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					<description><![CDATA[Porto de Mós será o ponto de partida da 1.ª etapa do 10.º Grande Prémio Anicolor, na sexta-feira, 1 de maio, sendo esta a primeira vez que a prova passa pelo concelho. A concentração dos atletas está marcada para as 12h30, no Recinto das Festas de São Pedro. Segundo a informação disponibilizada no site do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Porto de Mós será o ponto de partida da 1.ª etapa do <em>10.º Grande Prémio Anicolor</em>, na sexta-feira, 1 de maio, sendo esta a primeira vez que a prova passa pelo concelho. A concentração dos atletas está marcada para as 12h30, no Recinto das Festas de São Pedro.</p>
<p>Segundo a informação disponibilizada no <em>site</em> do Município, após a concentração realiza-se a partida simbólica em frente à Câmara Municipal, seguindo-se um percurso inicial dentro da vila, com passagem pela Avenida da Liberdade, Rua de São Pedro, rotunda do Intermarché, Avenida Dr. Licínio Moreira da Silva, rotunda da Ribeira de Cima, Avenida Sá Carneiro, Avenida de Santo António e Estrada Nacional 243. A 1.ª etapa termina em Oliveira do Bairro.</p>
<p>Já no sábado, dia 2, realiza-se a 2.ª etapa, entre a sede da empresa Anicolor, em Oiã (Oliveira do Bairro), e Costa Nova, e no domingo, dia 3, a 3.ª e última etapa, entre Mortágua e Águeda.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-45174" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/677164366_959517790158554_401211277207215401_n.jpg" alt="677164366 959517790158554 401211277207215401 n | Jornal O Portomosense" width="1080" height="1440" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/677164366_959517790158554_401211277207215401_n.jpg 1080w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/677164366_959517790158554_401211277207215401_n-980x1307.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/677164366_959517790158554_401211277207215401_n-480x640.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1080px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
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			</item>
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		<title>CCR Alqueidão da Serra faz exposição à AF Leiria</title>
		<link>https://oportomosense.com/ccr-alqueidao-da-serra-faz-exposicao-a-af-leiria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Crespo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 06:11:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Alqueidão da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[AF Leiria]]></category>
		<category><![CDATA[CCR Alqueidão da Serra]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro Cultural e Recreativo do Alqueidão da Serra decidiu passar das palavras aos atos. Cansada do que considera ser um acumular de erros, a direção do clube enviou uma reclamação formal ao Conselho de Arbitragem da AF Leiria. No centro da discórdia estão decisões tomadas nas últimas jornadas da Divisão de Honra, com o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Cultural e Recreativo do Alqueidão da Serra decidiu passar das palavras aos atos. Cansada do que considera ser um acumular de erros, a direção do clube enviou uma reclamação formal ao Conselho de Arbitragem da AF Leiria. No centro da discórdia estão decisões tomadas nas últimas jornadas da Divisão de Honra, com o jogo frente ao GD Alvaiázere a ser a «gota de água» que transbordou o copo da paciência serrana.</p>
<p>Em comunicado, o clube explica que esta não foi uma reação “a quente&#8221;, mas antes uma «análise ponderada de diversas decisões técnicas e disciplinares sem fundamentação» que, no seu entender, «influenciam diretamente os resultados e castigam injustamente os jogadores». Para o CCR Alqueidão da Serra, o que está em jogo é algo mais profundo: a «verdade desportiva e a equidade que devem nortear qualquer competição».</p>
<p>Segundo o presidente, Artur Correia, o desconforto já se sentia há algum tempo. «Isto tem acontecido de há alguns jogos para cá, mas como os resultados também não têm sido muito favoráveis, pensávamos que podia ser só acidente», admite. Contudo, a postura mudou quando percebeu que nem as vitórias serviam de escudo contra os erros e falta de critério.</p>
<p>A escolha do momento para protestar foi estratégica e simbólica. «Mesmo a ganhar, nós sentimos que fomos muito prejudicados. E isso é que é mau. Nós fazemos um comunicado depois de ganharmos. É porque alguma coisa não está bem», desabafa o dirigente, sublinhando que a queixa ganha maior legitimidade por não ser um «choro» de derrotado. Para o clube, a balança tem estado desequilibrada: «A dualidade de critérios é tremenda, nas expulsões, nos penáltis, até em lances capitais do jogo».</p>
<p>Apesar da gravidade da situação, o clube recusa-se a acreditar que haja alguma coisa contra o CCR Alqueidão da Serra. «Não acredito nisso, nem quero acredi, senão punha tudo em causa», afirma o presidente, preferindo apontar o dedo à falta de preparação: «Penso que também há alguma incompetência de algumas equipas de arbitragem. Será também azar ou um mau jogo da equipa deles».</p>
<p>O dirigente não ignora o contexto difícil em que a equipa se move, incluindo o fervor da própria bancada. O público do Alqueidão “gosta muito de futebol e vai muito à bola», o que às vezes gera faíscas que os árbitros podem não digerir bem. «Eles se calhar também se sentem revoltados por isso», reconhece, reforçando, porém, que o foco da queixa é o campo: «Sei que nos sentimos prejudicados, isso é verdade. E por isso comunicámos».</p>
<p>Olhando para a frente, o pedido à AF Leiria resume-se numa palavra: justiça. «Espero isenção. Espero que as equipas de arbitragem nomeadas respeitem os dois clubes e tentem ter os critérios iguais para ambos, só isso». Numa altura em que cresce a quantidade de exposições à associação pela suposta má arbitragem também o Sporting de Pombal realizou uma exposição sobre este tema.</p>
<p>Este “braço de ferro” com o setor da arbitragem acontece num momento em que o Alqueidão da Serra tenta recuperar a motivação, depois de um período de «choque» causado pelo mau tempo que afetou a vida pessoal de vários jogadores. Mesmo com as dificuldades, a meta é clara: levar o clube o mais longe possível na tabela, lutando «dentro e fora de campo» para que o esforço dos seus atletas não seja em vão.</p>
<p><strong>Revisão | Isidro Bento</strong></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Associação Nova Vida acolhe Campeonato Nacional de Petanca</title>
		<link>https://oportomosense.com/associacao-nova-vida-acolhe-campeonato-nacional-de-petanca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 07:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Calvaria de Cima]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Nova Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Nacional de Petanca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Nova Vida, em Carqueijal, acolhe, amanhã, dia 12, a Eliminatória do Campeonato Nacional de Petanca Doublete (zona centro). O presidente desta associação, Norberto Melo, explicou a O Portomosense que esta eliminatória trará ao concelho e à associação 80 equipas, das quais apenas quatro se apuram para a finalíssima.  Esta associação é a «única [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Nova Vida, em Carqueijal, acolhe, amanhã, dia 12, a Eliminatória do Campeonato Nacional de Petanca Doublete (zona centro). O presidente desta associação, Norberto Melo, explicou a O Portomosense que esta eliminatória trará ao concelho e à associação 80 equipas, das quais apenas quatro se apuram para a finalíssima.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Esta associação é a «única do concelho com a modalidade». «A petanca existe desde 1992 nesta coletividade e, se calhar, 60% da população do concelho não sabe o que é a petanca», lamenta. Na opinião do dirigente, em Portugal e nas instituições públicas, nomeadamente a Câmara Municipal, existe «apoio» e «divulgação» apenas do futebol. O crescimento da modalidade tem sido lento, onde apenas na zona sul «é mais elevado». «Na zona centro estamos muito aquém e os atletas que existem são dos 55 anos para cima, não há pessoas novas», frisa.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Norberto Melo volta a salientar que faltam apoios, porque não é a associação «com 200 sócios que consegue movimentar a petanca». «A Câmara é a entidade maior para nós conseguirmos promover, por exemplo tentando incutir nas escolas que o desporto não é só futebol», volta a reforçar.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sede do ACR Chão Pardo é agora também a “casa” do MG Vólei Clube</title>
		<link>https://oportomosense.com/sede-do-acr-chao-pardo-e-agora-tambem-a-casa-do-mg-volei-clube/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 06:10:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[ACR Chão Pardo]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
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					<description><![CDATA[A depressão Kristin deixou as instalações do Marinha Grande Vólei Clube (MG Vólei Clube) destruídas. O momento foi difícil para todos, e para este clube em particular, mas dele emergiram várias sinergias com um propósito bonito: encontrar soluções para “reerguer” (palavra muito usada depois desta madrugada) as terras, associações, clubes, casas e muitas outras coisas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A depressão Kristin deixou as instalações do Marinha Grande Vólei Clube (MG Vólei Clube) destruídas. O momento foi difícil para todos, e para este clube em particular, mas dele emergiram várias sinergias com um propósito bonito: encontrar soluções para “reerguer” (palavra muito usada depois desta madrugada) as terras, associações, clubes, casas e muitas outras coisas. Neste caso, foi a Associação Cultural e Recreativa do Chão Pardo (ACR Chão Pardo), a “mão” do MG Vólei Clube que encontrou na sede desta associação do concelho a sua nova casa para treinos e jogos das suas equipas de formação e seniores, femininas e masculinas.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O «clube não tinha condições para treinar nas suas instalações e procurou um local onde pudesse colocar o piso que tinha há cerca de um mês para poder praticar a modalidade», explicou, a O Portomosense, o presidente do ACR Chão Pardo, Bruno Gaspar. «Logo umas duas semanas depois da tempestade entraram em contacto connosco e nós aceitamos fazer esta parceria», revelou ainda. Mas havia alguma ligação prévia entre o clube e a associação? «Um professor que dá aulas no Instituto Educativo do Juncal falou com a Marta Fidalgo (vice-presidente da associação) e, como sabia que tínhamos um pavilhão, perguntou se praticávamos alguma modalidade e nós dissemos que não», contou. «Eles vieram ver, gostaram do espaço, tinha as medidas que pretendiam e avançámos», explicou Bruno Gaspar.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Um jogo onde todos ganham<span class="Apple-converted-space"> </span></strong></p>
<p>O MG Voléi Clube prontificou-se a arranjar tudo o que era necessário para colocar o pavilhão “operacional” para os treinos e jogos, resolvendo até «algumas infiltrações» que a infraestrutura tinha. A juntar a isto, vieram dar uma nova vida e dinâmica ao espaço, ao clube e até à aldeia. «O pavilhão era aproveitado para as festas anuais da aldeia e pouco mais, às vezes, no verão, lá vinham alguns miúdos jogar futsal, mas isto foi uma oportunidade boa», frisou o presidente. Portanto, este é um jogo onde todos saem a ganhar. «Eles continuam a praticar a modalidade, nós temos ali mais gente a visitar a nossa associação, pessoas que não nos conheciam. Depois, recebemos ali equipas vindas de longe e conhecidas, por exemplo, há dois fins de semana esteve lá a equipa do Leixões», exemplificou. A ACR Chão Pardo pode ainda dinamizar, nomeadamente, durante os jogos quando se juntam mais adeptos, o bar. «Essa era a intenção do MG Vólei Clube, que nós também tivéssemos receita no bar, até porque no sítio onde estavam, não tinham bar», sublinha.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Este protocolo foi «feito por um ano, mas pode ser renovado». «Eles não têm previsão, tanto podem estar seis meses, um ano, dois. Para nós, e para mim enquanto presidente, gostava que estivessem por muito tempo porque isto traz vida e movimento, põe a aldeia viva», refere.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Voleibol para “miúdos e graúdos”</strong></p>
<p>«Quem quiser, pode experimentar, em qualquer dia, o clube está aberto a isso» &#8211; a garantia é dada pelo presidente da ACR Chão Pardo. Na sequência de um “convite” lançado à população precisamente para se dirigir até ao pavilhão para experimentar, o dirigente desportivo diz que até agora a adesão tem «corrido bem». «Por exemplo, na quarta-feira passada fizeram um encontro de crianças, eu não estive, mas disseram-me que correu bem. E temos mais pessoas interessadas. Há uma miúda da terra que já começou a treinar no clube e que está a gostar e quer praticar a modalidade», conta.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O convite é para «pequeninos e graúdos», até porque os vários escalões (sobretudo femininos) que o clube tem assim o permite. «Aliás, eles até querem fazer uma brincadeira com as pessoas mais seniores, se quiserem experimentar», revelou, voltando a sublinhar: «O clube quer que as pessoas assistam os jogos, pratiquem desporto e que haja movimento».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>No caso da equipa sénior masculina, esta está no primeiro lugar da III Divisão Nacional e ainda sem derrotas, estando a apostar «na subida para a II Divisão». «No verão há a possibilidade de trazerem cá jogadores do Benfica e Sporting para promover mais um bocadinho a modalidade e para que as pessoas se interessem mais», conclui.</p>
<p><strong>Foto | Isidro Bento</strong><b></b></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novo campeão ibérico de provas combinadas tem “selo” GD Pedreiras</title>
		<link>https://oportomosense.com/novo-campeao-iberico-de-provas-combinadas-tem-selo-gd-pedreiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 06:02:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Pedreiras]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Desportivo das Pedreiras]]></category>
		<category><![CDATA[João Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Torneio Ibérico de Provas Combinadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Três atletas do Grupo Desportivo das Pedreiras (GDP) competiram, no passado fim de semana, em representação da seleção Nacional, no Torneio Ibérico de Provas Combinadas que decorreu em Saragoça. João Matos conquistou o título de campeão ibérico, terminando a prova de heptatlo com um novo recorde pessoal de 5 308 pontos.  Também Alice Varino alcançou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três atletas do Grupo Desportivo das Pedreiras (GDP) competiram, no passado fim de semana, em representação da seleção Nacional, no Torneio Ibérico de Provas Combinadas que decorreu em Saragoça. João Matos conquistou o título de campeão ibérico, terminando a prova de heptatlo com um novo recorde pessoal de 5 308 pontos.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Também Alice Varino alcançou um bom lugar em pentatlo sub-20. A atleta terminou em sexto lugar com um total de 2 799 pontos. Por fim, a representar o GDP esteve também Matias Ferreira, naquela que foi a sua primeira internacionalização, revelou o clube. Também em heptatlo sub-20, Matias Ferreira conseguiu um honroso sexto lugar com um total de 4 376 pontos, consumando um novo recorde pessoal. Coletivamente, Portugal venceu no escalão sub-18.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Ainda antes da participação destes três atletas no torneio, o GDP dizia, em publicação na sua página de Facebook, sentir um «imenso orgulho que atletas formados [no clube] cheguem a este patamar de excelência, não um, não dois, mas três atletas que conseguem integrar uma mesma seleção». «A Alice, o Matias e o João e tantos outros treinam a cada dia, constroem-se como atletas e como pessoas, e são felizes a fazê-lo, porque o desporto é aprendizagem, é crescimento, é emoção», pode ler-se ainda noutra publicação.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Foto | GDP</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carlota Chareca foi campeã nacional e representou Portugal no Mundial</title>
		<link>https://oportomosense.com/carlota-chareca-foi-campea-nacional-e-representou-portugal-no-mundial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 06:01:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Academia de Esgrima do Lis]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Mundial de Esgrima]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Nacional de Cadetes]]></category>
		<category><![CDATA[carlota chareca]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
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					<description><![CDATA[À data do fecho desta edição o que sabíamos era o seguinte: Carlota Chareca foi campeã nacional de cadetes em espada no Campeonato Nacional de Cadetes que decorreu em Gondomar. Sabíamos também que a atleta, com ligações a Porto de Mós (o pai é de Mira de Aire), ia estrear-se no Campeonato Mundial de Esgrima [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>À data do fecho desta edição o que sabíamos era o seguinte: Carlota Chareca foi campeã nacional de cadetes em espada no Campeonato Nacional de Cadetes que decorreu em Gondomar. Sabíamos também que a atleta, com ligações a Porto de Mós (o pai é de Mira de Aire), ia estrear-se no Campeonato Mundial de Esgrima que está a decorrer no Rio de Janeiro, Brasil, desde o dia 30 de março. A atleta da Academia de Esgrima do Lis até pode ter juntado mais títulos ao palmarés nesta sua estreia, já depois de termos escrito este texto, mas estaremos cá para o noticiar na próxima edição (e com muito gosto).<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Ainda antes de partir para este Mundial, a esgrimista reagiu, a O Portomosense, ao seu título de campeã nacional e também a esta estreia a representar Portugal num campeonato do mundo. «É uma sensação muito boa, estou muito feliz por ter conseguido concretizar estes objetivos» que, assume Carlota Chareca, faziam parte da sua lista de metas, principalmente o campeonato nacional. «Foi algo para o qual trabalhei muito este ano e esforcei-me muito para o concretizar, no final acabei por conseguir e sinto-me muito feliz e confiante», sublinhou. Quanto ao Mundial, garantia, estava pronta «para dar o melhor, independentemente do resultado».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Ser atleta é &#8220;abdicar de muito&#8221;<span class="Apple-converted-space"> </span></strong></p>
<p>O Portomosense já tinha falado com Carlota Chareca quando, há um ano, alcançou o estatuto de alto rendimento, precisamente sobre um passo que disse «significar muito» na vida de um atleta. Agora voltou-nos a falar daquilo que um atleta precisa de abdicar para conseguir bons resultados. «Perco muitos fins de semana, tenho sempre de me orientar muito bem com o estudo e com a parte social que também é muito importante. Mas claro que acabo por perder muitos fins de semana, estou em constante adaptação», frisa a jovem, mas sem qualquer tom de lamento, pelo contrário. «Ser atleta é muito bom, gosto muito e sempre gostei. Dá-nos outro ritmo de vida, uma organização e maneira de gerir diferente porque para ser atleta temos de ter muita organização e gestão do tempo», reforçou.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Neste caminho, tem contado sempre com «muito apoio» da «família e amigos»: «Sempre tive muito apoio e dedicação da parte deles». «Estiveram cá para mim independentemente de como corriam as competições», releva.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>É com este apoio e a sua determinação que quer «ir o mais longe possível». «Todas as épocas defino os meus próprios objetivos e faço tudo por cumpri-los. Ser campeã nacional, ir ao Mundial e ao Europeu, conseguir o Alto Rendimento. Esta época cumpri, para a próxima vou subir de escalão, para juniores, e aí criarei os meus novos objetivos e tentando desafiar-me ao máximo», afirma.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Em Portugal, assume, a esgrima continua a crescer a passos curtos. «É difícil crescer, fora de Portugal é uma modalidade muito famosa. Sinto que aos poucos pode crescer, mas não vai crescer muito, apesar de ser algo que eu gostaria muito», diz.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Foto | Academia de Esgrima do Lis</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>5.º Raid Rota das Minas BTT realiza-se este domingo em Serro Ventoso</title>
		<link>https://oportomosense.com/5-o-raid-rota-das-minas-btt-realiza-se-este-domingo-em-serro-ventoso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 16:55:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Serro Ventoso]]></category>
		<category><![CDATA[BTT]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Recreativo e Desportivo de Serro Ventoso]]></category>
		<category><![CDATA[Raid Rota das Minas BTT]]></category>
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					<description><![CDATA[O 5.º Raid Rota das Minas BTT está marcado para este domingo, dia 12, com início no Campo da Bola da Bezerra, em Serro Ventoso. A organização está a cargo do Grupo Recreativo e Desportivo de Serro Ventoso e a prova conta para o Troféu BTT Porto de Mós 2026. A iniciativa inclui dois percursos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>5.º Raid Rota das Minas BTT</em> está marcado para este domingo, dia 12, com início no Campo da Bola da Bezerra, em Serro Ventoso.</p>
<p>A organização está a cargo do Grupo Recreativo e Desportivo de Serro Ventoso e a prova conta para o Troféu BTT Porto de Mós 2026.</p>
<p>A iniciativa inclui dois percursos, de 30 e 50 quilómetros.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44741" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/1767180-7e65e99f8e6f9fc86015201dd0f01daa-r.jpg" alt="1767180 7e65e99f8e6f9fc86015201dd0f01daa r | Jornal O Portomosense" width="800" height="1000" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/1767180-7e65e99f8e6f9fc86015201dd0f01daa-r.jpg 800w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/04/1767180-7e65e99f8e6f9fc86015201dd0f01daa-r-480x600.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 800px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | Luís Vieira Cruz</strong></p>
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		<title>Porto de Mós foi palco da estreia da meia-maratona nos Campeonatos Nacionais de Marcha em Estrada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 07:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonatos Nacionais de Marcha de Meia-Maratona em Estrada]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Porto de Mós voltou a destacar-se como um local de referência para a Marcha em Estrada. Desta vez, acolhendo a primeira edição dos Campeonatos Nacionais de Marcha de Meia-Maratona em Estrada que se realizaram no passado domingo. A meia-maratona (20  quilómetros) e a maratona (35 quilómetros) passaram a ser, por decisão do conselho da World [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Porto de Mós voltou a destacar-se como um local de referência para a Marcha em Estrada. Desta vez, acolhendo a primeira edição dos Campeonatos Nacionais de Marcha de Meia-Maratona em Estrada que se realizaram no passado domingo. A meia-maratona (20<span class="Apple-converted-space">  </span>quilómetros) e a maratona (35 quilómetros) passaram a ser, por decisão do conselho da World Athletics, as distâncias oficais nas provas de marcha atlética para homens e mulheres e, por isso mesmo, os campeonatos nacionais acompanharam essa mudança com o lançamento do primeiro campeonato da meia-maratona. Esta prova, onde se conheceram os primeiros campeões nacionais da meia-maratona, reuniu atletas dos escalões sub-23, absolutos e veteranos e foi organizada pela Federação Portuguesa de Atletismo (FPA), onde o Município de Porto de Mós e a Associação de Atletismo de Leiria foram parceiros.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>João Vieira, olímpico do Sporting CP, venceu a prova masculina com 1:31:03, voltando a reafirmar-se como uma referência da marcha atlética nacional, obtendo marca de classificação para a Taça das Nações que se vai realizar em Brasília no próximo mês. O pódio ficou completo com Eduardo Camarate (SL Benfica) na segunda posição (1:31:40) e Rui Magalhães em terceiro, cortando a meta quando o cronómetro marcava 1:44:00. Por escalões, Eduardo Camarate venceu assim o título nacional de sub-23 e Rui Magalhães o escalão M35.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>No feminino, Vitória Oliveira (AJS) estabeleceu um novo recorde nacional na distância, vencendo a prova com 1:40:40. Joana Pontes (GAF) foi segunda classificada com 1:46:38 e “fechou o pódio” Juliana Galvão (ACDAV) e com um tempo de 1:50:53. As classificações pormenorizadas por todos os escalões veteranos podem ser consultados na página da FPA.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Além dos campeonatos nacionais, decorreu ainda na mesma manhã, o Torneio Nacional Marchador (escalões sub-12 e sub-14) Jovem e provas extra (sub-20). Nestas provas extra sub-20 (10 quilómetros), três atletas conseguiram marca de qualificação para o Campeonato da Europa de sub-18.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Os campeões nacionais em discurso direto&#8230;</strong></p>
<blockquote><p><strong>João Vieira</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A marca que fiz há 15 dias (de 01:29:54 na 45.º edição da Dudinská, o recorde nacional) foi muito superior a esta e eu pretendia fazer melhor marca neste campeonato, não consegui, também as condições são outras. Não gosto muito deste circuito e a temperatura não estava boa. Os adversários também não são de alinhar muito em andamentos constantes. Tentei fazer de início a minha prova sozinho, mas não tive capacidade para manter. Foi a conquista de mais um campeonato nacional e consegui realizar a marca que a Federação me pedia para estar daqui a três semanas no Campeonato Mundo de Nações, no Brasil. Vamos recuperar e analisar o que é que correu bem e o que é que correu mal nesta competição para voltarmos a fazer melhor nas próximas competições. O meu objetivo era conquistar mais um título de campeão nacional e conquistei. E com todas estes atletas da marcha fizemos um espetáculo aqui hoje”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44426" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/Campeonato-nacional-meia-maratona-marcha-Joao-Vieira_Jessica-Moas-de-Sa.jpg" alt="Campeonato nacional meia maratona marcha Joao Vieira Jessica Moas de Sa | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/Campeonato-nacional-meia-maratona-marcha-Joao-Vieira_Jessica-Moas-de-Sa.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/Campeonato-nacional-meia-maratona-marcha-Joao-Vieira_Jessica-Moas-de-Sa-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/Campeonato-nacional-meia-maratona-marcha-Joao-Vieira_Jessica-Moas-de-Sa-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Vitória Oliveira</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Sinto-me bem, estou muito contente. A verdade é que competir em terras de Leiria é sempre bom. Sinto-me sempre em casa e isso ajuda muito. Hoje estava um bom dia para competir, a temperatura estava agradável. Muita gente no percurso também ajuda e estou feliz, é um novo recorde nacional por quase mais de dois minutos. Agora é trabalhar para as próximas. Já é habitual [virmos até Porto de Mós] e efetivamente nós notamos que tentam sempre dar-nos as melhores condições possíveis, incluindo o bom estado do piso. Efetivamente, acho que nos tratam muito bem. O facto de quererem que voltemos cá todos os anos, isso acaba por ser bom. Nós já somos um bocadinho aqui da terra, porque já são vários campeonatos nacionais, a começar com o da Inês Henriques que se sagrou aqui campeã nacional de 50 km. Já são alguns anos aqui, acabamos por nos habituar, já sabemos onde ficar, já conhecemos, sabemos onde comer e acaba por ser um sítio bastante acolhedor para nos receber”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44427" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/Campeonato-nacional-meia-maratona-marcha-Vitoria-Oliveira_Jessica-Moas-de-Sa.jpg" alt="Campeonato nacional meia maratona marcha Vitoria Oliveira Jessica Moas de Sa | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/Campeonato-nacional-meia-maratona-marcha-Vitoria-Oliveira_Jessica-Moas-de-Sa.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/Campeonato-nacional-meia-maratona-marcha-Vitoria-Oliveira_Jessica-Moas-de-Sa-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/Campeonato-nacional-meia-maratona-marcha-Vitoria-Oliveira_Jessica-Moas-de-Sa-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p><strong>Fotos | Jéssica Moás de Sá</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>URD Juncalense faz história com triplete inédito na formação</title>
		<link>https://oportomosense.com/urd-juncalense-faz-historia-com-triplete-inedito-na-formacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 07:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[URD Juncalense]]></category>
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					<description><![CDATA[O URD Juncalense acaba de entrar na história do futsal de formação no distrito de Leiria depois de se tornar o primeiro clube a conquistar, numa só época, os títulos distritais nos três principais escalões de formação: iniciados, juvenis e juniores. Este feito inédito não é obra do acaso, sendo visto internamente como a confirmação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O URD Juncalense acaba de entrar na história do futsal de formação no distrito de Leiria depois de se tornar o primeiro clube a conquistar, numa só época, os títulos distritais nos três principais escalões de formação: iniciados, juvenis e juniores. Este feito inédito não é obra do acaso, sendo visto internamente como a confirmação de um caminho bem traçado. O presidente do clube, Marco Amaro, admite que o sentimento atual é de uma «satisfação muito grande», sublinhando que este sucesso valida a estratégia dos últimos anos e demonstra a qualidade humana do projeto, pois «é sinal» que a URD Juncalense tem a «sorte de ter grandes treinadores e excelentes jogadores de futsal». «Saber fazer, saber ser e saber estar são vetores dos quais não abdicamos e estamos a conseguir conciliar todos estes fatores com resultados desportivos», reforça o dirigente. Ainda assim, o clube mantém os pés no chão, deixando o alerta de que «muito há ainda a melhorar”.</p>
<p>O grande pilar desta caminhada tem sido um trabalho de formação estruturado e assente nas melhores práticas da modalidade, onde se acredita convictamente que «a qualidade do jogador faz a diferença». Mais do que olhar para a concorrência, o foco tem estado na valorização interna e na evolução constante dos atletas, num processo que o próprio clube reconhece não ser «perfeito» e estar sempre em constante evolução. Atualmente, o projeto envolve cerca de 150 atletas e o crescimento tem sido sustentado pela confiança que passa para o exterior. Segundo Marco Amaro, «se existirem resultados desportivos, os pais sentem que no Juncalense se trabalha bem o futsal e têm confiança», algo que é reforçado pela imagem de um clube «organizado, aberto e inclusivo», com um papel social ativo e uma promoção da modalidade feita de forma respeitosa pelo ecossistema desportivo local. O clube assenta este crescimento na certificação constante alcançada, em parcerias e no papel e valores sociais que o clube tem. A juntar a isto, a URD Juncalense também faz «divulgação das modalidades existentes [no clube] nas localidades» mais próximas.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O impacto desta tripla conquista ultrapassa os troféus, consolidando o Juncalense como uma referência absoluta na formação em Leiria que, como lembra o dirigente, tem tido um crescente de «jogadores nas seleções distritais e nacionais». No futuro, Marco Amaro espera que «apareçam novos órgãos sociais para dar seguimento a este trajeto». É objetivo do clube também, adianta o presidente, «melhorar a secção de futsal», uma vez que, como reiterou anteriormente, «há sempre coisas a melhorar».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quase 300 atletas desceram a Pista do Figueiredo em prova inaugural da Taça de Portugal de Downhill</title>
		<link>https://oportomosense.com/quase-300-atletas-desceram-a-pista-do-figueiredo-em-prova-inaugural-da-taca-de-portugal-de-downhill/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 07:05:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Pista do Figueiredo]]></category>
		<category><![CDATA[Taça de Portugal de Downhill]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre lama, muita lama, foi em Porto de Mós que arrancou, este ano, a Taça de Portugal de Downhill C2, naquela que foi a primeira vez que o concelho recebeu a etapa inaugural da prova, invertendo, desta forma, a tendência dos últimos anos, em que era quase sempre o local onde terminava a época. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre lama, muita lama, foi em Porto de Mós que arrancou, este ano, a Taça de Portugal de Downhill C2, naquela que foi a primeira vez que o concelho recebeu a etapa inaugural da prova, invertendo, desta forma, a tendência dos últimos anos, em que era quase sempre o local onde terminava a época. A chuva intensa e persistente das últimas semanas – que nem na véspera da prova deu tréguas – trouxeram desafios acrescidos a um percurso, já por si exigente. O traçado, com 2,1 quilómetros de extensão e 480 metros de desnível negativo, era sobretudo feito de lama, que se ia tornando cada vez mais densa, com a passagem dos atletas. Condições rigorosas que não assustaram os 277 atletas, 60 dos quais estrangeiros, de 10 nacionalidades, que desceram, no passado dia 15, a Pista do Figueiredo, onde Marius Krähenbühl (Gravity School Racing) e Margarida Bandeira (WILDBOYS / Tomar Cidade Templária) foram os grandes vencedores do dia.</p>
<p>Em Elites Masculinos, o suíço foi o atleta mais rápido a conseguir rasgar a meta em 3m17s, seguindo-se Jack Reading, seu colega de equipa, e, com uma diferença mínima, Tomás Barreiro (WILDBOYS / Tomar Cidade Templária) conseguiu fazer o terceiro melhor tempo. Em Elites Femininos, Margarida Bandeira conquistou o primeiro lugar no pódio, completando a prova em 4m40s, ultrapassando as espanholas Zoe Zamora e Kira Zamora, ambas da HB-61. Na Geral Elite, Krähenbühl (Sub-23) voltou a destacar-se, entre os masculinos, e Kira Zamora (Sub-23), entre a categoria de femininos.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Além da categoria Elites, sagraram-se campeões António Rodrigues (Masters 65), José Reis (Masters 60), Leonel Bento (Masters 55), Rui Cruz (Masters 50), Rúben Carril (Masters 45), Rui Cabrita<span class="Apple-converted-space">  </span>(Masters 40), Rui Fernandes (Masters 35) e Francisco Sousa (Masters 30).</p>
<blockquote>
<p style="font-size: 40px;"><b>60</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Número de atletas estrangeiros em prova, oriundos de 10 países diferentes</b></p></blockquote>
<p>Entre os mais novos, destacaram-se Nicolai Haglev (Juniores) e Daniel Barcia (Cadetes). Nas categorias de formação, os grandes vencedores na categoria de Sub-15 foram Edward Jones e Gabriela Neves. Quanto aos Sub-13, a vitória foi para Leo Truchado.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Na categoria Open, Joliver Neto (Mirachoro Hotels &#8211; Centro Ciclismo de Portimão) foi o grande vencedor, seguido de Pedro Silva e Diogo Branco (WILDBOYS / Tomar Cidade Templária).<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Na classificação coletiva, a equipa WILDBOYS / Tomar Cidade Templária venceu a primeira etapa com quatro pontos, seguida da Gravity School Racing, com cinco, e da Bike House DH Team/Guimarães, com sete.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Lama excessiva leva organização a alterar traçado</strong></p>
<p>Nuno Louro, o coordenador do Team Ribeirense, secção do Clube Desportivo Ribeirense, responsável pela organização desta etapa, que decorreu durante os dias 14 e 15 de março, garante que a chuva e lama «condicionaram bastante» o desenrolar da prova, sobretudo no sábado, dia de treinos, levando à ocorrência de «algumas quedas», registadas sobretudo a cerca de 300 a 200 metros antes da meta. Perante o que estava a acontecer, Nuno Louro explica que pediram à comissária internacional para fazer «uma pequena paragem para analisar a situação». Depois de terem verificado que conseguiam «rapidamente» fazer uma alteração ao sítio «onde estava a haver mais ocorrências» foi exatamente isso que fizeram.<span class="Apple-converted-space">  </span>Uma «alteração de 50 metros no traçado, para passar noutro local», criando, desta forma, «um circuito alternativo» ao local que estava a tornar-se «mais perigoso». Durante a alteração que foi feita em cerca de 20 minutos e que «resultou na perfeição», Nuno Louro destaca o esforço demonstrado por «pilotos e organização» que permitiram que a alteração fosse possível quase em tempo recorde: «A comissária não pensou que conseguíssemos fazer num curto prazo de tempo, mas conseguimos, e foi o que, se calhar, salvou o dia de sábado».</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44478" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/1-Taca-de-Portugal-em-Downhill-C2-Internacional-2-2026_Jessica-Silva.jpg" alt="1 Taca de Portugal em Downhill C2 Internacional 2 2026 Jessica Silva | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/1-Taca-de-Portugal-em-Downhill-C2-Internacional-2-2026_Jessica-Silva.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/1-Taca-de-Portugal-em-Downhill-C2-Internacional-2-2026_Jessica-Silva-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/1-Taca-de-Portugal-em-Downhill-C2-Internacional-2-2026_Jessica-Silva-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>Apesar de terem enfrentado desafios como nunca, sobretudo devido às condições climatéricas adversas, o coordenador do Team Ribeirense garante estar satisfeito com a forma como a prova decorreu e acaba até por desvalorizar essas dificuldades: «Os estrangeiros até estão mais habituados que nós a ter provas em chuva e assim, mas nada fez com que a prova deixasse de ser aquilo que já era, foi apenas uma dificuldade a acrescentar àquelas que Porto de Mós já costumava ter». «A pista estava bastante boa e pelo <i>feedback</i> que tivemos, se calhar estava como há muito não estava. Resolvemos os problemas que foram surgindo para dar as melhores condições aos atletas e a quem nos visitou. Do <i>feedback</i> que recebi, durante o dia de domingo, estiveram, se calhar, umas centenas, para não dizer milhares de pessoas, espalhadas pela serra e pelas estradas», acrescenta.</p>
<p>As expetativas da organização eram altas – prevendo-se que o número de participantes pudesse ser o dobro do que costuma ser – e a verdade é que a adesão esteve muito perto disso. «Tivemos 277 atletas e o habitual ronda sempre os 150 a 160. Acho que nunca estiveram em Porto de Mós tantos participantes como agora», frisa.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Nuno Louro desdobra-se em agradecimentos a todos aqueles que tornaram possível a realização da prova e lembra a logística que uma prova como estas acarreta, da qual fazem parte «entre 70 a 80 pessoas». «Durante a prova, estavam sete carrinhas a transportar toda a malta para a partida. É preciso criar uma grande dinâmica de grupo, em termos de organização, para conseguir, uma vez que isto já envolve muita gente, mas temos vindo a conseguir ano após ano», conclui.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Fotos | Jéssica Silva</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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