A Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM) do Instituto Politécnico de Leiria (IPLeiria), localizada em Peniche, viu recentemente acreditados pela A3ES – Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior, dois novos cursos de licenciatura e um novo curso de mestrado, focados na sustentabilidade alimentar, digitalização do turismo e bioeconomia azul, que entram em funcionamento já no ano letivo 2026/2027.
Segundo o diretor da ESTM, Sérgio Leandro, citado numa nota de imprensa, estas novas ofertas, reforçam «o posicionamento da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar como uma escola de referência na resposta aos grandes desafios sociais contemporâneos, em alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e as políticas europeias para a transição verde e digital».
De acordo com o comunicado, a licenciatura em Sistemas Alimentares Sustentáveis assenta numa «visão integrada da cadeia de valor alimentar, conjugando sustentabilidade, inovação, tecnologia e gestão numa abordagem sistémica».
Por sua vez, a licenciatura em Tecnologias Digitais Aplicadas ao Turismo alia «competências avançadas em tecnologias digitais, como inteligência artificial, big data e realidade aumentada às principais áreas do turismo, nomeadamente hotelaria, animação, organização de eventos e restauração». O curso aposta em metodologias inovadoras, como Project-Based Learning e Design Thinking, promovendo uma transformação digital sustentável num dos setores estratégicos da economia nacional.
Já o mestrado em Biociências Marinhas, distingue-se pelo «caráter diferenciador e integrado do seu plano de estudos, ao articular áreas como Conservação e Restauro Marinho, Aquacultura Sustentável e Biotecnologia Azul».
Integrado no ecossistema do Hub Azul Peniche – Smart Ocean, do CETEMARES e da unidade de investigação MARE – Politécnico de Leiria, o mestrado visa formar profissionais aptos a responder aos desafios globais relacionados com o oceano. O curso valoriza a ciência aplicada, a inovação e uma estreita articulação com a indústria e as comunidades costeiras.
Foto | ESTM



