Porto de Mós já dá, esta sexta-feira, início à sua participação na rede cultural Aljubarrota 1385, a que aderiu em conjunto com os Municípios da Batalha e de Alcobaça. A primeira das três ações previstas já está em marcha. Estado de Exceção – 1385 é um espetáculo realizado pelo Leirena Teatro, que será levado a todas as freguesias do concelho. De acordo com documentos oficiais, «uma trupe itinerante atuará nas praças e nos largos» das várias freguesias, proporcionando à população «música, cantigas trovadorescas, histórias e sátiras dramatizadas». Este espetáculo «visa levar a arte e a cultura presencialmente a toda a comunidade que poderá desfrutar da janela, da varanda e do jardim. Todos poderão assistir a espetáculos de música, de teatro e de poesia. Poderão rir, emocionar-se, cantar, dançar e aplaudir».

A iniciativa arranca amanhã, sexta-feira, dia 14, às 20h30 no Largo do Salão de Serro Ventoso. No sábado é a vez do Largo da Igreja da Mendiga (15 horas) e do Largo da Igreja do Arrimal (20h30). No domingo, 16, o espetáculo é, primeiro, no Largo da Igreja da Calvaria de Cima (15 horas) e, depois, no de Alvados (20h30). O Largo da Igreja de Alcaria recebe Estado de Exceção – 1385, no dia 28, às 20h30. No dia 29, chega a vez do Largo da Igreja do Alqueidão da Serra (15 horas) e do Largo da Igreja das Pedreiras (20h30). Domingo, dia 30, recebem o espetáculo os largos das igrejas de São Bento (15 horas) e do Juncal (20h30). A Praça Arménio Marques, em Porto de Mós, é o palco, no dia 5 de junho (15 horas), e nesse mesmo dia, é a vez também do Largo da Igreja de Mira de Aire (20h30), onde se encerra a ronda pelas 10 freguesias.

Recorde-se que o projeto cultural Aljubarrota 1385 tem como objetivo «relevar o património da Batalha de Aljubarrota e sobretudo aquilo que une os três concelhos [promotores]: Porto de Mós é o local onde se realizou a batalha, não há dúvidas disso. Alcobaça tem Aljubarrota que deu o nome à batalha, e que na altura, fazia parte do concelho de Porto de Mós. E o concelho da Batalha onde existe o memorial à Batalha Real e que, de alguma forma, representa tudo o que foi a História desse momento», referiu o presidente da Câmara de Porto de Mós, Jorge Vala, numa reunião pública do executivo na altura em que o projeto foi apresentado.