O Município de Porto de Mós informou que, no seguimento do colapso da EN 243 «promoveu uma reunião técnica no local na passada segunda-feira, entre as Infraestruturas de Portugal e o Regimento de Engenharia Nº1 de Tancos, para avaliar a possibilidade de se colocar uma ponte móvel para permitir a circulação provisória e alternada na via até que iniciem os trabalhos de requalificação». O Exército português disse “sim” a esta possibilidade, mostrando-se disponível desde «a primeira hora», tal como tinha feito «os trabalhos de abertura da via alternativa Alcaria/Covão de Oles (Alqueidão da Serra)».
«O RE Nº1 de Tancos» vai então «avaliar uma solução alternativa e temporária para a circulação na EN 243, que deixou as freguesias de Mira de Aire e a UF Alvados e Alcaria sem acesso direto à sede de concelho, causando grandes constrangimentos às suas comunidades, mas sobretudo aos comércios locais e às grandes empresas da região que enfrentam, desde então, grandes constrangimentos na circulação», ressalva o Município.
Na nota, a autarquia frisa também que tem mantido «contactos regulares desde o encerramento da estrada» com a Infraestruturas de Portugal (IP), responsável pela gestão, conservação, exploração e modernização da via, e o Ministério das Infraestruturas e Habitação.
«Na passada semana, o Município de Porto de Mós recebeu a resposta formal por parte da vice-Presidente das Infraestruturas de Portugal informando que o projeto final da obra já está adjudicado e em fase de execução, prevendo-se a sua conclusão durante o mês de maio, tendo a respetiva adjudicação e execução da obra previsão de início durante o mês de junho/início de julho», recorda.
Foto | Isidro Bento



