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	<title>Jornal O Portomosense</title>
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	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
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	<title>Jornal O Portomosense</title>
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		<title>Vídeo &#124; Entrevista a Jorge Vala (Revista de São Pedro 2026)</title>
		<link>https://oportomosense.com/video-entrevista-a-jorge-vala-revista-de-sao-pedro-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festas de São Pedro 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Festas de São Pedro]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Vala]]></category>
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					<description><![CDATA[No recinto, à porta de uma tasquinha que, por esta altura, está praticamente pronta para mais uma edição das Festas de São Pedro, o presidente da Câmara de Porto de Mós, Jorge Vala, falou em “números de visitantes que surpreendem” (400 mil no ano passado). Mas, a expectativa do autarca, é continuar a crescer, acreditando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No recinto, à porta de uma tasquinha que, por esta altura, está praticamente pronta para mais uma edição das Festas de São Pedro, o presidente da Câmara de Porto de Mós, Jorge Vala, falou em “números de visitantes que surpreendem” (400 mil no ano passado). Mas, a expectativa do autarca, é continuar a crescer, acreditando que o sucesso do evento se deve ao envolvimento das associações e da “força de trabalho” da comunidade. Veja a entrevista na íntegra abaixo ou leia <a href="https://oportomosense.com/revista-de-sao-pedro-2026/">aqui</a>.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/O8W2XmUQ7MI?si=QJbLLZDDJwA7OpF-" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Foto e vídeo | Rafael Duque</strong></p>
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		<title>Inscrições abertas para atividades de apoio à família e enriquecimento curricular no concelho de Porto de Mós</title>
		<link>https://oportomosense.com/inscricoes-abertas-para-atividades-de-apoio-a-familia-e-enriquecimento-curricular-no-concelho-de-porto-de-mos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 07:10:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Município de Porto de Mós]]></category>
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					<description><![CDATA[Já estão abertas as inscrições para as Atividades de Animação e Apoio à Família, Componente de Apoio à Família e Atividades de Enriquecimento Curricular no concelho de Porto de Mós, referentes ao ano letivo 2026/2027. Segundo o Município de Porto de Mós, o processo deve ser feito através da plataforma SIGA. Os encarregados de educação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já estão abertas as inscrições para as Atividades de Animação e Apoio à Família, Componente de Apoio à Família e Atividades de Enriquecimento Curricular no concelho de Porto de Mós, referentes ao ano letivo 2026/2027.</p>
<p>Segundo o Município de Porto de Mós, o processo deve ser feito através da plataforma <a href="https://siga.edubox.pt/auth" target="_blank" rel="noopener">SIGA</a>. Os encarregados de educação com credenciais de acesso podem concluir a inscrição até ao próximo 15 de julho. Para os novos alunos, sem credenciais, as inscrições começam a 8 de agosto.</p>
<p>A autarquia recorda ainda que os alunos matriculados nas escolas do Agrupamento de Escolas de Porto de Mós ficam automaticamente inscritos no serviço de refeição escolar, sendo necessário garantir saldo disponível no cartão.</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Rescaldo Futebol &#124; Direção do CCR Alqueidão da Serra “esperava mais”, mas reconhece época com adversidades</title>
		<link>https://oportomosense.com/rescaldo-futebol-direcao-do-ccr-alqueidao-da-serra-esperava-mais-mas-reconhece-epoca-com-adversidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 07:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[CCR Alqueidão da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Rescaldo Futebol]]></category>
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					<description><![CDATA[O CCR Alqueidão da Serra terminou a Divisão de Honra, da Associação de Futebol de Leiria (AFL), na 8.ª posição com 13 vitórias, 10 derrotas e 7 empates. «Esperávamos mais», assumiu, em declarações a O Portomosense, o presidente do clube, Artur Correia. A «meta» era acima «do quinto lugar», salienta, embora reconheça que foi uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O CCR Alqueidão da Serra terminou a Divisão de Honra, da Associação de Futebol de Leiria (AFL), na 8.ª posição com 13 vitórias, 10 derrotas e 7 empates. «Esperávamos mais», assumiu, em declarações a O Portomosense, o presidente do clube, Artur Correia. A «meta» era acima «do quinto lugar», salienta, embora reconheça que foi uma época «com coisas estranhas» a acontecer que dificultaram a caminhada da equipa azul e branca. O recomeço, após a depressão Kristin foi, sem dúvida, um dos maiores desafios para a equipa. «Foi difícil, tínhamos muitos jogadores da zona mais afetada e acredito que isso possa ter tido algumas consequências. Muitos foram mesmo afetados, tiveram um mês, inclusive o treinador, sem luz, sem internet e nós não estamos habituados a viver sem luz, sobretudo por tanto tempo», começa por referir o dirigente. Isto «afetou claramente o psicológico, a união». «Tivemos muito tempo sem treinar porque ninguém tinha cabeça. Isto não serve de desculpa, mas é uma atenuante para os resultados», reforça.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Ainda assim, até pela resposta que a equipa deu nas últimas jornadas (vencendo, por exemplo o dérbi concelhio diante da AD Portomosense, fora, por 2-1 e ganhando ao Beneditense em casa por 3-0), Artur Correia acredita que era possível ter feito melhor. «Provámos nesta reta final que tínhamos equipa para mais», sublinha.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Tendo em conta esta mesma realidade, a direção entendeu que a atual equipa técnica «poderia não ser o melhor para a equipa» e anunciou a rescisão de contrato com Rui Rodrigues (treinador principal) e Nuno Caracol. Em nota publicada na sua página de Facebook, o clube recorda que «Rui e Nuno assumiram o leme da equipa na época passada (2024/2025) num momento exigente, quando nos encontrávamos em 8.º lugar. Com um trabalho fantástico, dedicação e liderança, levaram-nos até ao 1.º lugar e garantiram o grande objetivo da subida de divisão, num trajeto memorável que ficará guardado na história do nosso clube». Apesar do trabalho deixado, os resultados esta época levaram a procurar outras soluções e Artur Correia adianta que já «só falta acertar o acordo» com a nova equipa técnica que, para já, não quis adiantar, «mas que estará por dias». Uma coisa disse-nos: «Procuramos um treinador à Alqueidão». E o que é um treinador à Alqueidão? «É ser aquilo que toda a gente diz que somos &#8211; uma terra muito bairrista, muito ferrenha, muito unida, muito trabalhadora. E é isso que a gente busca no novo treinador», ressalva.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>As mexidas no plantel serão também, acredita, inevitáveis. «Estamos a tentar não mexer muito, mas é sempre difícil, ainda por cima desceram dois “tubarões” (vindos do Campeonato de Portugal, Série C), Peniche e Marinhense, o que acaba por mexer sempre muito com as contratações das outras equipas», prevê. O que já sabem é da intenção de dois jogadores saírem: Luís Gonçalves e Petita, ambos por questões de gestão familiar. «Para já são essas as duas baixas, mas vamos tentar manter o máximo que conseguirmos», volta a salientar.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Exposição à AFL<span class="Apple-converted-space"> </span></strong></p>
<p>Um dos episódios que marcou a época do CCR Alqueidão da Serra foi a reclamação formal, enviada pela direção à AFL, onde as várias decisões de arbitragem tomadas ao longo de várias jornadas eram postas em causa, tendo sido o jogo frente ao GD Alvaiázere a «gota de água». «Naquela altura que fizemos a exposição tínhamos razões de queixa, penso que a qualidade dos árbitros melhorou e houve essa preocupação, por parte da AFL, de enviar melhores árbitros», diz Artur Correia. Mas que esta situação «ajudou» aos resultados desta época, o presidente acredita que «sim, um pouco». «Se calhar perdemos jogos que não teríamos perdido se não fosse pela incompetência», lamenta.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Obras e formação continuam a ser objetivo<span class="Apple-converted-space"> </span></strong></p>
<p>A equipa do Alqueidão da Serra começou a época num relvado novo e tem vindo a fazer melhorias nas instalações do clube, mas a ideia é continuar este trabalho. «Vamos tentar adiantar o campo de futebol 7 atrás do futebol 11 e também preparar o terreno que comprámos junto à sede para fazer uma serventia e facilitar a entrada de viaturas na sede», explica Artur Correia. É também objetivo aproveitar o «espaço muito agradável com carvalhos que existe junto ao campo para criar um espaço de lazer». Mas isto, salienta, são «tudo projetos». «Vamos tentando trabalhar devagarinho, já limpámos o terreno, desbastámos alguns carvalhos, arrancámos pedras, mas não somos muitos para o que há para fazer e temos de atacar onde é mais preciso», frisa o dirigente.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Outra dos objetivos desta direção é a continuidade da aposta na formação onde apenas falta o escalão de juvenis mas que na próxima época já vão tentar ter. «A formação correu bem, foi pena os juniores não terem conseguido subir, que era objetivo, mas apesar de tudo correu bem. Vamos continuar com esta dinâmica que tem sido crescente e tentar ter esta única equipa que nos falta», conclui.</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rescaldo Futebol &#124; AD Portomosense reconhece que esta época “ficou aquém das expetativas”</title>
		<link>https://oportomosense.com/rescaldo-futebol-ad-portomosense-reconhece-que-esta-epoca-ficou-aquem-das-expetativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 07:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Desportiva Portomosense]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Rescaldo Futebol]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de na época anterior ter terminado em 3.º lugar, e de ter discutido o 2.º posto até à última jornada, nesta época a AD Portomosense ficou-se pelo 4.º lugar na Divisão de Honra de futebol, da Associação de Futebol de Leiria, não conseguindo, desta forma, atingir aquele que era um dos principais objetivos para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de na época anterior ter terminado em 3.º lugar, e de ter discutido o 2.º posto até à última jornada, nesta época a AD Portomosense ficou-se pelo 4.º lugar na Divisão de Honra de futebol, da Associação de Futebol de Leiria, não conseguindo, desta forma, atingir aquele que era um dos principais objetivos para a época 2025-2026. O clube terminou o campeonato com 59 pontos (18 vitórias, 7 derrotas e 5 empates), resultado que leva o presidente do clube, Nuno Moreira da Silva, a reconhecer que a época «ficou um bocadinho aquém das expetativas» da direção. «Não terminou como a gente gostaria que tivesse terminado, não é verdade? Tivemos tudo para ficar nos três primeiros lugares, onde acho que esta equipa tinha potencial para ficar, mas não aconteceu», lamenta.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Apesar do desfecho que se veio a verificar, o dirigente associativo reconhece que «há cerca de 15 dias», quando estavam a três jornadas do fim, e com uma pontuação muito idêntica à dos adversários, o clube ainda tinha esperança. «Achávamos que era possível, embora tivéssemos um final de campeonato difícil, uma vez que iríamos ter que receber, aquele que já se antecipava que viesse a ser campeão – Os Nazarenos &#8211; e já veio jogar connosco com esse estatuto. Portanto, seria obviamente um jogo difícil, mas que nós, por exemplo, nesse, também, tal como noutros, tivemos confiança e conseguimos [vencendo por 2-1]», afirma.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Em agosto, a dias do arranque da época 2025-2026, os objetivos do presidente do clube para esta temporada eram claros: «Voltar a ficar no top 3 no campeonato, e conquistar, quer a taça [do distrito], quer a Supertaça distrital». Objetivos que, recordou agora, em jeito de balanço: «Nós apontávamos como objetivos ir à final da Taça, no mínimo, e ficar nos primeiros três. Ficámos em 4.º e, portanto, um bocadinho aquém, tenho que admitir», refere. O sentimento de que mais havia para fazer acabou ainda por se intensificar, uma vez que, este ano, devido à passagem da tempestade Kristin, não houve Taça do Distrito, cuja a sua conquista era outro dos objetivos do clube.</p>
<p>A somar a isso, junta-se a constatação de que bastava um lugar acima para ir à Taça de Portugal. «A partir do momento em que ficou decidido que não havia a qualificação para a Taça de Portugal, através da Taça Distrital, que também era nosso objetivo, ficamos a saber que seria o 3.º lugar que também daria acesso à Taça de Portugal. Por isso, na verdade, também para nós foi um bocado [o sentir que] ficámos à porta da qualificação para a Taça de Portugal», afirma.</p>
<p><strong>Estrutura de apoio tem que ser melhorada</strong></p>
<p>A par das ambições para esta época que ficaram por concretizar, Nuno Moreira da Silva reconhece que o clube «continua a ter uma estrutura em termos de apoio, à própria equipa, um bocado deficiente». «Isso foi claro nesta época, já estamos a tentar reforçar em termos de estrutura da própria equipa, porque a equipa, na verdade, não são só os jogadores e a equipa técnica», defende, considerando que a estrutura do clube revelou-se «curta» para fazer face às necessidades, algo que, adianta, já estar a ser melhorado.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Apesar de ter terminado uma época em que os principais objetivos ficaram por cumprir, e de admitir que em alguns períodos as coisas «não correram bem» à equipa, o presidente da AD Portomosense garante que a direção nunca ponderou não renovar com equipa técnica. «Já conversámos com a equipa técnica, e fizemos uma avaliação do que se passou e, aliás, a primeira tomada de decisão para a próxima época foi renovar. Não entendemos que a equipa técnica tenha estado mal, não nos pareceu que essa foi a questão», considera. «Houve aqui ou acolá, talvez, um outro erro que foi cometido na construção do plantel. Também tivemos várias lesões que penso que não é controlável, pelo menos o tipo de lesões que tivemos, mas entendemos que deveríamos renovar», reitera.</p>
<p>Desta forma, e segundo prevê a direção, toda a equipa técnica se irá manter – à exceção de um elemento que irá rescindir por motivos pessoais. Pedro Cordeiro manter-se-á, assim, como treinador da AD Portomosense, naquela que será a quarta temporada aos comandos da equipa sénior.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Aposta em antigos atletas</strong></p>
<p>Embora estejamos agora a fazer o balanço e o rescaldo da época que passou, a verdade é que por esta altura, Nuno Moreira da Silva admite já estar de olhos postos na próxima época e já tem feito mexidas no plantel. «Já fizemos algumas renovações deste plantel. A nossa intenção era renovar no mínimo com dois terços do plantel e iremos fazer uma pequena alteração, no sentido de fazer uma aposta mais clara nos jogadores que saíram, alguns inclusive para outros clubes, ou que já passaram nas camadas jovens. Queremos que voltem, alguns em idade de formação, e que venham a integrar o plantel sénior. Teremos alguns jogadores com esse perfil, que já está acertado, e que irão, em princípio, fazer parte do plantel sénior», acrescenta.</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>IEJ recebe Cônsul-Geral do Brasil em Lisboa para entrega de prémio a alunas</title>
		<link>https://oportomosense.com/iej-recebe-consul-geral-do-brasil-em-lisboa-para-entrega-de-premio-a-alunas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:17:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Educativo do Juncal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Educativo do Juncal (IEJ)  recebeu no passado dia, 15, o Cônsul-Geral do Brasil em Lisboa, Alessandro Candeas, no âmbito da cerimónia de entrega do prémio às alunas Maria Rita Braga de Queiroz e Mélanie Rocha Meco, do 11.º ano do Curso de Comunicação. As alunas venceram o 1.º lugar na categoria Vídeo, do 9.º [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Educativo do Juncal (IEJ)  recebeu no passado dia, 15, o Cônsul-Geral do Brasil em Lisboa, Alessandro Candeas, no âmbito da cerimónia de entrega do prémio às alunas Maria Rita Braga de Queiroz e Mélanie Rocha Meco, do 11.º ano do Curso de Comunicação.</p>
<p>As alunas venceram o 1.º lugar na categoria <i>Vídeo</i>, do 9.º ao 12.º ano, no concurso <i>Amigas e Amigos do Brasil</i>, promovido pelo Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, com o trabalho <i>Duas origens, uma só história</i>; cuja professora Vânia Vieira fez o acompanhamento do projeto.</p>
<p>Durante a cerimónia, intervieram a diretora do IEJ, Tânia Galeão, a vereadora da Câmara Municipal de Porto de Mós, Telma Cruz, e o Cônsul-Geral do Brasil em Lisboa, Alessandro Candeas. Nas intervenções, foi destacada a importância da relação entre Portugal e Brasil, bem como o valor do respeito, da cooperação e do diálogo intercultural na formação dos jovens.</p>
<p>O projeto vencedor abordou precisamente estes temas, valorizando os laços históricos, culturais e humanos que unem os dois países e mostrando como a escola pode ser um espaço de encontro, participação e construção de pontes entre diferentes culturas.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CPAJ quer fazer “diferença real na comunidade”</title>
		<link>https://oportomosense.com/cpaj-quer-fazer-diferenca-real-na-comunidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Paroquial de Assistência do Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Juncal Solidário: Gerações em Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro Paroquial de Assistência do Juncal (CPAJ) tem um novo projeto em curso. Designa-se Juncal Solidário: Gerações em Segurança e pretende tornar o Juncal uma freguesia «mais segura, unida e saudável, combatendo o isolamento dos seniores e capacitando os mais novos contra riscos reais».  O projeto é um dos 110 projetos a nível nacional [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Paroquial de Assistência do Juncal (CPAJ) tem um novo projeto em curso. Designa-se <i>Juncal Solidário: Gerações em Segurança</i> e pretende tornar o Juncal uma freguesia «mais segura, unida e saudável, combatendo o isolamento dos seniores e capacitando os mais novos contra riscos reais».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O projeto é um dos 110 projetos a nível nacional – e o único do concelho de Porto de Mós &#8211; que faz parte do programa de voluntariado jovem <i>Envolve-te – Agora Nós</i>, do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), depois de ter visto a sua candidatura aprovada. Agora que foi oficialmente validado, são necessários voluntários para colocar em marcha todo o projeto, que tem como foco «a valorização do património, cultura, consciência ambiental, desporto e segurança comunitária».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A iniciativa é dirigida a jovens entre os 16 e os 30 anos e as inscrições devem ser feitas através da plataforma do IPDJ. Quem precisar, pode solicitar ajuda, entrando em contacto para o endereço juventude.cpaj@gmail.com. «Queres fazer a diferença real na tua comunidade e ganhar competências que salvam vidas? Junta-te a nós para sermos o motor de mudança no Juncal! Como voluntário, vais ajudar a ensinar segurança rodoviária aos mais pequenos, apoiar os nossos idosos na partilha de histórias e aprender técnicas reais de proteção civil e saúde com especialistas», refere a página do IPDJ, onde há uma descrição detalhada das atividades que serão desenvolvidas através do programa. «Vem ajudar-nos a construir um Juncal mais seguro e unido!», apela-se.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>As atividades desenvolvidas pelos voluntários passam por apoiar crianças e seniores, em iniciativas como olaria e cartas <i>Pen Pals</i>, e ajudar em <i>workshops</i> de cibersegurança, proteção civil e saúde jovem. O projeto começou ontem, dia 23, com a realização da primeira atividade, uma palestra na Calvaria de Cima, subordinada ao tema <i>Segurança contra incêndios</i>, e vai decorrer até 29 de outubro.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O projeto divide-se em três fases. Na primeira, o objetivo passa por «promover a literacia em saúde e a adoção de estilos de vida equilibrados», permitindo «capacitar os jovens e a comunidade sénior para a tomada de decisões conscientes sobre o seu bem-estar físico». Na segunda, o principal intuito é «dotar a comunidade do Juncal de medidas práticas de autoproteção e literacia de segurança, promovendo uma cultura de resiliência perante riscos naturais e sociais». Já na terceira, e última, fase, pretende-se «fomentar laços intergeracionais, promovendo a coesão social e o combate ao isolamento da população sénior, através da partilha de afetos e saberes entre crianças, jovens e idosos da freguesia». <span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Aos voluntários que fizerem parte do projeto, é-lhes feito um seguro de voluntariado e no fim cada um recebe um certificado de participação oficial, emitido pelo IPDJ. O CPAJ sensibiliza ainda para o facto de uma experiência como esta permitir que se ganhe «experiência prática e desenvolvimento de competências» e ainda que haja uma «valorização do currículo». Por outro lado, frisa que um dos benefícios do projeto é que poderá ter impacto real na comunidade do Juncal.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rádios nas escolas do concelho nascem “para dar voz aos alunos”</title>
		<link>https://oportomosense.com/radios-nas-escolas-do-concelho-nascem-para-dar-voz-aos-alunos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Mira de Aire]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Secundária de Mira de Aire]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Educativo do Juncal]]></category>
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					<description><![CDATA[Nasceram, no dia 11 de junho, duas Rádios Voz – uma na Escola Secundária de Mira de Aire e outra no Instituto Educativo do Juncal. «Dar voz aos alunos» &#8211; é este o intuito deste projeto, pensado pela equipa Jovem Autarca, liderada por António Ismail que, como porta-voz, revelou que a ideia foi do primeiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nasceram, no dia 11 de junho, duas <i>Rádios Voz</i> – uma na Escola Secundária de Mira de Aire e outra no Instituto Educativo do Juncal. «Dar voz aos alunos» &#8211; é este o intuito deste projeto, pensado pela equipa <i>Jovem Autarca</i>, liderada por António Ismail que, como porta-voz, revelou que a ideia foi do primeiro vereador, Filipe Pinto, mas que teve o aval imediato de toda a equipa para fazer acontecer. Entre os objetivos expressados pelo presidente <i>Jovem Autarca</i> estão ainda dar aos alunos a «liberdade de expressão que querem ter na escola». De sorriso no rosto, visivelmente orgulhoso por terem conseguido implementar este projeto, António Ismail admitiu «gostar de imaginar os alunos a almoçar e a ouvirem aquela música que não lhes sai da cabeça». «Agora isto passa de nós [equipa <i>Jovem Autarca</i>] para vocês», reforçou.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O vereador com o pelouro da Juventude, Pedro Vala, esteve presente na primeira emissão destas rádios, relevando que este projeto tem potencial para ser de futuro. «Apesar de as equipas do <i>Jovem Autarca</i> se renovarem, é bom que estes projetos continuem no tempo, e que as escolas tenham essa capacidade de incentivar os seus alunos e professores que coordenam para que a rádio escola seja um projeto de futuro», sublinha.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A Rádio Dom Fuas foi a parceira escolhida pelo Município para ajudar a implementar o projeto. O presidente do conselho de administração da CINCUP, detentora da Rádio Dom Fuas e d’O Portomosense, Pedro Vazão, esteve presente neste lançamento e explicou de que forma a Rádio Dom Fuas ajudou. «Dividimos este apoio em três partes, a primeira em termos técnicos, com sugestão na aquisição dos equipamentos que são muito idênticos aos que usamos na nossa rádio, a segunda, através do aconselhamento com os programas de áudio que também são idênticos aos que usamos na nossa rádio e, em terceiro, na montagem da rádio e formação das pessoas, explicando aos alunos como é que as coisas se fazem e também cativando para que dessem o passo seguinte que seria fazer parte deste projeto», detalhou Pedro Vazão.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O presidente da Câmara de Porto de Mós, Jorge Vala, em reunião de Câmara pública, ressalvou este como um «projeto bastante interessante» e que «envolveu toda a comunidade escolar» onde os jovens serão os próprios dinamizadores na rádio nos intervalos.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>A “última aula” na primeira emissão da rádio</strong></p>
<p>Além dos alunos, nestas primeiras emissões, houve convidados especiais, entre eles o presidente da Câmara de Porto de Mós, os respetivos diretores de cada escola e também professores. Na Escola Secundária de Mira de Aire, os alunos foram apanhados de surpresa quando a professora de História e Português, Ana Cristina Severa, convidada para falar sobre as canções do 25 de Abril disse, emocionada: «Eu estou a dar a minha última aula de História». Professora nesta escola desde 1994, vinda de Leiria todos os dias, no final deste dia, 11 de junho, iria «para casa». «Para o próximo ano já não estou cá», voltou a sublinhar, novamente emocionada e recebendo a ovação dos alunos e toda a comunidade escolar presente.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Fotos | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Acordo com Infraestruturas de Portugal transfere várias estradas nacionais para o Município</title>
		<link>https://oportomosense.com/acordo-com-infraestruturas-de-portugal-transfere-varias-estradas-nacionais-para-o-municipio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:14:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestruturas de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Município de Porto de Mós]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi aprovado, em reunião de Câmara, um contrato administrativo com a Infraestruturas de Portugal (IP) que transfere a titularidade de vários troços de estradas nacionais para o Município. «Pusemos sempre como condição à IP receber estes troços de estradas nacionais com a aprovação de uma rotunda na saída da Área de Localização Empresarial (ALE) [de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi aprovado, em reunião de Câmara, um contrato administrativo com a Infraestruturas de Portugal (IP) que transfere a titularidade de vários troços de estradas nacionais para o Município. «Pusemos sempre como condição à IP receber estes troços de estradas nacionais com a aprovação de uma rotunda na saída da Área de Localização Empresarial (ALE) [de Porto de Mós], ou seja, na saída para a Nacional 1, que possa configurar a redução de risco para os automobilistas, ao obrigar à redução de velocidade numa zona de aceleração e de três faixas e evitar que os veículos pesados, que saem da ALE e queiram ir para sul, não tenham que vir à rotunda aérea e depois dar a volta», explicou o presidente da Câmara, Jorge Vala. Tendo em conta isto, frisa, esta é uma «conquista muito importante».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>«Neste caso, vamos receber o troço da Estrada Nacional 243, desde a rotunda junto ao Continente de São Jorge até à ALE de Porto de Mós. Vamos também receber a Estrada Nacional 362, desde em frente da Cooperativa Agrícola do Concelho de Porto de Mós até à rotunda dos Escuteiros (Ribeira de Cima), e depois, mais à frente, depois da reta da Ribeira de Cima, junto a uma empresa de transformação de rochas», revelou o autarca.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A juntar a estes dois, o Município passa a ter também para sua gestão «dois troços do IC2 da Nacional 1 e Nacional 8 que ficaram desclassificados e que por isso a IP não gere. Um de 54 metros e outro de 2,6 quilómetros, entre a rotunda aérea em Chão da Feira até ao cruzamento limite do concelho junto ao Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota». «Como compensação, a IP entrega ao Município o valor de 634 619 euros», conclui.</p>
<p>Aquando do assunto na Assembleia Municipal, os deputados Ricardo Gomes (Chega), e Rui Marto (PS) e a presidente da Junta do Alqueidão da Serra, Patrícia Santos, expressaram sérias dúvidas relativamente ao valor da compensação, temendo os dois deputados que a verba acabe por ter de ser toda aplicada, apenas, no troço da Nacional 1 «dado ser uma via com muito movimento, inclusive, de veículos pesados, o que provoca, naturalmente, um desgaste muito maior». Desgaste esse que, segundo Rui Marto, já é bem visível.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Jorge Vala ouviu os alertas, mas preferiu destacar a importância da aprovação da rotunda junto à ALE.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Isidro Bento</strong></p>
<p><strong>Foto | Jéssica Silva</strong></p>
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		<title>Câmara volta a abrir concurso público para requalificar Gorjões</title>
		<link>https://oportomosense.com/camara-volta-a-abrir-concurso-publico-para-requalificar-gorjoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:13:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Edifício dos Gorjões]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Porto de Mós aprovou, por unanimidade, na última reunião do executivo, uma vez mais, a abertura de um concurso público para a requalificação do Edifício dos Gorjões, depois do último ter ficado deserto. O procedimento tem um valor base de 481 132, 07 euros, muito abaixo dos cerca de 418 mil do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Porto de Mós aprovou, por unanimidade, na última reunião do executivo, uma vez mais, a abertura de um concurso público para a requalificação do Edifício dos Gorjões, depois do último ter ficado deserto. O procedimento tem um valor base de 481 132, 07 euros, muito abaixo dos cerca de 418 mil do concurso que tinha sido aberto em meados de março, e muito abaixo dos 200 mil euros estimados quando o projeto começou, há cerca de três anos, a ser pensado pelo Município, recordou o presidente da autarquia, Jorge Vala.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O projeto prevê a requalificação do espaço para melhoria das condições de acessibilidade e trabalho, onde se incluem melhorias na eficiência energética e criação de novos espaços de trabalho.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Na reunião do executivo foi aprovada também a abertura do concurso para a contratação de um engenheiro florestal, depois do que tinha sido lançado ter também terminado sem interessados. «Este processo já é a segunda vez, pelo menos, que é aberto. Ficou deserto, portanto, não temos engenheiros florestais que queiram trabalhar na Câmara», lamentou. «Precisamos de ter o Gabinete Técnico Florestal constituído, por lei, e precisamos de um engenheiro florestal», frisou, revelando que o Município tem tentado junto das universidades perceber se há engenheiros recém licenciados interessados em experimentar trabalhar na Câmara de Porto de Mós mas até ao momento sem sucesso.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Foto | Lia Domingues</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fundação César Faria Thomaz  &#8211; Solar do Povo do Juncal festeja 25 anos</title>
		<link>https://oportomosense.com/fundacao-cesar-faria-thomaz-solar-do-povo-do-juncal-festeja-25-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isidro Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:12:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação César Faria Thomaz]]></category>
		<category><![CDATA[Solar do Povo do Juncal]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi em ambiente de festa que a Fundação César Faria Thomaz – Solar do Povo do Juncal assinalou, no dia 11 de junho, o seu 25.º aniversário.  Nos discursos da praxe, João Paulo Pedrosa o, até agora, diretor do Centro Distrital de Segurança Social de Leiria, focando-se no exemplo do “fundador”, César Faria Thomaz elogiou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi em ambiente de festa que a Fundação César Faria Thomaz – Solar do Povo do Juncal assinalou, no dia 11 de junho, o seu 25.º aniversário.<span class="Apple-converted-space">  </span>Nos discursos da praxe, João Paulo Pedrosa o, até agora, diretor do Centro Distrital de Segurança Social de Leiria, focando-se no exemplo do “fundador”, César Faria Thomaz elogiou a ambição e a capacidade de ver mais longe de quem, antecipando necessidades, soube dotar a terra de respostas sociais que não existem em todos os concelhos.</p>
<p>«No distrito de Leiria, nas 110 freguesias, nem todas têm algum equipamento desta natureza o que significa que a qualidade de vida das pessoas que lá residem não é a mesma que aqui no Juncal e isso faz toda a diferença», elogiou. A terminar,<span class="Apple-converted-space">  </span>apelou à comunidade para que apoie a direção porque «são voluntários que dão muito de si sem receber qualquer retribuição e é muito importante que se sintam apoiados». Além disso, afirmou, «é fundamental participar em festas de aniversário, jantares, almoços e outras atividades porque estas casas precisam de dinheiro e tudo aquilo que conseguem, investem na própria instituição».</p>
<p>Joana Vieira, presidente do conselho de administração da Fundação, realçou «a visão altruísta» de César Faria Thomaz que, em testamento, deixou verba avultada para na sua terra nascer uma fundação destinada a dar resposta a uma ou várias necessidades locais, e que é hoje «um pilar fundamental de apoio e de solidariedade na freguesia do Juncal e ao seu redor».</p>
<p>«Hoje somos uma referência em solidariedade social, impulsionados pela inovação, pelo trabalho em equipa e por uma gestão sustentável e mais do que números e estruturas celebramos as vidas que tocamos, os sorrisos que partilhamos e o conforto que proporcionamos» frisou Joana Vieira.</p>
<p>A responsável elogiou as funcionárias afirmando que «esta missão só é possível graças ao seu empenho incansável e à dedicação diária» e que «é a ética profissional, o profissionalismo, o diálogo constante e a dedicação» de cada uma que tornam o Solar do Povo «num verdadeiro lar onde cada utente é tratado como único com a sua dignidade e necessidades específicas».</p>
<p>Quanto ao futuro afirmou que «os desafios são constantes», mas que a «capacidade de adaptação, a vontade de continuar a expandir as respostas sociais para atender às necessidades emergentes da comunidade são ainda maiores». «Continuaremos a inovar e a valorizar o trabalho em equipa e a garantir que o Solar do Povo do Juncal permanece um farol de esperança e apoio», concluiu.</p>
<p>O presidente do conselho diretivo, João Manuel Coelho, agradeceu às várias entidades e pessoas que, ao longo destes 25 anos, têm colaborado com a instituição, fazendo uma ressalva especial para as equipas técnicas e da saúde do Solar do Povo.</p>
<p>«Para conseguirmos chegar aqui houve muita gente antes de nós que trabalhou para termos o que temos hoje. Portanto, nós somos os seguidores de quem iniciou o trabalho e a quem agradeço a coragem de terem posto isto a funcionar», destacou o dirigente. De acordo com João Coelho, «o bem-estar dos idosos tem sido sempre a primeira preocupação das equipas diretivas», qualquer uma delas «com muitas e muitas horas<span class="Apple-converted-space">  </span>de dedicação a esta casa e sempre de forma gratuita».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Interveio, ainda, o presidente da Junta do Juncal, Vítor Raimundo que deu «os parabéns ao Solar do Povo», expressou o seu «orgulho por ter uma instituição como esta na freguesia» e elogiou «o trabalho que tem desenvolvido» desde a primeira hora.</p>
<p>Concluído este momento, foi feito o reconhecimento de várias colaboradoras. As primeiras distinguidas foram Isaura Virgílio e Helena Ferreira que se reformaram no ano anterior, tendo esta última lido, com emoção, um texto sobre a sua passagem pela instituição. A seguir foram entregues lembranças às funcionárias com 25 anos de casa, Fátima Silva e Ana Sampaio (a diretora técnica). Numa breve intervenção, Ana Sampaio, recordou que a 1 de junho de 2001, quando o Solar do Povo abriu portas, «era tudo bem diferente, havia cinco funcionárias e outros tantos utentes». Desse quarto de século recordou como especialmente marcante, tanto para a instituição como para ela própria, «o período do Covid».</p>
<p>«Esta instituição existe porque houve um juncalense chamado César Faria Thomaz que assim o quis. Ele queria que algo de glorioso acontecesse aqui e essa grandiosidade em cuidar não podia ser numa casa mas sim num solar, onde cuidamos diariamente e onde fazemos um serviço de excelência». Mas para que isso assim continue «é fundamental dar as mãos porque só com trabalho de equipa é que se consegue», realçou.</p>
<p>Houve depois a atuação da cantora Paula Roxo e da SessenTuna, a tuna académica sénior do Instituto Politécnico de Leiria. Já na reta final, foi oferecido um lanche no decorrer do qual se cantaram os parabéns ao aniversariante. Já mesmo a fechar houve a atuação da Escola de Concertinas do Juncal.</p>
<p><strong>Foto | Isidro Bento</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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