<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Jornal O Portomosense</title>
	<atom:link href="https://oportomosense.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://oportomosense.com</link>
	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 13 Aug 2026 14:25:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>

<image>
	<url>https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/cropped-icon-pms-32x32.png</url>
	<title>Jornal O Portomosense</title>
	<link>https://oportomosense.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Dia do Município da Batalha conta com presença do Presidente da República</title>
		<link>https://oportomosense.com/dia-do-municipio-da-batalha-conta-com-presenca-do-presidente-da-republica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 14:24:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Regional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Batalha]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Município da Batalha]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=47432</guid>

					<description><![CDATA[O Dia do Município da Batalha é assinalado esta sexta-feira, dia 14, com uma cerimónia solene e a inauguração da nova Unidade de Saúde da Batalha. As comemorações contam com a presença do Presidente da República, António José Seguro. O programa começa às 9h30, com o hastear da bandeira nos Paços do Concelho, seguindo-se, às [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia do Município da Batalha é assinalado esta sexta-feira, dia 14, com uma cerimónia solene e a inauguração da nova Unidade de Saúde da Batalha. As comemorações contam com a presença do Presidente da República, António José Seguro.</p>
<p>O programa começa às 9h30, com o hastear da bandeira nos Paços do Concelho, seguindo-se, às 10 horas, a sessão solene no Auditório Municipal. Durante a cerimónia serão homenageadas as empresas, entidades e voluntários que contribuíram para a recuperação do concelho após a tempestade Kristin. Serão ainda entregues medalhas a funcionários municipais aposentados e distinguidos os atletas Afonso Costa e Silva e David Barroso Marques pelos resultados desportivos alcançados.</p>
<p>As comemorações prosseguem com a inauguração da nova Unidade de Saúde da Batalha, na Avenida dos Descobrimentos, que contará também com a presença da secretária de Estado da Saúde, Ana Povo. As novas instalações serão abençoadas pelo bispo de Leiria-Fátima, D. José Ornelas.</p>
<p>O programa termina com um almoço de agradecimento aos voluntários que auxiliaram o concelho no pós-tempestade Kristin, no recinto das Festas da Batalha, no Parque Santa Maria da Vitória, também com a presença do Presidente da República.</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Festas em Honra de Nossa Senhora do Rosário&#8221; no Alqueidão da Serra</title>
		<link>https://oportomosense.com/festas-em-honra-de-nossa-senhora-do-rosario-no-alqueidao-da-serra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 14:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Alqueidão da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Festas em Honra de Nossa Senhora do Rosário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=47420</guid>

					<description><![CDATA[Entre os dias 15 e 17, as Festas em Honra de Nossa Senhora do Rosário realizam-se no Alqueidão da Serra. Durante os três dias, estão previstas várias missas e procissões, a recolha dos andores, a entrega da bandeira, teatro, arruadas e animação musical. Na segunda-feira, realiza-se ainda a Missa do Emigrante. A festa conta também [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 15 e 17, as <em>Festas em Honra de Nossa Senhora do Rosário</em> realizam-se no Alqueidão da Serra.</p>
<p>Durante os três dias, estão previstas várias missas e procissões, a recolha dos andores, a entrega da bandeira, teatro, arruadas e animação musical. Na segunda-feira, realiza-se ainda a Missa do Emigrante. A festa conta também com restaurante, bar e animação destinada às crianças.</p>
<p>O programa completo pode ser consultado abaixo.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47421" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/20260721-porto-de-mos-alqueidao-da-serra.jpg" alt="20260721 porto de mos alqueidao da serra | Jornal O Portomosense" width="1131" height="1600" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/20260721-porto-de-mos-alqueidao-da-serra.jpg 1131w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/20260721-porto-de-mos-alqueidao-da-serra-980x1386.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/20260721-porto-de-mos-alqueidao-da-serra-480x679.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1131px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Castelo de Porto de Mós assinala Batalha de Aljubarrota com concerto de música antiga</title>
		<link>https://oportomosense.com/castelo-de-porto-de-mos-assinala-batalha-de-aljubarrota-com-concerto-de-musica-antiga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 07:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Batalha de Aljubarrota]]></category>
		<category><![CDATA[Castelo de Porto de Mós]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=47287</guid>

					<description><![CDATA[O Castelo de Porto de Mós acolhe, na sexta-feira, dia 14, pelas 17 horas, o concerto Memórias de Melancolia e Luz, integrado nas comemorações da Batalha de Aljubarrota. A entrada é gratuita, tal como o acesso ao castelo durante todo o dia. O espetáculo de música antiga será interpretado por António Alves, na voz, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Castelo de Porto de Mós acolhe, na sexta-feira, dia 14, pelas 17 horas, o concerto <em>Memórias de Melancolia e Luz</em>, integrado nas comemorações da Batalha de Aljubarrota. A entrada é gratuita, tal como o acesso ao castelo durante todo o dia.</p>
<p>O espetáculo de música antiga será interpretado por António Alves, na voz, e Fernando Espanhol, na guitarra-lute, proporcionando um momento em que «património, cultura e memória se unem num cenário único», refere a organização.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47290" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/20260728_180149_1782_1_1000_1000-1.png" alt="20260728 180149 1782 1 1000 1000 1 | Jornal O Portomosense" width="1000" height="1000" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/20260728_180149_1782_1_1000_1000-1.png 1000w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/20260728_180149_1782_1_1000_1000-1-980x980.png 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/20260728_180149_1782_1_1000_1000-1-480x480.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1000px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | Jéssica Moás de Sá</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>União de Freguesias de Arrimal e Mendiga dinamiza &#8220;Passeio de Jovens&#8221;</title>
		<link>https://oportomosense.com/uniao-de-freguesias-de-arrimal-e-mendiga-dinamiza-passeio-de-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 07:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Arrimal e Mendiga]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Junta de Freguesia de Arrimal e Mendiga]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=47277</guid>

					<description><![CDATA[A União das Freguesias de Arrimal e Mendiga vai promover um Passeio de Jovens, marcado para o dia 29 de agosto e destinado a participantes com idades entre os 18 e os 35 anos. A iniciativa, segundo uma publicação nas redes sociais, pretende proporcionar «um dia diferente, criar memórias e aproveitar momentos inesquecíveis», convidando os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A União das Freguesias de Arrimal e Mendiga vai promover um Passeio de Jovens, marcado para o dia 29 de agosto e destinado a participantes com idades entre os 18 e os 35 anos.</p>
<p>A iniciativa, segundo uma publicação nas redes sociais, pretende proporcionar «um dia diferente, criar memórias e aproveitar momentos inesquecíveis», convidando os jovens da freguesia a participar numa atividade de convívio e lazer.</p>
<p>As inscrições decorrem até 14 de agosto, podendo ser efetuadas na sede da Junta de Freguesia, na Mendiga, através do telefone 244 450 353 ou do endereço de correio eletrónico <a href="mailto:geral@uf-arrimal-mendiga.pt">geral@uf-arrimal-mendiga.pt</a>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47278" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/758831166_1341145321469327_4365528946480790613_n.jpg" alt="758831166 1341145321469327 4365528946480790613 n | Jornal O Portomosense" width="864" height="1225" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/758831166_1341145321469327_4365528946480790613_n.jpg 864w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/758831166_1341145321469327_4365528946480790613_n-480x681.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 864px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bianca Almeida conquista o primeiro título de ténis de mesa do GD Pedreiras</title>
		<link>https://oportomosense.com/bianca-almeida-conquista-o-primeiro-titulo-de-tenis-de-mesa-do-gd-pedreiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Lourenço]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 06:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Pedreiras]]></category>
		<category><![CDATA[Bianca Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[GD Pedreiras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=47358</guid>

					<description><![CDATA[Apenas alguns meses após a criação da modalidade de ténis de mesa no Grupo Desportivo das Pedreiras (GDP), o clube  já celebra a primeira conquista. A atleta Bianca Almeida, de 10 anos, venceu na categoria de sub-11 femininos no VII Torneio Aberto de Ténis de Mesa dos Amigos da Freguesia de Arazede (AFA), realizado nos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas alguns meses após a criação da modalidade de ténis de mesa no Grupo Desportivo das Pedreiras (GDP), o clube<span class="Apple-converted-space">  </span>já celebra a primeira conquista. A atleta Bianca Almeida, de 10 anos, venceu na categoria de sub-11 femininos no <i>VII Torneio Aberto de Ténis de Mesa dos Amigos da Freguesia de Arazede</i> (AFA), realizado nos dias 25 e 26 de julho, que reuniu 132 atletas de 31 clubes de vários distritos do país.</p>
<p>Em declarações ao nosso jornal, o treinador Nelson Santos faz até agora um balanço positivo da modalidade no clube, atualmente o único do concelho de Porto de Mós a promover a prática de ténis de mesa. «Atendendo ao resultado que a Bianca conseguiu, foi positivo. E vamos ver agora como é que nos vamos portar daqui em diante», afirma.</p>
<p>Apesar de o projeto ainda estar numa fase inicial, o treinador mostra-se otimista quanto ao futuro da modalidade. «Iniciámos com seis atletas. Houve situações familiares e questões de saúde que levaram alguns a sair, mas neste momento, estamos com cinco. Temos a perspetiva de, em setembro, receber mais dois ou três atletas. Já vieram pais falar connosco e vamos aguardar agora a divulgação que vamos fazer», explica.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Primeira vitória abre caminho ao futuro</strong></p>
<p>A conquista de Bianca Almeida representa um momento marcante para o clube. «Foi muito importante, porque estamos no ano zero. Foi fruto do trabalho de todos os envolvidos, da dedicação dela e também da disponibilidade dos pais, que sempre a acompanharam», sublinha o treinador.</p>
<p>Depois de acompanhar a evolução de Bianca, Nelson Santos considera que a conquista é o reflexo do empenho demonstrado pela jovem atleta. «A perseverança, a atitude e a disponibilidade que ela teve sempre para os treinos» foram determinantes para alcançar este resultado.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Bianca Almeida, que pratica ténis de mesa há apenas nove meses, confessa que a modalidade surgiu por curiosidade. «Vi as outras crianças a jogarem na escola e pensei: &#8220;Porque não tentar jogar uma vez?&#8221;. E vi que estava a gostar de jogar e continuei», declara.</p>
<p>A jovem atleta admite que a vitória foi inesperada. «Fiquei muito feliz, não estava à espera de vencer. Foi uma sensação muito boa, porque trabalhei com muita dedicação para esse objetivo e é muito bom ficar no pódio», admite.</p>
<p>Apesar da idade, Bianca já traça metas ambiciosas. «Os meus objetivos daqui para a frente são trabalhar ainda mais para conseguir chegar mais além e participar em torneios nacionais», afirma, deixando ainda um agradecimento ao treinador: «Obrigada ao meu treinador Nelson Santos, sem ele nada disto era possível».</p>
<p>Depois desta primeira conquista, o GD Pedreiras pretende continuar a apostar na formação, participar em mais provas distritais e nacionais e, no futuro, organizar um torneio no concelho, reforçando a presença do ténis de mesa na região.</p>
<p><strong>Revisão | Isidro Bento</strong></p>
<p><strong>Foto | GDP</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Relação de Coimbra confirma absolvição de antigo funcionário da Segurança Social acusado de dois crimes</title>
		<link>https://oportomosense.com/relacao-de-coimbra-confirma-absolvicao-de-antigo-funcionario-da-seguranca-social-acusado-de-dois-crimes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isidro Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 06:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Social]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Coletivo do Juízo Central Criminal de Leiria]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal da Relação de Coimbra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=47324</guid>

					<description><![CDATA[“A montanha pariu um rato”. A expressão popular usada pela defesa do ex-funcionário da Segurança Social, de Porto de Mós, absolvido pelo Tribunal Coletivo do Juízo Central Criminal de Leiria, dos crimes de corrupção ativa e de branqueamento de que era acusado, parece ilustrar bem o resultado final de um processo que começou com 48 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“A montanha pariu um rato”. A expressão popular usada pela defesa do ex-funcionário da Segurança Social, de Porto de Mós, absolvido pelo Tribunal Coletivo do Juízo Central Criminal de Leiria, dos crimes de corrupção ativa e de branqueamento de que era acusado, parece ilustrar bem o resultado final de um processo que começou com 48 arguidos e terminou, apenas, com dois em tribunal, ambos, posteriormente, absolvidos.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Para que se perceba este e outros considerandos que constam da resposta da defesa ao segundo e último recurso apresentado pelo Ministério Público relativamente ao caso de alegada intermediação, a troco de dinheiro, de processos para facilitar a atribuição de pensões por invalidez há que empreender uma viagem no tempo, a começar no “longínquo” dezembro de 2015.</p>
<p>No dia 15 desse mês, o Departamento de Investigação Criminal de Leiria, da Polícia Judiciária, dava conta, em comunicado, aos órgãos de comunicação social, da detenção em Porto de Mós e em Lisboa de «três homens e uma mulher fortemente indiciados pela prática reiterada dos crimes de fraude contra a Segurança Social, corrupção e associação criminosa». Os detidos eram dois médicos e um aposentado da Segurança Social, os três de Porto de Mós, e um funcionário da Segurança Social, de Lisboa. Sujeitos a primeiro interrogatório no Tribunal de Leiria, apenas o antigo funcionário ficou detido, saindo os outros três sob caução.</p>
<p><strong>Acusação deduzida seis anos depois</strong></p>
<p>A acusação por parte do Ministério Público foi deduzida apenas em finais de 2021. Relativamente aos dois médicos, após perícia técnica aos relatórios clínicos elaborados por aqueles, pedida ao Instituto de Medicina Legal e Ciências Forenses, o Ministério Público conclui pelo «arquivamento dos autos» e o levantamento do arresto provisório que tinha sido feito a valores mobiliários, contas bancárias e bens imóveis» de cada um deles. O despacho de arquivamento<span class="Apple-converted-space">  </span>“estendeu-se” aos 44 outros arguidos do mesmo processo, cada um, naturalmente, por razões diferentes.</p>
<p>Assim, e como já se referiu o Ministério Público proferiu a acusação relativamente a, apenas, dois arguidos. Além dos crimes de que eram acusados, ambos incorriam na «pena acessória de inibição do exercício de função» e no caso do arguido de Porto de Mós era pedido ainda que fosse declarada «perdida a favor do Estado a quantia de 655 069,43 euros», valor que se alegava na altura, seria, possivelmente, resultante da «atividade criminosa».</p>
<p><strong>Absolvidos de todos os crimes</strong></p>
<p>Realizado o julgamento, em 11 de outubro de 2023, em acórdão do Tribunal Coletivo do Juízo Central Criminal de Leiria, «o Tribunal julga totalmente improcedente a acusação deduzida contra os arguidos» e em consequência disso «absolve o arguido [portomosense] da prática em autoria material, na forma consumada e em concurso real de: um crime de corrupção ativa (…); um crime de branqueamento, e declara extinto o termo de identidade e residência, bem como a caução prestada. Por seu turno, absolve o arguido residente em Lisboa, de um crime de corrupção passiva.</p>
<p>No mesmo acórdão, o tribunal julga totalmente improcedente o pedido de perda ampliada, deduzido pelo Ministério Público contra os arguidos, bem como o de indemnização civil deduzido pelo Instituto de Segurança Social I.P.. Após trânsito em julgado deveriam ainda ser restituídos aos seus proprietários os objetos e valores apreendidos».</p>
<p>Insatisfeito com a decisão, em 11 de novembro de 2023, o Ministério Público interpõe recurso para o Tribunal da Relação de Coimbra (5º Secção). Perante os argumentos jurídicos apresentados, a Relação entende que «a omissão da enumeração dos factos objeto do processo e do exame crítico das provas (…), gerador da insuficiência da fundamentação, constitui fundamento de nulidade da decisão/sentença (…) tornando inválido, apenas o ato processual decisório apreciado (sentença)», devendo, por isso, «os mesmos julgadores de primeira instância proceder à elaboração e leitura de novo acordão».</p>
<p><strong>Tribunal obrigado a elaborar novo acórdão</strong></p>
<p>Acatada a decisão, o Tribunal Coletivo do Juízo Central Criminal de Leiria, elabora novo acórdão, datado de 2 de abril de 2025, mas este não altera em nada a sentença anteriormente proferida, ou seja, «o tribunal julga totalmente improcedente a acusação deduzida contra os arguidos».</p>
<p>A 16 de junho de 2025, o Ministério Público volta à carga com novo recurso para a Relação de Coimbra. Em resposta, a defesa afirma que «o Ministério Público está-se a agarrar a uma “narrativa” que não tem qualquer correspondência com a realidade, de forma a que se evite que uma investigação de mais de 5 anos, não dê em nada». Em suma, afirma a defesa do antigo funcionário da Segurança Social, «há um velho ditado que resume o que se passou nesta investigação: a montanha pariu um rato». Além disso, «o Ministério Público não quis fazer o que tinha de ser feito: proferir um despacho de arquivamento em relação a todos os arguidos e não só em relação a 46 arguidos», sublinha a resposta da defesa.</p>
<p><strong>Absolvição confirmada duas vezes pela Relação</strong></p>
<p>Apresentados os argumentos de ambas as partes, a decisão do tribunal superior permanece, contudo, sem quaisquer alterações. «Pelas razões expostas, declara-se totalmente improcedente o recurso interposto pelo Ministério Público, mantendo-se na íntegra o acórdão recorrido» lê-se no novo acórdão datado de 28 de maio de 2026. Dito de outra forma, apesar dos dois recursos apresentados ao longo do tempo ao Tribunal da Relação de Coimbra, este decidiu sempre pela manutenção, sem alterações da decisão da 1ª instância e essa foi de absolvição das acusações de corrupção ativa e de branqueamento (de capitais) que pendiam sobre o arguido de Porto de Mós, e a de corrupção passiva e branqueamento pela qual respondia o arguido residente em Lisboa.</p>
<p><strong>Foto | Rafael Duque</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Expropriações já não constituem problema para o avanço das obras da EN243</title>
		<link>https://oportomosense.com/expropriacoes-ja-nao-constituem-problema-para-o-avanco-das-obras-da-en243/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isidro Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 06:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[en243]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=47321</guid>

					<description><![CDATA[O processo de expropriação dos terrenos de que a empresa Infraestruturas de Portugal (IP) necessita para que seja levada a cabo a obra de reparação do troço da estrada EN243 entre o Livramento e Alcaria já está concluído, anunciou o vice-presidente da Câmara, Eduardo Amaral, na última reunião do executivo. De acordo com o responsável, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O processo de expropriação dos terrenos de que a empresa Infraestruturas de Portugal (IP) necessita para que seja levada a cabo a obra de reparação do troço da estrada EN243 entre o Livramento e Alcaria já está concluído, anunciou o vice-presidente da Câmara, Eduardo Amaral, na última reunião do executivo.</p>
<p>De acordo com o responsável, e segundo informação que recebera nesse mesmo dia da parte do presidente da Câmara (atualmente em gozo de férias), «as expropriações estão concluídas e a obra irá ser presente ao conselho de administração da IP».</p>
<p>Recorde-se que na anterior reunião, o presidente, Jorge Vala, informara os vereadores de uma visita de elementos da administração da empresa ao local, na sequência da qual haviam referido que o projeto de intervenção já estava aprovado mas que seria «necessário expropriar terrenos de 10 proprietários». Nesse sentido, «a IP colocou um técnico no terreno a consultá-los, para tentar uma primeira avaliação da aceitação mas, mesmo assim, vai avançar para um processo de expropriação com base na utilidade pública para não se perder mais tempo», referiu na altura.</p>
<p>Quinze dias depois o assunto voltou à reunião agora pela mão do vereador do Chega, Licínio Ferraria. O autarca pediu o ponto de situação relativamente à obra, tendo avançado, ainda, com uma sugestão para desbloquear o eventual problema com as expropriações.</p>
<p>Licínio Ferraria disse que nessa semana fora aprovada «uma atualização ao decreto-lei das expropriações passando estas para o domínio dos municípios», pelo que uma solução para resolver eventuais entraves seria «a Assembleia Municipal evocar o interesse público» por forma a agilizar o processo de modo a se poder dar início rapidamente «à reconstrução ou construção da obra».</p>
<p><strong>&#8220;Já tanta coisa nos foi dita&#8221;</strong></p>
<p>Em resposta, Eduardo Amaral confirmou que houve «duas situações em que os proprietários estavam no estrangeiro», o que dificultou a sua identificação e o estabelecimento de contacto mas que à data esse problema já estava ultrapassado. «De qualquer forma teria de ser sempre a IP a avançar com o processo de expropriação» frisou avançando, ainda, que a Câmara colaborou de forma ativa com a empresa no sentido de identificar os 10 proprietários e permitir que se chegasse à fala com eles o mais rapidamente possível.</p>
<p>Eduardo Amaral congratulou-se por ter sido ultrapassado o mais recente obstáculo ao arranque da obra, e fez votos para que isso possa agora acontecer porque «já tanta coisa foi dita à Câmara e que depois não se veio a concretizar».</p>
<p><span class="Apple-converted-space"> </span>«O que queremos é que seja um processo o mais ágil e rápido possível e ao longo de todo este tempo temos manifestado sistematicamente tanto junto da IP como do Ministério a preocupação pelas dificuldades que as populações e os seus negócios passam», afirmou o responsável<span class="Apple-converted-space">  </span>reconhecendo que a situação «começa a limitar alguns dos negócios» e a atividade turística de Alvados e Alcaria e também de Mira de Aire.</p>
<p>O vice-presidente deixou claro que a Câmara «tem de ter uma intervenção bastante próxima e às vezes até contudente [junto das entidades responsáveis]» uma vez que também «já não consegue aguentar a demora do processo».</p>
<p>De acordo com as últimas informações disponíveis, a obra deverá arrancar apenas no final do verão, prevendo-se que esteja concluída algures no primeiro semestre de 2027.</p>
<p><strong>Foto | Isidro Bento</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Teatro de Rua sempre com &#8220;casa cheia&#8221;</title>
		<link>https://oportomosense.com/teatro-de-rua-sempre-com-casa-cheia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 06:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro de Rua]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=47349</guid>

					<description><![CDATA[Seis grupos, seis noites, seis espetáculos inéditos que juntaram em cada dia uma pequena multidão constituída por pessoas de diferentes faixas etárias. Assim foi a edição 11 do Festival de Teatro de Rua de Porto de Mós que decorreu entre os dias 26 de julho e 9 de agosto e no qual participaram seis grupos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Seis grupos, seis noites, seis espetáculos inéditos que juntaram em cada dia uma pequena multidão constituída por pessoas de diferentes faixas etárias. Assim foi a edição 11 do Festival de Teatro de Rua de Porto de Mós que decorreu entre os dias 26 de julho e 9 de agosto e no qual participaram seis grupos do concelho sob a coordenação artística do Leirena Teatro.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Desafiados pel´O Portomosense todos<span class="Apple-converted-space">  </span>aceitaram partilhar com os nossos leitores, um brevíssimo comentário sobre a forma como correu a sua apresentação neste festival.</p>
<blockquote><p><strong>Teatr&#8217;Ambu &#8211; Grupo de Teatro de São Jorge</strong><b></b></p>
<p>“Vende-se” (26 de julho)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47350" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Teatr-Ambu-Teatro-de-Rua-2026_CMPM.jpg" alt="Teatr Ambu Teatro de Rua 2026 CMPM | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Teatr-Ambu-Teatro-de-Rua-2026_CMPM.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Teatr-Ambu-Teatro-de-Rua-2026_CMPM-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Teatr-Ambu-Teatro-de-Rua-2026_CMPM-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«O grupo Teatr&#8217;Ambu, da A.S.S.V. S.Jorge, levou a cena a peça <i>Vende-se</i>. É uma peça cómica e pretende passar a mensagem que o valor de uma aldeia está nas suas memórias,<span class="Apple-converted-space">  </span>tradições e costumes. Não devemos trocar essa identidade em prol do desenvolvimento desmesurado, que descaraterizam as nossas aldeias. No entanto, estamos abertos a todos os que quiserem vir para a nossa aldeia, pois todos aqui são bem vindos. A peça correu muito bem, a plateia estava cheia, o que nos surpreendeu, uma vez que era domingo e o 1° dia do festival. Sentimos o calor do público com as suas gargalhadas.»</p>
<p><i>Margarida Gomes<span class="Apple-converted-space"> </span></i></p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Teatro Olaré &#8211; Grupo de Teatro de Serro Ventoso</strong></p>
<p>&#8220;Bem-vindos (Welcome, Bienvenidos, Bienvenue)&#8221; (31 de julho)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47351" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Teatro-Olare-Teatro-de-Rua-2026_CMPM.jpg" alt="Teatro Olare Teatro de Rua 2026 CMPM | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Teatro-Olare-Teatro-de-Rua-2026_CMPM.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Teatro-Olare-Teatro-de-Rua-2026_CMPM-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Teatro-Olare-Teatro-de-Rua-2026_CMPM-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«Inspirados pelo tema interculturalidade, a peça contou com a participação de uma senhora venezuelana e da sua filha (que nasceu e cresceu no Chile para onde a mãe emigrou), ambas a residir em Serro Ventoso.</p>
<p>Aproveitámos muita da experiência delas para em comédia satírica denunciar situações de preconceito e de xenofobia e uma burocracia sem fim que dificultam imenso a integração dos estrangeiros em Portugal, pese embora a maioria ainda continue a acolher bem quem cá chega. Integrámo-las na comunidade através de uma atividade cultural. Aprendemos com elas e elas connosco.»</p>
<p><i>Márcia Venda</i></p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Os Miúdos da Serra &#8211; Grupo de Teatro do Alqueidão da Serra</strong></p>
<p>“Eles vêm de longe&#8230; Entre caminhos&#8230; viemos de longe” (1 de agosto)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47354" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Os-Miudos-da-Serra-Teatro-de-Rua-2026_CMPM.jpg" alt="Os Miudos da Serra Teatro de Rua 2026 CMPM | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Os-Miudos-da-Serra-Teatro-de-Rua-2026_CMPM.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Os-Miudos-da-Serra-Teatro-de-Rua-2026_CMPM-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Os-Miudos-da-Serra-Teatro-de-Rua-2026_CMPM-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«Os Miúdos da Serra fazem um balanço muito positivo da sua participação nesta edição, marcada pela estreia da peça <i>Eles vêm de longe&#8230; Entre caminhos&#8230; viemos de longe</i>, perante muito público, como já é habitual. O espetáculo conduziu o público por uma viagem entre o passado e o presente, abordando temas como a migração, a identidade e a esperança. Apesar da sua complexidade, acreditamos que a peça ganha uma dimensão única por ser interpretada por crianças e jovens.»</p>
<p><i>Sérgio Miranda</i></p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Juncateatro &#8211; Grupo Regional do Juncal</strong><b></b></p>
<p>A República – Bistrô &amp; Restaurante (2 de agosto)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47355" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Juncateatro-Teatro-de-Rua-2026_CMPM.jpg" alt="Juncateatro Teatro de Rua 2026 CMPM | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Juncateatro-Teatro-de-Rua-2026_CMPM.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Juncateatro-Teatro-de-Rua-2026_CMPM-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Juncateatro-Teatro-de-Rua-2026_CMPM-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«Uma República não é feita de pessoas iguais mas de pessoas diferentes que se sentam à mesma mesa”. Este, o mote do espetáculo que o Juncateatro apresentou<span class="Apple-converted-space">  </span>no Festival de Teatro de Rua. A autoria e encenação é de Frèdèric da Cruz Pires. Como o tema era a interculturalidade o grupo integrou quatro pessoas de culturas diferentes residentes entre nós. O espetáculo foi do agrado geral e será repetido no Juncal, no dia 12 de setembro.»</p>
<p><i>Júlio Martins</i></p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Um Par de Cinco &#8211; Grupo de Teatro de Mira de Aire</strong></p>
<p>Re-união (8 de agosto)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47353" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Um-Par-de-Cinco-Teatro-de-Rua-2026_CMPM.jpg" alt="Um Par de Cinco Teatro de Rua 2026 CMPM | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Um-Par-de-Cinco-Teatro-de-Rua-2026_CMPM.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Um-Par-de-Cinco-Teatro-de-Rua-2026_CMPM-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Um-Par-de-Cinco-Teatro-de-Rua-2026_CMPM-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«O grupo Um Par de 5 levou ao Festival a peça <i>Re-união</i>. Para nós, foi o mais fraco de tudo o que temos feito e foi também o que nos correu pior. O espetáculo fala de uma pessoa de fora que chega a um bairro e quer fazer uma festa, mas os restantes moradores não aceitam bem essa diferença. Às vezes, não são as pessoas de fora que estão mal: são as pessoas de dentro que já estão habituadas àquele ritmo. Tivemos muitos problemas e poucos ensaios e, por isso, não saímos com aquele sentimento de missão cumprida que costumamos ter.».</p>
<p><i>Susana Rodrigues</i></p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Trupêgo &#8211; Grupo de Teatro de Porto de Mós</strong><b></b></p>
<p>Os inquietadores (9 de agosto)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47352" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Trupego-Teatro-de-Rua-2026_CMPM.jpg" alt="Trupego Teatro de Rua 2026 CMPM | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Trupego-Teatro-de-Rua-2026_CMPM.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Trupego-Teatro-de-Rua-2026_CMPM-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Trupego-Teatro-de-Rua-2026_CMPM-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«O Grupo de Teatro Trupêgo levou ao Festival de Teatro de Rua a peça <i>Os Inquietadores</i>. Foi bastante bom e correu bem apesar de haver aqueles pequenos falhanços que são normais. A peça partiu do tema proposto pela Câmara e fomos buscar questões da história de Portugal, antiga e recente, para ilustrar que podemos ser um país que acolhe bem. Mostrámos também que somos um conjunto de várias origens, desde a nossa fundação até aos dias de hoje, em que nos misturámos com várias etnias. Foi mais um teatro de grupo e esperamos voltar no próximo ano.»</p>
<p><i>António Almeida</i></p></blockquote>
<p><strong>Texto | Isidro Bento e Jéssica Lourenço</strong></p>
<p><strong>Fotos | CMPM</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quatro propostas do Orçamento Participativo de Porto de Mós em votação até dia 30 de setembro</title>
		<link>https://oportomosense.com/quatro-propostas-do-orcamento-participativo-de-porto-de-mos-em-votacao-ate-dia-30-de-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 06:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento Participativo de Porto de Mós]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=47327</guid>

					<description><![CDATA[Está, desde 1 de agosto, em fase de votação, o Orçamento Participativo (OP) de Porto de Mós, fase que se prolonga até 30 de setembro. Das oito propostas que foram inicialmente apresentadas, apenas quatro “chegaram” à fase de votação. «Quatro propostas cumprem todos os critérios regulamentares e são validadas diretamente para passar à fase de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está, desde 1 de agosto, em fase de votação, o Orçamento Participativo (OP) de Porto de Mós, fase que se prolonga até 30 de setembro. Das oito propostas que foram inicialmente apresentadas, apenas quatro “chegaram” à fase de votação. «Quatro propostas cumprem todos os critérios regulamentares e são validadas diretamente para passar à fase de votação e quatro propostas apresentaram problemas de desconformidade com o regulamento», pode ler-se na página do OP (https://op.municipio-portodemos.pt). Os proponentes cujas propostas tinham desconformidades tiveram até dia 31 de julho para as «eliminar». O artigo invocado que «contraria» as regras do OP é o Artigo 13º, nº2 e as alíneas h), d) e m) que dizem não aceitar projetos que: «Contrariem ou sejam incompatíveis com planos, projetos municipais e legislação em vigor»; «Não sejam suficientemente específicas, orçamentadas e delimitadas no território municipal» e «cuja execução implique a utilização de terrenos do domínio público ou privado, sem a respetiva autorização prévia dos legítimos proprietários». A lista completa de projetos que foram apresentados está disponível também na página do OP.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Abaixo apresentamos, pelas palavras dos seus proponentes, os quatro projetos aprovados e que estão agora disponíveis para votação. Cada cidadão, recenseado ou natural do concelho, pode votar em dois projetos «através do portal de participação do OP, via SMS, ou presencialmente em Assembleias Participativas nas Juntas de Freguesia em horário a definir». O «projeto mais votado será integrado na proposta de Orçamento Municipal e no Plano de Atividades do Município». Caso o «projeto vencedor não atinja, no seu investimento total, o montante previsto do OP do ano em questão, pode ser executado o segundo projeto mais votado, desde que a soma de ambos não ultrapasse o montante total destinado» para este projeto.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<blockquote><p><strong>“Uma nova Vida para uma Escola antiga”</strong> (Proposta n.º 1)</p>
<p>Proponente: Leonardo Sousa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47331" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-1_DR.jpg" alt="Op proposta 1 DR | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-1_DR.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-1_DR-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-1_DR-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«O projeto de requalificação da Antiga Escola Primária do Arrimal, sob o mote &#8220;Uma nova Vida para uma Escola antiga&#8221;, visa a criação de um novo espaço cultural para a União das Freguesias de Arrimal e Mendiga. A infraestrutura será dotada de valências para o Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros e integrará um núcleo museológico para a salvaguarda do acervo histórico e das tradições locais. Adicionalmente, será replicada uma cozinha típica das casas serranas para acolher a &#8220;Cozinha do Torrelho&#8221;, um espaço pedagógico dedicado à transmissão do saber-fazer de um dos patrimónios gastronómicos locais, neste caso dos famosos torrelhos, a todas as gerações. O projeto devolve desta forma o edifício à comunidade perpetuando a sua função original: o ensino e a aprendizagem».<span class="Apple-converted-space"> </span></p></blockquote>
<blockquote><p><strong>“Rota dos ALGARES, Proteção e Natureza”</strong> (Proposta n.º 2)</p>
<p>Proponente: Diogo Cordeiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47328" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-2_DR.jpg" alt="Op proposta 2 DR | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-2_DR.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-2_DR-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-2_DR-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«A presente proposta tem como objetivo a valorização, proteção e divulgação dos ALGARES existentes no concelho de Porto de Mós, através da criação de um trilho interpretativo seguro, associado à implementação de medidas de sinalização e proteção física dos mesmos. 1) Colocação de sinalização de segurança. 2) De modo a tomar partido do facto de possuirmos os maiores ALGARES de Portugal podemos fazer algo mais turístico para os visitantes do nosso concelho, como por exemplo a colocação de um cartaz informativo sobre o as características do ALGAR, sobre histórias, lendas ou fauna e flora existentes na zona. 3) Murar ALGARES, para evitar queda de pessoas e animais. À semelhança do que já foi feito no passado com a famosa pedra seca imagem de marca do nosso concelho. 4) Rota dos ALGARES, com a implementação de medidas de proteção e sinalização dos ALGARES, quer através da instalação de barreiras de segurança, (Muros) quer pela colocação de sinalética adequada, ficam reunidas as condições para a criação de um novo percurso pedestre interpretativo, concebido com elevados padrões de segurança e valorização patrimonial. Este trilho, devidamente sinalizado e protegido, permitirá a passagem por alguns dos ALGARES mais profundos de Portugal, constituindo um importante fator de valorização da Serra, do concelho de Porto de Mós e, em particular, desta zona serrana, que, apesar do seu elevado valor natural e geológico, tem permanecido relativamente esquecida no contexto do desenvolvimento e promoção do território municipal. Área de Intervenção: Planalto entre a Serra da Sobreira, Azelha e Cabeça das Pombas.»</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>“Parque de Merendas do São Miguel do Peral”</strong> (Proposta n.º 6)</p>
<p>Proponente: João Carreira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47329" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-6_DR.jpg" alt="Op proposta 6 DR | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-6_DR.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-6_DR-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-6_DR-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«Projeto de dinamização e melhoramento da zona envolvente à capela de São Miguel do Peral. Um espaço que diz muito aos fregueses da nossa vila e por isso dar vida a um espaço com enorme simbolismo religioso para as nossas gentes. Lugar de romagem dos nossos fregueses a cada segunda feira da nossa festa de São Miguel, proponho melhorar as condições para os nossos fregueses fazerem o seu piquenique e passar um dia com bem estar. Em benefício de todos daremos vida e manutenção ao nosso património cultural e material».<span class="Apple-converted-space"> </span></p></blockquote>
<blockquote><p><strong>“Skate Park &amp; Lazer”</strong> (Proposta n.º 8)</p>
<p>Proponente: Diamantino Verdasca</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47330" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-8_DR.jpg" alt="Op proposta 8 DR | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-8_DR.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-8_DR-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Op-proposta-8_DR-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«Este projeto tem como objetivo criar um espaço de lazer, agradável para famílias e populares que gostem de praticar desporto, de conversar, de estar num ambiente calmo e saudável. O espaço que em tempo atrás alguns populares se deslocavam até ali para fazer pequena agricultura, a Quinta do Juncal, que está um pouco abandonada. Poderá se criar este espaço com a finalidade de prática de skate, com parque infantil onde os mais pequenotes se divirtam. Com mesas para que se possa lanchar, comer algo, conversar. Tem o parque de estacionamento, que tem como objetivo de toda a Freguesia, e não só, poderem se deslocar de veículo automóvel… Tem o rio que passa ali ao lado poderá se criar algo de interessante. Na minha perspetiva penso tanto a localização, como o projeto SKATE PARK, irão dar alguma dinâmica à vila do Juncal».<span class="Apple-converted-space"> </span></p></blockquote>
<p><b>Fotos | DR</b></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Concertos em Meio Natural atraíram cerca de 600 espectadores</title>
		<link>https://oportomosense.com/concertos-em-meio-natural-atrairam-cerca-de-600-espectadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 06:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo de Concertos em Meio Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Cistermúsica]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=47408</guid>

					<description><![CDATA[Três locais do concelho de Porto de Mós foram palco, uma vez mais, para três concertos inseridos no projeto Cistermúsica: Fórnea, Lagoa Grande do Arrimal e Barreiro Novo. Ciclo de Concertos em Meio Natural – assim se intitula esta iniciativa – que este ano se realizou pela sexta vez. «Cerca de 600 espetadores acompanharam os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três locais do concelho de Porto de Mós foram palco, uma vez mais, para três concertos inseridos no projeto <i>Cistermúsica</i>: Fórnea, Lagoa Grande do Arrimal e Barreiro Novo. <i>Ciclo de Concertos em Meio Natural</i> – assim se intitula esta iniciativa – que este ano se realizou pela sexta vez. «Cerca de 600 espetadores acompanharam os três concertos realizados na Serra de Aire e Candeeiros, numa edição que confirma o crescimento deste projeto e da parceria entre o Município de Porto de Mós e o <i>Cistermúsica</i>», pode ler-se num comunicado do Município, em conjunto com a ABA – Banda de Alcobaça Associação de Artes, entidade que dá corpo a este projeto. <span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Nesta nota pode ler-se ainda que este ciclo de concertos em Porto de Mós, que fez parte de uma vasta programação do <i>Cistermúsica</i>, e em vários locais, «voltou a afirmar-se em 2026 como um dos momentos altos da programação cultural da região de Cister». «Ao longo dos três concertos, a iniciativa voltou a registar uma expressiva adesão do público, confirmando um crescimento sustentado e o interesse crescente por propostas que unem música de excelência a lugares de excecional valor paisagístico», é ainda expressado. O ciclo «continua a atrair visitantes que descobrem, pela primeira vez, alguns dos mais emblemáticos espaços naturais do concelho através da música, ao mesmo tempo que fideliza um público que acompanha o projeto de edição para edição».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Em termos musicais «a diversidade artística voltou a ser uma das marcas distintivas», oferecendo não só «diferentes experiências musicais» como a «sintonia com a singularidade de cada paisagem».</p>
<p>No dia 12 de julho foi a vez do anfiteatro natural que é a Fórnea “receber” o Focus Sax Quartet com «um programa inspirado na música clássica e no património musical português». A Lagoa Grande do Arrimal foi palco para o jazz «recebendo os britânicos Tanhai Collective» no dia 19 de julho, «num concerto marcado pela energia, improvisação e forte interação com o público». O último concerto deste ciclo teve lugar no dia 26 de julho, no Barreiro Novo, com os Cindazunda «a apresentarem um concerto de inspiração folk e tradicional, encerrando a edição de 2026».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47409" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Cistermusica-Fornea_Ilda-Silva.jpg" alt="Cistermusica Fornea Ilda Silva | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Cistermusica-Fornea_Ilda-Silva.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Cistermusica-Fornea_Ilda-Silva-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Cistermusica-Fornea_Ilda-Silva-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>A colaboração entre a ABA e o Município tem-se «vindo a fortalecer de forma consistente e que permitiu afirmar este ciclo como uma proposta cultural distintiva do território». Citado na nota, o vice-presidente e vereador da cultura, Eduardo Amaral, considera que esta iniciativa voltou a «afirmar Porto de Mós como palco natural de uma simbiose perfeita entre a arte e a terra». Estes concertos permitem, ainda na opinião do autarca, «uma experiência única de desconexão do quotidiano e de ligação profunda com o mundo natural», onde «não há barreiras entre o público, os artistas e a paisagem».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Neste caso a programação ganhou, segundo o vereador, «uma camada ainda mais rica» por ir ao encontro do projeto educativo do Município, <i>Encontro de Culturas</i>. «Cada nota musical e cada cenário natural uma ponte para celebrar a diversidade, a partilha e o diálogo entre diferentes povos e tradições», sublinha.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Também o diretor-geral do Cistermúsica, José Rafael Rodrigues, afirma ser «muito gratificante ver este ciclo afirmar-se, ano após ano, através da resposta entusiástica do público». O responsável destaca que «a valorização do património não se esgota nos monumentos edificados» onde habitualmente programam. «A paisagem e o património natural são igualmente parte da identidade da região e merecem ser vividos através da cultura», reitera. José Rafael Rodrigues conclui reafirmando «a ambição de fazer deste ciclo um projeto duradouro e cada vez mais relevante para Porto de Mós e toda a região».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Fotos | Ilda Silva</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: oportomosense.com @ 2026-08-13 15:37:49 by W3 Total Cache
-->