O Grupo Recreativo da Corredoura está a comemorar, este ano, 80 anos e para a presidente da direção, Gisela Ferreira, o segredo de tamanha longevidade passa, entre outros, por ter contado sempre com equipas diretivas «com muita boa vontade» e também com humildade para «aprender a pedir a colaboração dos sócios e da comunidade em geral, ouvi-los, tentar ir ao encontro dos seus anseios e recebê-los com carinho». «Não é apenas uma coletividade, é uma família e, felizmente, a minha geração bebeu um bocadinho desta história transmitida pelos nossos pais e avós, e alguns já estão a envolver os filhos», sublinha.
Para Gisela Ferreira «um clube só faz sentido se tiver as portas abertas para servir a população que o envolve. Portanto, interessa manter algum tipo de atividade mas a verdade é que é cada vez mais difícil ter quem dinamize iniciativas». «Procuramos ter meia dúzia de atividades que se repetem ano após ano. Exemplo disso, é a prova de trail, a participação nas tasquinhas, e a noite de fados», diz, explicando que uma das apostas fortes continuará a ser, precisamente, o trail. A chegada deste tipo de provas foi uma novidade que depressa se tornou um marco. Hoje tanto o clube, como a própria terra, são mais conhecidos graças ao trail, reconhece Gisela Ferreira.
O clube comemora os 80 anos com três dias de programação de 17 a 19 de abril.

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