Jorge Vala, o já anunciado candidato pelo PSD às próximas eleições autárquicas, explica a O Portomosense, quais as suas principais motivações. O atual presidente da Câmara começa por ressalvar que este «mandato foi muito condicionado pelo problema da pandemia» e que os projetos, ainda assim, lançados «devem merecer a continuidade por parte deste executivo que os iniciou» e que «tem uma estratégia definida tendo por base a captação de novos residentes». «Somos um concelho perdedor de residentes e estamos a tentar inverter esta situação, a tentar captar sobretudo gente nova e o exemplo para isso é a incubadora de empresas, o centro de apoio ao empreendedorismo, e a dinâmica que vamos criar em Mira de Aire através de um espaço de cowork com a recuperação de uma antiga fábrica», afirma.

O candidato social-democrata frisa ainda que pretende terminar todas as obras e projetos a que deu início, no sentido de «afirmar aquilo que já somos [enquanto concelho] hoje: um concelho reconhecido, um concelho com a afirmação da coesão territorial e social e essencialmente um concelho que tem uma posição determinante no todo da Região de Leiria». «O nosso propósito é muito afirmar a importância do concelho de Porto de Mós na região, sem esquecer aquilo que é a importância da coesão territorial e social no todo do concelho», reforça.

Elencando uma série de projetos que este executivo levou a cabo, Jorge Vala acrescenta que «o futuro é hoje e o Município de Porto de Mós está a acompanhar muito bem». «É esta a filosofia que temos, muito assente naquilo que é o Plano de Resiliência e Recuperação, que vai trazer fundos comunitários, mas que só serão benéficos para o concelho se este tiver projetos integrados e a forma de os aplicar. Portanto temos para todo o território projetos já lançados, concursos já lançados, com obras a correr, só temos de, depois, pensar em recuperar através desses fundos», esclarece.

Jorge Vala remata dizendo que «hoje, como se sabe, a grande obra de um autarca não é apenas a obra física ou o alcatrão», mas «conseguir melhor qualidade de vida para as suas populações, conseguir que reconheçam de uma forma elevada a importância do seu concelho, que seja um concelho de que se orgulham, com qualidade de vida, um concelho que tem de ter, nos dias de hoje, como base, a sustentabilidade ambiental, mas também económica e social». «Estamos muito determinados a dar continuidade a este projeto», conclui.

Com Isidro Bento