
Esta é uma daquelas histórias onde percebemos a beleza dos acasos. O episódio que começou num passeio de domingo pela Feira de Velharias de Porto de Mós, só terminou na Basílica do Monte de São Tomás, na Índia. “Nascido e criado” em Paris, o lusodescente Tiago Martins (com ligações familiares à Barrenta) já foi várias vezes mencionado n’O Portomosense pelos inúmeros projetos onde a portugalidade e as tradições são o “combustível”. Nesta história, volta a ser protagonista. Recuamos a agosto, quando visitou a Feira de Velharias: «Gosto muito de velharias e de andar à procura de coisas antigas que saiam do normal ou que tenham histórias especiais», começa por contextualizar. E esta busca levou-o a encontrar «um livro de 1913, um registo católico da Índia». E se, até aqui, as coincidências parecem escapar, é quando Tiago Martins nos dá mais informação. Além de ser «das raras pessoas que viaja muitas vezes para a Índia», – e ser logo quem encontra esta relíquia – este livro é também «sobre uma Basílica construída pelos portugueses no século XVI em Chenai».
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