O Município de Porto de Mós vai canalizar 6,5 milhões de euros do saldo de gerência para a recuperação de danos provocados pela depressão Kristin no concelho. A informação foi avançada em nota de imprensa.
O presidente da Câmara, Jorge Vala, explicou que o saldo de gerência é de 10 milhões de euros, sendo que três milhões estão atribuídos a obras no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, nomeadamente no centro de saúde e na escola secundária, na sede do concelho. Jorge Vala indicou ainda que meio milhão de euros foram encaminhados para despesas correntes ligadas à tempestade.
Os restantes 6,5 milhões de euros destinam-se, sobretudo, a intervenções como valorização de espaços urbanos, reposição de sinalética vertical, obras de contenção de taludes e pavimentação de vias, além de apoio social a famílias. Segundo Jorge Vala, só em três taludes os trabalhos têm um custo estimado de 3,3 milhões de euros.
O autarca referiu também que estão previstas intervenções em escolas e em três pavilhões gimnodesportivos com coberturas danificadas. Foi ainda alocada uma verba para a conclusão do projeto de reabilitação do Cineteatro de Porto de Mós, cuja entrada ficou danificada. O equipamento foi encerrado e o Município decidiu avançar para concluir o projeto e lançar o concurso, com o objetivo de ainda neste mandato ter o Cineteatro em funcionamento.
Jorge Vala reconheceu que, após a tempestade, as prioridades do executivo foram alteradas, dando primazia à reabilitação do património público e à resposta social às famílias.
Foto | Jéssica Silva



