Numa altura em que Porto de Mós ainda não recuperou da depressão Kristin, havendo mais de 1 100 casas sem eletricidade e muitos estragos ainda por reparar, o concelho defronta-se agora com o perigo das cheias. Às 17 horas de hoje havia várias situações de vias de circulação rodoviária parcialmente inundadas provocando o seu encerramento ao trânsito ou condicionando este de forma significativa.
O Rio Lena e suas ribeiras já saltaram, nalguns casos, as margens, pelo que há muitos terrenos alagados e outras situações que devem merecer a maior atenção da população.
Por esse motivo, parte significativa do ponto de situação diário feito pelo Vice-presidente da Câmara, Eduardo Amaral, foi dedicada, precisamente, a enumerar as vias que até àquela hora se encontravam cortadas ou com o trânsito a circular de forma condicionada, dando também especial ênfase a alertas e forte apelo para que condutores e população em geral tenham cuidados redobrados na circulação automóvel e pedonal próximo de rios e ribeiras tentando também evitar ao máximo atravessar estradas e ruas parcialmente inundadas.
Como recordou o responsável autárquico, basta que a área inundada tenha 30 centímetros de altura para um automóvel perder totalmente a aderência ao solo.
Foto | Isidro Bento




