Ponto de situação no concelho de Porto de Mós na sequência das tempestades (12 de fevereiro)

12 Fevereiro 2026

Texto

Isidro Bento

Artigo disponível na edição em papel d'O Portomosense e para assinantes digitais.

No concelho continua a haver o registo de várias estradas cortadas ao trânsito devido a inundações e outras onde o mesmo se faz de forma condicionada, confirma a O Portomosense e à Rádio Dom Fuas, no habitual ponto de situação diário pós-depressão Kristin, o Vice-presidente da Câmara, Eduardo Amaral.

Algumas destas situações já estavam identificadas uns dias antes mas os problemas maiores em termos de cheias aconteceram ontem e durante esta madrugada, tendo-se registado inundações em propriedades privadas e espaços públicos, bem com o deslizamento de terras. Existem também vias com o piso muito degradado ou que já abateu ou em sério risco disso, pelo que o responsável autárquico voltou a fazer um veemente apelo a que as pessoas não tentem atravessar vias inundadas ou já cortadas ao trânsito pela Câmara, Juntas ou GNR. O apelo estende-se também à permanência e circulação a pé junto ao rio e às ribeiras. A curiosidade leva muita gente a aproximar-se dos espaços inundados para tirar fotos ou simplesmente apreciar um cenário que não acontece com muita frequência mas, com isso, pode colocar a sua segurança em risco, alerta.

Relativamente ao fornecimento de energia elétrica, hoje já foi possível estendê-lo a mais de 300 habitações que no dia anterior mas, mesmo assim, há, atualmente, mais de 700 pessoa sem luz no concelho de Porto de Mós.

Hoje também o Município reuniu com a entidade reguladora do setor das comunicações, a ANACOM, tendo transmitido aos seus representantes o desagrado pelo facto das operadoras estarem a demorar muito tempo a recuperar o respetivo sistema de fornecimento de telefones, internet e televisão.

Por último, a fechar o ponto de situação diário, o Vice-presidente do Município reconhece e elogiou o trabalho que O Portomosense e a Rádio Dom Fuas têm vindo a fazer de acompanhamento das consequências e ações de recuperação motivadas pela depressão Kristin. Eduardo Amaral sublinha que é nestas alturas que mais se percebe a importância de uma comunicação social ativa, responsável e próxima das pessoas.

 

Foto | Rafael Duque

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