
A existência de uma estratégia de longo prazo para o concelho ou a falta dela tem sido a arma de arremesso mais frequente no debate político portomosense nas últimas duas ou três décadas. Quem está no poder diz que a tem e que a coloca em prática. Quem está na oposição, acusa a força que governa, de não a ter. O “filme”, com uma ou outra nuance pelo meio, tem sido mais ou menos este nos últimos 20, 30 anos. Conclusão óbvia: todos concordam ser fundamental haver uma estratégia ou um plano a longo prazo que diga onde é que o concelho está, para onde quer ir e a forma de lá chegar.
Artigo disponível na edição em papel d’O Portomosense e para assinantes digitais.
Assinaturas
Torne-se assinante do jornal da sua terra por apenas:
Portugal 20€, Europa 35€ e Resto do Mundo 40€
Primeira Página
Capa da edição mais recente d’O Portomosense. Clique na imagem para ampliar ou aqui para efetuar assinatura


