Foto: Raquel Carreira

No passado dia 13 de janeiro foi apresentado no castelo da vila sede de concelho o Troféu BTT Porto de Mós, estando a primeira agendada para o dia 1 de março e a última para 18 de outubro.
O Troféu será aberto à participação de todos os atletas, federados ou não, e, apesar de contar com cinco provas, a classificação geral terá em conta apenas as quatro melhores pontuações, permitindo a cada atleta “falhar” uma prova ou, caso não consiga classificar-se em alguma delas, manter-se em competição. Vão obter classificação os 30 melhores de cada escalão. Os melhores classificados da geral, masculinos e femininos, quer na distância de raid, quer de mini-raid, assim como os melhores no escalão juniores – que apenas poderão competir na distância mini-raid –, vão receber uma camisola que os distingue como campeões do Troféu e que deverão envergar no ano seguinte. Os prémios, que serão entregues na última prova, incluem também uma distinção para a melhor equipa.

O Troféu BTT Porto de Mós vai ainda incluir um escalão para e-bikes (bicicletas elétricas), que só terá classificação nas provas de raid e mini-raid, não havendo classificação nas provas de resistência.

Município apoia organizações

Aquando da apresentação, que contou com um representante de cada uma das organizações, o presidente da Câmara, Jorge Vala, explicou que «foi ideia do Município, em conjunto com estas associações, organizar um troféu que, de alguma forma, congregasse a pontuação dos melhores atletas que participarem nas cinco provas». «Esta é uma atividade onde o Município apenas concretiza a ideia que nasceu da parte das associações, agregando-as e organizando a pontuação dos atletas», acrescentou.
O vereador do Desporto, Eduardo Amaral, usou da palavra para afirmar que esta é uma oportunidade para dar «um outro balanço e uma outra oferta em termos de BTT e ao mesmo tempo de turismo de natureza». O vice-presidente da Câmara disse ainda que «está aqui lançada uma semente que vai germinar certamente por muitos e longos anos». «Estaremos na linha da frente e poderemos tanto receber pessoas como criar condições para que elas venham, fiquem, visitem e possam vir numa vertente competitiva ou recreativa ou, simplesmente, exploratória do território», afirmou.