<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Saúde | Jornal O Portomosense</title>
	<atom:link href="https://oportomosense.com/saude/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://oportomosense.com</link>
	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 May 2026 17:15:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/cropped-icon-pms-32x32.png</url>
	<title>Saúde | Jornal O Portomosense</title>
	<link>https://oportomosense.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Associação de Serviço e Socorro de São Jorge junta especialistas em palestra sobre autismo</title>
		<link>https://oportomosense.com/associacao-de-servico-e-socorro-de-sao-jorge-junta-especialistas-em-palestra-sobre-autismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isidro Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 06:08:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Calvaria de Cima]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Serviço e Socorro Voluntário de São Jorge]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=45727</guid>

					<description><![CDATA[As crianças autistas, se forem ouvidas, incluídas, respeitadas na sua individualidade e lhes forem criadas oportunidades têm todas as condições para ter um futuro promissor. Em apenas duas linhas e da forma mais simples possível se resume aquela que terá sido a grande conclusão saída da palestra Autismo na Prática – Ciência, Escola e Família [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As crianças autistas, se forem ouvidas, incluídas, respeitadas na sua individualidade e lhes forem criadas oportunidades têm todas as condições para ter um futuro promissor. Em apenas duas linhas e da forma mais simples possível se resume aquela que terá sido a grande conclusão saída da palestra <i>Autismo na Prática – Ciência, Escola e Família em Diálogo</i>, que teve lugar na sede da Associação Serviço e Socorro Voluntário de São Jorge (ASSV São Jorge), no passado mês de abril.</p>
<p>A iniciativa, dinamizada pelo Gabinete de Apoio à Família e Comunidade<span class="Apple-converted-space">  </span>(GAFC) daquela associação, juntou mais de 80 pessoas, o que deixou o auditório 1 da ASSV São Jorge, a “rebentar pelas costuras” perante tamanha adesão de familiares de crianças e jovens autistas, profissionais da área, professores e educadores de infância, auxiliares de educação e outros terapeutas.</p>
<p>Por manifesta falta de espaço não nos é possível resumir o teor das intervenções das sete oradoras convidadas pelo que, e dado o interesse do tema, decidimos, mesmo assim, trazer algumas ideias deixadas por cada uma das profissionais.</p>
<p>As boas-vindas e a introdução à palestra ficaram a cargo da presidente da instituição, Ana Virgílio e da responsável do GAFC, Sandra Rocha. A fechar, a vereadora da Educação, Telma Cruz, realçou a importância deste temática e a excelência das intervenções feitas, não poupando elogios à organização e às oradoras convidadas.</p>
<blockquote><p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-45728 alignright" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/05/Ana-Borges_DR-150x150.png" alt="Ana Borges DR | Jornal O Portomosense" width="100" height="100"></p>
<p><b>Ana Borges</b></p>
<p>Psiquiatra</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«Uma pessoa que tem autismo pode ter outro tipo de perturbações a nível de linguagem, humor, ansiedade, entre outros. É uma condição que tem uma componente genética muito importante. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) pode ser completamente aberto e completamente fechado, sendo que no completamente aberto temos a expressão completa de todas as dificuldades. Há vários níveis de “funcionamento”, portanto quanto maior for o nível, maior será o apoio que a pessoa precisa. Há desde autistas autónomos a outros totalmente dependentes de terceiros nomeadamente em termos físicos.»</p></blockquote>
<blockquote><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-45735" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/05/Patricia-Marcelino_DR.png" alt="Patricia Marcelino DR | Jornal O Portomosense" width="100" height="100"></p>
<p><b>Patrícia Marcelino</b></p>
<p>Terapeuta Ocupacional</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«Quando temos uma criança com autismo, o que vamos tentar perceber é quais são as suas áreas fortes e interesses e aquelas onde revelam maiores dificuldades. Então, juntamos o bom e o menos bom para tentar equilibrar a balança. Depois tentamos dar à família, à escola e aos cuidadores, as ferramentas necessárias para trabalhar com essa criança. Há a tendência [entre os pais] para tentar que estes miúdos acabem por se adaptar àquilo que para nós é ideal, mas muitas vezes as idealizações e os interesses deles são outros. Devemos ajudá-los e dar-lhes ferramentas para irem o mais longe possível naquilo que quiserem. Por vezes descobrimos que passámos a vida a tentar formatá-los ao que nós queremos não lhe dando um bocadinho de liberdade para o que eles pretendem ser.»</p></blockquote>
<blockquote><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-45734" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/05/Maria-Gabriel_DR.png" alt="Maria Gabriel DR | Jornal O Portomosense" width="100" height="100"></p>
<p><b>Maria Gabriel</b></p>
<p>Terapeuta da Fala</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«Muitas vezes associamos o autismo a uma criança que não fala, que está fechada nela própria e que não consegue comunicar. Isso não significa que não comunique ou que não consiga aprender, temos é de saber adaptar a nossa linguagem à dela. Nem sempre estamos atentos para perceber como e de que forma está a tentar comunicar connosco. Para estabelecer comunicação devemos dar a responsabilidade das iniciativas à criança, respeitar o tempo de que precisa e mostrar-lhe que a sua opinião conta. A chave será sentir que estou ali para ela e aberta para a perceber, sendo que o ato de comunicar não se faz apenas de palavras. Se mudarmos a forma como a olhamos, mudamos também o modo como comunicamos com ela. Devemos falar de forma clara e objetiva e utilizar muitas pistas visuais.»</p></blockquote>
<blockquote><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-45733" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/05/Ana-Esperanca_DR.png" alt="Ana Esperanca DR | Jornal O Portomosense" width="100" height="100"></p>
<p><b>Ana Esperança</b></p>
<p>Musicoterapeuta</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«Para um autista aprender é mais difícil não porque não tenha capacidade mas porque há uma barreira na relação com o outro. É muito difícil ser criança com espectro de autismo no mundo dos adultos. O mundo é sentido como agressivo, nós falamos muito, estamos cheios de informação, é muita confusão. Temos de ter calma e dar espaço para que possam existir porque o eu delas é frágil e inseguro e precisa desse espaço e é isso que faço na musicoterapia. Adaptarmo-nos à criança não pode ser confundido com ausência de limites. Elas também precisam que lhe imponham limites, especialmente se houver risco de magoarem outros ou a si próprios. Deve haver em todas as dimensões da sua vida uma figura de autoridade.»</p></blockquote>
<blockquote><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-45732" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/05/Ana-Oliveira_DR.png" alt="Ana Oliveira DR | Jornal O Portomosense" width="100" height="100"></p>
<p><b>Ana Oliveira</b></p>
<p>Psicóloga</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«Não é fácil para os pais lidarem com esta situação em termos pessoais, sociais e profissionais. Aceite o diagnóstico, é preciso aprender a gerir as expectativas sobre como será a vida daquela criança. Mais tarde, a longo prazo, há que começar a preparar o seu futuro para quando já não puder contar com os pais.Às vezes precisamos de chorar e perguntar o porquê daquilo que nos aconteceu, mas nada disso tem a ver com o amor que sentimos pelos nossos filhos. É muito importante sofrermos quando precisamos de sofrer e fazê-lo acompanhados. A família dispensa treinadores de bancada. Os irmãos de crianças com autismo podem ajudar, mas a responsabilidade é sempre dos pais.»</p></blockquote>
<blockquote><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-45731" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/05/Joana-Duarte_DR.png" alt="Joana Duarte DR | Jornal O Portomosense" width="100" height="100"></p>
<p><b>Joana Duarte</b></p>
<p>Professora</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«A experiência que tive com dois alunos autistas de nacionalidade estrangeira revelou-se muito desafiante. Fui aprendendo, dia a dia, a lidar com esta situação e cedo percebi que não há receitas mágicas. Havia muito planeamento mas chegava ao dia e aquilo não funcionava. Mais importante que ensinar conteúdos era ter um espaço onde se sentissem seguros e acolhidos e criar um conjunto de símbolos para facilitar a comunicação. Não é fácil ter de dar apoio a uma criança autista, respeitar o seu tempo e não esquecer a restante turma. A verdadeira magia passa por conseguir criar uma relação com a criança porque se não a houver, não é possível acontecer uma aprendizagem significativa. No início sentia-me muito sozinha e então foi muito importante pedir ajuda às colegas das terapias.»</p></blockquote>
<blockquote><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-45730" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/05/Patricia-Gomes_DR.png" alt="Patricia Gomes DR | Jornal O Portomosense" width="100" height="100"></p>
<p><b>Patricia Gomes</b></p>
<p>Mãe de criança autista</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«A minha filha aos 9 meses teve uma regressão no desenvolvimento deixando de dizer algumas coisas e isso foi um alerta. Os médicos desvalorizaram mas eu percebia que algo estava errado. Quando tive o diagnóstico foi um dia de luto em que tive de enterrar algumas ideias. No entanto, deu-se uma transformação muito rápida e tentei marcar consulta para o próprio dia porque queria saber o que podia fazer para a minha filha evoluir e desenvolver o seu potencial máximo. A partir daí foi começar a batalhar, mas o meu sentimento inicial era “o que é que faço agora, o que é que a gente tem de fazer para que a nossa filha evolua, se torne numa mulher autónoma e feliz ao longo da vida?”<span class="Apple-converted-space">  </span>Eu não a vejo como diferente, a expectativa é igual e o que mais me custa é se as pessoas esperam menos dela por ser autista.»</p></blockquote>
<p><strong>Fotos | Isidro Bento</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ULS da Região de Leiria avançou com pedido de médicos para Mira de Aire e Serro Ventoso</title>
		<link>https://oportomosense.com/uls-da-regiao-de-leiria-avancou-com-pedido-de-medicos-para-mira-de-aire-e-serro-ventoso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 06:09:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Mira de Aire]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Serro Ventoso]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Unidade Local de Saúde da Região de Leiria]]></category>
		<category><![CDATA[Ur’Gente - Associação de Utentes de Porto de Mós]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=45101</guid>

					<description><![CDATA[A Ur’Gente – Associação de Utentes de Porto de Mós foi uma das associações da região presentes numa reunião, no passado dia 16 de abril, com a diretora para os Cuidados de Saúde Primários (CSP) da Unidade Local de Saúde da Região de Leiria (ULSRL), Denise Cunha Velho. Esta foi uma reunião convocada precisamente pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ur’Gente – Associação de Utentes de Porto de Mós foi uma das associações da região presentes numa reunião, no passado dia 16 de abril, com a diretora para os Cuidados de Saúde Primários (CSP) da Unidade Local de Saúde da Região de Leiria (ULSRL), Denise Cunha Velho. Esta foi uma reunião convocada precisamente pela ULSRL com o objetivo de abordar as carências e desafios atuais da Saúde na região.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>«Fará sentido as comissões de utentes trabalharem em conjunto para a resolução de problemas transversais?» foi com esta questão, lançada por Denise Cunha Velho, que começou esta reunião, pode ler-se numa nota enviada ao nosso jornal pelo presidente da Ur’Gente, João Amado Gabriel. «A resposta foi sendo dada com as comissões a mostrarem as suas preocupações pelos problemas locais de cada uma, tais como a falta de médicos de família e o estado das instalações, agora sob gestão dos municípios», refere. «Foram também trazidos para a reunião vários pedidos de esclarecimento sobre a criação de USF modelo C (privadas) na região tendo todos os presentes mostrado apreensão ou mesmo oposição frontal nalguns casos quanto à implementação desde modelo de gestão dos Cuidados de Saúde Primários (CSP)», sublinhou João Amado Gabriel, reforçando que «nenhuma associação ou comissão de utentes se mostrou favorável a tal modelo».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A falta de médicos, uma preocupação inicialmente expressa pelas associações, foi abordada depois de forma mais pormenorizada. A diretora informou que «fez um pedido de necessidade de 51 médicos especialistas em CSP para a Unidade Local de Saúde». Destes, 48 integram as várias UCSP e três para duas USF, nomeadamente para a USF Aire e Candeeiros, no concelho de Porto de Mós, para onde foram solicitados dois médicos: um para Mira de Aire e outro para Serro Ventoso. «Estas USF abdicaram do direito de opção na escolha dos clínicos para poderem receber médicos provenientes do concurso nacional», revelou João Amado Gabriel na nota.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A diretora para os CSP, «deu a conhecer que recentemente promoveu um <i>Dia Aberto</i> para futuros médicos como forma de atrair clínicos especialistas em CSP para a nossa ULS». «Participaram nesta ação estudantes finalistas de Medicina provenientes de Leiria, Coimbra, Aveiro e Porto. Tiveram uma sessão de boas-vindas no Hospital de Leiria, ouviram testemunhos de alguns médicos sobre o trabalho nas nossas Unidades de Saúde Familiares e visitaram algumas instalações em plena atividade», explicou ainda o presidente.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Denise Cunha Velho partilhou com as associações de utentes presentes aquilo que considera serem «os fatores-chave para a tomada de decisão individual no sentido de escolherem Leiria para viver e trabalhar». Entre esses fatores estão: «O aspeto do edifício. Os candidatos valorizam instalações modernas e funcionais<span class="Apple-converted-space">  </span>integradas em espaços verdes, com gabinetes com luz natural e parque de estacionamento»; «Valorizam muito trabalhar com outros colegas e nenhum mostrou interesse em trabalhar de forma isolada» e por fim, preferem «sistematicamente trabalhar enquadrados no modelo de gestão da USF e ninguém quer trabalhar no modelo UCSP».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Nesta reunião, Denise Cunha Velho, avançou ainda que «há alguns meses a CSP lançou uma candidatura à Direção Nacional do SNS de cinco novas USF para a região (três em Leiria, uma na Marinha Grande e uma em Ourém)», mas até à data desta reunião ainda não tinha «obtido resposta». Está marcada uma reunião na sede da Direção Nacional, no Porto onde a diretora tentará «pressionar uma rápida decisão». Denise Cunha Velho «informou ainda que estão em preparação mais duas candidaturas para a criação de uma USF na Caranguejeira (Leiria) e outra na Moita Redonda (Fátima)».</p>
<p><strong>Foto | Isidro Bento</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novo modelo da Feira da Saúde e Bem-Estar foi “aposta ganha”</title>
		<link>https://oportomosense.com/novo-modelo-da-feira-da-saude-e-bem-estar-foi-aposta-ganha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 06:05:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Feira da Saúde e Bem Estar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=45084</guid>

					<description><![CDATA[Terminou há poucos dias, no concelho, a Semana da Saúde e Bem-Estar, iniciativa que emergiu de uma adaptação da, até aqui, Feira da Saúde e Bem-Estar. Este novo modelo trouxe várias novidades, entre as quais, o alargamento do evento no tempo e no espaço, passando de quatro para sete dias, e descentralizando as atividades por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Terminou há poucos dias, no concelho, a <i>Semana da Saúde e Bem-Estar</i>, iniciativa que emergiu de uma adaptação da, até aqui, Feira da Saúde e Bem-Estar. Este novo modelo trouxe várias novidades, entre as quais, o alargamento do evento no tempo e no espaço, passando de quatro para sete dias, e descentralizando as atividades por vários locais do concelho de Porto de Mós. «O balanço é francamente positivo», começa por referir, a vereadora com o pelouro da Saúde, Telma Cruz, admitindo a possibilidade de este ser um modelo a repetir.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Das alterações implementadas neste novo modelo, a que salta mais à vista é a descentralização das atividades promovidas que se refletiu numa «participação muito significativa». E a vereadora não tem dúvidas de que esta maior proximidade às populações permitiu «chegar a mais pessoas e envolver diferentes públicos»: «Ao levarmos as atividades para diferentes pontos do concelho, conseguimos chegar a pessoas que, por questões de mobilidade, tempo ou disponibilidade, não se deslocariam à sede do concelho». «Por outro lado, realizar algumas ações nos espaços habituais das entidades tornou a experiência mais confortável, acolhedora e personalizada para os participantes», acrescenta. Telma Cruz reconhece ainda que o evento beneficiou com a extensão do programa, o que, considera, «permitiu uma maior flexibilidade na participação».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Durante sete dias (de 6 a 12 de abril) realizaram-se «53 atividades, distribuídas por 22 locais do concelho que envolveram 30 entidades parceiras». Números que a vereadora reconhece como sendo «muito expressivos» e «que refletem bem a dimensão e o sucesso desta iniciativa». «Julgo que conseguimos construir um programa muito abrangente, diversificado e acessível a todos», refere.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Em jeito de balanço da primeira edição, nestes moldes, da <i>Semana da Saúde e Bem-Estar</i>, Telma Cruz, mostra-se satisfeita com o resultado das mudanças implementadas que fizeram deste novo modelo «um sucesso», admitindo, contudo, a necessidade de «haver sempre aspetos a melhorar e ajustamentos a fazer em futuras edições». «Espaçar o evento no tempo e no território foi uma aposta ganha. Conseguimos diversificar públicos, temas e horários, permitindo que mais pessoas participassem ao longo da semana, nas suas freguesias e localidades. Paralelamente, mantivemos também atividades na sede do concelho, nomeadamente no Parque Verde, com uma componente mais didática e familiar, sobretudo ao fim de semana», refere.</p>
<p>Já no decorrer do evento, a vereadora justificava, a O Portomosense, a adaptação do evento com a necessidade de este precisar de «um salto qualitativo», agora, dias depois de esta “edição-piloto” ter chegado ao fim, não tem dúvidas de que esse salto foi dado: «Esse salto qualitativo passou precisamente por tornar a iniciativa mais próxima das pessoas, mais abrangente nos temas abordados e mais inclusiva na forma como foi organizada. Acreditamos que esta edição representou claramente uma evolução muito positiva», conclui.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><b>Foto | DR</b></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Município de Porto de Mós promove Semana da Saúde e Bem-Estar</title>
		<link>https://oportomosense.com/municipio-de-porto-de-mos-promove-semana-da-saude-e-bem-estar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 06:32:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Semana da Saúde e Bem-Estar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=44634</guid>

					<description><![CDATA[O concelho de Porto de Mós recebe, entre 6 e 12 de abril, a Semana da Saúde e Bem-Estar, uma iniciativa do Município dedicada «à promoção de estilos de vida saudáveis, prevenção da doença e reforço do bem-estar físico e mental da população». Segundo nota de imprensa, ao longo da semana decorre um conjunto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O concelho de Porto de Mós recebe, entre 6 e 12 de abril, a <em>Semana da Saúde e Bem-Estar</em>, uma iniciativa do Município dedicada «à promoção de estilos de vida saudáveis, prevenção da doença e reforço do bem-estar físico e mental da população».</p>
<p>Segundo nota de imprensa, ao longo da semana decorre um conjunto de atividades para diferentes públicos, incluindo conferências, workshops, rastreios de saúde, atividades desportivas e iniciativas para toda a família, em vários locais do concelho. O objetivo passa por «sensibilizar a comunidade para a importância de cuidar da saúde de forma integrada, aliando conhecimento, prática e momentos de convívio».</p>
<p>O programa completo pode ser consultado <a href="https://www.municipio-portodemos.pt/pages/1290?event_id=4254" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44635" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/cartaz_a3___geral_1_1000_1000.jpg" alt="cartaz a3 geral 1 1000 1000 | Jornal O Portomosense" width="707" height="1000" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/cartaz_a3___geral_1_1000_1000.jpg 707w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/cartaz_a3___geral_1_1000_1000-480x679.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 707px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Colheita de sangue nos Bombeiros do Juncal este sábado</title>
		<link>https://oportomosense.com/colheita-de-sangue-nos-bombeiros-do-juncal-este-sabado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 07:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários do Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Sangue e da Transplantação de Coimbra]]></category>
		<category><![CDATA[Colheita de Sangue]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Português do Sangue e da Transplantação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=44064</guid>

					<description><![CDATA[Os Bombeiros Voluntários do Juncal acolhem uma colheita de sangue este sábado, dia 7, nas suas instalações, no Juncal. A recolha decorre entre as 9 e as 13 horas e é organizada pelos Bombeiros e Centro de Sangue e da Transplantação de Coimbra do Instituto Português do Sangue e da Transplantação. Numa publicação nas redes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Bombeiros Voluntários do Juncal acolhem uma colheita de sangue este sábado, dia 7, nas suas instalações, no Juncal.</p>
<p>A recolha decorre entre as 9 e as 13 horas e é organizada pelos Bombeiros e Centro de Sangue e da Transplantação de Coimbra do Instituto Português do Sangue e da Transplantação.</p>
<p>Numa publicação nas redes sociais, os Bombeiros recordam os requisitos para dar sangue, indicando que os dadores devem ter entre 18 e 65 anos, pesar mais de 50 quilos e manter estilos e hábitos de vida saudáveis. «A sua dádiva pode ajudar a salvar vidas», sublinham, deixando o convite à participação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-44075" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/641662975_1329937835847426_7977995135687200960_n.jpg" alt="641662975 1329937835847426 7977995135687200960 n | Jornal O Portomosense" width="1306" height="1908" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/641662975_1329937835847426_7977995135687200960_n.jpg 1306w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/641662975_1329937835847426_7977995135687200960_n-1280x1870.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/641662975_1329937835847426_7977995135687200960_n-980x1432.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/03/641662975_1329937835847426_7977995135687200960_n-480x701.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1306px, 100vw" /></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Psicólogos defendem acompanhamento continuado para reduzir risco de stress pós-traumático</title>
		<link>https://oportomosense.com/psicologos-defendem-acompanhamento-continuado-para-reduzir-risco-de-stress-pos-traumatico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 18:11:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Regional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão Kristin]]></category>
		<category><![CDATA[Leiria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=44017</guid>

					<description><![CDATA[Os psicólogos que têm estado a apoiar populações afetadas pela passagem da depressão Kristin sublinham a importância de uma resposta continuada em saúde mental para evitar casos de stress pós-traumático. Em declarações à agência Lusa, a psicóloga da Câmara de Leiria, Catarina Marcelino, explica que a preocupação imediata passa por garantir que as pessoas consigam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os psicólogos que têm estado a apoiar populações afetadas pela passagem da depressão Kristin sublinham a importância de uma resposta continuada em saúde mental para evitar casos de stress pós-traumático.</p>
<p>Em declarações à agência Lusa, a psicóloga da Câmara de Leiria, Catarina Marcelino, explica que a preocupação imediata passa por garantir que as pessoas consigam reorganizar-se. «Estamos num período em que todos estes sintomas associados à ansiedade e ao medo estão muito presentes, mas é expectável que estes sintomas se vão atenuando e progressivamente vão desaparecendo», afirma, ressalvando existir «risco de stress pós-traumático» se não houver intervenção.</p>
<p>Catarina Marcelino integra um projeto em que o Município mobilizou profissionais da autarquia, de Instituições Particulares de Solidariedade Social e a Ordem dos Psicólogos para prestar apoio no terreno. «É preciso continuarmos a estar atentos e as equipas darem continuidade ao trabalho», defende, salientando que ainda é cedo para identificar casos que venham a necessitar de intervenção continuada e especializada.</p>
<p>Também a psicóloga Neuza Carvalho aponta a necessidade de acompanhamento, sobretudo em pessoas com «vulnerabilidades anteriores», admitindo que haverá «alguns casos pontuais» que exigirão «um cuidado especial e um acompanhamento continuado, seja médico ou psicológico».</p>
<p>Leila Carvalho, psicóloga que tem estado no terreno através do projeto de voluntariado <em>Leiria Unida</em>, compara o apoio inicial prestado ao que acontece com reparações provisórias em telhados. «Os primeiros contactos foram como aquele remendo (…) nós damos a primeira assistência, há escuta, mas, para algumas pessoas tem de haver um tratamento contínuo», refere, alertando que, sem essa resposta, podem surgir surtos, transtornos de pânico e casos de stress pós-traumático. A psicóloga alerta ainda que problemas como ansiedade ou depressão podem surgir mais tarde, mesmo em pessoas que inicialmente pareçam estar bem.</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Município de Porto de Mós abre inscrições para a Semana da Saúde e Bem-Estar</title>
		<link>https://oportomosense.com/municipio-de-porto-de-mos-abre-inscricoes-para-a-semana-da-saude-e-bem-estar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 14:33:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Município de Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Semana da Saúde e Bem-Estar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=44021</guid>

					<description><![CDATA[O Município de Porto de Mós anunciou que as inscrições para parceiros interessados em dinamizar atividades na Semana da Saúde e Bem-Estar, que vai decorrer entre 6 e 12 de abril, estão abertas até 10 de março. Segundo a autarquia, o evento assume este ano um novo modelo organizativo, passando a incluir atividades promovidas pelos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Município de Porto de Mós anunciou que as inscrições para parceiros interessados em dinamizar atividades na Semana da Saúde e Bem-Estar, que vai decorrer entre 6 e 12 de abril, estão abertas até 10 de março.</p>
<p>Segundo a autarquia, o evento assume este ano um novo modelo organizativo, passando a incluir atividades promovidas pelos parceiros ao longo de toda a semana, em diferentes locais e freguesias do concelho.</p>
<p>Entre os espaços disponíveis para dinamização de iniciativas estão a tenda no Parque Verde, a Central das Artes, a Casa da Cultura de Mira de Aire, o Fórum Cultural, a Real Factory, freguesias em articulação com os respetivos presidentes de junta, escolas e instalações próprias dos parceiros.</p>
<p>A ficha de inscrição deve ser entregue no Gabinete de Ação Social ou enviada para rede.social@municipio-portodemos.pt. Para mais informações, o município disponibiliza o contacto 244 499 638.</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bombeiros de Porto de Mós recebem colheita de sangue este domingo</title>
		<link>https://oportomosense.com/bombeiros-de-porto-de-mos-recebem-colheita-de-sangue-este-domingo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 07:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Colheita de Sangue]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=43579</guid>

					<description><![CDATA[Porto de Mós vai acolher uma ação de colheita de sangue este domingo, dia 15. A recolha vai realizar-se nas instalações dos Bombeiros Voluntários de Porto de Mós, entre as 9 e as 13 horas. Foto &#124; DR]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Porto de Mós vai acolher uma ação de colheita de sangue este domingo, dia 15.</p>
<p>A recolha vai realizar-se nas instalações dos Bombeiros Voluntários de Porto de Mós, entre as 9 e as 13 horas.</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Colheita de sangue em Mira de Aire realiza-se esta quinta-feira</title>
		<link>https://oportomosense.com/colheita-de-sangue-em-mira-de-aire-realiza-se-esta-quinta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 07:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mira de Aire]]></category>
		<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Colheita de Sangue]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=43577</guid>

					<description><![CDATA[A vila de Mira de Aire vai receber uma ação de colheita de sangue esta quinta-feira, dia 12. A iniciativa vai decorrer na Cripta da Igreja de Mira de Aire, entre as 16 e as 20 horas. Foto &#124; DR]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vila de Mira de Aire vai receber uma ação de colheita de sangue esta quinta-feira, dia 12.</p>
<p>A iniciativa vai decorrer na Cripta da Igreja de Mira de Aire, entre as 16 e as 20 horas.</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Frio intenso: que cuidados devemos ter?</title>
		<link>https://oportomosense.com/frio-intenso-que-cuidados-devemos-ter/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2026 07:29:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Direção-Geral da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Frio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=42963</guid>

					<description><![CDATA[Com a viragem do ano e a chegada do mês de janeiro, chega também o tempo mais rigoroso, com temperaturas ainda mais baixas, frio mais intenso e uma maior incidência de gripes e constipações. Este ano, com a particularidade de se ter registado a antecipação da época gripal e com o aparecimento de uma nova [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a viragem do ano e a chegada do mês de janeiro, chega também o tempo mais rigoroso, com temperaturas ainda mais baixas, frio mais intenso e uma maior incidência de gripes e constipações. Este ano, com a particularidade de se ter registado a antecipação da época gripal e com o aparecimento de uma nova estirpe, mais transmissível, e que, segundo os especialistas, não está coberta pela vacina deste ano. O impacto desta nova variante já se tem feito sentir na corrida às urgências, com os tempos de espera a estarem acima do recomendado, em alguns hospitais. «A exposição ao frio intenso, particularmente durante vários dias consecutivos, pode contribuir para a transmissão de doenças infeciosas do aparelho respiratório e provocar lesões relacionadas com o frio», alerta a Direção-Geral da Saúde (DGS).<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Há umas semanas previa-se que o pico da gripe em Portugal seria esperado por esta altura, após as festividades, por isso nunca é tarde demais relembrar as principais recomendações da DGS. Medidas simples mas essenciais, de forma a tentar minimizar os impactos negativos que o frio poderá ter na sua saúde. As recomendações vão desde o vestuário, passando pela alimentação e até ao aquecimento em casa. Deixamos-lhe apenas os principais conselhos mas se quiser ter acesso a todas as recomendações poderá consultar o site <a href="https://www.dgs.pt" target="_blank" rel="noopener"><i>dgs.pt</i></a>.</p>
<blockquote><p><strong>Baixas temperaturas</strong></p>
<p>• Não fique muito tempo exposto ao frio</p>
<p>• Evite mudanças bruscas de temperatura</p>
<p>• Mantenha a pele hidratada (principalmente mãos, pés, cara e lábios)</p>
<p>• Proteja crianças, pessoas idosas ou com doenças crónicas e trabalhadores ao ar livre</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Alimentação</strong><b></b></p>
<p>• Beba água (mesmo sem sede)</p>
<p>• Coma sopa e alimentos da época</p>
<p>• Evite álcool – desidrata e arrefece</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Vestuário</strong><b></b></p>
<p>• Use várias camadas de roupa respirável e quente</p>
<p>• Proteja extremidades: use gorro, luvas e meias térmicas</p>
<p>• Use calçado impermeável e antiderrapante</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Atividades no exterior</strong></p>
<p>• Evite esforços intensos no frio</p>
<p>• Use roupa adequada</p>
<p>• Tenha atenção ao piso para evitar quedas em zonas molhadas</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>Em casa</strong></p>
<p>• Verifique o estado dos aquecedores</p>
<p>• Evite o uso de braseiras e lareiras sem ventilação adequada</p>
<p>• Não utilize aquecedores durante o sono</p>
<p>• Mantenha a temperatura de sua casa entre os 18ºC e os 21ºC</p></blockquote>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: oportomosense.com @ 2026-07-05 19:18:36 by W3 Total Cache
-->