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	<title>Sociedade | Jornal O Portomosense</title>
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	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 07 Sep 2026 15:47:45 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Sociedade | Jornal O Portomosense</title>
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		<title>NEXXT Leiria procura projetos inovadores com soluções concretas para desafios reais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 07:05:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Regional]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[NEXXT Leiria]]></category>
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					<description><![CDATA[Em contagem decrescente para o próximo NEXXT Leiria, estão a decorrer até dia 18 de setembro as candidaturas para a quarta edição que terá como mote Where Chaos Meets Creativity. Partindo do impacto causado pela tempestade Kristin, o evento, conhecido por aliar criatividade, tecnologia e inovação, «quer dar visibilidade à capacidade de resposta, reinvenção e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em contagem decrescente para o próximo <i>NEXXT Leiria</i>, estão a decorrer até dia 18 de setembro as candidaturas para a quarta edição que terá como mote <i>Where Chaos Meets Creativity</i>. Partindo do impacto causado pela tempestade Kristin, o evento, conhecido por aliar criatividade, tecnologia e inovação, «quer dar visibilidade à capacidade de resposta, reinvenção e colaboração de um território habituado a transformar desafios em oportunidades», refere a organização, em nota de imprensa.</p>
<p>As candidaturas podem ser feitas através do <a href="https://nexxtleiria.com" target="_blank" rel="noopener">site</a> e destinam-se «a empresas, <i>startups</i>, instituições de ensino e investigação, organizações, associações e empreendedores com projetos já em desenvolvimento e ligação à região». Na mesma nota, André Duarte Coelho, CEO da consultora criativa CO+K, esclarece que «inovação não é apenas tecnologia. É encontrar uma resposta nova quando as respostas que existiam deixaram de ser suficientes». «Não procuramos ideias. Procuramos projetos que já estejam a transformar essas ideias em soluções concretas», sublinha o criativo natural da Corredoura (Porto de Mós).</p>
<p>A quarta edição está prevista acontecer no final do mês de outubro e prevê «explorar o papel da criatividade e da inovação enquanto respostas estratégicas a um mundo marcado pela mudança, incerteza e transformação acelerada».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
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		<title>Real Factory recebe oficinas que cruzam tradição e criação artística</title>
		<link>https://oportomosense.com/real-factory-recebe-oficinas-que-cruzam-tradicao-e-criacao-artistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 10:47:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Real Factory]]></category>
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					<description><![CDATA[A Real Factory, no Juncal, recebe, nos dias 5 e 6 de setembro, a iniciativa Patrimónios em Trânsito, dedicada à «memória, terra e corpo entre Cabo Verde, Portugal e São Tomé e Príncipe». No sábado, dia 5, realiza-se uma oficina de olaria tradicional de Cabo Verde, conduzida pela oleira Laitina e pela artista Virgínia Fróis, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Real Factory, no Juncal, recebe, nos dias 5 e 6 de setembro, a iniciativa <em>Patrimónios em Trânsito</em>, dedicada à «memória, terra e corpo entre Cabo Verde, Portugal e São Tomé e Príncipe».</p>
<p>No sábado, dia 5, realiza-se uma oficina de olaria tradicional de Cabo Verde, conduzida pela oleira Laitina e pela artista Virgínia Fróis, centrada nas «técnicas e saberes da olaria tradicional cabo-verdiana». No domingo, o programa prossegue com uma partilha de experiências em São Tomé e a oficina <em>Mar Azul, Mar Verde</em>, com trabalho criativo em barro.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas através do endereço <a href="mailto:castelo@municipio-portodemos.pt">castelo@municipio-portodemos.pt</a>. Segundo o Município, a iniciativa pretende «criar pontes entre diferentes territórios e culturas».</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-47851" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/09/791738099_1994538984572091_398986297907605429_n.png.jpeg" alt="791738099 1994538984572091 398986297907605429 n.png | Jornal O Portomosense" width="1419" height="1416" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/09/791738099_1994538984572091_398986297907605429_n.png.jpeg 1419w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/09/791738099_1994538984572091_398986297907605429_n.png-1280x1277.jpeg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/09/791738099_1994538984572091_398986297907605429_n.png-980x978.jpeg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/09/791738099_1994538984572091_398986297907605429_n.png-480x479.jpeg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1419px, 100vw" /></p>
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		<item>
		<title>Inscrições para Almoço Sénior abrem esta terça-feira</title>
		<link>https://oportomosense.com/inscricoes-para-almoco-senior-abrem-esta-terca-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 07:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Almoço Sénior]]></category>
		<category><![CDATA[SeniorMós]]></category>
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					<description><![CDATA[As inscrições para o Almoço Sénior, do programa SeniorMós, abrem hoje, dia 1 de setembro, e decorrem até ao próximo dia 15, nas juntas de freguesia da área de residência. A iniciativa destina-se à população com 65 ou mais anos residente no concelho de Porto de Mós. O almoço realiza-se no dia 27, a partir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As inscrições para o Almoço Sénior, do programa <em>SeniorMós</em>, abrem hoje, dia 1 de setembro, e decorrem até ao próximo dia 15, nas juntas de freguesia da área de residência.</p>
<p>A iniciativa destina-se à população com 65 ou mais anos residente no concelho de Porto de Mós.</p>
<p>O almoço realiza-se no dia 27, a partir das 13 horas, no Recinto das Tasquinhas e está integrado nas comemorações do Dia Internacional das Pessoas Idosas.</p>
<p>Segundo o Município, o encontro pretende proporcionar um momento para «conviver, reencontrar amigos e celebrar a vida em comunidade».</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-47791" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/790226594_4336234116625545_4537972314248619061_n.jpg" alt="790226594 4336234116625545 4537972314248619061 n | Jornal O Portomosense" width="1638" height="2048" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/790226594_4336234116625545_4537972314248619061_n.jpg 1638w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/790226594_4336234116625545_4537972314248619061_n-1280x1600.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/790226594_4336234116625545_4537972314248619061_n-980x1225.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/790226594_4336234116625545_4537972314248619061_n-480x600.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1638px, 100vw" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inscrições abertas para curso de prevenção e combate a incêndios em Serro Ventoso</title>
		<link>https://oportomosense.com/inscricoes-abertas-para-curso-de-prevencao-e-combate-a-incendios-em-serro-ventoso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 10:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Serro Ventoso]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Junta de Freguesia de Serro Ventoso]]></category>
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					<description><![CDATA[A Junta de Freguesia de Serro Ventoso tem abertas as inscrições para um curso de Prevenção e Combate a Incêndios, com a duração de 25 horas e destinado a pessoas empregadas. A formação tem início nos dias 2 e 3 de outubro, em Serro Ventoso, e decorrerá em horário pós-laboral, estando previsto subsídio de alimentação. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Junta de Freguesia de Serro Ventoso tem abertas as inscrições para um curso de Prevenção e Combate a Incêndios, com a duração de 25 horas e destinado a pessoas empregadas.</p>
<p>A formação tem início nos dias 2 e 3 de outubro, em Serro Ventoso, e decorrerá em horário pós-laboral, estando previsto subsídio de alimentação.</p>
<p>As inscrições podem ser efetuadas na Junta de Freguesia, através do contacto 961 482 000 ou pelo e-mail <a href="mailto:info@freguesia-serroventoso.pt">info@freguesia-serroventoso.pt</a>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47613" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/769083463_1471486951682237_6085666746094947276_n.jpg" alt="769083463 1471486951682237 6085666746094947276 n | Jornal O Portomosense" width="359" height="606" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/769083463_1471486951682237_6085666746094947276_n.jpg 359w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/769083463_1471486951682237_6085666746094947276_n-178x300.jpg 178w" sizes="(max-width: 359px) 100vw, 359px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quinta do Moinho, em Alvados, reabre totalmente remodelada e aberta a novos desafios</title>
		<link>https://oportomosense.com/quinta-do-moinho-em-alvados-reabre-totalmente-remodelada-e-aberta-a-novos-desafios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isidro Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 06:16:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Alvados e Alcaria]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Quinta do Moinho]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de um período de mais de meia dúzia de anos encerrado, reabriu ao público no passado mês de maio, o restaurante/salão de banquetes Quinta do Moinho, em Alvados. O espaço detido por Margarida Santos e Márcio Marto, mantém o conceito original mas, agora, adaptado à realidade dos nossos dias. Nesse sentido, a atual gerência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um período de mais de meia dúzia de anos encerrado, reabriu ao público no passado mês de maio, o restaurante/salão de banquetes Quinta do Moinho, em Alvados. O espaço detido por Margarida Santos e Márcio Marto, mantém o conceito original mas, agora, adaptado à realidade dos nossos dias. Nesse sentido, a atual gerência procedeu a profundas obras de remodelação tanto no salão, como no espaço ajardinado, tornando-o «mais acolhedor, mais funcional e mais bonito».</p>
<p>«Foi um investimento avultado mas pensamos que valeu a pena. Embora estejamos a trabalhar há pouco tempo, já recebemos vários elogios. Ficou, de facto, muito agradável e com as condições essenciais para conseguirmos fazer o trabalho de excelência e com a qualidade que queremos proporcionar aos nossos clientes», diz Margarida Santos.</p>
<p>A casa fundada em 1985 conseguiu, desde cedo, afirmar-se no mercado tornando-se num dos salões de banquetes mais conhecidos da região, pelo que, agora, os novos proprietários entenderam que fazia sentido manter a mesma designação e, no essencial, o mesmo conceito. A notoriedade conquistada é uma mais-valia mas a nova equipa não quer viver à sombra do sucesso alheio. É a primeira vez que está à frente de uma casa desta natureza mas lança-se a este desafio com «energia, empenho» e aquilo que considera serem argumentos de peso: «a qualidade da comida e do serviço e décadas de experiência na área da hotelaria e restauração».</p>
<p><strong>Equipa experiente e motivada</strong></p>
<p>Márcio Marto, chef formado na Escola Profissional de Leiria, terminou o curso há 25 anos. Começou por estagiar no prestigiado hotel Quinta das Lágrimas, em Coimbra, iniciando a sua carreira noutro hotel de 5 estrelas, o Lapa Hotel, em Lisboa, onde trabalhou durante oito anos. Depois de ter integrado a equipa da Escola de Hotelaria de Fátima, enquanto formador, regressou a Lisboa para fazer a abertura, enquanto subchefe, do Inspira Santos Boutique Hotel. Anos mais tarde, no regresso a Porto de Mós, integrou a equipa do restaurante Canto da Saudade, em Porto de Mós, na altura gerido pelo chef Armando Marto, seu pai. Desde há 12 anos assume a cozinha e divide a gerência do Restaurante Recanto dos Sabores, no Alqueidão da Serra, com Margarida Santos, a pasteleira, que criou e dirigiu, durante anos, a Pastelaria Biscoito, instalada no mesmo edifício do restaurante.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A paixão pela cozinha e pelo bem-servir são fundamentais, contudo, hoje em dia, com uma concorrência cada vez mais aguerrida o sucesso de uma casa não se constrói “apenas” por aí. Há que estar onde os clientes estão, dar-lhes a conhecer o espaço e tentar conquistá-los também com aquilo a que atribuem cada vez mais importância, nomeadamente, cerimónias pensadas ao pormenor. A assumir essa tarefa está o elemento mais novo desta empresa familiar, Joana Batista, 30 anos, farmacêutica, que depois de um dia de trabalho na farmácia, veste a “farda” de <i>wedding planner</i> e de gestora de redes sociais. É, então, com ela que falam os clientes que chegam através da plataforma <i>casamentos.pt</i> e todos os que esperam encontrar ali o local ideal para uma festa de casamento de sonho. A par disso, faz toda a gestão das redes sociais tentando promover o melhor possível e de forma diferenciada (consoante o canal usado) a Quinta.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Apresentada a equipa, voltemos ao salão. A Quinta do Moinho, como se sabe, é um espaço grande, dotado de um amplo parque de estacionamento. Com capacidade para juntar à mesa entre 500 a 600 pessoas, «com a mesma facilidade se torna numa sala acolhedora e agradável para jantares de Natal ou festas de aniversário com muito menos gente», garante Márcio Marto. E por falar em festa, o chef garante que a Passagem de Ano será comemorada com pompa e circunstância.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47642" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Proprietarios-Quinta-do-Moinho_Quinta-do-Moinho.jpg" alt="Proprietarios Quinta do Moinho Quinta do Moinho | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Proprietarios-Quinta-do-Moinho_Quinta-do-Moinho.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Proprietarios-Quinta-do-Moinho_Quinta-do-Moinho-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Proprietarios-Quinta-do-Moinho_Quinta-do-Moinho-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>Durante muitos anos a Quinta do Moinho acolheu inúmeras excursões, grupos que passavam ali boa parte do dia, em refeições animadas ao som de organista. Com a nova gerência esse serviço não está posto de parte, aliás, já foi feito, mas não é um fim em si mesmo, garantem Márcio Marto e Margarida Santos.<span class="Apple-converted-space">                                                     </span></p>
<p>Quanto a menus há-os para todos os gostos. «Temos desde os mais tradicionais a coisas mais modernas mas qualquer um deles é personalizável ao gosto do cliente», destacam.</p>
<p>Na conversa a quatro com O Portomosense, Joana Batista junta mais alguns argumentos aos já apresentados por Margarida Santos, sua mãe, e Márcio Marto, seu primo: «A Quinta do Moinho goza de uma envolvente natural única» estando no meio do chamado “Vale Encantado”. «A serra, o verde da paisagem, o silêncio onde pouco mais se ouve que o chilrear dos pássaros, e a lagoa de Alvados mesmo ali à entrada do nosso espaço, são elementos que as pessoas valorizam», frisa.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>“O desafio é grande mas vale a pena”</strong></p>
<p>«Estamos perto de Porto de Mós e do seu castelo e de vias regionais e nacionais importantes, sendo que as três grutas turísticas estão também a dois passos e ainda mais próximo, a Fórnea. Portanto, um evento realizado na Quinta do Moinho pode ser como que o prato principal, surgindo a descoberta do concelho e da região como a “sobremesa” ou, quem sabe, a “entrada”. Tudo depende daquilo que as pessoas quiserem fazer desse dia», reforça.</p>
<p>Desde a data em que decidiram adquirir a Quinta do Moinho até à sua abertura ao público decorreram longos meses. A compra e a remodelação completa do salão representaram um investimento significativo que não se paga em dois dias. «Temos a noção que o desafio agora é muito maior, as características do serviço exigem maior planeamento e organização. A nova Quinta do Moinho terá de ser feita dia a dia e, quem trabalha nesta área sabe que “fazer uma casa” é coisa que demora anos e dá muito, mas muito trabalho mas estamos altamente motivados. O desafio é grande mas o gozo de o tentar ir vencendo em cada dia também o é e uma vida sem desafios é uma coisa morta», sublinha Márcio Marto.</p>
<p>«Até agora não nos podemos queixar. A casa esteve fechada muitos anos mas o nome ainda permanece associado a uma boa experiência e isso é uma mais-valia. É um dia de cada vez. Lançámo-nos nisto convictos de que poderíamos vencer e é nisso (pela qualidade da nossa comida e do nosso serviço), que estamos focados», conclui o chef do Alqueidão da Serra.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Contrariar a doença” continua a ser a missão de Carlos Matias, 30 anos depois de um diagnóstico de esclerose</title>
		<link>https://oportomosense.com/contrariar-a-doenca-continua-a-ser-a-missao-de-carlos-matias-30-anos-depois-de-um-diagnostico-de-esclerose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 06:15:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mira de Aire]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Matias]]></category>
		<category><![CDATA[Esclerose Lateral Primária]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Tinha 46 anos, uma esposa, dois filhos, uma paixão por fotografia e uma vida perfeitamente normal. Era saudável e professor de Educação Física, até que certo dia, Carlos Matias sentiu os «pés presos», desequilibrou-se, tropeçou e caiu. Mas o que podia ter sido uma mera distração ou falta de coordenação de movimentos, voltaria a repetir-se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tinha 46 anos, uma esposa, dois filhos, uma paixão por fotografia e uma vida perfeitamente normal. Era saudável e professor de Educação Física, até que certo dia, Carlos Matias sentiu os «pés presos», desequilibrou-se, tropeçou e caiu. Mas o que podia ter sido uma mera distração ou falta de coordenação de movimentos, voltaria a repetir-se pouco tempo depois. Uma e outra vez. Não podia ser apenas uma má sucessão de acontecimentos. Por isso, decidiu descobrir o que se passava consigo mas o diagnóstico não foi imediato. «Nem pouco mais ou menos», frisa.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Em Mira de Aire, decidiu bater à porta de um médico que minutos depois de lhe observar as mãos lhe fez «mais ou menos o diagnóstico», da doença que mais tarde se viria a confirmar, recorda a esposa, Rosete Matias. Sem aceitarem o diagnóstico, decidiram procurar outra opinião. Seguiram-se meses de análises, exames, visitas a vários neurologistas e muita incerteza. Disseram-lhe que tinha um tumor na cabeça, quiseram operá-lo à cervical mas o verdadeiro diagnóstico era outro. Viria a chegar quase quatro anos depois e tinha um nome: Esclerose Lateral Primária (ELP). «O senhor teve azar. Tem uma doença que não tem cura e o fim é a cadeira de rodas», comunicou-lhe o Professor Doutor Mamede Carvalho, naquela manhã de junho de 2001. «Não faz mal, ainda não inventaram nenhuma à minha medida e por isso, vou esperar que isso aconteça primeiro», respondeu o mirense, em jeito de brincadeira, e com uma serenidade que chega a impressionar.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A confirmação da doença, o médico teve-a depois de ter visto o resultado da punção lombar, [procedimento que consiste na introdução de uma agulha fina na região inferior das costas, entre as vértebras lombares, para recolher líquido cefalorraquidiano] que tinha dito ser a única forma de ter a certeza sobre a doença que Carlos Matias sofria. Foi a partir de um dos gabinetes do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, que recebeu a notícia que viria a mudar radicalmente a sua vida. O diagnóstico chegou mas não o abalou. «Em 1998, a ELP bateu-me à porta e eu deixei-a entrar. A partir daí não saiu mais», escreve num livro publicado em maio passado (sobre o qual poderá ler mais na caixa abaixo). Livro onde assume que assim que o diagnóstico chegou, «morreu um tipo de vida e nasceu outro».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Hoje aos 74 anos, recebe-nos na sua casa, em Mira de Aire, a partir de onde faz uma viagem no tempo até esse dia, o momento em que soube da doença. Apesar da positividade com que sempre decidiu olhar para a doença, Carlos Matias reconhece que há toda uma realidade que existia e deixou de existir: «Eu sempre tive uma atividade de correr, saltar e andar, fui caçador, joguei à bola, fui treinador de futebol do Mirense&#8230;». A origem da doença permanece uma incógnita mas o mirense antecipa que tudo indica que poderá ser hereditária, podendo «ir até cinco gerações».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Uma “estranha” forma de encarar a doença</strong></p>
<p>Ao longo de quase 30 anos, a Esclerose Lateral Primária (ELP) tem deixado mazelas. Embora seja conhecida por ser uma versão “menos agressiva” da Esclerose Lateral Amiotrófica é uma doença neuromuscular rara, que causa rigidez, lentidão e fraqueza progressiva nos músculos da face, braços e pernas. Efeitos adversos que já se têm feito sentir em Carlos Matias que foi perdendo grande parte da sua mobilidade, já deixou de conduzir e até lhe afetou a fala.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Ainda assim, a certa altura, todo um passado de uma vida dedicada ao desporto, veio ao de cima, e começou a sentir o corpo a pedir-lhe exercício físico. «E que tal eu começar a fazer fisioterapia?», questionou ao médico, que lhe respondeu: «Sinceramente, não sei, porque nós temos poucas coisas escritas sobre essas doenças, porque as pessoas, a partir de uma certa altura, deixam de vir às consultas porque sabem que não melhoram». Mas o médico ouviu-o e pouco tempo depois Carlos começou a ter sessões de fisioterapia, que ainda mantém. O que também mantém é a ligação com o doutor Mamede Carvalho, que o acompanha desde a altura do diagnóstico até hoje e que, frisa a esposa, «é o primeiro do nosso país e o segundo do mundo neste tipo de doenças».</p>
<p>Embora hoje já «não dê um passo sem o andarilho ou o apoio de alguém», como reconhece também a esposa, Carlos Matias é independente, apesar de todas as limitações. «Eu pensei sempre em contrariar a doença. Já nessa altura era teimoso, e agora com a velhice, ainda mais», garante-nos. A higiene pessoal é o próprio que faz e também as refeições são tomadas de forma autónoma. «Às vezes só ajudo para ser mais rápido ou para não ter que se levantar tão cedo. Mas tudo o que pode fazer sozinho, faz sozinho. Há coisas, pronto, que a pessoa ajuda e tem que estar sempre atenta para ver se não cai, porque de vez em quando cai, não é? Vamos tentando fazer da melhor forma possível», considera Rosete Matias. É também da melhor forma possível que o casal, junto há quase 50 anos, tenta olhar para a vida e enfrentar a sua realidade. O mundo de ambos adaptou-se à doença, sem nunca deixar esta vencer, numa bela lição de como reagir perante tamanha adversidade.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Volvidos quase 30 anos desde o dia em que recebeu a notícia que veio abrir-lhe «uma nova vida», uma vida onde deixou de ter pressa e passou a apreciar «as coisas boas» desta, Carlos Matias garante que isso só se consegue «parando». «Costumo dizer que a parte boa da vida é aquela que eu quero ter sempre presente e a parte má faz de conta que não existe», sublinha. Durante este tempo, o mirense que assume ter uma «grande capacidade de pôr de lado» aquilo que não lhe agrada, reconhece que aprendeu muito, como «não sofrer por antecipação»: «Eu prefiro prever o bem. E se me acontecer o mal, tenho muito tempo nessa altura de tentar resolver».</p>
<p>Hoje, Carlos Matias assume ser um homem feliz. «Eu tenho coisas tão boas na minha vida que me fazem feliz. Se me perguntar se podia ser ainda mais feliz, é claro que sim. E as outras pessoas, não queriam todas serem mais felizes por isto ou por aquilo?», questiona, em jeito de reflexão.</p>
<blockquote><p><strong>A paixão pela fotografia e os encontros improváveis que esta proporcionou</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47650" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Raposas_Carlos-Matias.jpg" alt="Raposas Carlos Matias | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Raposas_Carlos-Matias.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Raposas_Carlos-Matias-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Raposas_Carlos-Matias-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até há poucos meses, era “no campo” onde Carlos Matias passava grande parte do seu tempo. A fotografar a fauna e a flora, características da serra, com a sua lente e uma boa dose de paciência. Era aí onde se sentia bem, mesmo que estivesse horas num local, sem que nada acontecesse.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>E se tivesse que escolher um dos dois, qual escolheria? A resposta é (quase óbvia): Fauna. «Nunca sabemos o que vamos encontrar», justifica, com um brilho nos olhos. Fotografar animais é um exercício de paciência e escuta atenta, qualidades que Carlos Matias possui e que já lhe permitiram viver experiências únicas, como assistir ao acasalamento de um casal de perdizes &#8211; um evento «raro» -, ter uma raposa a descansar à sua frente, ou uma outra que, parecendo já conhecer o seu jipe, veio na sua direção, farejou-o e olhou para si como a dizer “olá”. «Foi das coisas boas que a fotografia me trouxe», garante, quase entusiasmado.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Ao longo do tempo, o mirense foi construindo o seu portefólio e uma parte desse trabalho fotográfico está perpetuado num livro que lançou no passado mês de maio. <i>No campo com Carlos Matias</i>, assim se designa a obra onde estão reunidas dezenas de fotografias, captadas na freguesia de Mira de Aire e na União de Freguesia de Alvados e Alcaria, entre o ano 2008 e 2023. Entretanto, a doença impediu-o de conduzir mas nem por isso esse fascínio esmoreceu. Mesmo à boleia, tem tentado ir em busca de mais encontros improváveis que vão alimentando ainda mais a sua paixão e força de viver.<span class="Apple-converted-space"> </span></p></blockquote>
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		<title>“Guardiões da Natureza” mostram que é possível aprender enquanto se brinca livremente</title>
		<link>https://oportomosense.com/guardioes-da-natureza-mostram-que-e-possivel-aprender-enquanto-se-brinca-livremente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 06:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Calvaria de Cima]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Associação de Serviço Socorro Voluntário de São Jorge (ASSV São Jorge)]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Guardiões da Natureza]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante uma semana, 25 crianças, dos 6 aos 10 anos, vestiram a pele de Guardiões da Natureza de uma tribo em São Jorge e mostraram que é possível brincar livremente ao mesmo tempo que se aprende noções de cidadania, preservação da natureza e responsabilidade social.  Este foi o terceiro ano consecutivo que a Associação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante uma semana, 25 crianças, dos 6 aos 10 anos, vestiram a pele de <i>Guardiões da Natureza</i> de uma tribo em São Jorge e mostraram que é possível brincar livremente ao mesmo tempo que se aprende noções de cidadania, preservação da natureza e responsabilidade social.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Este foi o terceiro ano consecutivo que a Associação de Serviço Socorro Voluntário de São Jorge (ASSV São Jorge) dinamizou um ateliê de verão com esta essência, mas a verdade é que os ateliês de férias não são uma novidade desta associação. Sandra Rocha, que foi voluntária em muitos deles, é hoje o principal rosto deste projeto, e conta que tudo começou há cerca de três anos e meio, quando entrou para a associação e decidiu recuperar esses antigos ateliês, ajustando-os e baseando-os à «filosofia da escola da floresta e no trabalho do professor Carlos Neto [um dos maiores especialistas mundiais em temas como a brincadeira livre e a importância da motricidade no desenvolvimento físico e mental das crianças]». <span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Ao longo dos anos, Sandra Rocha, vice-presidente da ASSV São Jorge e assistente social de profissão, assume que o interesse por esta área tem crescido cada vez mais e é por isso que, revela, tem apostado em fazer formação relacionada com «a natureza, o brincar livre, o correr risco sem ser a correr perigo, o subir à árvore e saber descer, o pé-coxinho, e a motricidade fina». Competências que, considera, hoje em dia a maioria das crianças «infelizmente não tem».</p>
<p>Capacitar as crianças, nalguns casos, e melhorar competências noutros: estes são principais objetivos deste projeto, mas há mais. Como dar a conhecer o Gabinete de Apoio à Família e Comunidade da ASSV São Jorge, no qual é coordenadora, assim como as várias valências que a associação dispõe (como terapia da fala, terapia ocupacional, psicologia&#8230;) e que, acredita, muita gente «pode ainda não conhecer».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O ateliê de verão é sempre feito na primeira semana de agosto e desta vez não foi exceção. Abriram vaga para 25 crianças, «na expetativa» de terem no máximo 20, mas chegaram ao limite, com 25 inscritas. Um número surpreendente, destaca Sandra Rocha, sobretudo porque a atividade acontece apenas a meio tempo, o que, reconhece, «condiciona a vida dos pais»: «O ano passado fiz só de manhã, este ano fiz só à tarde e mesmo assim, com essas condicionantes, temos sempre 20 e tal crianças inscritas». Estes são números que agradam a a mentora do projeto, sobretudo porque são sinónimo do sucesso do mesmo.</p>
<p><strong>Criar e sujar podem ser sinónimos</strong><b></b></p>
<p>Durante a edição deste ano, subordinada ao tema <i>Guardiões da Natureza</i>, tudo foi pensado ao pormenor, como explica Sandra Rocha: «Mandei fazer uma plaquinha com a palavra “guardião” escrita e depois pedi às crianças que escolhessem um pau. Cortei um bocado de lençol, cerca de 25 centímetros, para dar a cada uma que depois tinha de personalizar o seu bastão de “<i>Guardião da Natureza</i>”».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-47753" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Guardioes-da-Natureza-2026-2_Sandra-Rocha.jpg" alt="Guardioes da Natureza 2026 2 Sandra Rocha | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Guardioes-da-Natureza-2026-2_Sandra-Rocha.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Guardioes-da-Natureza-2026-2_Sandra-Rocha-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/Guardioes-da-Natureza-2026-2_Sandra-Rocha-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>Imaginar, criar, sonhar, contemplar, sujar foram as palavras de ordem de uma semana recheada de atividades, como trabalhos em barro, cozinha de lama ou a construção de um hotel para insetos: «Reaproveitamos o que tiramos, como os troncos de eucaliptos, porque não é uma árvore que queremos ter ali no terreno, por não ser autóctone», explica Sandra Rocha. Noutro dos dias, os “<i>Guardiões da Natureza</i>” receberam ainda a visita dos militares da SEPNA da GNR, que falaram sobre o trabalho que «desenvolvem no ambiente e na floresta».</p>
<p><strong>Crianças que já participaram são hoje voluntárias</strong><b></b></p>
<p>O projeto é dirigido a crianças dos 6 aos 10 anos, e até aos 12 anos, em situações muito específicas, como se a criança já tenha participado em ateliês anteriores. Uma decisão justificada com o facto de haver muitas crianças, que por já terem atingido a idade-limite para participar ficavam tristes de não poderem continuar. «Tenho inclusive duas crianças que já participaram em ateliês anteriores e que foram voluntárias este ano», revela, Sandra Rocha, visivelmente satisfeita, destacando o trabalho desenvolvido por todos os elementos desta iniciativa: «Tive uma equipa extraordinária de voluntários que fizeram parte da tribo dos <i>Guardiões da Natureza</i>. Estivemos juntos desde o primeiro dia, e isso foi muito bom». <span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A mentora do projeto garante que o balanço tem sido «sempre muito positivo», tanto por parte da associação, que organiza, como pelas famílias das crianças que participam. «Já me perguntam quando é que vem o de outono, porque o ano passado fiz apenas num sábado à tarde e também tivemos vinte e tal inscritos», recorda, satisfeita, confirmando a realização desse mesmo ateliê no dia 10 de outubro. <span class="Apple-converted-space"> </span></p>
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		<title>“Mestres à Prova” viaja desde terras de Dom Fuas até Alcobaça</title>
		<link>https://oportomosense.com/mestres-a-prova-viaja-desde-terras-de-dom-fuas-ate-alcobaca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 06:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Regional]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Alcobaça]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Mestres à Prova]]></category>
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					<description><![CDATA[Uniu várias pessoas em torno de uma cozinha, deu a descobrir talentos escondidos e, sobretudo, as «receitas de casa» que passam de geração em geração. Foi com este propósito que o chef portomosense, Samuel Mota, criou o concurso Mestres à Prova que teve a sua estreia na edição deste ano das Festas de São Pedro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uniu várias pessoas em torno de uma cozinha, deu a descobrir talentos escondidos e, sobretudo, as «receitas de casa» que passam de geração em geração. Foi com este propósito que o chef portomosense, Samuel Mota, criou o concurso <i>Mestres à Prova</i> que teve a sua estreia na edição deste ano das Festas de São Pedro, em Porto de Mós. Mas tal como a organização e o presidente da Câmara de Porto de Mós, Jorge Vala, tinham adiantado nessa mesma edição de estreia, o objetivo era alargar este concurso a outros concelhos. E isso já aconteceu. A Feira de São Bernardo, que decorreu entre 19 e 23 de agosto, acolheu a segunda edição do <i>Mestres à Prova</i>.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Os contactos, para que este fosse um cenário possível, já tinham sido encetados há algum tempo por parte de Samuel Mota, mas o “sim” do Município de Alcobaça, acredita, veio depois «do sucesso em Porto de Mós». «O facto de ser um projeto inovador a nível local também ajudou», reforça. A juntar a isto, a comemoração dos 25 anos da Maçã de Alcobaça, com um pavilhão inteiramente dedicado a esta celebração, e onde o concurso <i>Mestres à Prova</i> decorreu, permitiu que este viesse enquadrado numa lógica de «promoção gastronómica».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Um dos desafios em Porto de Mós foi que os possíveis concorrentes «perdessem a vergonha» e quisessem mostrar o seu talento, desafio que também sentiram em Alcobaça. «As pessoas já sabiam o que era, conheciam, podiam ir às redes sociais consultar, e isso foi bom, mas por outro lado, eu sou de Porto de Mós e em Alcobaça não conheço os locais da mesma forma, fui a todas as freguesias, todos os cafés, fizemos uma grande promoção e fomos percebendo o que funcionava, até pela experiência que tínhamos de Porto de Mós», começa por contextualizar o chef Samuel Mota. Ainda assim, «não foi fácil de início», embora tenham acabado por «ter mais inscrições do que as 24 necessárias».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A implementação do projeto em Alcobaça «correu muito bem», com concorrentes «que levaram a sério o concurso e a querer dar o seu máximo». De Porto de Mós, Samuel Mota levou a mesma equipa que consigo tratou da logística com os concorrentes, cozinha, montagens, tudo o que é necessário, equipa essa que trabalha consigo no seu restaurante, em Lisboa. «Alguns elementos do júri também repetimos, por terem funcionado bem em Porto de Mós, mas decidimos que fazia sentido ter sempre um elemento que fosse da terra, neste caso de Alcobaça», explicou. «Alguém que saiba falar dos produtos do concelho, as suas origens, o que se faz bem em cada freguesia», acrescentou ainda.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Apesar de ainda «não terem havido conversações sérias sobre o assunto» com a Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria (CIMRL), a intenção então mencionada por Jorge Vala, de alargar o concurso aos concelhos desta região, é para trabalhar. «Queremos primeiro afinar tudo, esta experiência em Alcobaça ajuda-nos imenso nesse sentido, é ótimo para olear a “máquina”, mas depois a ideia é tentar marcar uma reunião com a CIMRL para apresentar o projeto como um total, depois com uma final distrital», revelou Samuel Mota. Algo que, a acontecer, começará sempre no próximo ano, uma vez que o período de festas de verão está a terminar e as que ainda vão acontecer, têm os seus programas fechados.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Chefe do Estado-Maior do Exército presidiu às comemorações da Batalha de Aljubarrota</title>
		<link>https://oportomosense.com/chefe-do-estado-maior-do-exercito-presidiu-as-comemoracoes-da-batalha-de-aljubarrota/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isidro Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 06:06:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Calvaria de Cima]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Batalha de Aljubarrota]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[São Jorge]]></category>
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					<description><![CDATA[O Campo Militar de São Jorge foi palco, no passado dia 14 de agosto, da cerimónia evocativa do 641.º aniversário da Batalha de Aljubarrota, ou Batalha Real como também é conhecida. A presidir esteve o Chefe do Estado-Maior do Exército, general Eduardo Mendes Ferrão.  O programa comemorativo teve início com a celebração de missa na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Campo Militar de São Jorge foi palco, no passado dia 14 de agosto, da cerimónia evocativa do 641.º aniversário da Batalha de Aljubarrota, ou Batalha Real como também é conhecida. A presidir esteve o Chefe do Estado-Maior do Exército, general Eduardo Mendes Ferrão.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O programa comemorativo teve início com a celebração de missa na Capela de São Jorge, ato presidido pelo padre Luís Mouroço, capelão do Regimento de Artilharia N.º 4 e Capelão da Escola de Sargentos do Exército (Caldas da Rainha).<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Já no Campo Militar, os primeiros discursos foram do vice-presidente da Câmara de Porto de Mós, Eduardo Amaral, e do presidente do conselho de administração da Fundação Batalha de Aljubarrota (FBA), António Ramalho. Seguiu-se uma recriação histórica onde foram lembrados os principais cronistas nacionais e castelhanos da Batalha Real.</p>
<p>Seguiu-se a homenagem por parte da FBA, e à qual se associaram os representantes do Exército Português e do Município de Porto de Mós, ao coronel de Infantaria, “comando” Américo Henriques, estudioso da história militar e que desde há longos anos é o responsável pela alocução histórica sobre a Batalha de Aljubarrota proferida a cada 14 de agosto em São Jorge e que foi, neste caso, o momento seguinte das comemorações.</p>
<p>No decorrer da sua intervenção, Américo Henriques afirmou que «se olharmos bem para aquilo que se passou neste campo de batalha, vamos chegar à conclusão o que a estratégia hoje não nega e afirma: A defensiva é a forma mais forte de fazer a guerra, mas só a ofensiva conduz à vitória». «As armas combinadas são o futuro de qualquer exército e, sobretudo, de um exército pequeno, mas grandioso, que assenta no braço armado dos seus filhos, dispostos a um juramento solene da defesa da integridade, da liberdade, da independência da terra em que os viu nascer. E esse é, queridos amigos, a grande mensagem que Aljubarrota nos deixa e deixará para todo o sempre», concluiu o coronel na reforma.</p>
<p>Prestadas as devidas honras militares pela força em parada, teve lugar a cerimónia de homenagem aos combatentes mortos, com deposição de coroas de flores junto à imagem de D. Nuno Álvares Pereira. Após o discurso do Chefe do Estado-Maior do Exército, a cerimónia terminou com o desfile das forças em parada. Já no Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota (CIBA) teve lugar a assinatura de um protocolo (sobre o qual poderá ler mais abaixo) entre a Fundação Batalha de Aljubarrota e a Câmara Municipal de Porto de Mós, encerrando a manhã evocativa com a visualização do filme <i>D. Nuno Álvares Pereira</i>.</p>
<blockquote><p><strong>FBA homenageou Américo Henriques, cronista vivo da Batalha Real</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-47660 size-full" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-2_Isidro-Bento.jpg" alt="641 anos da Batalha de Aljubarrota 2 Isidro Bento | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-2_Isidro-Bento.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-2_Isidro-Bento-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-2_Isidro-Bento-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia em que, em pleno Campo Militar de São Jorge, se evocaram os três maiores cronistas portugueses e castelhanos dos feitos da Batalha Real, a Fundação Batalha de Aljubarrota decidiu prestar pública homenagem, precisamente no mesmo espaço, ao coronel de Infantaria “comando” na reforma, Américo Henriques, estudioso da história militar e autêntico cronista vivo da batalha que ficou conhecida para a história como de Aljubarrota.</p>
<p>Minutos antes do ato simbólico, o presidente da Fundação Batalha de Aljubarrota, no seu discurso, referiu-se ao coronel Américo Henriques como «um cronista do nosso tempo, alguém que há muito nos entusiasma com o seu entusiasmo; alguém que nos emociona com a sua emoção».</p>
<p>António Ramalho recordou que o militar, agora homenageado, «que este ano celebra 80 anos», passou «a maioria, certamente, a ensinar-nos os grandes pedaços da nossa história». «Honrar e louvar o coronel Américo Henriques é também honrar todos aqueles que antes e depois tornarão Aljubarrota eterna», concluiu o responsável.</p>
<p>O Chefe do Estado-Maior do Exército, general Eduardo Mendes Ferrão, que presidiu à cerimónia militar, deixou no discurso que encerrou as comemorações «uma saudação amiga e respeitosa ao senhor coronel Américo Henriques expressando alegria e entusiasmo pela justa homenagem que a Fundação hoje lhe presta». «Ao celebrá-lo como um verdadeiro cronista do presente, esta instituição reconhece a extraordinária dedicação de uma vida inteira ao estudo, investigação e divulgação da história militar», sublinhou o responsável máximo do Exército Português.</p></blockquote>
<blockquote><p><strong>CIBA e Município unidos na promoção turística do concelho através da formalização de um protocolo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-47659" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-3_CIBA.jpg" alt="641 anos da Batalha de Aljubarrota 3 CIBA | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-3_CIBA.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-3_CIBA-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-3_CIBA-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Fundação Batalha de Aljubarrota e o Município de Porto de Mós aproveitaram as comemorações dos 641 anos sobre a Batalha Real, para a formalização de um protocolo de colaboração que cria mais uma parceria de promoção turística entre as duas entidades.</p>
<p>A partir de agora, e tal como noticiámos na edição de 30 de julho, os turistas e visitantes que queiram visitar o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota/Campo Militar de São Jorge e o Castelo de Porto de Mós poderão fazê-lo com uma substancial poupança face ao valor a pagar caso adquirissem isoladamente os respetivos bilhetes. Assim, graças a este protocolo, passa a estar disponível um <i>voucher</i> com 20% de desconto no acesso aos dois monumentos. A visita poderá ser feita em dias diferentes desde que no espaço de 60 dias, o prazo de validade do <i>voucher</i>.</p>
<p>De acordo com nota de imprensa do Município «o objetivo é incentivar à visita conjunta dos monumentos, procurando que os visitantes possam conhecer outras ofertas turísticas no concelho e, assim, manter a sua presença por um maior período de tempo no território ou incentivar a uma nova visita».</p>
<p>A assinatura do protocolo contou com o vice-presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós, Eduardo Amaral, o presidente da Fundação Batalha de Aljubarrota, António Palma Ramalho, e o administrador executivo da Fundação Batalha de Aljubarrota, José Augusto Fernandes.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A Batalha Real em discurso direto&#8230;</strong></h3>
<blockquote><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-47655 size-medium" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-Eduardo-Amaral_Isidro-Bento-300x300.png" alt="641 anos da Batalha de Aljubarrota Eduardo Amaral Isidro Bento | Jornal O Portomosense" width="300" height="300"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Eduardo Amaral</strong></p>
<p style="text-align: center;">Vice-presidente Câmara Municipal de Porto de Mós</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«[…] Nenhuma evocação de Aljubarrota estaria completa sem prestar homenagem a uma das maiores figuras da nossa História, Nuno Álvares Pereira. O Condestável simboliza a coragem, a inteligência, a estratégia, a lealdade e o espírito de serviço ao país. A sua liderança foi determinante para a vitória alcançada neste campo de batalha, mas o seu exemplo ultrapassa o efeito militar. Continua a representar o ideal de compromisso com o bem comum, da responsabilidade e da dedicação a Portugal e foi imbuídos deste espírito de preservação da memória coletiva e reconhecendo o valor gigante de Nuno Álvares Pereira, a sua identidade singular e a sua importância crucial para a nossa liberdade, a razão pela qual propusemos que a nova Escola Secundária de Porto de Mós adote orgulhosamente o seu nome permitindo assim levar toda a comunidade, e muito especialmente os nossos jovens, a perceber e a valorizar as figuras relevantes da nossa história e o seu impacto direto na história local inspirando novas gerações a honrar este legado eterno de coragem que nos define enquanto povo soberano e livre.</p>
<p>Não se trata apenas de atribuir o nome a um edifício, trata-se de aproximar os nossos jovens à história e de lhe dar referências que ajudem a compreender o território onde vivem e despertar o orgulho de ser português. Num tempo em que tantas referências parecem efémeras, importa recordar que os povos que conhecem a sua história são também os povos que melhor sabem construir o seu futuro e preparar melhor quem nos sucederá […]».</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-47658" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-4_Exercito-Portugues.jpg" alt="641 anos da Batalha de Aljubarrota 4 Exercito Portugues | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-4_Exercito-Portugues.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-4_Exercito-Portugues-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-4_Exercito-Portugues-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<blockquote><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-47654 size-medium" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-Antonio-Ramalho_Isidro-Bento-300x300.png" alt="641 anos da Batalha de Aljubarrota Antonio Ramalho Isidro Bento | Jornal O Portomosense" width="300" height="300"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>António Ramalho</strong></p>
<p style="text-align: center;">Presidente Fundação Batalha de Aljubarrota</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>«[…] Comemoramos esta data com um sentimento agridoce. Por um lado, assinalámos este ano o protocolo com a Sociedade Histórica da Independência de Portugal que não só permite dar um contributo ao desenvolvimento do Museu da Independência que Portugal merece […] mas também garante a celebração do 15 de dezembro de 1383, a data em que D. João I conseguiu assegurar a sua primeira e mais importante legitimidade, a popular, quando foi aclamado Defensor do Reino pelo povo de Lisboa.  Acordámos também uma estratégia com Fronteira e Trancoso com o objetivo de alargar Aljubarrota ao seu conceito real no roteiro da Independência, não um cunho regional, mas um cunho nacional.  E assinalámos hoje mesmo com o Município de Porto Mós e com os Museus e Monumentos Nacionais um protocolo de bilhética e promoção conjunta do Castelo de Porto Mós, do Campo de Batalha e Centro de Interpretação e do Mosteiro da Batalha. São passos essenciais para tornar Aljubarrota não só um local que se comemora mas dar-lhe o conteúdo regional, nacional e mesmo internacional que esta batalha merece.</p>
<p>É agridoce o sentimento porque foi também um ano com algumas fatalidades: A tempestade Kristin devastou significativamente o nosso Campo de Batalha, o nosso património arbóreo que tanto nos orgulhava (verdade seja que no mês de julho já conseguimos que mais visitantes viessem aqui que no ano passado o que prova que não fomos derrotados pelas tempestades que nos assolaram). Assinalámos também a partida de um dos nossos primeiros curadores, o professor Luís Adão da Fonseca, um medievalista único que juntava não só o gosto pelo medieval de Aljubarrota mas também pela importância de Avis e dos Descobrimentos, assim como da nossa Rosário, a mais antiga das nossas colaboradoras que partiu a dois dias de comemorar 40 anos de serviço por Aljubarrota, quer no Museu Militar, quer no CIBA […]».</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-47657" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-5_Exercito-Portugues.jpg" alt="641 anos da Batalha de Aljubarrota 5 Exercito Portugues | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-5_Exercito-Portugues.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-5_Exercito-Portugues-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-5_Exercito-Portugues-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<blockquote><p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-47653" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2026/08/641-anos-da-Batalha-de-Aljubarrota-Eduardo-Ferrao_Isidro-Bento-300x300.png" alt="641 anos da Batalha de Aljubarrota Eduardo Ferrao Isidro Bento | Jornal O Portomosense" width="300" height="300"></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Eduardo Mendes Ferrão</strong></p>
<p style="text-align: center;">Chefe do Estado-Maior do Exército</p>
<p>«[…] Quando sabemos interpretar o nosso tempo, quando temos o arrojo de mudar preservando aquilo que verdadeiramente importa e quando colocamos o interesse nacional acima de qualquer outra consideração, somos capazes de alcançar resultados que a muitos pareciam impossíveis. Foi assim em Aljubarrota e é esse exemplo que devemos continuar a seguir.</p>
<p>Caros camaradas infantes, a vossa presença neste campo de São Jorge é a expressão viva da continuidade histórica do Exército português, e a prova de que o espírito de Aljubarrota permanece ativo na nossa instituição. Vós sois os legítimos herdeiros daqueles que com coragem e sacrifício afirmaram a independência de Portugal e abriram caminho a uma visão estratégica que moldou o nosso futuro. Hoje cabe-vos, cabe-nos, dar continuidade a esse legado, enfrentando os desafios contemporâneos com a mesma determinação, disciplina e lucidez. A modernização tecnológica em curso, a qualificação dos nossos militares e o reforço da nossa capacidade operacional não são apenas instrumentos de progresso, são a forma atual de honrarmos aqueles que aqui tombaram.</p>
<p>Prestar homenagem aos combatentes de Aljubarrota é também assumir o compromisso solene de manter o Exército como uma instituição credível, moderna, altamente motivada, permanentemente pronta a servir Portugal. Uma força que honra o seu passado, mas que mantém sempre os olhos postos nos desafios tecnológicos e operacionais do amanhã. Por isso, uma palavra de grande reconhecimento é pedida a todos os infantes, nos quais eu me incluo, que de norte a sul do país e nas nossas divisões além-fronteiras, cumprem a sua missão com brilho, disciplina e abnegação. O vosso trabalho diário assegura que a chama de Aljubarrota continua bem viva no coração de Portugal. Inspirados pelo exemplo intemporal de Dom João I e Dom Nuno Álvares Pereira, continuaremos a marchar vivos e firmes na defesa da nossa liberdade e da nossa soberania».</p></blockquote>
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<p><strong>, Exército Português e CIBA</strong></p>
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		<title>Ribeira de Cima tem capela renovada</title>
		<link>https://oportomosense.com/ribeira-de-cima-tem-capela-renovada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isidro Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 06:03:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Ribeira de Cima]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi com uma capela substancialmente renovada que este ano a Ribeira de Cima (Porto de Mós) festejou a sua padroeira, Nossa Senhora do Desterro. A festa, realizada entre os dias 31 de julho e 3 de agosto, teve desta vez um sabor especial para os elementos da confraria local e comunidade em geral. Encerrado desde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi com uma capela substancialmente renovada que este ano a Ribeira de Cima (Porto de Mós) festejou a sua padroeira, Nossa Senhora do Desterro.</p>
<p>A festa, realizada entre os dias 31 de julho e 3 de agosto, teve desta vez um sabor especial para os elementos da confraria local e comunidade em geral. Encerrado desde maio, o velho templo reabriu por ocasião da festa após «obras profundas ao nível da estrutura do teto e do telhado, remodelação de toda a parte elétrica bem como de portas e janelas e sistema de som, e impermeabilização e pintura das paredes exteriores». Ainda no exterior foi renovada a iluminação e arranjados os bancos e as pedras junto à entrada.</p>
<p>«Consciente da necessidade que havia de intervir na capela», a nova confraria, que tomou posse em setembro de 2025, decidiu meter mãos à obra e, finalmente, a obra avançou e tornou-se realidade.</p>
<p>«Por se tratar de um investimento avultado (daí tantos anos adiado), durante os meses que antecederam a intervenção foram realizados vários eventos de angariação de fundos, desde uma sardinhada, a porco no espeto, e ao torneio Penalty Cup organizado em colaboração com os veteranos do Clube Desportivo Ribeirense», explicam. Ao contributo de instituições, empresas e particulares, juntaram-se a Câmara Municipal e a Junta de Freguesia de Porto de Mós, num apoio que os elementos que estão à frente da Confraria de Nossa Senhora do Desterro, reputam como «bastante importante» tendo em conta o valor dos subsídios atribuídos.</p>
<p>Os mesmos responsáveis consideram que «o resultado final das obras traduz aquilo que todos esperavam». Para o futuro fica a garantia de que «a Confraria vai continuar a preservar o património existente dentro das suas possibilidades, nomeadamente, financeiras».</p>
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