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	<title>ACES Pinhal Litoral | Jornal O Portomosense</title>
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	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
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	<title>ACES Pinhal Litoral | Jornal O Portomosense</title>
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		<title>Cineteatro acolhe III Fórum da Diabetes</title>
		<link>https://oportomosense.com/cineteatro-acolhe-iii-forum-da-diabetes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Vieira Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 09:58:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ACES Pinhal Litoral]]></category>
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					<description><![CDATA[O Cineteatro de Porto de Mós vai acolher no dia 13 de novembro o III Fórum da Diabetes, certame destinado a profissionais de saúde com um programa com vários painéis dedicados a esta temática. As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas através desta ligação. Já para o dia 14 está marcada uma Caminhada da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Cineteatro de Porto de Mós vai acolher no dia 13 de novembro o III Fórum da Diabetes, certame destinado a profissionais de saúde com um programa com vários painéis dedicados a esta temática.</p>
<p>As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas através <a href="https://login.microsoftonline.com/organizations/oauth2/v2.0/authorize?client_id=c9a559d2-7aab-4f13-a6ed-e7e9c52aec87&amp;redirect_uri=https%3A%2F%2Fforms.office.com%2Flanding&amp;state=eyJ2ZXJzaW9uIjoxLCJkYXRhIjp7IklkZW50aXR5UHJvdmlkZXIiOiJBVXdHTWkwQzFtWUxYU1pmMnplWDNJdEdCSlAtdkF5MjVTNHg3Z3JXanFMNWFhR1c5R25ud2lST3lIdkljVnBEQktJWEVCQkFSODVRS09kQTZmVl9jUmsiLCIucmVkaXJlY3QiOiJodHRwczovL2Zvcm1zLm9mZmljZS5jb20vcGFnZXMvcmVzcG9uc2VwYWdlLmFzcHg_aWQ9Q0ViSUloM3d4VWFBSkdQTWxpNWZVVmM2RjVvcjM4RkNySGM0aGRWU04zbFVPVEE0VlZGSU4wbzBWazg0V0ZwQ1YxQlpVVGxGT0VOUlV5NHUmc2lkPTE5NzA3OGNkLThmMzEtNGI1OC1hODdmLTgwMGU0ZDgxNjcxMyIsIi54c3JmIjoiQWZfVWt1ajVId2NvR0FQWVg2MUFROE5ISzMtMWI3YkhMREZrMFdRanBPaDJJZlAwcnhuSUh3emMwcjlKVFRVcE9GZGtOTFp1MnREZ3VqWEJqdmprOGVlc0lVRC12dmtCX3BSOTR2VGdBTXV4Uk01V2hZczcza0dfdDN6MV9FbHZ6QSIsIk9wZW5JZENvbm5lY3QuQ29kZS5SZWRpcmVjdFVyaSI6IkFTREptU3hhRDlyWGxDM2RGV0lJb1BFQTNnenUzM1g3YXJlVDlnYmFUNjRic0ZFcy03dlpMblVfQko0VXdDVDBmejhjNkQxUTVfTVo2Q0VIa19mU1JvUkRHdC1IY0ZISkdrT29DS2tWSFRLSmFKbV81S0wyRlQ5Sndmd1NuU2toZVEifX0&amp;response_type=code%20id_token&amp;scope=openid%20profile&amp;response_mode=form_post&amp;nonce=638351360137774485.ZGY5Zjc3OTctNmRiYy00YzE3LThiMjUtOTQ4NDAxODE2YWJkMDkzZGVmNjktZjhkNS00YWE2LTg3ODItYTU0NGM4OWRiYjYx&amp;msafed=0&amp;x-client-SKU=ID_NET6_0&amp;x-client-ver=6.30.1.0" target="_blank" rel="noopener">desta ligação</a>. Já para o dia 14 está marcada uma Caminhada da Diabetes ao final do dia.</p>
<p>O Fórum é organizado pelo ACES Pinhal Litoral.</p>
<p>Veja, em baixo, o programa completo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-26010 size-large" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/11/diabetes_1_1024_2500-724x1024.png" alt="diabetes 1 1024 2500 | Jornal O Portomosense" width="724" height="1024"></p>
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		<title>Ur&#8217;gente elege novos órgãos sociais</title>
		<link>https://oportomosense.com/urgente-elege-novos-orgaos-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2022 08:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ACES Pinhal Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[ACES-PL – Agrupamento de Centros de Saúde Pinhal Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[Administração Regional de Saúde do Centro (ARS)]]></category>
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		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Respeita quem cuida]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ur&#8217;gente – Associação de Utentes de Saúde, com sede no Alqueidão da Serra, elegeu, no início deste mês, novos órgãos sociais (ver lista abaixo), embora não haja grandes mexidas a realçar. João Gabriel, um dos impulsionadores da associação fundada em 2019 e até aqui tesoureiro, encabeçou a única lista que se apresentou a sufrágio, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ur&#8217;gente – Associação de Utentes de Saúde, com sede no Alqueidão da Serra, elegeu, no início deste mês, novos órgãos sociais (ver lista abaixo), embora não haja grandes mexidas a realçar. João Gabriel, um dos impulsionadores da associação fundada em 2019 e até aqui tesoureiro, encabeçou a única lista que se apresentou a sufrágio, tendo sido eleito como novo presidente da direção, sucedendo assim a Ana Margarida Amado (falecida em março deste ano). Na Assembleia Geral para a eleição dos novos órgãos sociais participaram 40 sócios, 10 dos quais votaram por procuração, esclarece a Ur&#8217;gente, em informação enviada a O Portomosense.</p>
<p>Das várias preocupações que esta direção assume, o aumento da violência nos estabelecimentos de saúde é uma das que lhe merece maior apreensão. «É algo que está a acontecer muito pelo país todo e o nosso concelho não é exceção», revela o presidente da Ur&#8217;gente. Por isso, a associação pretende «apostar bastante» na prevenção da «violência verbal e física», dentro e fora das consultas, através da realização da campanha de sensibilização<em> Respeita Quem Cuida</em>. «Os utentes andam sem paciência e usam a violência verbal com muita facilidade. Perderam completamente o respeito por quem cuida deles», afirma. Das novidades que constam do plano de atividades para este mandato, há outra que salta à vista: a elaboração de um boletim do utente, com periodicidade trimestral, no qual serão dadas a conhecer «as atividades da associação», assim como outras informações relevantes.</p>
<p>Por outro lado, «sempre que a situação se agudize», a Ur&#8217;gente irá entrar em ação, «mobilizando a população e os autarcas para ações públicas de reivindicação» pelo acesso aos cuidados de saúde primários, sendo certo que também vai «sensibilizar a Administração Regional de Saúde para a resolução ou mitigação dos problemas» existentes. A associação vai ainda renovar o protocolo com a Escola Superior de Saúde de Leiria para «continuar o estudo sobre a perceção dos utentes» na qualidade dos serviços prestados.</p>
<p>Para já, a associação, que se apresenta como mediador social entre os utentes e o sistema de saúde, garante estar atenta à falta de médicos e revela que irá procurar «restabelecer contactos» com o Agrupamento de Centros de Saúde do Pinhal Litoral, cuja direção também sofreu recentemente alterações. Durante este período de três anos, a Ur’gente espera ainda poder ver concretizado um desejo antigo para o concelho: o surgimento de uma segunda Unidade de Saúde Familiar. </p>
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		<item>
		<title>Câmara de Porto de Mós quer reunir com novo coordenador do ACeS Pinhal Litoral</title>
		<link>https://oportomosense.com/camara-de-porto-de-mos-quer-reunir-com-novo-coordenador-do-aces-pinhal-litoral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 08:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ACES Pinhal Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[Agrupamento de Centros de Saúde do Pinhal Litoral (ACeS)]]></category>
		<category><![CDATA[Concelho de Porto de Mós]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Situação médica]]></category>
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					<description><![CDATA[O Agrupamento de Centros de Saúde do Pinhal Litoral (ACeS), ao qual pertence o concelho de Porto de Mós, tem um novo coordenador. Marco Neves é enfermeiro e, de acordo com o presidente da Câmara, era «até há pouco tempo, adjunto do secretário de Estado da Saúde». Na última reunião de Câmara pública, Jorge Vala [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Agrupamento de Centros de Saúde do Pinhal Litoral (ACeS), ao qual pertence o concelho de Porto de Mós, tem um novo coordenador. Marco Neves é enfermeiro e, de acordo com o presidente da Câmara, era «até há pouco tempo, adjunto do secretário de Estado da Saúde». Na última reunião de Câmara pública, Jorge Vala fez questão de dar «as boas-vindas» ao novo coordenador, desejando «sucesso nesta difícil função, até porque há muitas questões que, ao longo deste tempo sem coordenação no ACeS, ficaram por tratar». Em informação posterior enviada ao nosso jornal, o autarca deu ainda conta de que «o executivo pretende reunir com o novo coordenador no sentido de debater a situação médica de Porto de Mós e encontrar soluções para a mesma».</p>
<p><strong>Foto | Jéssica Silva</strong></p>
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		<item>
		<title>Assembleia Municipal volta a chumbar transferência de competências na área da Saúde</title>
		<link>https://oportomosense.com/assembleia-municipal-volta-a-chumbar-transferencia-de-competencias-na-area-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isidro Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Mar 2022 08:54:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ACES Pinhal Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[ARS]]></category>
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					<description><![CDATA[A transferência de competências para os órgãos municipais e para as entidades intermunicipais no domínio da Saúde voltou a ser chumbada pela Assembleia Municipal (AM), na sua sessão de 11 de março. Este foi o quarto chumbo em quatro anos, no entanto, desta vez, o sentido de voto dos eleitos do Partido Socialista (PS) quebrou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A transferência de competências para os órgãos municipais e para as entidades intermunicipais no domínio da Saúde voltou a ser chumbada pela Assembleia Municipal (AM), na sua sessão de 11 de março. Este foi o quarto chumbo em quatro anos, no entanto, desta vez, o sentido de voto dos eleitos do Partido Socialista (PS) quebrou a unanimidade registada até aqui. O presidente da Câmara, Jorge Vala, assim como alguns deputados e presidentes de Junta bem apelaram a que a decisão saída da AM fosse unânime e, acima de tudo, um claro sinal de protesto, nomeadamente pela falta de médicos, no entanto, e à semelhança do que aconteceu em reunião de Câmara, o PS votou contra.</p>
<p>Na apresentação deste ponto, Jorge Vala disse que Porto de Mós continua «com um problema gravíssimo ao nível de resposta em termos de Saúde» e que, apesar de no fim do ano terem sido enviados pedidos de intervenção ao ACES Pinhal Litoral, ARS e Secretaria de Estado da Saúde, até agora não houve resposta, «a não ser a contratação de um médico que trabalha das 9 às 17 horas no Centro de Saúde de Porto de Mós». O autarca lamentou também que, a 15 dias da data em que era suposto receber as competências, ainda não tivesse sido criada a comissão de acompanhamento prevista na lei.</p>
<p><strong>Recusa em sinal de protesto</strong></p>
<p>«O Município está disponível para receber estas competências mas para isso têm de nos ser entregues com um mínimo de condições, o que não acontece atualmente», referiu, deixando claro que a recusa é, essencialmente, uma forma de protesto pelos problemas existentes na área da Saúde, embora mantenha que a proposta fica aquém das expectativas e é suportada por meios financeiros claramente insuficientes face às necessidades. Jorge Vala afirmou que «o Município não pode continuar a conviver com a sua população cada vez mais envelhecida, com mais dificuldades de mobilidade, a ter que ir a médico privado para, inclusive, ter acesso ao receituário, e a continuar a ter que ir ao hospital sempre que há uma pequena necessidade», defendendo, por isso, que o chumbo da proposta seria um sinal dado aos responsáveis da Saúde e do poder central de que algo tem de mudar.</p>
<p>Alcides Oliveira, presidente da Junta de Mira de Aire, defendeu também a importância da AM falar a uma só voz e mostrou-se crítico em relação à posição dos vereadores do PS. Segundo o autarca, «não há melhoria, não há, sequer, qualidade. As pessoas idosas continuam a sofrer, não têm dinheiro para pagar a médicos particulares, nem tão pouco para transportes alternativos aos parcos transportes públicos existentes» e, por isso, «não estão criadas as condições para aceitar a transferência de competências». Face ao cenário já traçado na última AM, «onde todos defendiam a luta pela qualidade da Saúde no concelho», Alcides Oliveira disse não entender «como é que os vereadores do PS votaram contra». «Votaram só porque sim? Então e o contexto vivido nos cuidados de saúde prestados não seria suficiente suporte para votar de forma uniforme na não aceitação?», questionou, deixando, ainda, um desafio: «Se os vereadores do PS têm projetos para melhorar a prestação de cuidados médicos então que os apresentem e os discutam na Câmara».</p>
<p>Filipe Batista, o presidente da Junta do Alqueidão da Serra, concordou e expressou a sua «solidariedade para com o executivo municipal por todos os motivos já elencados e também como forma de luta». «Vale o que vale mas ainda assim dará para manifestar um pouco da nossa contínua insatisfação ao longo dos últimos anos», frisou, explicando que uma vez que esta transferência não prevê a possibilidade de contratação de médicos e enfermeiros mas quase só a passagem de edifícios para as autarquias locais, algo que já acontece na maioria dos casos, então, «fica, pelo menos, a indignação. Para que haja alguém que ouça», disse.</p>
<p><strong>Eleitos do PSD criticam postura do PS</strong></p>
<p>Entretanto, do lado do PSD, fizeram-se ouvir três vozes críticas. Félix dos Reis começou por estranhar a posição do PS, tendo em conta que, na última AM, a líder de bancada, Rita Cerejo, disse que tudo aquilo que se fizesse para resolver o problema da Saúde no concelho teria o apoio do PS. O deputado deixou ainda uma pergunta: «Como é que explico às famílias ucranianas que vêm para Porto de Mós e a quem vamos disponibilizar uma casa condigna e, se calhar, arranjar trabalho, que não podem é adoecer porque não temos médicos nem enfermeiros?».</p>
<p>Luís Almeida deixou também perguntas e um aviso. «Depois da população, dos autarcas e dos políticos, já por diversas vezes, terem reclamado pela falta de médicos, como pode este executivo aceitar a transferência se as exigências não foram ouvidas, nem foi chamado a ter reuniões a fim de se resolverem os problemas? Como é que pode aceitar à revelia dos interesses, ambições e manifestações dos seus munícipes? E o que é que se passou recentemente de tão vantajoso para Porto de Mós na área da Saúde que leve um partido político a mudar de opinião e a deixar sem resposta e sem soluções os habitantes deste concelho?», questionou. «Este documento [de rejeição das competências] tem um valor bastante significativo se aparecer em Lisboa com a aprovação de todos os políticos deste concelho. Ao invés, será uma autêntica derrota para todos aqueles que se manifestaram, se vier a ter uma votação de divisão», avisou o deputado social-democrata.</p>
<p>Gabriel Vala, disse que antes de aceitar competências são precisas «garantias de que a situação dramática em que o concelho se encontra será resolvida» e que o «Estado tem o dever e a obrigação de normalizar este processo, tranquilizar as pessoas e as instituições e depois, sim, descentralizar». Votar contra seria «marcar uma posição, dizer que não estamos satisfeitos, que o Estado não está a cumprir as suas responsabilidades e que não estão asseguradas as condições para esta transferência», frisou.</p>
<p>Feita a votação, a proposta de não aceitação da transferência de competências foi aprovada por maioria com seis votos contra do PS que, a seguir, apresentou uma declaração de voto.</p>
<p>Já em fecho de edição recebemos um comunicado do PSD que repete, no essencial, aquilo que foi dito pelos seus deputados na AM e que reproduzimos neste artigo. Acrescenta-se, nessa nota, que a atitude dos deputados do PS «é ainda mais incompreensível, porquanto na AM, perante a relevância deste e de outros temas, escudaram-se atrás de um silêncio ensurdecedor que, só revelou desprezo pelo órgãos a que pertencem e pelos assuntos em debate, limitando-se a apresentar uma declaração de voto escrita, revelando um total menosprezo pelos temas da Saúde, Educação e Ação Social».</p>
<p><strong>PS considera que seria vantajoso aceitar competências</strong></p>
<p>Em declaração de voto, os eleitos do PS, embora reconheçam que «a falta de médicos no concelho é transversal a todo o concelho», consideram que «o Município tem meios para ajudar a ultrapassar o problema e ao recusar a aceitação da transferência de competências está a perder a oportunidade de ter uma voz ativa neste processo». Para o PS «a não aceitação nesta fase, a nove meses da obrigatoriedade de o fazer, vai criar atritos que em nada vão ajudar a ultrapassar as lacunas existentes». Por outro lado, ao longo dos últimos anos, o Município tem assumido a manutenção, a reparação e o alargamento dos edifícios dos centros de saúde do concelho, já tendo assumido grande parte das competências».</p>
<p>A aceitação a curto prazo viria, no entender dos socialistas, «beneficiar os profissionais de saúde identificando e colmatando as carências exacerbadas com a pandemia a nível operacional e administrativo» e, além disso, dizem, «é ainda importante que o Município aceite o quanto antes, por forma a beneficiar o delineamento de USF a criar no concelho».</p>
<p><strong>Foto | Isidro Bento</strong></p>
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		<item>
		<title>“Concelho atravessa a pior situação de sempre em termos de COVID-19”</title>
		<link>https://oportomosense.com/concelho-atravessa-a-pior-situacao-de-sempre-em-termos-de-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isidro Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2022 08:18:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ACES Pinhal Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[Autoisolamento]]></category>
		<category><![CDATA[Concelho de Porto de Mós]]></category>
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		<category><![CDATA[Município de Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Novo coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente da Câmara de Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[SNS 24]]></category>
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					<description><![CDATA[«A situação de COVID no concelho está completamente descontrolada». A afirmação é do presidente da Câmara, Jorge Vala, e foi proferida na última reunião (pública) do executivo camarário, num tom interpretado como de lamento mas também de frustração. Embora não o tenha afirmado de forma explícita, a frase remete para duas realidades que se complementam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>«A situação de COVID no concelho está completamente descontrolada». A afirmação é do presidente da Câmara, Jorge Vala, e foi proferida na última reunião (pública) do executivo camarário, num tom interpretado como de lamento mas também de frustração.</p>
<p>Embora não o tenha afirmado de forma explícita, a frase remete para duas realidades que se complementam e tornam a situação particularmente grave. Se no conjunto dos cinco municípios que integram o ACES &#8211; Pinhal Litoral a tendência atual em termos de novos casos de COVID-19 é de estabilização, Porto de Mós, visto de forma isolada, continua a registar um aumento preocupante. No entanto, e segundo o autarca, ninguém sabe muito bem a quanto é que isso corresponde porque a Câmara deixou de receber o boletim diário e, por outro lado, nas palavras do edil, há um total desfasamento em relação ao número de casos que se vão conhecendo a nível local e aqueles de que o Município vai sendo informado pelos canais oficiais.</p>
<p>Parte do descontrolo denunciado por Jorge Vala assenta, precisamente, nessa diferença de números que leva o autarca a considerar que haverá inúmeros casos que nem sequer chegam a ser registados oficialmente e muita gente que estará sem o devido acompanhamento por parte da Saúde Pública, nomeadamente por ausência da delegada de saúde, há vários meses de baixa médica.</p>
<p><strong>(Leia a notícia completa na edição em papel d&#8217;O Portomosense do dia 20 de janeiro de 2022)</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>ACES Pinhal Litoral incentiva à vacinação da população</title>
		<link>https://oportomosense.com/aces-pinhal-litoral-incentiva-a-vacinacao-da-populacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 07:40:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA["Casa Aberta"]]></category>
		<category><![CDATA[ACES Pinhal Litoral]]></category>
		<category><![CDATA[Centros de vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Dina Pascoal]]></category>
		<category><![CDATA[Horários]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[A coordenação do ACES Pinhal Litoral está a fazer um esforço para sensibilizar e informar a população para terminar esta «última etapa da vacinação», conforme explica em comunicado enviado à nossa redação. «Nesta fase apela-se a todos os utentes elegíveis que ainda não foram vacinados a dirigirem-se a qualquer centro de vacinação contribuindo, desta forma, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A coordenação do ACES Pinhal Litoral está a fazer um esforço para sensibilizar e informar a população para terminar esta «última etapa da vacinação», conforme explica em comunicado enviado à nossa redação. «Nesta fase apela-se a todos os utentes elegíveis que ainda não foram vacinados a dirigirem-se a qualquer centro de vacinação contribuindo, desta forma, para sua proteção e da restante população», refere Dina Pascoal, enfermeira especialista em Enfermagem Comunitária e Saúde Pública na Unidade de Saúde Pública ACES Pinhal Litoral. A nota explica ainda que com a iniciativa <em>Casa Aberta</em> «os utentes com idade igual ou superior a 12 anos podem ser vacinados, com a primeira dose e sem agendamento prévio, devendo para esse efeito dirigirem-se ao Centro de Vacinação do local onde está inscrito no Centro de Saúde, normalmente correspondendo ao da sua área/zona de residência».</p>
<p>Em Porto de Mós, o Centro de Vacinação está aberto na modalidade de <em>Casa Aberta</em> às terças, quartas e sextas das 9 às 13 horas e das 14 às 17 horas e no sábado das 9 às 13 horas. A modalidade de <em>Casa Aberta</em> existe também no Centro de Vacinação da Batalha às terças, sextas e sábados, das 9 às 13 horas e das 14 às 16 horas. Na Marinha Grande quem se quiser vacinar sem marcação poderá fazê-lo de segunda a domingo das 9 às 13 horas e das 14 às 17 horas, o mesmo horário tem o Centro de Vacinação de Leiria. Em Pombal, a <em>Casa Aberta</em> funciona também de segunda a domingo das 9 às 12h30 e das 14 às 17h30.</p>
<p>A enfermeira alerta ainda que quem tem a segunda dose da vacina «em atraso deve dirigir-se a um centro de vacinação para completar o seu processo de vacinação» nesta mesma modalidade. «Estamos na reta final deste processo, estando previsto o encerramento dos centros de vacinação para o final de setembro», conclui.</p>
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