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	<title>Alimentação | Jornal O Portomosense</title>
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	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
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	<title>Alimentação | Jornal O Portomosense</title>
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		<title>Câmara de Alcobaça lançou projeto para controlo de obesidade infantil nas crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 14:48:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Alcobaça desenvolveu o projeto Estou na Linha, «um rastreio de obesidade infantil nas crianças no ensino pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico das escolas do concelho». Este rastreio foi realizado «entre os meses de janeiro e abril, sendo os casos considerados de risco (percentil Índice de Massa Corporal [IMC] superior a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Alcobaça desenvolveu o projeto <em>Estou na Linha</em>, «um rastreio de obesidade infantil nas crianças no ensino pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico das escolas do concelho». Este rastreio foi realizado «entre os meses de janeiro e abril, sendo os casos considerados de risco (percentil Índice de Massa Corporal [IMC] superior a 95) encaminhados para o respetivo médico de família», revelou a autarquia numa nota. O estudo «abrangeu 82% das crianças do jardim de infância e 85% dos inscritos no 1.º ciclo» e teve resultados gerais muito positivos: «A grande maioria das crianças do pré-escolar (78%) e do 1.º ciclo (74%) apresentam níveis normais de IMC».</p>
<p>«É muito importante ter a noção concreta da realidade local do concelho, tendo em conta que os recentes números apontam para os 30% de crianças com excesso de peso em Portugal», afirma o presidente da Câmara, Hermínio Rodrigues. O autarca salientou ainda que «vivemos num tempo em que a alimentação e sedentarismo contribuem seriamente para estilos de vida pouco saudáveis». «Cabe-nos, quer como responsáveis políticos, quer como pais, trabalhar para inverter esta tendência», defende. Os resultados conseguidos são, no entanto, «motivadores e refletem naturalmente todo o trabalho de promoção de alimentação saudável que a Câmara tem vindo a efetuar desde 2005», sublinha.</p>
<p>O <em>Estou na Linha</em> foi desenvolvido em «parceria com a Unidade de Cuidados na Comunidade de Alcobaça Nazaré (Equipa de Saúde Escolar) do ACES Oeste Norte». No jardim de infância, «da totalidade dos alunos rastreadas constatou-se que 4% apresenta o percentil peso abaixo do recomendado, 78% apresenta dentro dos valores recomendados, 13% apresenta excesso de peso e 5% apresenta obesidade». Desta faixa etária, 3,6% com percentil IMC superior a 95, foram encaminhadas para o médico de família. Já no 1.º ciclo, «constatou-se que 3% apresenta o percentil peso abaixo do recomendado, 74% apresenta dentro dos valores recomendados, 16% apresenta excesso de peso e 6% apresenta obesidade». Destas, 5,7% com percentil IMC superior a 95, foram também encaminhadas para o médico de família.</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
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		<title>Maioria dos utentes internados dá nota positiva ao serviço do CHL</title>
		<link>https://oportomosense.com/maioria-dos-utentes-internados-da-nota-positiva-ao-servico-do-chl/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2022 07:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Já são conhecidas as conclusões do relatório de Avaliação da Satisfação do Doente Internado, elaborado pela Comissão de Humanização do Centro Hospitalar de Leiria (CHL) em 2021, que teve como objetivo «compreender as expectativas dos utentes com vista ao reforço dos laços de confiança e à melhoria contínua dos serviços prestados». Dos utentes que participaram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já são conhecidas as conclusões do relatório de <em>Avaliação da Satisfação do Doente Internado</em>, elaborado pela Comissão de Humanização do Centro Hospitalar de Leiria (CHL) em 2021, que teve como objetivo «compreender as expectativas dos utentes com vista ao reforço dos laços de confiança e à melhoria contínua dos serviços prestados». Dos utentes que participaram no estudo, «90% atribuíram a classificação de “Muito Bom” e “Bom” à qualidade global do serviço prestado pelo CHL» durante o internamento e «89% respondeu que aconselharia o CHL a um familiar, amigo ou colega que tivesse de recorrer a um hospital», revela a instituição em comunicado. O presidente do conselho de administração, Licínio de Carvalho, realça os resultados obtidos: «São bastante positivos e assumem especial relevância para o CHL, tendo em conta que dizem respeito à atividade realizada durante um ano particularmente difícil, em contexto de combate à pandemia».</p>
<p>Neste relatório foram avaliados vários fatores, entre os quais a privacidade do atendimento, o silêncio, o conforto e a alimentação durante o internamento dos doentes. No que se refere à privacidade no atendimento, cerca de 85% dos inquiridos atribuíram a classificação de “Muito Bom” e “Bom”, contudo referem que há «aspetos a melhorar», nomeadamente no que toca «ao sigilo profissional, proteção de privacidade e confidencialidade, assim como a necessidade de evitar conversas entre profissionais e discussão de casos clínicos perto de outros utentes». Quanto ao silêncio existente nas enfermarias do CHL, este foi um fator «bastante valorizado» no relatório, tendo 70% das pessoas dado a classificação de “Muito Bom” e “Bom” a este item, havendo 20% que o avaliou como “Satisfatório” e 4% como “Mau”. Quanto ao conforto, este foi um fator igualmente valorizado pelos utentes, sendo que, segundo o mesmo comunicado, «80% classificaram-no como “Muito Bom” e “Bom”». Contudo, foram identificadas algumas sugestões de melhoria, nomeadamente no que se refere «ao conforto das camas, colchões e cadeirões». Já no que toca à alimentação, a maioria dos inquiridos classificou como “Bom”, no entanto, houve um número significativo de classificações de “Satisfatório” em aspetos relacionados com o horário, qualidade e apoio durante as refeições.</p>
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		<title>Junta de Porto de Mós incentiva natalidade</title>
		<link>https://oportomosense.com/junta-de-porto-de-mos-incentiva-natalidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 08:58:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Junta de Freguesia de Porto de Mós já iniciou três processos de apoio à natalidade, uma medida nova, implementada pela autarquia, com o objetivo de «contribuir para a fixação de pessoas, envolvendo o comércio local», segundo explica o presidente, Manuel Barroso. A todas as crianças nascidas ou adotadas a partir do dia 1 de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Junta de Freguesia de Porto de Mós já iniciou três processos de apoio à natalidade, uma medida nova, implementada pela autarquia, com o objetivo de «contribuir para a fixação de pessoas, envolvendo o comércio local», segundo explica o presidente, Manuel Barroso. A todas as crianças nascidas ou adotadas a partir do dia 1 de janeiro deste ano, «naturais da freguesia cujos responsáveis parentais residam na freguesia há pelo menos seis meses», segundo consta do regulamento, a Junta vai oferecer 250 euros em forma de reembolso por compras efetuadas no pequeno comércio.</p>
<p>Na prática, podem ser adquiridos «produtos de bebé, medicamentos com prescrição médica, vacinas não incluídas no Plano Nacional de Vacinação, artigos de higiene, puericultura, mobiliário, equipamento, alimentação, vestuário e calçado», em todas as lojas da freguesia, excetuando as grandes superfícies comerciais. A fatura deve vir com os dados da criança e ser entregue na Junta, depois de preenchido um formulário para o efeito. O valor atribuído pode ser dado apenas numa fatura ou em três. E tudo isto deve acontecer no prazo de ano após o nascimento da criança.</p>
<p>Manuel Barroso frisa que o processo burocrático «é muito simples, os documentos que servem para o apoio dado pela Câmara, servem também para este», uma vez que o interesse da Junta é, de facto, apoiar, «sem complicar». «Na minha campanha prometi que ia fazer esta oferta e agora quero é divulgar para que toda a gente saiba que pode ter mais este apoio. Sabemos que os 250 euros, por si, não vão aumentar a taxa de natalidade, mas se se juntar um bocadinho de um lado e outro bocadinho de outro, já é uma ajuda», afirma. Tanto o regulamento como o impresso para preenchimento estão disponíveis no site da Junta.</p>
<p><strong>Foto | Rita Batista</strong></p>
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		<title>Quais os benefícios do jejum intermitente? A resposta de quem adotou esta estratégia</title>
		<link>https://oportomosense.com/quais-os-beneficios-do-jejum-intermitente-a-resposta-de-quem-adotou-esta-estrategia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 07:59:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Laura Nascimento]]></category>
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					<description><![CDATA[O mundo da alimentação e do fitness está em constante renovação e crescimento, com estudos e teorias novas diárias que têm como objetivo ajudar a melhorar a saúde e a condição física das pessoas. Umas resultam, outras nem tanto e uma coisa os nutricionistas defendem: cada pessoa tem a dieta/regime ou alimentação adequada para si [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo da alimentação e do <em>fitness</em> está em constante renovação e crescimento, com estudos e teorias novas diárias que têm como objetivo ajudar a melhorar a saúde e a condição física das pessoas. Umas resultam, outras nem tanto e uma coisa os nutricionistas defendem: cada pessoa tem a dieta/regime ou alimentação adequada para si e deve sempre procurar aconselhamento. Ainda assim, muitos têm sido os testemunhos de quem “aderiu” à estratégia do jejum intermitente e tem tido resultados satisfatórios. O jejum pode ser feito durante diferentes períodos, que podem ir desde as 12 horas de restrição alimentar até por exemplo às 36 horas. Laura Nascimento e Pedro Machado partilharam com O Portomosense a sua experiência.</p>
<p><strong>“Emagreci 12 quilos” </strong></p>
<p>Laura Nascimento, agora com 23 anos, estava acima do peso que desejava e que era adequado à sua altura. Ouviu falar do jejum intermitente e apesar da sua «nutricionista não concordar», optou por experimentar. O objetivo era então perder peso: «Tinha alguma compulsão a comer e esta era uma forma de me obrigar a reduzir a quantidade de comida que consumia por dia», refere. «Comecei por fazer jejum por um período mais reduzido de apenas 12 horas, ou seja, durante 12 horas podia comer, nas outras 12 fazia jejum», explica. «Este tempo de jejum não exige muito esforço, até porque 8 das 12 horas eram de sono, por isso acabou por ser fácil», lembra Laura Nascimento. Apesar de não ter custado, os resultados também não foram os pretendidos e por isso decidiu aumentar para 16 as horas de jejum. «Estava 16 horas em jejum e 8 horas a comer. Começava a comer às 12 horas e acabava de comer às 20», recorda. Mas o jejum por si só não bastava: «Nessas 8 horas em que comia tentava comer muitas verduras, fruta, consumir muita água, comer carne, tudo o que necessitava para não me faltar nada», garante.</p>
<p>As melhorias foram evidentes, salienta a jovem. «Comecei a perder peso gradualmente, sempre tive muitos problemas de intestinos e comecei a deixar de ser obstipada. Senti que regulou o meu corpo. A primeira semana custou um bocadinho mas a partir daí o corpo habitua-se», frisa. O período da manhã, em que estava sem comer até às 12 horas não «custava nada», já o período da noite «é mais difícil»: «Como me deito tarde começo a sentir alguma fome e o erro das pessoas é muitas vezes esse, comerem coisas que não devem depois do jantar». Laura Nascimento perdeu cerca de 12 quilos, sentia-se «menos inchada e tinha energia tal e qual». Hoje em dia continua a fazer o jejum sempre que consegue, sobretudo durante a semana, mas assume que quando tem jantares, acaba «por não conseguir cumprir» da mesma forma. A jovem continua, no entanto, a sentir-se «muito bem» e está a conseguir «manter o peso».</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13721" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2021/10/laura-nascimento_jejum-intermitente.jpg" alt="laura nascimento jejum intermitente | Jornal O Portomosense" width="1200" height="628" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2021/10/laura-nascimento_jejum-intermitente.jpg 1200w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2021/10/laura-nascimento_jejum-intermitente-980x513.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2021/10/laura-nascimento_jejum-intermitente-480x251.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1200px, 100vw" /></p>
<p><strong>“Sou um curioso em relação a estas questões alimentares”</strong></p>
<p>Pedro Machado já faz jejum intermitente há alguns anos, fruto da sua curiosidade que sempre o fez interessar-se em saber mais sobre alimentação. Nos artigos científicos que lia as conclusões revelavam que o jejum podia ter efeitos benéficos «na melhoria da composição corporal, nomeadamente associada à perda de massa gorda e ganho de massa muscular» e existiam também indicadores de que o jejum podia afetar positivamente «a longevidade das pessoas» e prevenir doenças crónicas. O instrutor de fitness frisa no entanto que a maior parte destes estudos foram desenvolvidos em animais, embora isso não tenha sido um impedimento para experimentar. Pedro Machado aplica o jejum «mais simples» de 12 horas, ou seja, faz «ingestão calórica apenas entre as 8 e as 20 horas», fazendo normalmente quatro refeições neste período.</p>
<p>«Há outros protocolos de jejum como por exemplo o de 16 horas, que é muitas vezes o protocolo mais recomendável porque é o tempo necessário para haver uma alteração em termos metabólicos, no entanto, cada vez mais se percebe que muitas vezes não é tanto o tempo que passamos em jejum, mas sim os nutrientes que ingerimos ao longo do tempo, nomeadamente se fizermos alguma restrição proteica durante 12 horas ou 16 horas», explica Pedro Machado. O instrutor, formado em fisioterapia no desporto, diz sentir-se «bastante bem a nível digestivo e de composição corporal» mas garante que tudo isto só resulta aliado a um estilo de vida saudável. «Eu sou fisicamente ativo, faço desporto diariamente, tento ter uma boa qualidade do sono, não diria que apenas o jejum chegue, deve ser integrado como mais um complemento de outros comportamentos saudáveis», refere.</p>
<p>Pedro Machado alerta ainda para o facto de ser essencial que as pessoas se informem antes de começarem qualquer tipo de regime alimentar. «Tal como noutros temas, nesta área do fitness, existe muito desconhecimento por parte da população, falta de literacia em termos científicos e muitas vezes essa informação é promovida por pessoas que falam da sua experiência mas não têm suporte científico para o partilhar», salienta o instrutor que lembra que «o que funciona com umas pessoas não funciona com outras». Quanto aos estudos, apesar da maior parte que existe ser em modelos animais, há já também alguns «feitos em pessoas com doenças crónicas, na área oncológica e com resultados benéficos, mas também depende muito dos casos, em que fase se encontram da doença», revela.</p>
<p>Pedro Machado vai manter o jejum das 12 horas até porque para si «é fácil de implementar no dia-a-dia» mas descarta qualquer tipo de «jejum mais agressivo» como é exemplo de pessoas «que não fazem qualquer ingestão calórica durante um dia». «Tem que ser algo mais pontual, ainda há pouco suporte científico para mais do que isso», conclui.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13720" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2021/10/pedro-machado_jejum-intermitente.jpg" alt="pedro machado jejum intermitente | Jornal O Portomosense" width="1200" height="628" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2021/10/pedro-machado_jejum-intermitente.jpg 1200w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2021/10/pedro-machado_jejum-intermitente-980x513.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2021/10/pedro-machado_jejum-intermitente-480x251.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1200px, 100vw" /></p>
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