<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA) | Jornal O Portomosense</title>
	<atom:link href="https://oportomosense.com/tag/associacao-de-desenvolvimento-das-serras-de-aire-e-candeeiros-adsaica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://oportomosense.com</link>
	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 13 Dec 2024 23:28:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/cropped-icon-pms-32x32.png</url>
	<title>Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA) | Jornal O Portomosense</title>
	<link>https://oportomosense.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Eduardo Amaral: “Que este protocolo não se fique pelas boas intenções”</title>
		<link>https://oportomosense.com/eduardo-amaral-que-este-protocolo-nao-se-fique-pelas-boas-intencoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isidro Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 08:02:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ADSAICA]]></category>
		<category><![CDATA[Aire e Candeeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA)]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Amaral]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Cogestão PNSAC]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=31116</guid>

					<description><![CDATA[O projeto Aire e Candeeiros, integrado no Plano de Cogestão do PNSAC, «é o grande momento de encontro de boas vontades, onde os 21 parceiros se propõem a dar corpo a um território e desta forma engradecer o Parque», sublinhou o presidente da ADSAICA, Eduardo Amaral. O também vice-presidente da Câmara de Porto de Mós, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto <a href="https://oportomosense.com/duas-dezenas-de-entidades-unidas-pela-marca-aire-e-candeeiros/">Aire e Candeeiros, integrado no Plano de Cogestão do PNSAC</a>, «é o grande momento de encontro de boas vontades, onde os 21 parceiros se propõem a dar corpo a um território e desta forma engradecer o Parque», sublinhou o presidente da ADSAICA, Eduardo Amaral.</p>
<p>O também vice-presidente da Câmara de Porto de Mós, que falava na cerimónia de assinatura de protocolo de colaboração, disse que esta associação de desenvolvimento, «também ela própria adormecida durante algum tempo», aproveitou [este projeto] para recuperar a sua energia». Segundo ele, «isso foi tão somente graças aos presidentes dos sete municípios do PNSAC, que foram os grandes obreiros desta associação e deste envolvimento e que conseguiram esbater fronteiras e reunir um conjunto de boas vontades».Eduardo Amaral concluiu fazendo votos de que «este protocolo seja mais do que um conjunto de boas intenções e que possa, efetivamente tornar-se num benefício para a comunidade».</p>
<p>Por sua vez, o presidente da Comissão de Cogestão do PNSAC e presidente do Município de Alcanena, Rui Anastácio, congratulou-se por se estar «a cumprir a primeira e importante etapa de um caminho que todos queremos trilhar em conjunto». «O mérito deste grupo que se foi unindo e crescendo foi saber muito bem qual era o rumo e saber aproveitar, igualmente bem, o vento. Soubemos dissipar de alguma maneira o nevoeiro que separava o Alentejo do Centro, que separava as comunidades intermunicipais, os grupos de intervenção local e até, de alguma maneira, as sete câmaras municipais», realçou.</p>
<p>Juntar no mesmo projeto «uma míriade de entidades que se encontram neste território» é para Rui Anastácio «uma fraqueza» que este se mostrou convicto de que haverá capacidade de «transformar em força». O responsável disse que «há aqui um grande desafio» que é o «conseguir chegar aos empresários, às comunidades e às associações».</p>
<p>Há também «muito caminho a percorrer mas se nos soubermos manter unidos e manter o foco e perceber qual é o nosso rumo, tenho a certeza de que iremos conseguir afirmar este território como um produto muito interessante do ponto de vista do turismo de natureza», sublinhou.</p>
<p>A encerrar, interveio o secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, que agradeceu «o privilégio» de poder «testemunhar e agradecer o aparecimento desta verdadeira rede progressiva que lança este projeto». O governante lembrou que «quando se navega sem direção, nenhum vento é favorável».</p>
<p>Aqui, pelo contrário, elogiou, «há um juntar dessa capacidade e transversalidade de atores do território pondo em prática a experiência e a ideia que me habituei há uns anos a esta parte a partilhar convosco [quando era presidente do Turismo do Centro] de que somados somos sempre mais do que quando fazemos alguma coisa individualmente», realçou.</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Porto de Mós entra na rota do projeto &#8220;Ouro Líquido&#8221;</title>
		<link>https://oportomosense.com/porto-de-mos-entra-na-rota-do-projeto-ouro-liquido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Vieira Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 09:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA)]]></category>
		<category><![CDATA[Azeite]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Interpretativo de Atividades da Natureza (CIAN)]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Ouro Líquido]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=30363</guid>

					<description><![CDATA[Um ano depois de ter sido lançado a título experimental nos municípios de Alcanena e Torres Novas, o projeto Ouro Líquido chega agora aos restantes concelhos que integram a área abrangida pela Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA), entre os quais se encontra Porto de Mós, e foi precisamente nas renovadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ano depois de ter sido lançado a título experimental nos municípios de Alcanena e Torres Novas, o projeto <em>Ouro Líquido</em> chega agora aos restantes concelhos que integram a área abrangida pela Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA), entre os quais se encontra Porto de Mós, e foi precisamente nas renovadas instalações do Centro Interpretativo de Atividades da Natureza (CIAN), em Alvados, no dia 13 de julho, que o consultor Luís Melo arrancou com a apresentação do projeto perante uma sala com mais de duas dezenas de pessoas direta ou indiretamente ligadas a esta área de atividade, como pequenos e médios agricultores, lagareiros ou comerciantes, assim como vários representantes do poder local.</p>
<p>Criado com o intuito de valorizar a fileira da oliveira, cultura predominante dos espaços agrícolas deste território, o projeto tem em agenda a criação de valor e a procura de soluções para os desafios colocados ao olival tradicional, nos planos do modelo produtivo, organização do setor, fatores considerados críticos em termos de competitividade e estratégia de promoção e comercialização.</p>
<p>Assente em três pontos de partida principais, esta iniciativa encontra-se de mãos dadas com a Política Agrícola Comum (PAC) 2023-2027, partilhando de ideais como a garantia de um rendimento justo aos trabalhadores do setor primário, o estímulo do conhecimento e da inovação, a criação de condições para que o setor da olivicultura se torne mais competitivo, colocando estes produtos em posição privilegiada na cadeia alimentar ao mesmo tempo em que se enraízam práticas comuns para proteger o ambiente, preservar a paisagem e ainda combater alterações climáticas.</p>
<p>O segundo ponto de partida, recordou Luís Melo, está associado às linhas de atuação do próprio projeto, tendo este como desígnios a envolvência de agentes públicos e privados, a qualificação dos olivicultores e a competitividade dos próprios lagares ou o estudo da abertura de novos mercados. Por fim, o aproveitamento do potencial olivoturístico da região também mereceu destaque na apresentação. Neste âmbito, o <em>Ouro Líquido</em> visa integrar produtos locais, gastronomia, natureza, paisagem rural, cultura e património, de forma a que estes «possam aportar valor económico e social às comunidades rurais», avaliar e mapear o potencial turístico do olival e do azeite e criar um inventário de produtos e recursos relevantes para uma estratégia de turismo sustentável.</p>
<p><strong>Perdemos 500 ha de olival em 30 anos</strong></p>
<p>Conhecidos os pontos de partida da iniciativa, foram de seguida dados a conhecer alguns dados estatísticos (referentes a 2019) de âmbito nacional e, em particular, do concelho de Porto de Mós. Estes revelam que nas últimas três décadas se perdeu 31% da área de olival no concelho, passando de 1400 para os atuais 900 hectares. Por freguesias, São Bento é aquela que regista uma maior área de olival, atualmente com perto de 500 hectares mas longe do auge verificado em 1999, a rondar os 900. Segue-se Porto de Mós, com 100 hectares, pouco mais que Serro Ventoso, Arrimal e Mendiga e também Juncal. Por ordem decrescente, constam ainda Alvados e Alcaria, Pedreiras, Alqueidão da Serra, Mira de Aire e Calvaria de Cima.</p>
<p>Também a nível de lagares, os números demonstram uma significativa alteração. Se em 2002 havia sete em funcionamento, em 2012 havia apenas quatro, os mesmos registados pela última sondagem em 2022. Contudo, a produção tem registado desde 2019 um grande aumento, ultrapassando a fasquia dos 300 mil litros de azeite num só ano pela primeira vez. Antes, o melhor período havia sido conseguido entre 1995 e 1998, com cerca de 180 mil litros produzidos.</p>
<p><strong>Um projeto com uma associação em vista</strong></p>
<p>Efetuado um diagnóstico entre julho e dezembro de 2023 e colocado em marcha um plano de ação entre janeiro e maio de 2024, o projeto arrancou para a sua segunda fase, que se prevê que dure até dezembro deste ano e que seja sucedida pela fase três, programada até 2028.</p>
<p>Na fase atual estão a ser promovidas diversas reuniões de lançamento e entrevistas individuais aos agentes do setor (na conferência de Alvados a adesão a este pedido de entrevista rondou a totalidade) de forma a que o projeto se possa adaptar às necessidades de produtores e empresários de cada um dos concelhos pertencentes à ADSAICA, e espera-se que num futuro próximo seja constituída uma associação sem fins lucrativos que permita prestar apoio técnico aos associados e criar uma marca própria (ou DOP &#8211; Denominação de Origem Protegida) de forma a valorizar e a ajudar a escoar este «produto <em>premium</em>» devido à sua elevada qualidade e à natural limitação de produção massificada. Este será, segundo o consultor, um processo idêntico ao que fez a Croácia, país que figura fora do top5 de produtores de azeite europeus mas que o tem posicionado no mercado como um «produto de nicho».</p>
<p><strong>Foto | Luís Vieira Cruz</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ADSAICA “é o único ponto comum entre os sete concelhos do Parque”</title>
		<link>https://oportomosense.com/adsaica-e-o-unico-ponto-comum-entre-os-sete-concelhos-do-parque/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2023 17:41:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ADSAICA]]></category>
		<category><![CDATA[Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA)]]></category>
		<category><![CDATA[Global Geoparks]]></category>
		<category><![CDATA[Maciço Calcário Estremenho]]></category>
		<category><![CDATA[Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=23435</guid>

					<description><![CDATA[Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros – ADSAICA – «é uma associação de direito privado, criada em 1990 e tem por objeto contribuir para o desenvolvimento social, económico, cultural, turístico e ambiental da região correspondente aos concelhos que fazem parte do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC), bem como, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros – ADSAICA – «é uma associação de direito privado, criada em 1990 e tem por objeto contribuir para o desenvolvimento social, económico, cultural, turístico e ambiental da região correspondente aos concelhos que fazem parte do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC), bem como, ainda, do Maciço Calcário Estremenho». Esta é a forma como se descreve a associação que congrega os sete concelhos que fazem parte do PNSAC: Porto de Mós, Alcobaça, Alcanena, Rio Maior, Ourém, Santarém e Torres Novas. Mas qual é a sua importância e que poderes tem efetivamente na cogestão do Parque? «A ADSAICA é o único ponto comum entre os sete concelhos do território do PNSAC e por aqui se percebe a importância que tem uma associação de desenvolvimento desta natureza», respondeu o presidente da Câmara de Porto de Mós, Jorge Vala. A juntar a isto, «tem incluídas associações de desenvolvimento locais por forma a corporizar aquilo que é a verdadeira essência do território e tem como associados o Instituto Politécnico de Tomar e o Instituto Politécnico de Santarém».</p>
<p>A ADSAICA «faz a gestão do Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios», estando assim responsável pela conservação do mesmo. Neste momento já deu também «parecer favorável à classificação do monumento da Praia Jurássica, um passo determinante para começar o processo de conservação» deste espaço. «Necessitamos agora da classificação que é feita pelo Governo», revelou Jorge Vala. «Depois, há um conjunto de iniciativas que a ADSAICA faz, onde se inclui uma candidatura do Parque ao programa <em>Global Geoparks</em> [da UNESCO], que é essencial que seja feita por uma entidade que une os municípios, porque esta candidatura não pode ser feita por um só município, nem pelo Instituto de Conversação da Natureza e das Florestas (ICNF), não está dentro da sua filosofia», salienta o presidente da Câmara. «A ADSAICA é o veículo para podermos criar um conjunto de iniciativas que são comuns aos sete municípios, para todo o território», volta a reforçar o autarca.</p>
<p>Jorge Vala garante que este pensamento de união já foi transmitido ao PNSAC. «Com o Plano Estratégico do Parque estamos a criar uma marca, a marca Aire e Candeeiros, para promover o território “fora de portas”, mas também no nosso país», sublinhou Jorge Vala. «Esta marca será o lançamento de um conjunto de iniciativas promovidas pela ADSAICA que envolvem todo o território. Volto a dizer, para nós o importante não é fazer qualquer coisa no concelho de Porto de Mós, é fazer sim em todo o território do Parque Natural», insiste.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-23298" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/05/Foto-generica_ADSAICA-SITE-1.jpg" alt="Foto generica ADSAICA SITE 1 | Jornal O Portomosense" width="1280" height="720" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/05/Foto-generica_ADSAICA-SITE-1.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/05/Foto-generica_ADSAICA-SITE-1-980x551.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/05/Foto-generica_ADSAICA-SITE-1-480x270.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p><strong>Modelo de cogestão </strong></p>
<p>«Está a avançar, já foi publicado o processo de cogestão, esta é a primeira fase, em que estamos a contratar recursos humanos», adiantou Jorge Vala. «O modelo de cogestão não é um modelo perfeito, é um modelo que tem que evoluir e crescer com a experiência, mas tem obrigatoriamente incluído o pensamento dos municípios para o território», frisa o autarca. Os presidentes de Câmara (e também os vereadores) dos sete municípios da ADSAICA – presidida pelo vereador do Ambiente de Porto de Mós, Eduardo Amaral, – «têm reuniões frequentes para definir estratégias em conjunto para todo o território, dentro daquilo que é o espírito da ADSAICA, é um pensamento que tem sido sempre partilhado pelo ICNF, não há separação de pensamentos», afirma Jorge Vala. «Nós compatibilizamos aquilo que pensamos para o território com a tutela, por isso, penso que estamos numa fase pacífica, de alinhamento de estratégias, de disponibilidade para sermos parte nos investimentos a fazer, na promoção do território de forma concertada, mas também de forma ordenada», reforça o presidente de Câmara. Este não é «um território para turismo de massas, é para um turismo de nicho» e é nesse sentido que os sete municípios estão a trabalhar. «Desde os trilhos, aos percursos pedestres, estamos a tentar avançar com eventos comuns a todo o território do Parque Natural, estamos a limar arestas para que os circuitos dentro deste território sejam transversais a todas mas que sejam também de alguma forma de valorização de todo este território», conclui.</p>
<p><strong>Com Isidro Bento<br />
Foto | Jéssica Moás de Sá</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Equipas de sapadores florestais do concelho recebem novo trator</title>
		<link>https://oportomosense.com/equipas-de-sapadores-florestais-do-concelho-recebem-novo-trator/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 10:29:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA)]]></category>
		<category><![CDATA[Aviso - Cedência Máquinas e Equipamento III]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal de Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Chão das Pias~]]></category>
		<category><![CDATA[Concelho de Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Equipas de sapadores florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)]]></category>
		<category><![CDATA[Junta de Freguesia de Serro Ventoso]]></category>
		<category><![CDATA[Serro Ventoso]]></category>
		<category><![CDATA[Trator Valtra Serie A (115 cv)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=19192</guid>

					<description><![CDATA[Duas equipas de sapadores florestais da Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA), da qual faz parte o concelho de Porto de Mós, receberam, no passado dia 31 de outubro, um Trator Valtra Serie A (115 cv), atribuído pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), que representa um investimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas equipas de sapadores florestais da Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA), da qual faz parte o concelho de Porto de Mós, receberam, no passado dia 31 de outubro, um Trator Valtra Serie A (115 cv), atribuído pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), que representa um investimento «na ordem dos 80 a 90 mil euros». Este novo equipamento irá «aumentar a capacidade de intervenção» destas equipas na «prevenção estrutural» e na «intervenção na infraestruturação do território», explica Rui Pombo, diretor regional de Lisboa e Vale do Tejo do ICNF, em declarações a O Portomosense.</p>
<p>A entrega deste novo equipamento decorreu no Chão das Pias (Serro Ventoso), durante a qual foi feita uma demonstração da utilização do equipamento, perante o olhar atento dos 10 elementos das duas equipas de sapadores florestais, cujo trabalho Rui Pombo faz questão de realçar: «Dar uma nota muito importante da importância que estas equipas representam na infraestruturação e salvaguarda do território, na minimização de riscos e, também, não sendo displicente, na promoção de emprego, pois estamos a falar de 10 elementos que estas duas equipas têm (cinco cada uma delas)». Uma das equipas é gerida com o apoio da Câmara Municipal de Porto de Mós e a outra pela Junta de Freguesia de Serro Ventoso, cabendo ao ICNF fazer a «coordenação de parte da atividade» realizada pelas duas equipas. «Todo esse trabalho, por parte da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia, é de saudar, no apoio que dão ao financiamento destas equipas», sublinha, ainda, o responsável. Ambas as entidades estiveram representadas no momento da entrega pelos respetivos presidentes, Jorge Vala e Carlos Cordeiro.</p>
<p>Esta atribuição surgiu no âmbito de uma candidatura ao <em>Aviso &#8211; Cedência Máquinas e Equipamento III</em>, um programa de «reequipamento das equipas de sapadores florestais», para o qual se candidataram várias equipas. Este trator, agora pertencente às duas equipas de sapadores florestais, vem dotado de várias alfaias, entre as quais uma lâmina frontal <em>tilt-dozer</em>, um guincho frontal, um destroçador de martelos e, ainda, uma capinadeira de correntes.</p>
<p><strong>Foto | Jéssica Silva</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ADSAICA vai ser a representante dos sete municípios na cogestão do PNSAC</title>
		<link>https://oportomosense.com/adsaica-vai-ser-a-representante-dos-sete-municipios-na-cogestao-do-pnsac/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isidro Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2022 07:09:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA)]]></category>
		<category><![CDATA[ICNF]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC)]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Ordenamento]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Diretor Municipal (PDM)]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Especial do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PEPNSAC)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=18580</guid>

					<description><![CDATA[O Programa Especial do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PEPNSAC), que está pronto há mais de um ano, deverá ser publicado até ao final do mês de outubro, revelou o presidente da Câmara, Jorge Vala, na última reunião pública do executivo camarário. De acordo com o autarca, a previsão foi avançada pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Especial do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PEPNSAC), que está pronto há mais de um ano, deverá ser publicado até ao final do mês de outubro, revelou o presidente da Câmara, Jorge Vala, na última reunião pública do executivo camarário. De acordo com o autarca, a previsão foi avançada pelo secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento, numa reunião em que os presidentes dos sete municípios que integram o Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros (PNSAC) procuraram sensibilizá-lo para a necessidade urgente de avançar com esta publicação.</p>
<p>O PEPNSAC vem substituir o Plano de Ordenamento do PNSAC e, por se sobrepor ao Plano Diretor Municipal (PDM) de cada município ditando, no fundo, aquilo que pode e não pode ser feito nesta área protegida, o atraso na sua entrada em vigor tem causado «transtornos enormes», sublinhou, na altura, Jorge Vala. «No caso de Porto de Mós, o transtorno é tão grande que já não vamos conseguir fazer refletir [as diretrizes do PEPNSAC] no nosso PDM por este estar já em consulta pública e daí não ser possível fazer-lhe qualquer alteração de monta», disse o autarca. A adequação terá de ser feita, então, a posteriori e mediante uma nova revisão do PDM, esclareceu.</p>
<p>Outro dos temas tratados na reunião entre o governante e os autarcas foi o da cogestão do PNSAC. Porto de Mós, que há muito defende que os municípios devem ter uma palavra a dizer na gestão das áreas protegidas, foi dos primeiros a manifestar vontade em participar na gestão do PNSAC depois de, em 2019, o Governo ter definido o modelo de cogestão das áreas protegidas. No entanto, tal não foi possível até agora por falta de entendimento entre os sete municípios. Este cenário, está, contudo, ultrapassado, revelou Jorge Vala, e na reunião com o secretário de Estado os autarcas comunicaram a este que irão fazer-se representar na comissão de cogestão através da Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA).</p>
<p>De Lisboa, os presidentes de Câmara trouxeram também a garantia do governante de que «vai comunicar ao ICNF que deve dar cumprimento ao que ele próprio determinou no caso das batidas ao javali», ou seja, que «estas devem ser autorizadas todo o ano e não, apenas, em dias determinados». Face ao aumento dos prejuízos causados nas culturas e propriedades agrícolas, há muito que proprietários e caçadores defendem a realização de mais batidas.</p>
<p><strong>Foto | Isidro Bento</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Obras de requalificação do Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios inauguradas amanhã</title>
		<link>https://oportomosense.com/obras-de-requalificacao-do-monumento-natural-das-pegadas-de-dinossaurios-inauguradas-amanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2022 16:44:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA)]]></category>
		<category><![CDATA[Concelho de Ourém]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Amaral]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)]]></category>
		<category><![CDATA[João Galamba]]></category>
		<category><![CDATA[Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios]]></category>
		<category><![CDATA[Município de Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Ourém]]></category>
		<category><![CDATA[Secretário de Estado do Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://oportomosense.com/?p=17083</guid>

					<description><![CDATA[O Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios, em Ourém, foi requalificado e vai ser amanhã inaugurado com a nova “cara”. Este espaço é «neste momento gerido pela Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA) em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)», explicou a O Portomosense o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios, em Ourém, foi requalificado e vai ser amanhã inaugurado com a nova “cara”. Este espaço é «neste momento gerido pela Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA) em parceria com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)», explicou a O Portomosense o atual presidente da associação, Eduardo Amaral, que representa o Município de Porto de Mós, um dos sete na área do Parque Natural. Este espaço de visitação «tinha alguns problemas e ficou parado no tempo, por isso era necessário fazer uma intervenção de proteção das próprias pegadas», começa por esclarecer o também vice-presidente do município.</p>
<p>Em concreto, foi «construído um passadiço circundante para que os visitantes deixassem de andar em cima da laje», passando a ser feita «uma visita enquadrada à sua volta». Foi feito também «um investimento em termos de multimédia e de explicação na sala expositiva que tem um enquadramento científico feito por Galopim de Carvalho, o grande homem que tem estudado os dinossauros, conjuntamente com alguns técnicos do ICNF», revela ainda Eduardo Amaral. O intuito foi criar «um novo espaço de visitação e de fixação de visitantes».</p>
<p>A inauguração, marcada para amanhã às 15 horas, vai contar com a presença do secretário de Estado do Ambiente, João Galamba. Para o presidente da ADSAICA é «extremamente gratificante poder assistir a esta inauguração já que esta era uma associação que estava em vias de extinção»: «Porto de Mós agarrou com força, conjuntamente com os outros elementos da direção, e hoje felizmente temos uma associação com valor e que continua a projetar o território».</p>
<p><strong>Com Inês Neto Silva</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: oportomosense.com @ 2026-04-14 13:52:36 by W3 Total Cache
-->