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	<title>Mirense | Jornal O Portomosense</title>
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	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
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	<title>Mirense | Jornal O Portomosense</title>
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		<title>Época não correu como se “tinha projetado” e futuro da equipa do Mirense é incerto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 08:19:22 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Mirense terminou a série B da I Divisão da Associação de Futebol de Leiria na sexta posição. Em 20 jornadas, a equipa de Mira de Aire venceu nove partidas, empatou por cinco vezes e saiu derrotada em seis jogos, terminando assim a meio da tabela. «Posso dizer que o balanço é negativo», considera o presidente do clube, Manuel Balela. Este foi um lugar «aquém» do que a direção «tinha projetado no início da época, e isso deveu-se a vários fatores que já foram identificados, já foram discutidos com os jogadores e com a equipa técnica», disse Manuel Balela a’O Portomosense. «É óbvio que nós queríamos mais, queríamos subir de divisão, não conseguimos. Temos que aceitar a classificação que obtivemos, mas de certa forma fica um sabor amargo porque sentimos que poderíamos ter feito mais», reforçou o dirigente.</p>
<p>Para a próxima época «quer-se mais», mas «neste momento ainda há um grande impasse» do que será a estrutura desta equipa em 2025/2026. «Nós queríamos continuar com 80 a 90% deste plantel, com a equipa técnica e queríamos também tentar reforçá-la para na próxima época tentarmos alcançar os nossos objetivos. Isto vai depender muito da vontade dos atletas em continuar ou não. Da parte da equipa técnica há essa vontade. Da parte dos atletas, não sei. Alguns já deram indicadores de que querem continuar, mas eu sei que, muitas vezes, as coisas não são assim. Tenho duas ou três semanas para reunir com todos e tentar perceber isso», explica Manuel Balela. O presidente acredita que tinham conseguido formar um «grupo muito unido, que funcionava bem, dentro e fora de campo». «Está tudo dependente da conversa que terei com cada um. Estou um bocado receoso em relação ao futuro», admite. O dirigente diz que além de manter o grupo, seriam necessários alguns reforços.</p>
<p>Depois de já terem sido efetuadas várias obras nas instalações do clube, incluindo o sintético novo, Manuel Balela acredita que existem condições no clube para procurar a estabilidade. «Não queremos andar num sobe e desce como muitos clubes. Queremos lutar para subir, mas ter condições para nos mantermos. Foi por isso que criámos também as condições a nível do estádio, dos balneários, a nível de equipamentos. Queremos esta estrutura para manter e ainda nos faltam algumas coisas, temos que pensar bem o futuro», reforça.</p>
<p><strong>“Conseguimos formar um bom grupo”</strong></p>
<p>Também o treinador do Mirense, Carlos Alberto (conhecido por Cabé) acredita que a equipa «acabou por não fazer muito para conseguir subir de divisão», embora a expetativa fosse «ter ficado nos lugares mais acima ou pelo menos ter disputado esses lugares até ao fim do campeonato». No final, embora o balanço a nível classificativo não seja o melhor, ficam bons indicadores: «Não conseguimos os objetivos, mas com a equipa que tínhamos, com poucos jogadores até ao fim, conseguimos formar um bom grupo e fez-se aquilo que foi possível. Tenho como ponto positivo o crescimento que vi nos jogadores e ficou aqui uma boa base para a época que vem do Mirense», antevê o técnico.</p>
<p>«Ainda é muito cedo» para definir a próxima época, quando haverá detalhes a acertar entre a equipa técnica e a direção, para a continuidade, dependente de alguns fatores. «Já dissemos o que pretendíamos e agora vamos esperar. Os jogadores também ainda não quiseram assumir nenhum compromisso de ficar. Ainda é muito cedo. Temos que esperar algumas semanas», frisa Cabé. Mas ficando, um cenário possível, a ideia é «tentar fazer melhor, andar a disputar os primeiros lugares até ao fim». «Com o reforço a nível dos jogadores, com o grupo que tínhamos, com tudo junto, penso que é possível o Mirense fazer um bocadinho melhor do que o que fez na época passada, mas isso são coisas que nós pensamos e depois no campo pode ser outra coisa», salienta. A ideia que defende é simples: «jogo a jogo», lembrando que a equipa terminou com três vitórias no campeonato. «Tivemos alguns percalços, mas isto faz parte, também temos que contar com os adversários, os adversários também são fortes, também têm a sua estratégia, é futebol, é desporto, é mesmo assim», conclui o treinador.</p>
<p><strong>Foto | Luís Vieira Cruz</strong></p>
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		<title>Rescaldo da época de futsal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 08:17:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
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					<description><![CDATA[MIRENSE Futuro do futsal no Mirense é ainda “um ponto de interrogação” No caso do Mirense, há apenas um escalão de formação de futsal atualmente: os juniores. Uma equipa, explica o presidente do clube, Manuel Balela, «que já compete junta há alguns anos», e esta época poderá ter sido a última, uma vez que muitos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>MIRENSE</strong></p>
<p><strong>Futuro do futsal no Mirense é ainda “um ponto de interrogação”</strong></p>
<p>No caso do Mirense, há apenas um escalão de formação de futsal atualmente: os juniores. Uma equipa, explica o presidente do clube, Manuel Balela, «que já compete junta há alguns anos», e esta época poderá ter sido a última, uma vez que muitos deles, fruto das idades, deixarão de ser juniores e o Mirense não tem equipa de seniores. «Ou seja, o futsal de formação do Mirense vai ter aqui uma reestruturação muito grande, até porque temos estado a apostar no futebol. Não podemos desviar recursos do futebol para o futsal. Não é nosso objetivo, para já», frisa o dirigente. O reforço no futebol (nomeadamente «no sintético»), justifica, impera pelo «investimento que foi feito no estádio e estrutura do clube», até porque esse investimento leva a que os próprios jogadores apareçam mais para jogar futebol.</p>
<p>Quanto ao futsal, «é um ponto de interrogação»: «Muito em virtude do que eu já disse, destes miúdos passarem a seniores. Mas estamos agora a terminar a época e ainda estamos a estudar qual será o futuro. Tudo tem a ver com recursos também e nós em Mira de Aire temos um problema grave que é a falta de miúdos. Estamos a fazer algumas ações de sensibilização e de apresentação dos projetos do clube para o futuro. É óbvio que se aparecesse gente em quantidade suficiente para continuarmos com o futsal, isso seria um objetivo», afirma ainda Manuel Balela. Esta é, por isso, uma «altura de prospeção e captação», daqui a «quatro ou cinco semanas é que será possível avaliar com certeza o que será o futuro», refere o presidente. «Óbvio que o objetivo não é acabar com modalidade nenhuma», sublinha.</p>
<p><strong>Desportivamente “não correu bem”, mas jovens “evoluíram muito”</strong></p>
<p>Nuno Godinho é o treinador adjunto desta equipa de juniores, e faz uma avaliação desta época, onde o campeonato (I Divisão da Associação de Futebol de Leiria) não correu, em termos desportivos, da melhor forma, ficando nos lugares de descida. «Foi uma época um bocadinho atribulada. Perdemos jogadores fundamentais. Os jogadores que subiram de escalão (sub-20) deixaram de nos poder ajudar. Alguns foram para outros lados, elementos que eram preponderantes». Ao contrário do que aconteceu na época passada, onde se «lutou pela subida», nesta, por todas estas mudanças no plantel, a luta «era pela manutenção» que não foi conseguida.</p>
<p>Apesar de estar apenas há duas épocas no Mirense, já viveu em Mira de Aire e vive atualmente em Porto de Mós, conseguindo fazer uma análise do maior problema para manter as camadas jovens do clube: a falta de miúdos. «Tem havido essa dificuldade e todos os miúdos da equipa são de Mira de Aire, não temos tido praticamente ninguém de fora. Muitos deles também vão para outros lados e terras, e há essa dificuldade», refere. Ainda assim, os «poucos que têm estado» na equipa «têm sido agradáveis, cumpridores e dado o melhor deles». «Também porque nós, equipa técnica, temos tentado fazer o máximo possível para que se sintam à vontade connosco», diz.</p>
<p>E o que consideram mais importante na formação dos jogadores? Nuno Godinho responde. «Tentamos orientar tudo para que tenham as melhores condições possíveis. Eles têm tido um crescimento, uma evolução, enorme. A maioria dos que aqui estão a jogar nesta época, tinham poucas possibilidades de o fazer na época anterior, porque a qualidade era maior e havia jogadores que não tinham tantas oportunidades e tinham mais dificuldade de coordenação. Alguns nunca tinham jogado. E houve essa evolução. Vão jogando constantemente», frisa. «No que diz respeito à disciplina, também tem corrido bem. Nós temos uma ideia, que é ajudá-los no jogo em si, e ajudá-los também psicologicamente a crescer como jovens e como jogadores, e eles têm esse fair play», acrescenta ainda o técnico. «Somos [equipa técnica] rigorosos nessa parte, têm de ser o mais disciplinados possível e eles têm cumprido. Tem sido uma época bastante regular no que diz respeito a isso e estou contente com eles. A nível desportivo não correu tão bem, mas dentro das limitações que temos, foi bom», concluiu.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-38241" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal_Mirense.jpg" alt="Rescaldo Futsal Mirense | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal_Mirense.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal_Mirense-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal_Mirense-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>JUNCALENSE</strong></p>
<p><strong>Marco Amaro: “Forma como disputámos o jogo contra o campeão, mostra que há muita qualidade”</strong></p>
<p>A equipa principal da URD Juncalense terminou a Divisão de Honra da Associação de Futebol de Leiria (AFL) em 10.º lugar (em 14 equipas) e vai, assim, descer de divisão na próxima época. Apesar de, para isto, contribuir o lugar em que ficou, também os próprios regulamentos penalizaram o clube. «O Juncalense desce de divisão, em parte por culpa própria porque só conseguimos ficar em 10.º lugar, mas principalmente porque descem quatro equipas da AFL da III Divisão Nacional para a Divisão de Honra, o que obriga a que desçam para a I Distrital tantas equipas quantas necessárias para que a Divisão de Honra se mantenha com 14 equipas», explica o presidente do clube, Marco Amaro.</p>
<p>Esta é «uma situação que penaliza gravemente quem cumpre os objetivos desportivos e está assente num regulamento caduco mas que, posso reconhecer, muito dificilmente podemos contornar mudando-o para melhor. Neste sentido, a época em termos de campeonato, foi um fracasso total e, obviamente, eu sou o único responsável», reforça o presidente.</p>
<p>Se no campeonato, o balanço não é positivo, quanto à Taça do distrito o cenário foi diferente. O Juncalense chegou à final da Taça (ler na página 26) pela terceira vez, o que «é um motivo de orgulho». «A forma como disputámos o jogo contra o campeão [da Honra], mostra que há muita qualidade no Juncalense, e havia qualidade para estarmos muito acima do 10.º lugar no campeonato», ressalva, acrescentando, no entanto, que «há situações recorrentes no e contra o Juncalense que, infelizmente, não conseguimos controlar e/ou eliminar».</p>
<p>Marco Amaro fez também um balanço da época da equipa B do Juncalense que vai terminar «com a descida da equipa principal. A época 2024-2025 redundou num tremendo fracasso porque não se cumpriu nenhum dos pressupostos que levaram à criação de uma equipa B e neste caso não tem nada a ver com a componente resultados. A equipa B iria acabar de qualquer forma, com ou sem descida da equipa principal», revelou o dirigente.</p>
<p>Quanto à formação, garante o dirigente, vai continuar a «merecer uma aposta forte do Juncalense»: «Vamos procurar melhorar ainda mais as condições que oferecemos a todos os que nos escolhem, porque, enquanto for eu o presidente da direção, será sempre a base do futuro do Juncalense porque nós, ao contrário de muitos [clubes], não temos um camião de notas para oferecer a jogadores, por isso, apostamos nos que formamos», sublinha. O Juncalense voltou, esta época, «a aumentar o número de atletas inscritos na formação». «Desportivamente, todas as equipas asseguraram a manutenção na Divisão de Honra dos seus campeonatos, com destaque para os Juniores que participaram pela 2.ª vez consecutiva na Taça Nacional de Sub-19, mérito total para aquele grupo de trabalho», frisa. Este ano, «ao contrário do que tem sido habitual», o Juncalense não venceu nenhum título na formação: «Mas lá voltamos ao mesmo, há situações que não conseguimos controlar e a formação da URD Juncalense este ano tem imensas razões de queixa de fatores externos que nos impediram de ter mais sucesso», afirma.</p>
<p><strong>“Estamos todos em sintonia”</strong></p>
<p>«Obviamente que o balanço não pode ser positivo», começa por referir o técnico do Juncalense, Tiago Sousa. «Em relação ao campeonato, foi uma desilusão muito grande, porque devíamos ter sido mais competentes e não conseguimos. Quando entrei no clube, já com dois terços da época, a descida era uma hipótese muito real, e teríamos de recuperar muitos pontos. Conseguimos alguns, mas não foi o suficiente», recorda.</p>
<p>A presença na final, ainda que perdida, foi positiva. «Perdemos, é certo, mas também defrontámos aquela que é a melhor equipa e atual campeã distrital. Fomos competitivos, conseguimos em alguns momentos estar por cima do jogo, mas no final a vitória acabou por ir para o adversário. Faltou-nos, talvez, alguma maturidade», sublinha o técnico.</p>
<p>Apesar de não ter estado em grande parte da época, faz uma avaliação desde que está “no comando”. «Foi um grupo que quis trabalhar, que se dedicou à causa e que tentou de tudo para reverter a situação menos positiva. Algumas situações estão identificadas pela equipa técnica e pela direção do clube e estamos a trabalhar para melhorar esses aspetos menos positivos», sublinha.</p>
<p>O Juncalense já anunciou, esta semana, a continuidade de Tiago Sousa na liderança da equipa, e é com foco que o treinador encara a próxima época. «Quando aceitei o projeto Juncalense já foi com o sentido de que, independentemente da divisão em que iríamos jogar na próxima época, o clube teria de apostar num projeto forte, num projeto que fizesse sentido e que se pensasse não a curto prazo mas a médio/longo prazo», começa por explicar, acrescentando que essa aposta «está a ser feita pelo clube». «Estamos todos em sintonia e com vontade de fazer o clube crescer e disputar títulos importantes em três/quatro anos. Esse é o nosso foco. Temos condições para isso e vamos dar tudo o que estiver ao nosso alcance para o conseguir. Temos uma formação muito boa, boas condições de trabalho, gente que gosta de trabalhar para o clube e uma massa adepta que acompanha o clube por todo o lado», frisa.</p>
<p>Tendo por base «a formação», e acrescentando três ou quatro elementos mais experientes, o técnico acredita que há condições «para cumprir os objetivos» do clube. «O objetivo da próxima época é devolver o Juncalense à Divisão de Honra», adianta.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MENDIGA</strong></p>
<p><strong>Manutenção “era o principal objetivo”, mas esperavam mais</strong></p>
<p>«O objetivo principal foi cumprido, que era a manutenção na III Divisão Nacional», é assim que o presidente da Mendiga, João Miguel, começa por avaliar a época 2024/2025 do seu clube, que terminou o campeonato na oitava posição. Apesar de atingida a «principal» meta, o dirigente assume: «Esperávamos um bocadinho mais. A manutenção só foi conseguida na última jornada. Esta foi uma época de altos e baixos, mas acabou por ser positiva por termos conseguido o essencial». E o que contribuiu para estes altos e baixos? «Tem sempre a ver com o plantel, com o treinador, e nem sempre todos os jogos correm bem. Depois, quando se perde um jogo ou dois, entra-se no buraco que, mesmo que tenhamos muita raça, esforço, dedicação, falta aquela estrelinha para, ao invés de se perder por um golo ou empatar, conseguir a vitória», diz. Ainda assim, sublinha, todos trabalharam «no sentido de ganhar o máximo de jogos possíveis». «Basicamente entrámos naquela onda de perder jogos, e depois foi difícil sair desse seguimento», volta a frisar.</p>
<p>João Miguel falou ainda a’O Portomosense sobre a época de formação do clube, embora ainda não tenha terminado para todos os escalões. Juniores, Juvenis, Infantis, Benjamins e Petizes: uma formação repleta, é esta a realidade da Mendiga. «Temos muitos atletas, tirando os Petizes que é uma idade muito tenrinha, mas nos restantes escalões têm acima de 10 jogadores», explica. Esta foi uma época que «em termos gerais correu bem», sobretudo para os Juniores que «conseguiram ganhar uma Taça Distrital pela primeira vez no clube». «Não conseguimos ser campeões e ir à Taça Nacional por causa do último empate, mas acho que está a ser uma época engraçada que termina no final do mês».</p>
<p>A «formação é muito importante para o clube, é nela que se começam a montar os pilares do clube. Se nós conseguirmos incluir dois ou três jogadores dos juniores na equipa, é um espetáculo. É muito complicado porque nestas idades há muita coisa, nomeadamente universidades, e há menos interesse na modalidade, mas temos sempre conseguido incluir dois ou três», afirma. João Miguel diz que, apesar dos “olhos postos” nesta vertente competitiva, a formação é também uma escola «de valores» onde muitos treinadores «são tipo um segundo pai» e onde, «ganhar não é tudo». «Temos de tentar fazê-los crescer como homens e como jogadores, se conseguirmos os dois, espetacular», sublinha.</p>
<p><strong>“Chegámos ao final com a sensação que era possível mais”</strong></p>
<p>Também o treinador da equipa principal da Mendiga, Luís Mota, admite que «apesar do objetivo principal ter sido a manutenção», fica um sabor “amargo”: «O nosso grande objetivo era a manutenção e isso conseguimos, mas nós somos ambiciosos e queremos sempre mais. E chegámos ao final da época com a sensação de que era possível mais». A equipa vinha de «três épocas muito boas, uma em que subiu de Divisão (à III Nacional), depois conseguimos um quinto lugar e na época passada tínhamos conseguido um quarto lugar». Então, o que mudou? O técnico responde.</p>
<p>«Tínhamos a noção de que tínhamos perdido alguns jogadores importantes esta época e que não ia ser fácil repetir o quarto lugar da época anterior, mas queríamos mais do que um oitavo e tínhamos capacidade para isso». Os jogadores, garante, «dedicaram-se e entregaram-se», mas não chegou. «Não é fácil explicar, mas a qualidade da equipa não era a mesma, nós reconhecemos, mas acho que acaba por ser um ciclo vicioso quando se começa a não ganhar», diz. «Tivemos um calendário complicado. Analisámos logo isso no início da época. Nas primeiras jornadas, jogámos com as equipas teoricamente mais acessíveis e, nas últimas quatro ou cinco, com as equipas candidatas a ficar em cima na tabela. Quando perdemos alguns pontos com as equipas mais acessíveis, a equipa começou a ficar nervosa. Depois fizemos jogos muito bons contra equipas melhores mas, num ou noutro pormenor, acabámos por não conseguir ganhar esses jogos», analisa.</p>
<blockquote><p><strong>Atual equipa técnica não vai continuar</strong></p>
<p>Foi o próprio treinador que avançou a’O Portomosense que, na próxima época, «não é para continuar» no comando da Mendiga. Luís Mota assume que «estava a contar ficar» e continuar o projeto, mas reconhece que estas decisões fazem «parte» do futsal. Esta era a quarta época de Luís Mota na liderança da equipa. O treinador está no clube desde a época 2020/2021, mas fez uma pausa «por razões pessoais» na época 2022/2023.</p></blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-38249" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal_Mendiga.jpg" alt="Rescaldo Futsal Mendiga | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal_Mendiga.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal_Mendiga-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal_Mendiga-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CONDESTÁVEL</strong></p>
<p><strong>Na formação “passamos valores” aos miúdos</strong></p>
<p>O Condestável aposta “todas as fichas” no futsal de formação e contou, esta época, com seis escalões em competição: Petizes, Traquinas, Benjamins, Infantis, Iniciados e Juniores. Para os escalões estarem completos, faltou apenas uma equipa de Juvenis, que «abrirá na próxima época», avançou o coordenador de futsal, Hugo Sancho. O presidente do clube, Tiago Sá, falou a’O Portomosense sobre a importância de formar “miúdos”. «Começamos desde novos a dar-lhes valores, e avaliamos tudo, como somos um clube certificado não se fica apenas pelo desporto, estamos em cima das notas deles, por exemplo, e esse tipo de coisas», frisa. «Não é só para jogar à bola e fazer um desporto, mas também para preparar o futuro deles», acrescenta ainda.</p>
<p>Apesar de reconhecer que a aposta na formação também se deveu aos custos elevados que uma equipa de seniores acarreta, «e que estava a consumir todos os recursos» do clube, Tiago Sá também considera que a formação é um projeto interessante para um clube. Até agora «tem corrido bem» e têm «aparecido sempre atletas», prova disso é a «abertura de um novo escalão este ano». Em termos desportivos «os frutos têm aparecido» e, mais uma vez, há provas: a ida de alguns atletas do Condestável «para clubes» a discutir campeonatos mais competitivos ou com plantéis com outra qualidade: «Portanto, é porque evoluíram aqui alguma coisa».</p>
<p>Não é possível «agradar a todos», mas a convivência com atletas e pais tem sido boa, ao longo dos anos. «Muitos dos pais ajudam na altura das Tasquinhas [das Festas de São Pedro], é porque estão satisfeitos», reitera.</p>
<p><strong>“Foi um ano de superação e de constante desafio”</strong></p>
<p>Além de adiantar que na próxima época o Condestável terá um escalão de Juvenis, Hugo Sancho, explicou o motivo pelo qual, já nesta época, tinham aberto um novo escalão, o de Juniores. «Decidimos em 2024/2025 arriscar com a abertura, ainda que desde o inicio soubéssemos que ia ser um ano de muita dificuldade, fruto da qualidade e experiência dos atletas que conseguimos captar. Num escalão de sub-19 ter cinco ou seis primeiras inscrições é sinal claro de pouca experiência de jogo», refere.</p>
<p>O coordenador (e também treinador de alguns escalões) afirmou que «desportivamente», as equipas do Condestável «atingiram os seus objetivos». «Esses objetivos são claros para todos dentro da estrutura. É valorizada, essencialmente, a forma como se joga, e não tanto o resultado. Ainda assim, temos os nossos Iniciados a disputar a fase de Apuramento de Campeão, o que em termos desportivos nos deixa muito satisfeitos», sublinha.</p>
<p>Já no que toca a «relações e integração da comunidade no clube, foi um ano de superação e de constante desafio. A realidade do nosso país veio criar aos clubes também grandes desafios, nomeadamente na integração de atletas estrangeiros. No nosso caso, seremos um dos clubes que mais integrou atletas estrangeiros. Num universo de 80 atletas, 25 são estrangeiros», revela. Ainda nesta área, Hugo Sancho destacou a Iniciativa Bandeira da Ética na qual o clube recebeu certificação pelo Instituto Português do Desporto e Juventude: «Basicamente consistiu em o capitão de equipa e treinadores entrarem em jogo com uma braçadeira alusiva a um tipo de discriminação, tentando desta forma sensibilizar para esses problemas». O número de atletas, 80, conseguido esta época, representa «um aumento de 25% em relação à época passada».</p>
<p>O coordenador descreve ainda o tipo de formação que é dada no Condestável, uma formação «focada no atleta e no seu bem-estar». «Focamos essencialmente no desenvolvimento técnico do atleta. Existe uma cultura dentro do clube, de que todos os atletas devem de jogar, dando-lhes o tempo necessário para contactarem com o jogo e aprenderem. Nem sempre é compreendido de fora, sendo que é um processo também de &#8220;treino&#8221; para os encarregados de educação. Valoriza-se demasiado o resultado no desporto de formação. Como tentamos muitas vezes transmitir aos atletas, a grande vitória é depois de cada treino e cada jogo, cada atleta ser melhor jogador», frisa.</p>
<p>Hugo Sancho lembrou ainda que a nível de Certificação da Federação Portuguesa de Futebol, o clube voltou a conseguir a certificação com as 3 estrelas: «O que nos deixa muito satisfeitos». «É um dos objetivos do clube, manter esse nível.</p>
<p>Foi uma época de desafios enormes, nomeadamente na fase inicial, com as questões logísticas relacionadas com o Pavilhão de Porto de Mós. Um especial agradecimento ao CCR Dom Fuas (Fonte do Oleiro), que sempre se disponibilizou a ceder-nos as suas instalações, para que pudéssemos realizar os jogos quando necessário. Esperamos que a próxima época seja mais serena a este nível, para que nos possamos concentrar a 100% no treino dos nossos jovens», diz. O coordenador quis ainda agradecer aos «atletas, encarregados de Educação, patrocinadores, Junta de Freguesia de Calvaria de Cima e ao Município pelos apoios prestados ao longo da temporada».</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-38250" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal-Condestavel.jpg" alt="Rescaldo Futsal Condestavel | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal-Condestavel.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal-Condestavel-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal-Condestavel-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DOM FUAS</strong></p>
<p><strong>Subida de &#8220;divisão era o objetivo&#8221;, mas não foi conseguido</strong></p>
<p>No início da época, as expectativas eram claras: apontar para o cimo da tabela, e consequente subida de divisão. O Dom Fuas acabou a 1.º fase, fase regular, da I Divisão (série B) na sexta posição, e não conseguiu, assim, alcançar o objetivo. «As coisas não correram como esperado, os resultados não apareceram, por vários fatores», começou por referir o presidente do clube, Alexandre Inácio. «Não foi pela equipa não treinar, eles sempre cumpriram até ao último jogo. Acho que também foi um bocado de falta de sorte e algumas desconcentrações em alguns jogos. Quando as coisas não começam a correr bem, depois é difícil», lamenta o dirigente.</p>
<p>Apesar da época não ter corrido como desejavam, a «aposta na continuidade» está garantida, uma vez que há confiança na equipa técnica e jogadores. «Vamos continuar com a mesma equipa técnica, e talvez reforçar com dois ou três jogadores», diz. No entanto, Alexandre Inácio já antevê dificuldades neste campo: «Não é fácil arranjar jogadores com as condições que trabalhamos, porque é tudo voluntariado. Se houvesse valores envolvidos, era diferente. Aqui quem joga é “por amor à camisola”», frisa. Um dos motivos pelos quais o clube não aposta na formação é precisamente este: «Não é uma aposta para já porque há falta de pessoal, hoje em dia o voluntariado é muito diferente do que era antigamente, não há quem queira ajudar e trabalhar nos clubes/associações», reforça.</p>
<p><strong>“Como treinador esperava mais”</strong></p>
<p>«Tinha uma equipa competitiva e com objetivos bem definidos, que era subir de divisão, mas entrámos mal no campeonato», diz o técnico do Dom Fuas, Luís Inácio, indo ao encontro da mensagem do presidente. Na opinião do treinador, que afirma que era «óbvio que esperava mais», faltou, numa fase inicial da competição, «discernimento e concentração». Também «a nível tático» o treinador sente que não começou da melhor forma: «A partir do momento que alterei as coisas, começou a correr melhor e os resultados começaram a aparecer, mas já fomos tarde, já não conseguimos dar a volta à situação», sublinha. Uma das coisas positivas a retirar da época é mesmo «esta evolução» que foi conseguida. No final, Luís Inácio considera que tinha uma equipa a treinar bem e conseguiu acabar com todo o plantel a treinar. «No último treino da época estavam 15 jogadores», frisa.</p>
<p>Depois da fase regular, o Dom Fuas disputou ainda um “mini campeonato” que junta as equipas que não ficaram nas primeiras posições da Divisão (essas disputaram a fase de subida). «Esse mini campeonato tinha cinco equipas de cada grupo. Nós perdermos o primeiro jogo dessa fase, mas depois ganhámos os outros jogos todos. Ficámos em segundo lugar dessa fase, o que foi bom», diz o técnico. Este “mini campeonato” serve essencialmente «para cumprir calendário, com um troféu para o vencedor, enquanto as outras equipas disputam a subida». Ainda assim, os resultados conseguidos pelo Dom Fuas deram bons indicadores.</p>
<p>Tendo em conta esta evolução, Luís Inácio, que já sabe que é para dar continuidade ao projeto na próxima época, espera as «coisas possam melhorar», e atingir a tão desejada subida à Divisão de Honra da Associação de Futebol de Leiria. «É isso que nós queremos já há algum tempo. O projeto do Dom Fuas foi um pouco abaixo há uns anos, e temos vindo a tentar juntar atletas de qualidade de novo», explica. Também o técnico ressalva que esta não é uma tarefa fácil. «Não é fácil porque não há dinheiro. Não pagamos a ninguém. As pessoas vêm de livre vontade para jogar», diz, reforçando as palavras do presidente. A jogar “contra a maré” está também o facto do concelho ter vários outros clubes e alguns deles a pagar ou a dar contrapartidas aos jogadores. A terra do clube – Fonte do Oleiro – também deixou de ter tantos jogadores. «Os nossos jogadores são do concelho, da Fonte do Oleiro só temos um ou dois, mas estão agora a aparecer mais miúdos. Nós vamos ao Torneio da Vila com miúdos da Fonte do Oleiro», esclarece o treinador, precisamente, natural de Fonte do Oleiro.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-38251" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal_Dom-Fuas.jpg" alt="Rescaldo Futsal Dom Fuas | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal_Dom-Fuas.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal_Dom-Fuas-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-Futsal_Dom-Fuas-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERRO VENTOSO</strong></p>
<p><strong>“Estávamos cientes da dificuldade que é iniciar um projeto destes do zero”</strong></p>
<p>O GDR Serro Ventoso teve esta época, pela primeira vez, uma equipa sénior. Desportivamente, a época não correu bem, com 16 derrotas em 16 jogos da I Divisão (série B) da Associação de Futebol de Leiria, mas já se esperava um começo de projeto difícil. «Em ano de estreia da equipa de seniores masculinos, cientes da dificuldade que é iniciar um projeto destes do zero, claramente que não estabelecemos objetivos extraordinários. Sempre tivemos os “pés bem assentes na terra”», frisou a’O Portomosense a presidente do clube, Carolina Silva. Apesar disso, garante, «a ambição faz parte de qualquer projeto» do GDR Serro Ventoso: «Todos os dias trabalhámos para alcançar o melhor resultado possível». Ainda assim, reflete a dirigente, «a maturidade e coesão de todos os adversários, ficou refletida nos resultados», acrescentou. «Parabenizo, desde já, os nossos adversários e, acima de tudo, a minha equipa, que agarrou o projeto com disciplina, amor à camisola e muito trabalho, mesmo quando os resultados não eram os que nós idealizámos», reforçou.</p>
<p>Carolina Silva explicou ainda que esta equipa foi composta por jogadores «que já tinham passado pelas equipas de formação» do clube e também «por elementos da terra que, alguns, nunca tinham praticado a modalidade. Foi, por isso, um projeto «agarrado e levado com o coração e pelo amor em representar o bairrismo que ainda há nas gentes da terra». O futuro, acredita, «será sempre melhorar e trabalhar» para que a equipa possa «crescer e obter resultados positivos, porque todos os desportistas gostam de vencer». «O GDR Serro Ventoso terá sempre as portas abertas a quem quiser juntar-se ao projeto, sejam atletas ou equipas técnicas», sublinhou a presidente. «Todos são bem-vindos», reiterou ainda.</p>
<p>O GDR Serro Ventoso estreou-se nos seniores, mas no que toca às camadas jovens, já é um projeto mais antigo e consolidado. «Há muitos anos que apostámos e continuaremos sempre a apostar nos nossos pequeninos, como carinhosamente sempre os apelidaremos», frisa Carolina Silva. Neste momento o clube tem quatro escalões: Traquinas, Benjamins, Infantis e Juvenis. «Ao longo destes anos, temos tido balanços muito positivos, atletas a ingressar em seleções distritais e até nacionais, convocatórias em treinos de clube de excelência como o Sporting CP e o SL Benfica», afirma a responsável. E de que forma o GDR Serro Ventoso encara a formação? «Tentamos, dentro das nossas capacidades, acompanhar todos os nossos atletas, e transmitir-lhes todos os valores desportivos do nosso clube», responde. A dirigente explica ainda que ao longo dos anos o clube tem recebido atletas, referenciados por profissionais, com «algumas questões/dificuldades de socialização, comportamento e até notas escolares menos positivas». Estes atletas «permanecem até hoje, e o feedback dos tutores é super positivo. O desporto ajudou-os acima de tudo a nível pessoal. E isso, para nós é muito gratificante. Atletas, treinadores, dirigentes, pais, amigos e familiares, constituem, cada um com o seu papel, uma enorme família dentro e fora de campo. E isso, deixa-nos muito orgulhosos», frisa.</p>
<p>Este trabalho só é possível, salientou, com o apoio de muitos: «Um enorme agradecimento aos treinadores, equipas técnicas, patrocinadores, pais, atletas, Câmara de Porto de Mós e Junta de Freguesia de Serro Ventoso pelo apoio que têm dado».</p>
<p><strong>“Sentimos uma grande evolução dos nossos meninos”</strong></p>
<p>Sílvia Vieira é treinadora do escalão de Benjamins do GDR Serro Ventoso e a O Portomosense faz, «juntamente com a treinadora adjunta, Ana Costa», um «balanço positivo» da época 2024/2025. «Sentimos uma grande evolução dos nossos meninos, tanto a nível desportivo, como a nível pessoal», frisa. «Neste escalão, os resultados são o menos importante, não obstante de querermos sempre ganhar e jogar para isso, mas acima de tudo é a oportunidade de conhecerem novas pessoas, fazerem novos amigos, divertirem-se e adquirirem outro tipo de responsabilidades e mentalidade», salienta. Sílvia Vieira reforça ainda que «dia após dia, treino após treino», a equipa técnica foi sentindo «uma dinâmica diferente, de entreajuda, responsabilidade e companheirismo».<br />
Reiterando que mais do que o aspeto competitivo, nestes escalões, está a componente humana, a treinadora diz ainda que tentam «sempre transmitir vários valores, mas o respeito pelo outro, educação e entreajuda, são valores fundamentais para ter uma equipa forte e coesa, não só em termos desportivos, mas acima de tudo a nível pessoal, para serem no futuro pessoas melhores». Na opinião de Sílvia Vieira, os escalões de formação devem servir «mesmo para definir a pessoa no futuro, a nível desportivo (técnico e tático), a nível pessoal e cognitivo». «Neste escalão em específico, entre os 9 e 10 anos, são idades em que eles são mais reguilas e “puxam” pela paciência dos treinadores porque querem as coisas “à maneira deles”. É na formação que os valores que falamos anteriormente, o respeito, a disciplina, o espírito de equipa, a resiliência e a responsabilidade são postos à prova e que considero que irão definir muito como anteriormente referi o ser humano que serão, e acima de tudo terem a perceção de que sem esforço e dedicação não conseguirão atingir os objetivos», conclui.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-38252" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-futsal-Serro-Ventoso.jpg" alt="Rescaldo futsal Serro Ventoso | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-futsal-Serro-Ventoso.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-futsal-Serro-Ventoso-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/05/Rescaldo-futsal-Serro-Ventoso-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fotos | DR e Luís Vieira Cruz</strong></p>
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		<title>Futebol e futsal: Últimos resultados</title>
		<link>https://oportomosense.com/futebol-e-futsal-ultimos-resultados-7/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 10:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Alqueidão da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[D. Fuas]]></category>
		<category><![CDATA[Divisão de Honra]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Futsal]]></category>
		<category><![CDATA[GDR Serro Ventoso]]></category>
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		<category><![CDATA[III Divisão de Futsal - Série B]]></category>
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					<description><![CDATA[Foram várias as equipas seniores de futebol ou futsal do concelho de Porto de Mós que, desde a passada sexta-feira, entraram em campo. Saiba quais foram os resultados destas partidas: 13 de dezembro Fustal: Divisão de Honra, Quinta do Sobrado 6 x 3 Juncalense Futsal: I Divisão Distrital Série B, Amarense B 5 x 1 Juncalense [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foram várias as equipas seniores de futebol ou futsal do concelho de Porto de Mós que, desde a passada sexta-feira, entraram em campo. Saiba quais foram os resultados destas partidas:</p>
<p><strong>13 de dezembro</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Fustal</span>: Divisão de Honra, <strong>Quinta do Sobrado 6 x 3 Juncalense</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futsal</span>: I Divisão Distrital Série B, <strong>Amarense B 5 x 1 Juncalense B</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futsal</span>: I Divisão Distrital Série B, <strong>D. Fuas 8 x 1 Serro Ventoso</strong></p>
<p><strong>14 de dezembro </strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futsal</span>: III Divisão Nacional Série B, <strong>Beira Ria 4 x 4 Mendiga</strong></p>
<p><strong>15 de dezembro</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futebol</span>: Divisão de Honra, <strong>Nazarenos 2 x 2 Portomosense</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futebol</span>: I Divisão Distrital Série B, <strong>Alqueidão da Serra 3 x 1 GRAP/Pousos</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futebol</span>: I Divisão Distrital Série B, <strong>Meirinhas 3 x 2 Mirense</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Futebol e futsal: Últimos resultados</title>
		<link>https://oportomosense.com/futebol-e-futsal-ultimos-resultados-6/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 16:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[D. Fuas]]></category>
		<category><![CDATA[Divisão de Honra]]></category>
		<category><![CDATA[I Divisão Distrital]]></category>
		<category><![CDATA[III Divisão Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Juncalense]]></category>
		<category><![CDATA[Mirense]]></category>
		<category><![CDATA[Portomosense]]></category>
		<category><![CDATA[Serro Ventoso]]></category>
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					<description><![CDATA[Foram várias as equipas seniores de futebol ou futsal do concelho de Porto de Mós que, desde a passada quinta-feira, entraram em campo. Saiba quais foram os resultados destas partidas: 6 de dezembro Futsal: Divisão de Honra, Ferrel 2 x 4 Juncalense 7 de dezembro Futsal: III Divisão Nacional, Mendiga 1 x 3 Amarense Futsal: I [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foram várias as equipas seniores de futebol ou futsal do concelho de Porto de Mós que, desde a passada quinta-feira, entraram em campo. Saiba quais foram os resultados destas partidas:</p>
<p><strong>6 de dezembro</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futsal</span>: Divisão de Honra, <strong>Ferrel 2 x 4 Juncalense</strong></p>
<p><strong>7 de dezembro</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futsal</span>: III Divisão Nacional, <strong>Mendiga 1 x 3 Amarense</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futsal</span>: I Divisão Distrital Série B, <strong>Serro Ventoso 0 x 15 Moitense </strong></p>
<p><strong>8 de dezembro</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futebol</span>: Divisão de Honra, <strong>Portomosense 1 x 1 Caldas B </strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futebol</span>: I Divisão Distrital Série B, <strong>Mirense 1 x 1 Santo Amaro</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futsal</span>: I Divisão Distrital Série B, <strong>Juncalense B 3 x 4 D. Fuas</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Futebol e futsal: Os jogos da semana</title>
		<link>https://oportomosense.com/futebol-e-futsal-os-jogos-da-semana-6/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fábio Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 18:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[D. Fuas]]></category>
		<category><![CDATA[Divisão de Honra]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Futsal]]></category>
		<category><![CDATA[I Divisão Distrital]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Juncalense]]></category>
		<category><![CDATA[Mendiga]]></category>
		<category><![CDATA[Mirense]]></category>
		<category><![CDATA[Portomosense]]></category>
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					<description><![CDATA[São várias as equipas seniores do concelho de Porto de Mós que se destacam nas modalidades desportivas de futebol e futsal. Trazemos-lhe abaixo todos os jogos da semana. 6 de dezembro  Futsal: Divisão de Honra, Ferrel x Juncalense, 21h30, Pavilhão Assoc. Rec. Cult. Desp. Ferrel 7 de dezembro  Futsal: III Divisão Nacional, Mendiga x Amarense, 18 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São várias as equipas seniores do concelho de Porto de Mós que se destacam nas modalidades desportivas de futebol e futsal. Trazemos-lhe abaixo todos os jogos da semana.</p>
<p><strong>6 de dezembro </strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futsal</span>: Divisão de Honra, <strong>Ferrel x Juncalense</strong>, 21h30, Pavilhão Assoc. Rec. Cult. Desp. Ferrel</p>
<p><strong>7 de dezembro </strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futsal</span>: III Divisão Nacional, <strong>Mendiga x Amarense</strong>, 18 horas, Pavilhão Da Ass. Rec. Cult. Da Mendiga</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futsal</span>: I Divisão Distrital Série B, <strong>Serro Ventoso x Moitense</strong>, 21 horas, Pavilhão Gimnodesportivo Porto Mós<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>8 de dezembro </strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futebol</span>: Divisão de Honra, <strong>Portomosense x Caldas B</strong>, 15 horas, Estádio Municipal Porto Mós</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futebol</span>: I Divisão Distrital Série B, <strong>Mirense x Santo Amaro</strong>, 15 horas, Estádio Manuel Donato S. Ferreira</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Futsal</span>: I Divisão Distrital Série B, <strong>Juncalense B x D. Fuas, </strong>19 horas, Pavilhão Municipal Juncal</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amanhã há dérbi portomosense</title>
		<link>https://oportomosense.com/amanha-ha-derbi-portomosense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 08:08:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[1.ª Divisão]]></category>
		<category><![CDATA[1.ª Divisão de Distrital da Associação de Futebol de Leiria]]></category>
		<category><![CDATA[Alqueidão da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Dérbi]]></category>
		<category><![CDATA[Mirense]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
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					<description><![CDATA[Alqueidão da Serra e Mirense encontram-se já este domingo, pelas 15 horas, para disputar aquele que será o primeiro dérbi entre emblemas do concelho de Porto de Mós a contar para a 1.ª Divisão de Distrital da Associação de Futebol de Leiria. Ambos os clubes empataram os respetivos desafios na estreia desta edição do campeonato, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alqueidão da Serra e Mirense encontram-se já este domingo, pelas 15 horas, para disputar aquele que será o primeiro dérbi entre emblemas do concelho de Porto de Mós a contar para a 1.ª Divisão de Distrital da Associação de Futebol de Leiria.</p>
<p>Ambos os clubes empataram os respetivos desafios na estreia desta edição do campeonato, tendo acumulado um ponto cada.</p>
<p>A segunda jornada será jogada no Alqueidão da Serra.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sintético do Mirense inaugurado hoje</title>
		<link>https://oportomosense.com/sintetico-do-mirense-inaugurado-este-domingo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 08:07:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Mirense]]></category>
		<category><![CDATA[Relvado Sintético]]></category>
		<category><![CDATA[sintético]]></category>
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					<description><![CDATA[O renovado sintético do Mirense é inaugurado este domingo, 29, pelas 15 horas. Na ocasião, o clube vai aproveitar para apresentar todas as equipas, desde os escalões de formação aos seniores. Segue-se depois um convívio para o qual o presidente convida «toda a população». Foto &#124; Jéssica Moás de Sá]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O renovado sintético do Mirense é inaugurado este domingo, 29, pelas 15 horas.</p>
<p>Na ocasião, o clube vai aproveitar para apresentar todas as equipas, desde os escalões de formação aos seniores.</p>
<p>Segue-se depois um convívio para o qual o presidente convida «toda a população».</p>
<p><strong>Foto | Jéssica Moás de Sá</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ADP bate Mirense e está nas meias da Taça do Distrito</title>
		<link>https://oportomosense.com/adp-bate-mirense-e-esta-nas-meias-da-taca-do-distrito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Vieira Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2024 17:02:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[ADP]]></category>
		<category><![CDATA[AF Leiria]]></category>
		<category><![CDATA[Mirense]]></category>
		<category><![CDATA[Taça do Distrito]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Desportiva Portomosense (ADP) recebeu e venceu esta tarde a União Recreativa Mirense (UR Mirense), por 5-0, e carimbou a passagem às meias-finais da Taça do Distrito. As condições meteorológicas apontavam para um dilúvio em Porto de Mós, levando mesmo ao ajuste de eventos como, por exemplo, a Via Sacra, e foi precisamente o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Desportiva Portomosense (ADP) recebeu e venceu esta tarde a União Recreativa Mirense (UR Mirense), por 5-0, e carimbou a passagem às meias-finais da Taça do Distrito.</p>
<p>As condições meteorológicas apontavam para um dilúvio em Porto de Mós, levando mesmo ao ajuste de eventos como, por exemplo, a Via Sacra, e foi precisamente o mau tempo que marcou esta partida. Ainda antes do dérbi arrancar, uma chuva intensa visitou os adeptos que ao Parque de Jogos do concelho se fizeram deslocar. Ainda assim, ninguém arredou pé.</p>
<p>A ADP, que era considerada favorita, assumiu a batuta e dominou praticamente durante todo o encontro. Kiko (bis), Tobias, Alexis e Olek fizeram os golos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>ADP e Mirense lutam esta sexta-feira pelas meias-finais da Taça do Distrito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luís Vieira Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 15:47:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[ADP]]></category>
		<category><![CDATA[cabé]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta sexta-feira jogam-se os quartos de final da Taça do Distrito da Associação de Futebol de Leiria, fase da competição onde apenas chegaram oito emblemas, dois dos quais do concelho de Porto de Mós, e ditou o sorteio que ambos gladiassem entre si por um lugar nas meias. O encontro entre Associação Desportiva Portomosense (ADP) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta sexta-feira jogam-se os quartos de final da Taça do Distrito da Associação de Futebol de Leiria, fase da competição onde apenas chegaram oito emblemas, dois dos quais do concelho de Porto de Mós, e ditou o sorteio que ambos gladiassem entre si por um lugar nas meias.</p>
<p>O encontro entre Associação Desportiva Portomosense (ADP) e União Recreativa Mirense (UR Mirense) está agendado para a Sexta-Feira Santa às 15 horas no Parque de Jogos de Porto de Mós e espera-se que neste dia os adeptos de parte a parte pintem as bancadas, cumprindo assim a tradição dos nossos dérbis concelhios.</p>
<p>Até chegarem a esta fase, os atletas da UR Mirense tiveram que eliminar GD Monte Real (3-0) na 1.ª eliminatória e Caseirinhos (1-0) na 2.ª eliminatória. Já a ADP deixou para trás a Caranguejeira (3-5) na 1.ª eliminatória e o SC Caldas B (0-1) na 2.ª eliminatória. Nos quartos estão ainda Bombarralense, União da Serra, Nazarenos, Beneditense, SL Marinha e SC Pombal.</p>
<p>À data, o cabo-verdiano Wilker Furtado (SL Marinha) é o melhor marcador da prova com os mesmos três golos que os seus colegas Nuno Joaquim (Leiria e Marrazes) e Ricky Duarte (Nazarenos).</p>
<p><strong>Técnicos esperam dificuldades em jogo a eliminar</strong></p>
<p>A equipa da casa vem de uma goleada por 4-0 frente ao Ginásio de Alcobaça e espera o seu treinador, Pedro Cordeiro, que este resultado não amoleça os seus jogadores. Com o habitual discurso comedido, o líder do balneário amarelo e negro diz que «não pode haver espaço para facilitismos, mesmo que o último jogo tenha sido, provavelmente, o melhor da época». Quanto ao facto de ter pela frente um emblema de um escalão abaixo, Cordeiro garante que a ADP «não vai olhar a equipas nem a escalões», sobretudo «numa fase a eliminar». Ainda assim, é seu desígnio que a Associação Desportiva Portomosense «domine do princípio ao fim» e, se «puder aliar uma boa exibição a uma vitória, tanto melhor». A Taça é um dos objetivos da equipa e da direção, embora Pedro Cordeiro reconheça que «primeiro há que passar pelo Mirense e, depois disso, continuar a pensar jogo a jogo, de forma a fazer a melhor campanha possível na competição».</p>
<p>Por sua vez, o técnico mirense, Cabé, que vem de uma derrota tangencial frente à Caranguejeira, alerta para as naturais dificuldades de se defrontar um adversário de um escalão superior: «Esperamos uma ADP mais forte, com outros argumentos, e a percentagem de possibilidade de uma vitória nossa é reduzida, mas vamos agarrar-nos a ela com tudo o que temos. O Mirense tem que ser perfeito, não pode errar, sempre que for à baliza adversária vai ter que marcar e depois saber defender e estar preparado para sofrer». Aos seus atletas Cabé pediu apenas «concentração, humildade, inteligência e espírito de sacrifício». Quanto à possibilidade de seguir em frente, Cabé e os seus pupilos encararão qualquer outro adversário da mesma forma. «Vamos desfrutar e logo se vê», vincou.</p>
<p>Recorde-se que o último jogo entre ADP e UR Mirense disputou-se no dia 19 de março de 2023, altura em que ambos os emblemas jogaram a 21.ª jornada da Divisão de Honra da AF Leiria. Na presente temporada, a ADP mantém-se na mesma liga, em 8.º, enquanto que a UR Mirense disputa a 1.ª Divisão Distrital e está em 10.º.</p>
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		<title>ADP e Mirense frente a frente na Taça do Distrito</title>
		<link>https://oportomosense.com/adp-e-mirense-frente-a-frente-na-taca-do-distrito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Vieira Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2024 15:57:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[ADP]]></category>
		<category><![CDATA[AF Leiria]]></category>
		<category><![CDATA[Dérbi]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Mirense]]></category>
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					<description><![CDATA[Associação Desportiva Portomosense e União Recreativa Mirense venceram no passado dia 10 de fevereiro as respectivas partidas a contar para a 2.ª eliminatória da Taça do Distrito em futebol e ditou o sorteio que ambos os emblemas do concelho se venham a encontrar na próxima fase, obrigando a que um deles caia “por terra” na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Associação Desportiva Portomosense e União Recreativa Mirense venceram no passado dia 10 de fevereiro as respectivas partidas a contar para a 2.ª eliminatória da Taça do Distrito em futebol e ditou o sorteio que ambos os emblemas do concelho se venham a encontrar na próxima fase, obrigando a que um deles caia “por terra” na competição.</p>
<p>Às 15 horas de sábado, os apitos das equipas de arbitragem soavam em simultâneo para dar início às contendas Mirense-Caseirinhos e também Caldas B-ADP. Quanto ao Mirense, os seus atletas mostraram desde logo querer mandar, praticando um futebol agradável e objetivo, dominando quase que por completo todo o primeiro tempo. Contudo, o guardião mirense Mário Robalo acabou substituído por lesão após uma defesa. Ainda no desenrolar da primeira parte, a URM criou algumas oportunidades de golo, conseguindo-o numa bela jogada de equipa. Na segunda parte, o Mirense mostrou a sua força, apesar de algumas lacunas na finalização que não permitiram aumentar o marcador. Com isto, a equipa dos Caseirinhos cresceu no jogo, ficando os últimos 20 minutos por cima, com maior caudal ofensivo. Apesar da insistência forasteira, a organização defensiva do Mirense conseguiu levar sempre a melhor, afastando todos os lances de perigo.</p>
<p>«Tínhamos como objetivo passar para a próxima eliminatória, independentemente das condições climáticas e do campo estar pesado. Foi um jogo onde venceu quem lutou mais», declarou o treinador Cabé.<br />
Já a Associação Desportiva Portomosense deslocou-se às Caldas da Rainha para derrotar a equipa secundária do Caldas por 0-2, num encontro em que João Matias foi herói ao apontar dois tentos, um aos 17 e outro aos 32 minutos. Nesta partida, foram os visitados que entraram melhor, com 15 minutos de muita pressão, mas o golo de Matias deu a tranquilidade que o seu conjunto precisava e inverteu o rumo dos acontecimentos. O segundo surgiu com naturalidade e a primeira metade ficou marcada por um grande domínio dos visitantes. Na segunda parte, a ADP continuou a controlar, obrigando o Caldas a correr atrás do prejuízo com algumas bolas bombeadas para a sua grande área, mas sempre sem grande perigo. Para o seu técnico, Pedro Cordeiro, «a vitória foi justa» e permite que a ADP se mantenha nesta competição, onde «o objetivo é chegar o mais longe possível».</p>
<p>A presente edição da Taça do Distrito da Associação de Futebol de Leiria &#8211; também conhecida por Taça Lizport -, arrancou no primeiro dia de novembro de 2023 com uma pré-eliminatória onde os nomes dos elencos portomosenses não constaram. Seguiu-se então a 1.ª Eliminatória, onde no dia 26 daquele mês a União Recreativa Mirense venceu por 3-0, em casa, o GD Monte Real, e a ADP venceu fora a Caranguejeira num jogo frenético, que ficou 3-5.</p>
<p>A próxima eliminatória ocorre no dia 29 de março e vai opor Mirense e ADP, que não jogam entre si desde a época passada, altura em que ambas disputavam a Divisão de Honra da AF Leiria (o Mirense viria a descer de divisão) e que o “saldo” acabaria positivo para o conjunto de amarelo e preto &#8211; um empate a zeros em março e uma vitória por 3-0 em outubro.</p>
<p>Além dos conjuntos de Porto de Mós, estão ainda em prova Nazarenos, União da Serra, Beneditense, SL Marinha, Bombarralense e Sporting Pombal. O vencedor do dérbi concelhio enfrenta, na 4.ª Eliminatória, marcada para 27 de abril, quem levar a melhor no Nazarenos-Beneditense.</p>
<p>A final está agendada para o dia 1 de junho.</p>
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