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	<title>Missa campal | Jornal O Portomosense</title>
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	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
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	<title>Missa campal | Jornal O Portomosense</title>
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		<title>Batalha de Aljubarrota travou-se há 637 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 08:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Volvidos 637 anos da Batalha de Aljubarrota, o Campo Militar de São Jorge voltou a receber as celebrações de aniversário da vitória portuguesa, no passado domingo, dia 14. À semelhança de anos anteriores, a efeméride foi assinalada com uma cerimónia militar, junto ao monumento a D. Nuno Álvares Pereira. As comemorações iniciaram-se com a tradicional [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Volvidos 637 anos da Batalha de Aljubarrota, o Campo Militar de São Jorge voltou a receber as celebrações de aniversário da vitória portuguesa, no passado domingo, dia 14. À semelhança de anos anteriores, a efeméride foi assinalada com uma cerimónia militar, junto ao monumento a D. Nuno Álvares Pereira.</p>
<p>As comemorações iniciaram-se com a tradicional missa campal, celebrada pelo tenente Paulo Marques. O capelão do exército fez questão de enaltecer a santidade de D. Nuno Álvares Pereira e de aludir às questões diplomáticas internacionais, recordando a batalha que é o «mistério de países que precisam uns dos outros» e «que [os portugueses] também venceram aquilo que eram, aqui, os nossos vizinhos». </p>
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<p>À missa, sucedeu-se a cerimónia de homenagem aos mortos em combate na Batalha de Aljubarrota, onde foram lembrados os portugueses que «mesmo com o sacrifício da própria vida lutaram pela independência nacional». Depois, foi a vez do presidente da Fundação Batalha de Aljubarrota, Alexandre Patrício Gouveia, da presidente da Assembleia Municipal de Porto de Mós, Clarisse Louro, e do diretor da Direção de História e Cultura Militar, Major-General Aníbal Alves Flambó, depositarem coroas de flores junto à imagem de D. Nuno Álvares Pereira, também conhecido como Santo Condestável, momento ao qual se seguiu um minuto de silêncio e uma pequena prece por parte do tenente Paulo Marques, antes do respetivo toque de alvorada, «um hino de esperança e fé na convicção de que o esforço e sacrifício dos nossos camaradas não foram em vão». </p>
<p>A cerimónia ficou também marcada pela alocução histórica do Coronel de Infantaria Comando, na reforma, Américo José Guimarães Henriques, onde aproveitou para reforçar a ideia que «não há possibilidade de Portugal resistir a qualquer ação militar que lhe seja feita pelo inimigo comum, e pediu «honestamente, às pessoas ligadas à política, que interiormente pensem nisso». Em declarações a O Portomosense, o Coronel, à semelhança do tenente Paulo Marques, aludiu à situação internacional, referindo que se a Rússia «trouxer as suas esquadras (&#8230;) para o Atlântico» o exército não está em condições de defender os arquipélagos dos Açores e da Madeira. </p>
<p>Na cerimónia militar esteve ainda presente uma guarda de honra, constituída por uma força de escalão secção do Regimento de Artilharia n.º 4 e por um terno de clarins, da Fanfarra do Exército. </p>
<p><strong>CIBA celebra data com programa especial</strong></p>
<p>Além da cerimónia militar, o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota (CIBA) também preparou uma oferta especial para celebrar a data. As visitas guiadas ao antigo campo militar foram gratuitas, para gáudio dos visitantes. A família Marques, albicastrenses radicados em Lisboa, não veio de propósito para as celebrações, mas, explica Franco Marques, tentaram «ao domingo, porque às vezes há coisas familiares gratuitas, e calhou» verem «as comemorações». Da visita deixam alguns elogios ao trabalho do CIBA, principalmente porque «ter este acompanhamento da visita guiada é essencial», considerou Sara Marques, referindo ainda que «vale mesmo a pena vir e aproveitar este bocadinho com as crianças».</p>
<p><img decoding="async" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2022/08/atividade-aniversario-batalha-de-aljubarrota.jpg" alt="atividade aniversario batalha de aljubarrota | Jornal O Portomosense" width="1200" height="628" class="alignnone size-full wp-image-18135" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2022/08/atividade-aniversario-batalha-de-aljubarrota.jpg 1200w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2022/08/atividade-aniversario-batalha-de-aljubarrota-980x513.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2022/08/atividade-aniversario-batalha-de-aljubarrota-480x251.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1200px, 100vw" /></p>
<p>Até porque foi para as crianças que o Serviço Educativo do CIBA preparou grande parte das atividades, como a exibição de um filme, um jogo da macaca medieval ou a pintura do mural de homenagem a D. Nuno Álvares Pereira, para que «ela (a escultura) hoje não fosse cinzenta e fosse colorida», disse a coordenadora do serviço, Bárbara Cardoso. Outra das iniciativas foi a colocação de uma placa vertical de sinalização, onde se pode ler a distância, a pé, como se viajava nos tempos de D. João I, de diferentes pontos de Portugal. «No fundo nós queremos que as pessoas deixem também aqui hoje a sua marca, de onde é que vêm e quanto tempo, em dias, é que demorariam a caminhar até chegar aqui, à comemoração dos 637 anos da Batalha de Aljubarrota», explicou a coordenadora.  </p>
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		<title>Padroeiro do concelho evocado em missas solenes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2021 07:07:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Festas de São Pedro]]></category>
		<category><![CDATA[Fiéis]]></category>
		<category><![CDATA[Missa campal]]></category>
		<category><![CDATA[Santo António]]></category>
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					<description><![CDATA[Este ano, em consequência da pandemia, voltou a não haver as Festas de São Pedro, mas mesmo assim, o padroeiro do concelho foi evocado, entre outras atividades, com duas missas solenes. A primeira, teve lugar no dia que lhe é dedicado, 29 de junho, e na igreja erigida em sua honra. A segunda foi celebrada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano, em consequência da pandemia, voltou a não haver as Festas de São Pedro, mas mesmo assim, o padroeiro do concelho foi evocado, entre outras atividades, com duas missas solenes. A primeira, teve lugar no dia que lhe é dedicado, 29 de junho, e na igreja erigida em sua honra. A segunda foi celebrada no “largo” das tasquinhas, no dia 4 de julho, a data que, numa situação normal, corresponderia ao último dias das Festas. Ambas envolveram grande número de fiéis, contando também com a participação ativa de autarcas e “forças vivas” do concelho.</p>
<p>Entretanto, os restantes santos populares não foram esquecidos durante o mês de junho. Na vila de Porto de Mós, Santo António foi evocado na sua renovada capela e, este ano, pela primeira vez, São João teve também a sua festa, com missa campal e <em>take-away</em>.</p>
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