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	<title>Reguengo do Fetal | Jornal O Portomosense</title>
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	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
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	<title>Reguengo do Fetal | Jornal O Portomosense</title>
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		<title>Carvalho do Padre Zé na corrida para Árvore do Ano 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 09:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Árvore do Ano]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma árvore no concelho da Batalha, mais precisamente na freguesia de Reguengo do Fetal, com quase cinco séculos de vida, está a concorrer para Árvore do Ano 2025. O Carvalho do Padre Zé é um dos finalistas desta iniciativa, onde ainda estão a votação outras 10 árvores de todo o país.   A Árvore do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma árvore no concelho da Batalha, mais precisamente na freguesia de Reguengo do Fetal, com quase cinco séculos de vida, está a concorrer para <i>Árvore do Ano 2025</i>. O Carvalho do Padre Zé é um dos finalistas desta iniciativa, onde ainda estão a votação outras 10 árvores de todo o país. <span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A <i>Árvore do Ano 2025</i>, que é promovida pela União de Organizadores de Produtores Florestais, surgiu no ano de 2011 e tem o objetivo de «destacar a importância das árvores antigas na herança cultural e natural», que merece da população toda a «atenção e respeito», revela a organização no seu site.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A árvore que vencer este galardão habilita-se a concorrer à votação para <i>Árvore Europeia no Ano</i>, prémio que Portugal venceu em 2018 quando participou pela primeira vez.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Esta é uma árvore autóctone, recorda o município da Batalha, um gigante carvalho-cerquinho ou carvalho-português (<i>Quercus Faginae</i>), com cerca de 6 metros de perímetro de tronco, 21 metros de altura e um diâmetro de copa de 33 metros.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Atualmente com 465 anos, este carvalho ganhou o seu nome durante a Segunda Guerra Mundial: «Em período de guerra, um dos carvalhos foi cortado para que a sua madeira fosse vendida para a produção de carvão. Tomando conhecimento deste acontecimento, o padre José do Espírito</p>
<p>Santo (responsável pela paróquia na altura) adquiriu a segunda árvore pelo valor equivalente ao que foi obtido na venda da primeira, de modo a protegê-la. Desde então, os populares passaram a designá-lo de Carvalho do Padre Zé».</p>
<p>A votação para a iniciativa Árvore do ano 2025 decorre até dia 11 de dezembro. Pode eleger o seu exemplar preferido através da página disponível <a href="https://portugal.treeoftheyear.eu/Vote" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
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		<title>Reguengo do Fetal iluminou-se para celebrar Nossa Senhora</title>
		<link>https://oportomosense.com/reguengo-do-fetal-iluminou-se-para-celebrar-nossa-senhora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 08:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Junta de Reguengo do Fetal]]></category>
		<category><![CDATA[Nossa Senhora do Fetal]]></category>
		<category><![CDATA[Reguengo do Fetal]]></category>
		<category><![CDATA[Santuário de Nossa Senhora do Fetal]]></category>
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					<description><![CDATA[Tiveram lugar no passado fim de semana (5 e 6 de outubro) os últimos dias da festa em honra da Nossa Senhora do Fetal, conhecida pela sua tradicional procissão dos caracóis, que ilumina as ruas da localidade. Esta celebração, que tradicionalmente tem início no último fim de semana de setembro, remota ao longínquo século XVI, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tiveram lugar no passado fim de semana (5 e 6 de outubro) os últimos dias da festa em honra da Nossa Senhora do Fetal, conhecida pela sua tradicional procissão dos caracóis, que ilumina as ruas da localidade. Esta celebração, que tradicionalmente tem início no último fim de semana de setembro, remota ao longínquo século XVI, quando a santa apareceu a uma pastora e a salvou a ela e ao seu rebanho de morreram à fome.<span class="Apple-converted-space">                                                                                                                                           </span></p>
<p>Hoje, os fregueses daquela localidade dedicam três dias a honrar a aparição desta santa, com três procissões conhecidas por terem uma especial particularidade: ao invés de trazerem consigo velas, recolhem-se cascas de caracóis, enchem-se com azeite e nelas colocam-se uma torcida de algodão, que é acendida e dá luz às ruas de Reguengo do Fetal.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Estes caracóis são acendidos em duas noites distintas. A primeira vez é no último sábado do mês de setembro, quando a imagem de Nossa Senhora parte do Santuário, local onde apareceu a santa à pastora, para a Igreja Paroquial, onde lá fica durante uma semana. A segunda vez é na também na segunda procissão, onde se faz o percurso de regresso, devolvendo a imagem ao seu santuário.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Durante as procissões noturnas, todos os caminhos entre a Igreja Paroquial e o Santuário de Nossa Senhora do Fetal ficam iluminados com as cascas dos caracóis. <span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>No último sábado de setembro, finda procissão, as ruas foram tomadas pela música com o arraial na Praça da Fonte, onde o agrupamento musical Jorge Miguel ajudou a celebrar a Nossa Senhora do Fetal.<span class="Apple-converted-space">     </span></p>
<p>Este ano, de acordo com o presidente da Junta de Reguengo do Fetal, Fernando Lucas, deslocaram-se à freguesia menos pessoas que nos anos anteriores, «certamente com medo do mau tempo». <span class="Apple-converted-space">                                                                                                                                     </span></p>
<p>No sábado passado devolveu-se a imagem de Nossa Senhora ao seu santuário, e o duo musical Renascer foi convidado a animar as ruas da localidade. No domingo, depois da recolha de ofertas, do cortejo, e da missa celebrada no Santuário, o arraial foi aberto pelas 13 horas ao som da Filarmónica das Cortes. Às 17 horas foi dada a vez às concertinas do Fetal e da Caranguejeira.</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
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		<title>Karaté chega ao Alqueidão da Serra</title>
		<link>https://oportomosense.com/karate-chega-ao-alqueidao-da-serra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 15:36:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Alqueidão da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Nacional de Artes Marciais (ANAM)]]></category>
		<category><![CDATA[Casa do Povo do Alqueidão da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Portuguesa de Karaté Portugal (FNKP)]]></category>
		<category><![CDATA[Karaté]]></category>
		<category><![CDATA[Modalidade desportiva]]></category>
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					<description><![CDATA[A população da freguesia do Alqueidão da Serra terá, a partir de hoje, mais uma modalidade desportiva ao seu dispor, desta vez ligada às artes marciais. O karaté, a arte marcial de origem japonesa que consiste na defesa pessoal sem o recurso a armas, apenas utilizando a aplicação de golpes rápidos de mãos e de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A população da freguesia do Alqueidão da Serra terá, a partir de hoje, mais uma modalidade desportiva ao seu dispor, desta vez ligada às artes marciais. O karaté, a arte marcial de origem japonesa que consiste na defesa pessoal sem o recurso a armas, apenas utilizando a aplicação de golpes rápidos de mãos e de pés, chega à freguesia pelos “braços e pernas” de Rui Pereira, que atualmente dá aulas no dojo (local de treino) do Reguengo do Fetal (Batalha) e que será o instrutor principal desta modalidade. «A ideia é, de facto, pôr as pessoas a fazer algum exercício», esclarece.</p>
<p>O instrutor com mais de 30 anos de experiência na área conta-nos que a ideia começou a ser amadurecida há já algum tempo, quando sentiu que no Reguengo do Fetal (onde apenas existe uma aula para adultos) não estava a conseguir dar resposta aos pedidos para a inscrição de crianças. «Existia essa lacuna e depois comecei a pesquisar alguma aldeia que tivesse algum movimento, alguns jovens, e vi que era o caso do Alqueidão da Serra, onde as pessoas também já são mais ligadas ao desporto», conta Rui Pereira. A proximidade ao dojo do Reguengo do Fetal foi outro dos fatores que pesou na escolha da freguesia do Alqueidão da Serra para também receber a modalidade do karaté: «Como é relativamente perto, já conseguimos trazer crianças do Reguengo do Fetal para o Alqueidão e também conseguimos, se for o caso, levar adultos para o Reguengo, onde já temos um grupo grande», explica, acrescentando que um dos objetivos é que exista um «intercâmbio entre ambos os núcleos» e, assim, conseguir «dar mais força a esta zona».</p>
<p>Rui Pereira, além de ser instrutor no dojo do Reguengo do Fetal, faz também parte do grupo de instrutores do Karaté Leiria, nos Outeiros da Gândara, onde se encontra o núcleo principal, a que chama de «quartel general». «Estamos filiados na Associação Nacional de Artes Marciais (ANAM) e, por sua vez, à Federação Portuguesa de Karaté Portugal (FNKP). Temos também uma ligação à principal associação do Japão, a JKA, onde quando temos a possibilidade vamos com alguma frequência, para trazermos para cá o conhecimento do karaté que lá se está a fazer», afirma.<br />
<strong><br />
Novidade bem acolhida pelos alqueidoenses </strong></p>
<p>A chegada de uma nova modalidade desportiva à freguesia tem sido muito bem acolhida pela população do Alqueidão da Serra, a quem Rui Pereira reconhece a cortesia: «As pessoas têm sido muito amáveis e estão muito interessadas que esta modalidade vá para lá também. As pessoas abrem-nos os braços &#8211; ainda bem que é assim -, estão dispostas a que haja esta modalidade porque não há oferta, existe futebol e pouco mais. Assim, já é mais uma oferta por que as pessoas podem optar».</p>
<p>A aula aberta de hoje, dirigida a crianças e adultos, terá lugar na Casa do Povo do Alqueidão da Serra, a partir das 20 horas. «Vamos também levar o nosso grupo do Reguengo do Fetal para dar força, apoio e visibilidade ao novo dojo», revela. A Casa do Povo do Alqueidão da Serra será precisamente a “casa” do karaté, todas as segundas e sextas-feiras, das 19 às 20 horas para crianças e das 20 às 21 horas para adultos. Todos se podem inscrever, sendo que no caso das crianças é sugerido que o façam «preferencialmente» a partir dos 6 anos. Também não há uma idade limite para se praticar esta modalidade, considera Rui Pereira, ressalvando contudo que «não se pode exigir a uma pessoa de 18 anos o mesmo que se exige a uma de 50 ou 60 anos». Ainda assim, revela que há já alguns centros onde existem treinos para seniores, «pessoas com mais de 70 anos que acabam por se adaptar também e modelar em função do treino».</p>
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		<title>Artista plástico da Batalha quer levar livros a todo o país</title>
		<link>https://oportomosense.com/artista-plastico-da-batalha-quer-levar-livros-a-todo-o-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 07:43:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Biblioteca com Vida, assim se chama o projeto que Bruno Gaspar, natural do Reguengo do Fetal, quer implementar um pouco por todo o país. Esta era uma ideia, entre «um monte» delas, que estava na “gaveta” há muito tempo, mas que esperava «uma oportunidade para ser concretizada». «Estas ideias foram sendo adiadas porque nos últimos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Biblioteca com Vida</em>, assim se chama o projeto que Bruno Gaspar, natural do Reguengo do Fetal, quer implementar um pouco por todo o país. Esta era uma ideia, entre «um monte» delas, que estava na “gaveta” há muito tempo, mas que esperava «uma oportunidade para ser concretizada». «Estas ideias foram sendo adiadas porque nos últimos anos tive uma vida de viajante, fora de Portugal e agora regressado, depois da pandemia, achei que era o momento de começar a pôr em prática», explica o também cronista e artista de viagens. Este projeto consiste numa «rede criada de norte a sul de Portugal» com «bibliotecas recicladas colocadas em locais estratégicos». Estas mini-bibliotecas são construídas com materiais que Bruno Gaspar vai recolhendo nas ruas: «Ando muito de bicicleta e é uma bicicleta robusta onde consigo transportar pedaços de madeira e chapas». A máxima, frisa o artista, é levar a «cultura para todos».</p>
<p>Para concretizar este projeto, Bruno Gaspar estabeleceu «algumas parcerias com entidades» como, por exemplo, a Rede Nacional Anti-Pobreza «que vai também participar nesta distribuição de bibliotecas». O «cariz social» é uma das componentes desta iniciativa, uma preocupação que tem sido tida noutros projetos do artista plástico. A ideia é «colocar estas bibliotecas em aldeias, em locais mais recônditos do país e dar oportunidade das pessoas se aproximarem destas caixas da cultura». O «interior das bibliotecas pode não ter só livros, poderá também ter CD, pode haver partilha de, quem sabe, ilustrações de outros artistas, pequenos desenhos, postais», explica Bruno Gaspar. O artista plástico vai, nesta primeira fase «ilustrar e pintar» estas mini-bibliotecas, mas no futuro poderá vir a «convidar outros artistas».</p>
<p>Muitos dos livros que vão encetar o projeto são do próprio Bruno Gaspar: «Só da minha coleção dá para colocar a rede a funcionar, no entanto, já tenho recolha de amigos que me têm dado livros, só ontem um amigo deu-me um saco com 20 livros». Depois, o objetivo é que as pessoas «ganhem carinho por estas bibliotecas» e elas próprias vão partilhando o que têm por casa e tirando o que tiverem interesse em ler. A primeira biblioteca será instalada precisamente no Reguengo do Fetal, na sua terra: «Será uma oferta minha com muito gosto». Depois há outros locais que «estão a ser definidos, por exemplo o bairro de Alvalade, em Lisboa». Estas caixas vão começar a ser instaladas em setembro, uma vez que agora existem «muitas instituições e pessoas de férias». No entanto, é um projeto para ser desenvolvido «paulatinamente mediante as condições que vão surgindo». «Há escolas também mais ou menos “apalavradas” mas temos de esperar pelo início do ano letivo. Há esse desafio de poder colocar algumas bibliotecas nas escolas e que o aluno depois se sinta parte integrante deste projeto», revela o artista plástico. O projeto ganhará mais força, acredita, a partir do momento em que consiga mais apadrinhamento que pode vir de várias entidades, públicas e privadas: «Juntas de Freguesia, escolas, associações recreativas, etc&#8230;». Bruno Gaspar já foi contactado por algumas empresas, com 200 ou 300 colaboradores, que mostraram interesse em «apadrinhar uma biblioteca destas para que os funcionários tivessem acesso e ganhassem este hábito de leitura», explicou. Porto de Mós também pode vir a ser um dos concelhos contemplados, diz Bruno Gaspar. «Gostava muito de ter num sítio pelo qual tenho um carinho especial que é a zona de Serro Ventoso, vamos ver o que o tempo dirá», antevê.</p>
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		<item>
		<title>Município da Batalha expande rede de fibra ótica de última geração</title>
		<link>https://oportomosense.com/municipio-da-batalha-expande-rede-de-fibra-otica-de-ultima-geracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2022 07:14:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara Municipal da Batalha assinou um protocolo com a Altice Portugal, no qual se prevê que, ainda este ano, haja «aumento da conetividade de fibra ótica de última geração que passará a chegar a cerca de 85% dos munícipes, incluindo empresas», refere a autarquia numa nota de imprensa. «Este é um investimento que consideramos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Municipal da Batalha assinou um protocolo com a Altice Portugal, no qual se prevê que, ainda este ano, haja «aumento da conetividade de fibra ótica de última geração que passará a chegar a cerca de 85% dos munícipes, incluindo empresas», refere a autarquia numa nota de imprensa. «Este é um investimento que consideramos estratégico e que dotará o concelho da Batalha com uma infraestrutura moderna, passando, em definitivo, a possuir uma cobertura infraestrutural de última geração das mais elevadas do país», frisou o presidente da Câmara da Batalha, Raul Castro, citado no documento.</p>
<p>Ciente da importância que as telecomunicações de última geração, suportadas por fibra ótica, têm para «o desenvolvimento dos territórios, nomeadamente para o tecido produtivo e empresarial», o Município batalhense anunciou também o reforço das infraestruturas de rede móvel no concelho. «A breve prazo» será efetuada a instalação de duas novas estações base, nas freguesias de Reguengo do Fetal e de São Mamede, através das quais se antecipa um «melhoramento significativo» da cobertura de rede móvel.</p>
<p>Na cerimónia de assinatura que se realizou, no passado dia 13, na Batalha, esteve presente o diretor de Engenharia e Operações da Altice, José Pedro Nascimento, que destacou a importância do protocolo que acabara de ser firmado entre o Município da Batalha e a empresa de telecomunicações: «É com enorme satisfação que, passados três anos, a Altice Portugal regressa ao Município da Batalha para anunciar o reforço do seu investimento em redes de última geração. O dia de hoje marca mais um passo no caminho que estamos a construir transformando Portugal num país a uma só velocidade». Segundo um comunicado enviado pela Altice, neste momento são «mais de seis milhões» os lares e empresas portuguesas que beneficiam das vantagens da fibra ótica da Altice Portugal, «a mais ampla rede de fibra ótica nacional».</p>
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		<item>
		<title>Suspensa exploração nas pedreiras do Reguengo do Fetal</title>
		<link>https://oportomosense.com/suspensa-exploracao-nas-pedreiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2022 07:05:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi suspensa a pesquisa e exploração das pedreiras na freguesia do Reguengo do Fetal, no concelho da Batalha, que «foi concedida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC)». A «prorrogação da suspensão parcial do Plano Diretor Municipal (PDM) por mais um ano estabelece medidas preventivas de caráter proibitivo – para a área [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi suspensa a pesquisa e exploração das pedreiras na freguesia do Reguengo do Fetal, no concelho da Batalha, que «foi concedida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC)». A «prorrogação da suspensão parcial do Plano Diretor Municipal (PDM) por mais um ano estabelece medidas preventivas de caráter proibitivo – para a área que circunda as pedreiras históricas do Mosteiro da Batalha, localizadas no lugar da Torre, Reguengo do Fetal», revela a autarquia. A decisão «surge na sequência do pedido do executivo da Câmara junto da CCDRC».</p>
<p>Entre as razões apresentadas pela autarquia estão os «pressupostos de mudança quanto às circunstâncias e condições existentes que poderiam inviabilizar um dos objetivos da primeira alteração ao PDM, ainda em curso, nomeadamente com a concretização de intervenções isoladas e de pedidos de prospeção, pesquisa e exploração de recursos geológicos». Para o presidente da Câmara, Raul Castro, este facto «apresenta-se suscetível de comprometer a valorização dos territórios rurais e sítios de importância histórico cultural associados à construção do Mosteiro da Batalha e classificados nos termos da Lei de Bases do Património Cultural».</p>
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		<title>“Procissão dos Caracóis” inicia processo para ser Património Cultural Imaterial</title>
		<link>https://oportomosense.com/procissao-dos-caracois-inicia-processo-para-ser-patrimonio-cultural-imaterial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 07:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal da Batalha]]></category>
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		<category><![CDATA[Património Cultural Imaterial da UNESCO]]></category>
		<category><![CDATA[Raul Castro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Festa de Nossa Senhora do Fetal, no Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, também conhecida como Festa dos Caracóis, pela sua procissão noturna, em que as ruas são enfeitadas e iluminadas com cascas de caracóis, vai ser candidata a Património Cultural Imaterial da UNESCO. Estas festas, segundo o presidente da Câmara da Batalha, Raul [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Festa de Nossa Senhora do Fetal, no Reguengo do Fetal, concelho da Batalha, também conhecida como Festa dos Caracóis, pela sua procissão noturna, em que as ruas são enfeitadas e iluminadas com cascas de caracóis, vai ser candidata a Património Cultural Imaterial da UNESCO. Estas festas, segundo o presidente da Câmara da Batalha, Raul Castro, fazem parte de «um evento que arrasta todos os anos milhares de pessoas», o que motivou a vontade de realizar esta candidatura. O processo de classificação, envolve a Paróquia e a Junta de Freguesia de Reguengo do Fetal, a Câmara da Batalha e o Museu da Comunidade Concelhia.</p>
<p>Raul Castro salientou que «só vai a candidatura à UNESCO aquilo que já é previamente classificado como património nacional» e que já se está a trabalhar nesse sentido, mas ainda há «muito trabalho a fazer». Está a ser desenvolvida uma «estratégia em acordo com a freguesia e movimento associativo do Reguengo do Fetal, para que realmente a chamada Procissão dos Caracóis possa vir a merecer essa classificação». Na opinião de Raul Castro «as coisas estão bem encaminhadas», mas é preciso «ir atrás de certezas».</p>
<p>Foi lançada uma campanha com o mote <em>Vamos ajudar a classificar a Procissão dos Caracóis como Património Cultural Imaterial</em> com o objetivo de reunir contributos de toda a comunidade e avançar com o processo de classificação. Neste âmbito irá realizar-se em dezembro, uma exposição fotográfica alusiva às procissões, na Galeria do Posto de Turismo da Batalha. A organização criou um <em>e-mail</em>, procissaodoscaracois@gmail.com, para quem quiser contribuir com fotografias, vídeos, artigos de jornal, livros, entre outros materiais alusivos à procissão, que possam vir a ser utilizados na exposição.</p>
<p><strong>Ruas enfeitadas com a colaboração da população</strong></p>
<p>Na aldeia de Reguengo do Fetal realizam-se anualmente duas procissões ancestrais, inseridas na Festa da Nossa Senhora do Fetal. A O Portomosense, Raul Castro explicou que a decoração utiliza «a casca de um caracol, com um paviozinho e um pouco de azeite». Trata-se de «um evento de natureza religiosa, que integra uma iniciativa das pessoas da terra», onde é iluminado o caminho por onde passa a «Procissão da Senhora do Fetal com as cascas dos caracóis», recolhidas pela população. Também as «janelas, os beirados e os terrenos» são enfeitados. A primeira procissão realiza-se na noite do último sábado do mês de setembro, quando a imagem de Nossa Senhora parte da Ermida do Fetal para a igreja paroquial. Na noite do sábado seguinte, a imagem faz o percurso inverso e é devolvida ao Santuário.</p>
<p><strong>Com Rita Santos Batista</strong><br />
<strong>Revisão | Catarina Correia Martins</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Concelho da Batalha disponibiliza 10 pontos de wi-fi gratuito</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 08:08:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A partir de agora, todas as freguesias do concelho da Batalha já dispõem de pontos de acesso de wi-fi gratuito, num total de 10. «O objetivo desta iniciativa visa reduzir a exclusão digital, sobretudo nas comunidades de áreas rurais e locais remotos, garantindo o aumento de acesso aos serviços públicos online», refere uma nota de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de agora, todas as freguesias do concelho da Batalha já dispõem de pontos de acesso de <em>wi-fi</em> gratuito, num total de 10. «O objetivo desta iniciativa visa reduzir a exclusão digital, sobretudo nas comunidades de áreas rurais e locais remotos, garantindo o aumento de acesso aos serviços públicos online», refere uma nota de imprensa do município liderado por Raul Castro. </p>
<p>Na freguesia da Batalha, o acesso gratuito à <em>internet</em> de banda larga está instalado na zona desportiva, enquanto que na Golpilheira os pontos de acesso podem ser encontrados junto ao Pavilhão Desportivo Municipal, no Largo Lavadeiras do Vale do Lena e nas imediações da Junta de Freguesia. No Reguengo do Fetal, a zona coberta pelo sinal cobre «toda a Praça da Fonte» e em São Mamede, os acessos estão instalados no Largo da Feira, no exterior da Junta de Freguesia e nas imediações da igreja paroquial.</p>
<p>A implementação deste projeto só foi possível graças à submissão de candidatura pela Câmara Municipal da Batalha ao programa WiFi4EU da Comissão Europeia. Recorde-se que esta concretização surge depois de o concelho da Batalha ter beneficiado da implementação do projeto <em>Batalha On</em>, resultado de uma candidatura submetida ao Turismo de Portugal e que disponibilizou um incentivo de 50 mil euros para a instalação de uma rede gratuita de acesso à internet no centro histórico.</p>
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