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	<title>Sociedade Artística Musical dos Pousos (SAMP) | Jornal O Portomosense</title>
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	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
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		<title>&#8220;Palco em Casa&#8221; junta comunidade sénior na Pia Carneira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rita Santos Batista]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2023 08:50:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aproximavam-se as 15 horas e a Capela da Pia Carneira estava quase pronta para receber o espetáculo que ali se ia realizar. Organizado pela Sociedade Artística Musical dos Pousos (SAMP), o projeto <em>Palco em Casa</em> rumou até àquela aldeia, da freguesia de São Bento, no dia 11 de janeiro para «levar arte e cultura» à comunidade, contou o coordenador do projeto, Rúben Santos, em conversa com O Portomosense, momentos antes do inicio do espetáculo. A iniciativa, que já vai na sua segunda edição, teve como anfitriã uma das habitantes seniores da Pia Carneira, Carminda Santos de 83 anos, que preferiu receber os artistas e a população vizinha na capela da aldeia, ao invés de os acolher em sua casa, por não conseguir ter a sua família reunida nesse dia.</p>
<p>O projeto, que «começou a ser desenvolvido nos concelhos de Figueiró dos Vinhos e Pedrogão Grande», precisamente os mais afetados pelos incêndios de 2017, tem vindo a espalhar-se e já está em mais cinco concelhos: Porto de Mós, Leiria, Pombal, Ansião e Condeixa (no distrito de Coimbra), avançou Rúben Santos, acrescentando que esta intervenção se divide em «várias etapas». Num primeiro momento, «reunimos com autarquias e parceiros sociais que, posteriormente, identificam as pessoas», explicou. Antes do espetáculo propriamente dito, «são feitas sessões, sempre em comunidade, onde são recolhidos os gostos artísticos das pessoas e a ideia é criar um espetáculo que vá ao encontro dessas preferências», completou o coordenador.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20020" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/01/palco-em-casa_pia-carneira.jpg" alt="palco em casa pia carneira | Jornal O Portomosense" width="1200" height="628" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/01/palco-em-casa_pia-carneira.jpg 1200w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/01/palco-em-casa_pia-carneira-980x513.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/01/palco-em-casa_pia-carneira-480x251.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1200px, 100vw" /></p>
<p>À entrada da Capela, Carminda Santos entregava os bilhetes «aos seus convidados», para que estes pudessem assistir ao espetáculo que começava dentro de instantes. Antes de entrarem, as pessoas tinham ainda de vestir um avental distribuído pelos dinamizadores do projeto, para que todos pudessem participar nas atividades preparadas para aquela tarde. A pianista e salterista Yumiko Ishizuka da SAMP e a artista plástica, Dina Fonseca, foram as artistas convidadas para o concerto. <em>Aguarela sobre seda</em> foi o nome que atribuíram ao espetáculo que unia duas artes: a música e a pintura espontânea. Coube aos convidados fazer a mistura das cores, que ia sendo solicitadas pela artista plástica, ao longo de toda a sessão, conduzida ao som do piano, do saltério (instrumento musical usado para acompanhar salmos) e da voz de Yumiko Ishizuka.</p>
<p>A música, a iluminação alternada e as figuras que iam sendo desenhadas por Dina Fonseca, chamavam a atenção da comunidade, que parecia estar a apreciar o momento. Inspirada por toda «a envolvência do lugar, pelo ambiente e pela recetividade das pessoas», a artista plástica diz que a «obra de arte resulta de tudo aquilo que se sente no momento».</p>
<p><strong>Encontro gera felicidade</strong></p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-20092 alignright" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/01/Palco-em-casa_-SAMP_Pia-Carneira.jpg" alt="Palco em casa SAMP Pia Carneira | Jornal O Portomosense" width="416" height="277">«Sinto-me feliz de os ter recebido aqui e gostei», disse a anfitriã, Carminda Santos, quando, já no final do espetáculo, foi questionada pel’O Portomosense acerca do que tinha achado do momento proporcionado pelos profissionais da SAMP. Apesar de estar satisfeita por «ter saído de casa», a anfitriã mostrou-se comovida por não conseguir reunir a família: «Está tudo a trabalhar, ninguém pôde vir», lamentou Carminda Santos, que esteve, ainda assim, acompanhada por algumas das suas amigas de infância, também naturais daquela aldeia. Por fim, deu-se seguimento ao convívio, com um lanche na associação da Pia Carneira.</p>
<p>Em conversa com O Portomosense esteve também o secretário da Junta de Freguesia de São Bento, Elmar Tibúrcio, que considerou este tipo de iniciativas importante para a localidade, uma vez que acaba por «unir os mais idosos, muitos deles já com poucos ou nenhuns familiares, tirando-os de casa em segurança e promovendo o seu convívio com amigos de longa data», sublinhou.</p>
<p>Esta segunda edição do projeto <em>Palco em Casa</em> que envolve a comunidade em prol da «luta contra o abandono e exclusão ou segregação», deverá terminar no final do ano e serão ainda feitas arruadas pelas ruas das aldeias abrangidas pelo projeto, dinamizadas pela Banda Filarmónica da SAMP. «No total esta edição contempla 27 concertos, três por localidade», explicou o coordenador do projeto, Rúben Santos.</p>
<p><strong>Fotos | Rita Santos Batista</strong></p>
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		<title>“Museu na Aldeia” já entregou peça de Peniche ao Casal de Santo António</title>
		<link>https://oportomosense.com/museu-na-aldeia-ja-entregou-peca-de-peniche-ao-casal-de-santo-antonio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isidro Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2021 07:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Europeia da Cultura]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A população de Casal de Santo António, na freguesia de São Bento, é desde o passado dia 1 de julho a guardiã de uma peça artística pertencente à Rede Museológica de Peniche, e que evoca o saber-fazer das rendas de Bilros e da pesca tradicional. A peça chegou ali através do <em>Museu na Aldeia</em>, um projeto criado no âmbito da Rede Cultura 2027, a responsável pela candidatura de Leiria a Capital Europeia da Cultura.</p>
<p>O projeto arrancou em Pedrogão Grande, em dezembro de 2020, e desde essa altura tem posto em contacto a população de 13 das aldeias mais isoladas do território que integra a Rede Cultura, com 13 museus da mesma Rede. Os elementos que integram a equipa começaram por, em cada aldeia, e a partir de objetos que as pessoas tinham em casa, desenvolver e esclarecer a ideia de museu e do valor museológico. A fase seguinte, que termina nesta segunda quinzena de julho, passa pela apresentação da peça cedida pelo museu à respetiva comunidade, num momento solene e de envolvimento e aproximação entre o museu, a peça e a comunidade. Em 2022, invertem-se os papéis, cabendo a cada aldeia apresentar ao museu parceiro, a reinterpretação da peça que este lhe cedeu e isto passará por um momento performativo com o apoio da equipa artística da Sociedade Artística Musical dos Pousos (SAMP), Leiria. Posteriormente será criado um museu virtual com todas as peças que integram o <em>Museu na Aldeia</em>, com informação que permita a replicação e disseminação do processo noutros pontos do país. Em paralelo, decorrerá uma avaliação do impacto que conta com a colaboração do Politécnico de Leiria.</p>
<p>Mosteiro (Pedrógão Grande), Fetelaria (Sobral de Monte Agraço), Freixianda (Ourém), Cabeças (Alvaiázere), Columbeira (Bombarral), Pena e Casal da Pena (Torres Novas), Casal de Santo António (Porto de Mós), Louriceira de Cima (Arruda dos Vinhos), Alcanadas (Batalha), Fanhais (Nazaré), Ateanha (Ansião), Folgarosa (Torres Vedras) e Cercal (Cadaval) são as aldeias que integram o projeto. A estas juntam-se o Vidro (Marinha Grande), Museu Casa do Tempo (Castanheira de Pera), Museu de Leiria, Museu da Arte Popular Portuguesa (Pombal), Museu e Centro de Artes (Figueiró dos Vinhos), Museu Municipal de Alenquer, Museu da Lourinhã, Rede Museológica do Concelho de Peniche, Rede de Museus e Galerias de Óbidos, Centro de Artes das Caldas da Rainha, Museu Raul da Bernarda (Alcobaça), Museu de Aguarela Roque Gameiro (Alcanena) e Centro de Estudos em Fotografia de Tomar.</p>
<p><em>Museu na Aldeia</em> é o primeiro projeto da Rede de Cultura 2027 apoiado pela iniciativa <em>Portugal Inovação Social</em>. A Rede Cultura 2027 envolve 26 municípios das comunidades intermunicipais de Leiria, Oeste e Médio Tejo, e 1472 agentes culturais dessa extensa área, apostados na partilha de criações e recursos artísticos e culturais no território que abrangem, bem como que o projeto Leiria, Capital Europeia da Cultura possa sair vencedor. Se isso acontecer, a promessa é de, ao invés do que é habitual em idênticas circunstâncias, as iniciativas culturais não se ficarem pela cidade que ostenta esse título mas também pelos restantes 25 municípios.</p>
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