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	<title>Tiago Martins | Jornal O Portomosense</title>
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	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
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	<title>Tiago Martins | Jornal O Portomosense</title>
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		<title>Tiago Martins lança novo livro que é um guia em francês “para preparar” a viagem a Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 06:12:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Tout pour préparer son voyage au Portugal (em português: Tudo para Preparar a sua viagem a Portugal) é o novo livro de Tiago Martins, o lusodescendente com ligações à Barrenta. Depois de, no final do ano passado, O Portomosense ter anunciado o lançamento do terceiro livro infantil ilustrado, é com «orgulho», salienta, que o autor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Tout pour préparer son voyage au Portugal </i>(em português: <i>Tudo para Preparar a sua viagem a Portugal</i>) é o novo livro de Tiago Martins, o lusodescendente com ligações à Barrenta. Depois de, no final do ano passado, O Portomosense ter anunciado o lançamento do terceiro livro infantil ilustrado, é com «orgulho», salienta, que o autor anuncia «o lançamento deste novo livro a 29 de abril». «Esta nova obra é um guia de viagem dedicado a Portugal, publicado pela célebre e reputada editora Larousse. Escrito em francês, destaca, como já é habitual comigo, a nossa magnífica região de Porto de Mós», explicou. Filho de emigrantes e tendo nascido em França, Tiago Martins tem procurado manter a ligação a Portugal e à sua terra (nomeadamente o projeto <i>Aldeia Artística</i> na aldeia da Barrenta).<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>«Através de diferentes itinerários, convido os leitores a descobrir as nossas paisagens, mas também as pessoas que dão vida ao território: artesãos apaixonados, hotéis de charme e restaurantes autênticos», explica ainda Tiago Martins. Este guia, salienta o lusodescendente, «publicado por uma grande editora e amplamente distribuído em França, vem complementar o trabalho nas redes sociais, bem como enriquecer o catálogo de livros práticos: sejam eles histórico-gastronómicos ou dedicados a aprendizagem e da língua e da cultura portuguesas para os mais jovens», acrescenta ainda o autor.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Tiago Martins tem uma página de Instagram – <i>Portuguese Facts</i> – onde, em francês, promove conteúdos sobre o país de origem dos seus pais. Na página podem encontrar-se informações sobre locais, itinerários, gastronomia, curiosidades e outros aspetos sobre Portugal.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Sobre o livro que agora vai lançar, pode ler-se ainda na sua descrição que é um «guia ilustrado único, redigido por um apaixonado pelo País dos Descobrimentos, propõe 25 percursos temáticos a combinar de acordo com os seus interesses, a duração da sua estadia e o seu meio de transporte. Familiar, cultural, insólito, artístico, histórico… há opções para todos os gostos e todos os orçamentos». Este guia estende-se a todo o país, «de Lisboa ao Porto», «passando pelas praias do Algarve e pelas ilhas da Madeira ou dos Açores».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
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		<title>Livro viaja da Feira de Velharias de Porto de Mós&#8230; até uma basílica na Índia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2025 07:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Basílica do Monte de São Tomás]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Feira de Velharias de Porto de Mós]]></category>
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		<category><![CDATA[Tiago Martins]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é uma daquelas histórias onde percebemos a beleza dos acasos. O episódio que começou num passeio de domingo pela Feira de Velharias de Porto de Mós, só terminou na Basílica do Monte de São Tomás, na Índia. “Nascido e criado” em Paris, o lusodescente Tiago Martins (com ligações familiares à Barrenta) já foi várias vezes mencionado n’O Portomosense pelos inúmeros projetos onde a portugalidade e as tradições são o “combustível”. Nesta história, volta a ser protagonista. Recuamos a agosto, quando visitou a Feira de Velharias: «Gosto muito de velharias e de andar à procura de coisas antigas que saiam do normal ou que tenham histórias especiais», começa por contextualizar. E esta busca levou-o a encontrar «um livro de 1913, um registo católico da Índia». E se, até aqui, as coincidências parecem escapar, é quando Tiago Martins nos dá mais informação. Além de ser «das raras pessoas que viaja muitas vezes para a Índia», &#8211; e ser logo quem encontra esta relíquia – este livro é também «sobre uma Basílica construída pelos portugueses no século XVI em Chenai».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>«Comprei de imediato e resolvi escrever à Basílica para saber se estavam interessados no livro. Já tinha visitado esta Basílica várias vezes e fazia sentido para mim que fosse para eles, pelo facto de estar ligada à História Portuguesa», salienta. Do outro lado receberam uma resposta afirmativa: «Claro que aceitaram e eu vim entregar o livro, aproveitando mais uma viagem profissional. Ofereci também um terço vindo de Fátima», conta. «O livro servirá para pesquisas históricas e será exposto no museu junto à Basílica», revela. Assim, um «livro encontrado numa caixa, no chão, nas Velharias de Porto de Mós, e comprado por um euro, acabou num museu na Índia», reflete. «Acho a história linda», afirma Tiago Martins.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-42482" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/11/Tiago-Martins-Livro-India-2_DR.jpg-.jpg" alt="Tiago Martins Livro India 2 DR.jpg | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/11/Tiago-Martins-Livro-India-2_DR.jpg-.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/11/Tiago-Martins-Livro-India-2_DR.jpg--980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/11/Tiago-Martins-Livro-India-2_DR.jpg--480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p>
<p>Explicando melhor o conteúdo do livro, o lusodescendente diz que nele «aprendemos mais sobre os laços estreitos que Portugal mantinha com a Índia, especialmente em termos de cristianismo, tendo até uma lista com o número de cristãos que havia na Índia portuguesa». A Basílica de São Tomás «foi recentemente renovada e está muito bem conservada». Por lá, conversou com «o irmão Michael a quem entregou o livro e que é uma pessoa apaixonante e com muitas ideias»: «Ele montou um pequeno museu onde colocou pinturas para explicar a chegada dos portugueses à Índia, especialmente nesta região, e os milagres relacionados a São Tomás», museu onde ficou, então, este livro. Também «construiu um local que explica visualmente a história de São Tomás e, como se isso não bastasse, coleciona relíquias».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Esta não foi «a primeira vez» que Tiago Martins entregou «relíquias históricas a um museu». Em 2021, Tiago Martins tinha doado uma medalha de um soldado português, que ficou gravemente ferido na I Guerra Mundial, ao Museu Municipal de Porto de Mós.</p>
<blockquote><p><b>Tiago Martins lança novo livro infantil</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lançado oficialmente a 14 de novembro, teve uma pré-apresentação, a 6 de outubro, no Consulado de Portugal em Paris, o terceiro livro infantil ilustrado de Tiago Martins. Este «terceiro volume explora a História de Portugal» e intitula-se <i>Voyage dans le Temps</i> (Viajem no Tempo). Escritos em francês, estes livros destinam-se sobretudo a crianças que, sendo emigrantes ou filhos de pais emigrantes (ou simplesmente com curiosidade sobre Portugal), estão numa fase de descoberta das suas origens. Também Tiago Martins é filho de emigrantes e, tendo nascido em França, sempre procurou manter ligação a Portugal e à sua terra.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-42483" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/11/Tiago-Martins-Novo-Livro_DR.jpg" alt="Tiago Martins Novo Livro DR | Jornal O Portomosense" width="1280" height="800" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/11/Tiago-Martins-Novo-Livro_DR.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/11/Tiago-Martins-Novo-Livro_DR-980x613.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2025/11/Tiago-Martins-Novo-Livro_DR-480x300.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1280px, 100vw" /></p></blockquote>
<p><strong>Fotos | DR</strong></p>
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		<title>Filho de emigrantes celebrou duas décadas d&#8217;O Velho da Morada com ponto de arte</title>
		<link>https://oportomosense.com/filho-de-emigrantes-celebrou-duas-decadas-do-velho-da-morada-com-ponto-de-arte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Vieira Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 15:56:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Aldeia Artística]]></category>
		<category><![CDATA[Barrenta]]></category>
		<category><![CDATA[Emigrantes]]></category>
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					<description><![CDATA[O lusodescendente Tiago Martins voltou este verão a Porto de Mós, mais concretamente à Barrenta, aldeia dos seus avós, para retomar o projeto Barrenta, Aldeia Artística, iniciado em 2020 e que já vai na sua quarta edição. Residente em Paris mas com fortes ligações às suas origens, o jovem decidiu, desta vez, comemorar o 20.º [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O lusodescendente Tiago Martins voltou este verão a Porto de Mós, mais concretamente à Barrenta, aldeia dos seus avós, para retomar o projeto Barrenta, Aldeia Artística, iniciado em 2020 e que já vai na sua quarta edição.</p>
<p>Residente em Paris mas com fortes ligações às suas origens, o jovem decidiu, desta vez, comemorar o 20.º aniversário da estátua d’O Velho da Morada com a instalação de oito pósteres em vinil, de 50×100 cm, cada um deles com interpretações livres da estátua e da lenda que lhe está associada por parte de outros tantos artistas que convidou a participar.</p>
<p>Indo desde a pixel arte (imitando os antigos videojogos) à arte minimalista, realista ou mais poética, deram um pouco mais de cor e vida à aldeia das concertinas os franceses Romain Danesin e Vanessa Freche, o anglo-alemão D.S., o italiano Christian Aloi Aluà, o sérvio Jovisa Nokoliç a luso-canadiana Sandra R. Jorge e os georgianos Katya Vakulenko e Tamri Nizharadze.</p>
<p>«Era importante para mim homenagear esta estátua. A sua instalação é uma das recordações felizes da minha infância, lembro-me muito bem de participar nesta instalação com o meu pai, que envolveu a partilha e a curiosidade dos barrenteiros todos e até dos vizinhos. Tinha eu então 13 anos», disse Tiago Martins a’O Portomosense..</p>
<p>Mas as obras de arte não ficaram por aqui. Dando “corda aos sapatos”, o engenheiro de profissão fez com que cada habitante da Barrenta se sentisse parte do projeto, tendo distribuído postais por todas as caixas de correio da aldeia.</p>
<p>As obras podem ser vistas in loco junto à estátua d’O Velho da Morada ou no perfil @aldeia_artistica, no Instagram.</p>
<p><strong>Foto | Tiago Martins</strong></p>
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		<title>Castelo de Porto de Mós e igreja da Barrenta inspiram nova obra de Tiago Martins</title>
		<link>https://oportomosense.com/castelo-de-porto-de-mos-e-igreja-da-barrenta-inspiram-nova-obra-de-tiago-martins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Vieira Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 14:41:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Chama-se Vive les Vacances! (Viva as Férias!, em tradução livre) e é o mais recente livro do luso-francês Tiago Martins, um jovem com raízes na aldeia da Barrenta que, depois de vencer em 2023 um “Óscar” da literatura gastronómica com A História de Portugal no meu Prato, decidiu agora escrever uma obra infantil com ilustrações [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chama-se<em> Vive les Vacances!</em> (<em>Viva as Férias!</em>, em tradução livre) e é o mais recente livro do luso-francês Tiago Martins, um jovem com raízes na aldeia da Barrenta que, depois de vencer em 2023 um “Óscar” da literatura gastronómica com <em>A História de Portugal no meu Prato</em>, decidiu agora escrever uma obra infantil com ilustrações inspiradas na nossa região.</p>
<p>Folheando o exemplar, são vários os elementos comummente associados a Porto de Mós que saltam à vista, entre os quais o <em>ex libris</em> do concelho, o Castelo, e a Igreja e as concertinas da Barrenta.</p>
<p>O grande objetivo do autor era que o lançamento se fizesse a tempo das férias de verão, e foi mesmo isso que aconteceu. <em>Viva as Férias!</em> ficou disponível no passado dia 24 de junho e «tem sido muito bem recebido pelo público», conta a’O Portomosense.</p>
<p>Este livro ilustrado bilingue foi «especialmente concebido para ajudar as crianças a aprender português de maneira divertida», é ilustrado por Romane Mendes e o primeiro da série literária <em>O Livro Ilustrado dos pequenos lusófonos</em>.</p>
<p>A obra editada pela Cadamoste Éditions «contém mais de 120 palavras ilustradas com cores vivas, uma abordagem bilingue para favorecer uma imersão natural na língua portuguesa, um jogo e recomendações de visitas ou cantigas para reforçar a aprendizagem e a retenção, e ainda uma impressão, edição e grafismo de alta qualidade, adequados aos jovens leitores», refere ainda o autor.</p>
<p><strong>Foto | Cadamoste Éditions</strong></p>
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		<item>
		<title>“Portugal é muito mais que bacalhau e vinho do Porto”</title>
		<link>https://oportomosense.com/portugal-e-muito-mais-que-bacalhau-e-vinho-do-porto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Vieira Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2023 18:16:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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		<category><![CDATA[L'Histoire du Portugal dans mon Assiette]]></category>
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					<description><![CDATA[Tiago Martins, jovem lusodescendente com raízes na aldeia da Barrenta, lançou em outubro do ano passado o livro A História de Portugal no meu prato, uma obra que é candidata à vitória em três categorias no mais prestigiante concurso de livros de culinária do mundo, o Gourmand Awards. Nas bancas com o nome de L&#8217;Histoire [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tiago Martins, jovem lusodescendente com raízes na aldeia da Barrenta, lançou em outubro do ano passado o livro <em>A História de Portugal no meu prato</em>, uma obra que é candidata à vitória em três categorias no mais prestigiante concurso de livros de culinária do mundo, o <em>Gourmand Awards</em>.</p>
<p>Nas bancas com o nome de <em>L&#8217;Histoire du Portugal dans mon Assiette</em>, este livro colaborativo, escrito em francês, mistura a gastronomia, a história e o humor lusitano. Para tal, contribuíram com o seu cunho mais de meia centena de chefs portugueses, radicados nos quatro cantos do mundo.</p>
<p>A O Portomosense, o jovem autor, nascido em Paris, explica que a iniciativa surgiu através do repto da editora à qual se associou, a Cadamoste Editions, de Sandra Canivet da Costa: «Aceitei o desafio porque sempre tive interesse em partilhar a Cultura portuguesa, não só com os outros jovens lusodescendentes, que mal falam português, como também com os próprios franceses. Como sou um apaixonado pela gastronomia, quis mostrar que Portugal é mais que bacalhau e vinho do Porto. Surgiu então a ideia de aliar a gastronomia à história do nosso país».</p>
<p>Por não se considerar um «legítimo autor especializado em gastronomia», Tiago Martins colocou mãos à obra, apostou na diversidade e começou a contactar chefs portugueses, «desde os das mais pequenas tascas aos que trabalham nos restaurantes mais mediáticos», tendo angariado cerca de 60 testemunhos, 10 dos quais da região de Leiria.</p>
<p>No seu livro encontramos alusões à morcela de arroz, ao carapau seco da Nazaré e até à sopa do vidreiro, da Marinha Grande, mas as tradições e, especialmente, o humor, também são características da obra, pelo que nem algumas das peças de loiça mais emblemáticas das Caldas da Rainha foram esquecidas.</p>
<p>«<em>A História de Portugal no meu prato</em> é mais do que um livro para enfeitar bibliotecas. Trata-se de um livro que se distingue dos demais por contar com uma forte componente humana, onde há histórias de infância, de guerra e de emigração», contou-nos Tiago Martins, enquanto recordava os verões passados a brincar junto dos avós na Barrenta.</p>
<p>O jovem autor sente-se orgulhoso por ver a sua iniciativa na “alta roda” da culinária mundial, especialmente por ser o único português em concurso, e diz acreditar na vitória de, pelo menos, uma das categorias em que concorre. «Acho que, tendo chegado até aqui, há hipóteses de vencer. Estou nomeado para o <em>Melhor livro em língua francesa</em>; <em>O melhor livro de cozinha e cultura portuguesa</em> e <em>O melhor livro da emigração e diáspora</em>. O objetivo será conquistar uma delas», assumiu.</p>
<p>Para esta edição dos Gourmand Awards, mais de 100 mil livros foram pré-selecionados. Os resultados, tão aguardados pelo portomosense, serão apenas conhecidos no final do mês de maio, em Umeå, a maior cidade do norte da Suécia, que conta com mais de 80 mil habitantes.</p>
<p>Ao nosso jornal, Tiago Martins assume ainda que, fruto do sucesso registado desde o lançamento da sua obra, está a preparar a sua tradução para várias línguas, incluindo o português.</p>
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		<item>
		<title>Luso-francês com ligações à Barrenta lança livro sobre gastronomia portuguesa</title>
		<link>https://oportomosense.com/luso-frances-com-ligacoes-a-barrenta-lanca-livro-sobre-gastronomia-portuguesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2022 07:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A naturalidade é francesa mas a espinha dorsal é portuguesa. Tiago Martins, cujos pais são da Barrenta, a aldeia pela qual tem um enorme carinho e admiração e onde já dinamizou várias iniciativas que levaram, inclusive, a que fosse notícia nas páginas deste jornal, vai agora lançar um livro em francês sobre a gastronomia portuguesa, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A naturalidade é francesa mas a espinha dorsal é portuguesa. Tiago Martins, cujos pais são da Barrenta, a aldeia pela qual tem um enorme carinho e admiração e onde já dinamizou várias iniciativas que levaram, inclusive, a que fosse notícia nas páginas deste jornal, vai agora lançar um livro em francês sobre a gastronomia portuguesa, onde claro, a sua ligação à Barrenta não foi esquecida. Aliás, as recordações mais marcantes que guarda das férias que passou na pequena aldeia do concelho de Porto de Mós farão parte, desde logo, da introdução da obra. Estar na eira com o milho ou o feijão a secar, ir ao posto do leite com o avô, ver a avó a fazer queijos ou, mais recentemente, participar na apanha da azeitona são exemplos de alguns dos episódios a que o luso-francês faz referência no livro e que ilustra com algumas fotografias.</p>
<p>Quando em 2019 criou a página @PortugueseFacts, onde dá a conhecer diversos episódios e curiosidades sobre Portugal, estava longe de imaginar que, três anos depois, essa conta – hoje com mais de 14 mil seguidores – iria abrir-lhe a possibilidade de escrever um livro: «Houve uma editora [Cadamoste Éditions] que entrou em contacto comigo para escrever um livro histórico gastronómico sobre a gastronomia portuguesa». E assim nasceu o <em>L&#8217;Histoire du Portugal dans mon Assiette</em> (A História de Portugal no prato), um livro com 170 páginas que engloba mais de 60 receitas – entre sopas, petiscos, pratos, sobremesas e <em>cocktails</em> –, uma das quais da autoria dos seus pais: sardinhas assadas com salada de pimento. «É uma forma de os homenagear», explica. Cada receita é da autoria de um chef português diferente, quer esteja em Portugal ou noutra parte do mundo. Hélio Loureiro, Hernâni Ermida ou Fábio Bernardino são alguns dos chefs «famosos» que aceitaram participar. No livro há também receitas de vários restaurantes do concelho de Porto de Mós e da região de Leiria, entre os quais A Gralha (Alvados), Dom Abade (Pedreiras), A Ratoeira (Marinha Grande), <em>cocktails</em> de ginja M.S.R e de gim Lemos Figueiredo (ambos de Alcobaça).</p>
<p>Apesar de este ser, sobretudo, um livro com foco na gastronomia portuguesa, contém ainda capítulos «sobre a influência das descobertas marítimas, do Estado Novo, da religião ou das especialidades &#8220;curiosas&#8221; da nossa gastronomia». Tiago Martins, entusiasta assumido da cultura portuguesa, não deixou de parte esse interesse, no livro onde aborda vários «produtos e anedotas históricas» da região. É o caso da «morcela de arroz, pão-de-ló de Alfeizerão, chícharo de Alvaiázere, medronho, maçã de Alcobaça, pera rocha, peixe seco da Nazaré passando pelo caralho das Caldas, a sopa do vidreiro e a história da Padeira de Aljubarrota». Estes são apenas alguns exemplos do que poderá ler nesta obra que já se encontra em pré-venda. «Já foram feitas várias reservas, nomeadamente em França e na Suíça», afirma o luso-francês, revelando que também irá existir uma versão <em>ebook</em>. 13 de outubro é a data oficial para o lançamento do livro, que, em Portugal, será distribuído pela editora Dinalivro. Tiago Martins confirma que já estão programadas várias sessões de autógrafos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tiago Martins entrega prémio de 500 euros aos Bombeiros Voluntários de Porto de Mós</title>
		<link>https://oportomosense.com/tiago-martins-entrega-premio-de-500-euros-aos-bombeiros-voluntarios-de-porto-de-mos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Nov 2021 08:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A residir em França mas com raízes na Barrenta, Tiago Martins já nos começa a habituar às ações solidárias em prol da terra de que tanto diz gostar e que faz sempre questão de enaltecer. Depois de há dois anos ter criado o projeto <em>Aldeia Artística</em> que encheu de cor as ruas da Barrenta e de no passado mês de agosto ter doado artefactos ao Museu Municipal de Porto de Mós, o lusodescendente foi recentemente distinguido na Gala da Cap Magellan, em Paris, com um prémio de 500 euros que decidiu entregar aos Bombeiros Voluntários de Porto de Mós. «Queria mostrar que não é por estarmos no estrangeiro que nos esquecemos das nossas raízes e de ajudar onde as temos. Tudo o que faço é por isso», enfatiza. </p>
<p>Organizada pela Cap Magellan, uma associação de jovens lusodescendentes, a gala celebra a implementação da República Portuguesa e visa homenagear pessoas ou instituições que se têm distinguido no seio da comunidade luso-francesa, e na qual são entregues vários prémios, divididos por categorias. Tiago Martins foi distinguido, juntamente com mais duas pessoas com o prémio <em>Melhor Iniciativa Cívica</em> devido, precisamente, à doação de vários artefactos da Primeira Guerra Mundial que fez ao Museu de Porto de Mós. Um dos objetos foi uma medalha, outrora atribuída a um soldado português que participou nessa Guerra, comprada através de uma campanha de angariação de fundos que o lusodescendente lançou na sua página de Instagram <em>Portuguese Facts</em>. </p>
<p>Assim que soube que tinha sido um dos vencedores, Tiago Martins enviou logo uma mensagem aos Bombeiros Voluntários de Porto de Mós a contar o sucedido e a explicar o que tinha em mente. O lusodescendente sublinha que, tendo em conta a razão do reconhecimento, doar o prémio àquela instituição foi uma decisão praticamente natural. «Como a iniciativa da medalha foi para o Museu também achava que o dinheiro deveria ir [para Porto de Mós]. Decidi entregar aos Bombeiros Voluntários de Porto de Mós porque acho que este foi um ano complicado por causa da COVID-19 e além disso, eles ajudam muito as comunidades», justifica. Após ter feito a transferência do valor doado e apesar de ainda não ter data prevista para regressar a Portugal, Tiago Martins espera agora poder entregar em mãos, no quartel da corporação, o «cheque simbólico» para que possa servir para memória futura. </p>
<p>A 11.ª edição da Gala da Cap Magellan aconteceu no passado dia 9 de outubro, no Salão de Honra da Câmara de Paris, e na qual estiveram presentes mais de 650 pessoas, entre deputados, embaixadores, artistas, empresários, dirigentes associativos e estudantes. «É um dos maiores eventos da comunidade portuguesa em Paris», considera.  </p>
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		<title>Lusodescendente doa artefactos da Primeira Guerra Mundial ao Museu de Porto de Mós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 07:00:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não nasceu em Portugal mas é como se tivesse nascido. Filho de emigrantes portugueses, com fortes ligações à Barrenta, Tiago Martins é um verdadeiro entusiasta da história e cultura portuguesas. A viver em França, onde nasceu, há quase 30 anos, o lusodescendente vê nos acontecimentos decorrentes da História de Portugal, aqueles que mais lhe curiosidade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não nasceu em Portugal mas é como se tivesse nascido. Filho de emigrantes portugueses, com fortes ligações à Barrenta, Tiago Martins é um verdadeiro entusiasta da história e cultura portuguesas. A viver em França, onde nasceu, há quase 30 anos, o lusodescendente vê nos acontecimentos decorrentes da História de Portugal, aqueles que mais lhe curiosidade lhe despertam. Há dois anos decidiu criar a página <em>Portuguese Facts</em>, onde dá a conhecer diversos episódios e curiosidades acerca de Portugal, depois de se ter cansado da oferta existente para as comunidades portuguesas no estrangeiro. «Só havia paródias e anedotas, nada de cultura e eu gosto de partilhar outros aspetos de Portugal e, assim, mostrar que os portugueses de França não são só “avecs” e azeiteiros», explica.</p>
<p>A ideia teve uma aceitação positiva e hoje a página <em>Portuguese Facts</em> já conta com mais de 14 mil seguidores, na sua maioria, pessoas de países como França, Suíça e Bélgica. As publicações, que não obedecem a nenhum tema específico, são feitas três vezes por semana e em três línguas: francês, português e inglês. «Pode ser sobre história, gastronomia, lendas ou arte. Não há bem um critério, é o que me passar pela cabeça», afirma. O lusodescendente reconhece que «não é nenhum historiador ou especialista» e como tal, esclarece, que cada<em> post</em> resulta não só do seu conhecimento e experiência pessoal mas também de pesquisas que realiza. «Eu identifico sempre o sítio onde fui buscar as informações. Acho importante mostrar várias fontes para as pessoas poderem ir elas próprias verificar», considera. Embora admita que, por vezes, possa cometer alguns erros ortográficos, Tiago Martins não considera que esse seja um aspeto relevante porque, defende, «o essencial é a partilha de conhecimento». Com as suas publicações, procura ainda causar outro tipo de sensações em quem o segue. «Gosto de provocar a curiosidade nas pessoas para depois estas irem visitar um museu ou um monumento», revela, acrescentando, por outro lado, que aprecia as discussões que, muitas vezes, se geram por causa dos <em>posts</em>. «Gosto muito dessa interatividade», admite.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12982" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2021/08/espolio_ok.jpg" alt="espolio ok | Jornal O Portomosense" width="1200" height="630" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2021/08/espolio_ok.jpg 1200w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2021/08/espolio_ok-980x515.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2021/08/espolio_ok-480x252.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1200px, 100vw" /></p>
<p><strong>Dezoito pessoas contribuíram para a compra da medalha</strong></p>
<p>Por trás de um interesse pela história e cultura de Portugal está, também, um colecionador de artefactos portugueses. Sejam selos, moedas, notas ou postais, há vários anos que Tiago Martins tem por hábito comprar «relíquias», como gosta de lhe chamar, na Internet e foi durante uma dessas pesquisas que viu à venda uma medalha outrora atribuída a um soldado português na I Guerra Mundial. Nesse momento, pensou, de imediato, que o «melhor lugar» para esse artefacto seria num museu. Decidiu lançar uma angariação de fundos na página <em>Portuguese Facts</em> para a conseguir adquirir e doar ao Museu Municipal de Porto de Mós. «Eu podia comprar e oferecer mas o que queria mesmo era provocar uma onda de solidariedade entre os lusodescendentes», justifica. Porém, nesse processo nem tudo correu bem. «A medalha escapou-me, foi vendida antes de eu terminar a angariação de fundos. Fiquei um bocado desiludido porque as pessoas já tinham começado a meter dinheiro», conta, garantindo que devolveu o dinheiro a quem já tinha contribuído.</p>
<p>Apesar do infortúnio, o lusodescendente não baixou os braços e decidiu contactar o vendedor, uma pessoa especializada em artefactos de guerra, pedindo-lhe que assim que encontrasse outra medalha lhe enviasse uma mensagem. Pouco tempo depois, uma outra medalha acabou por aparecer e com receio que também esta lhe pudesse escapar por entre os dedos, o lusodescendente adquiriu-a de imediato. Ainda com o objetivo em mente de criar um movimento em torno dos portugueses em França e de mostrar que estes podem participar em «ações boas», em prol da cultura, Tiago Martins voltou a fazer uma nova angariação de fundos. Em pouco mais de duas semanas, através do apoio de 18 pessoas, conseguiu reunir o valor da medalha (326 euros). «Esta é ainda melhor tem uma chapa que a outra não tinha, com a gravação Grande Inválido», ou seja, foi atribuída a alguém que ficou gravemente ferido na Guerra. Além disso, o artefacto conta com mais duas chapas: uma diz França 1917-1918 e a outra menciona a Batalha de la Lys, a principal batalha onde participaram os contingentes portugueses.</p>
<p>Desde o dia 31 de julho que a medalha está guardada no Museu de Porto de Mós, altura em que foi entregue, em mãos, por Tiago Martins que crê ser o melhor local para esta estar exposta. «Há muitos soldados que vieram do concelho e por isso faz todo o sentido», considera. Nesse dia, o lusodescendente doou ainda um jornal e um postal da mesma época e que já tinha na sua posse há mais de um ano. «Não quis ficar com isso só para mim, seria um bocadinho egoísta da minha parte, e decidi que ficaria melhor no Museu», afirma. No total, os artefactos que agora integram o espólio do Museu estão avaliados em «cerca de 400 euros».</p>
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