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	<title>UR Mirense | Jornal O Portomosense</title>
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	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 07 Jun 2026 21:05:24 +0000</lastBuildDate>
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	<title>UR Mirense | Jornal O Portomosense</title>
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		<title>Rescaldo Futsal &#124; Mirense com uma formação em crescendo e o foco na preservação do “património do clube”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suplementos]]></category>
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		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma paragem no futebol e uma aposta na equipa sénior de futsal: foi com esta premissa que a UR Mirense partiu para mais uma época, neste caso, a época 2025/2026. Como tinha dito no início da época, o presidente do clube, Manuel Balela, esta não foi uma «decisão fácil» dada a história do clube no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma paragem no futebol e uma aposta na equipa sénior de futsal: foi com esta premissa que a UR Mirense partiu para mais uma época, neste caso, a época 2025/2026. Como tinha dito no início da época, o presidente do clube, Manuel Balela, esta não foi uma «decisão fácil» dada a história do clube no futebol e o amor a esta equipa, no entanto, foi uma decisão «necessária» em termos estratégicos para o clube, algo que o dirigente nos voltou a explicar, agora, em momento de balanço desta aposta. «Nós tínhamos formação de futsal no clube há uns anos e essa formação atingiu a idade sénior e achámos por bem dar continuidade a essa equipa, manter esses jogadores. O futsal sénior foi uma experiência nova dentro do clube», começou por recordar.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Esta decisão, além de ir ao encontro desta continuidade e dar resposta a estes jogadores que há anos tinham o Mirense como casa, foi também uma decisão a pensar «nas prioridades» prementes do clube. «A reabilitação das instalações tem de ser uma prioridade, é um estádio com 34 anos, que começa a apresentar várias debilidades. Agora, com a tempestade Kristin tivemos estragos muito significativos na cobertura da bancada, as luzes ainda continuam a ser de sistemas antigos e vamos substituir por LED. Os muros, bancadas do estádio estão completamente deterioradas e vamos pintar. Ou seja, há uma série de coisas que temos de reabilitar e neste mandado houve a preocupação de olhar não só para a parte desportiva, mas também para o património do clube», ressalvou.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Apesar de saber que há «pessoas que não compreendem» esta visão e esta aposta, a direção tem «de saber conviver com isso» para um bem maior: «cuidar do património do clube». Se as coisas se continuaram a deteriorar, vão chegar a um momento em que estão completamente «sem condições para a prática desportiva, tanto da equipa da casa, dos jogadores da casa, como para receber outras equipas», frisa Manuel Balela. A equipa de futebol «tinha custos acima da possibilidade do clube» e não iria permitir resolver estes problemas.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Ter a formação como esqueleto<span class="Apple-converted-space"> </span></strong></p>
<p>A equipa de futsal sénior, no seu ano zero, acabou por não conseguir, em termos desportivos, dar grande resposta, terminando no último lugar da I Divisão (série B), da Associação de Futebol de Leiria (AFL), mas o dirigente diz que este não era o foco «num ano de começos». «Os resultados, embora também nos importem, não eram a prioridade este ano. Eu todos os dias digo isto no clube, aos treinadores, aos diretores. Conheço a realidade de muitos clubes que também começaram no zero e não é fácil», frisa.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>A formação de futsal é uma aposta assumida por Manuel Balela, mas este é um caminho contínuo e não se progressão rápida. «É preciso ter muita persistência, resiliência, porque as coisas demoram tempo. O que é facto é que, em três anos, conseguimos aumentar o número de atletas, aumentar o número de equipas, sendo esse o nosso grande objetivo, criar sustentabilidade dentro do clube», ressalva. Esta formação terá continuidade até que «alguns destes atletas possam integrar a equipa sénior», sendo esse o ciclo pretendido. Sem nunca, volta a reforçar o dirigente, «deixar para trás a questão do património».<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O clube deu, recentemente, um passo importante para a validação da formação. «Fomos certificados como entidade formadora, como Centro Básico de Formação. Foi um passo muito importante porque 90% dos clubes da AFL já têm esta certificação e estávamos a ficar para trás», sublinha. «É óbvio que isto faz a diferença para quererem colocar os miúdos aqui», reforça. Ainda assim, há caminho para fazer no que a esta certificação diz respeito. «Queremos ser escola de formação com duas ou três estrelas, claro, mas começámos praticamente do zero, portanto, temos de começar por baixo e criar estabilidade com atletas de proximidade, eventualmente muitos de Mira de Aire», diz ainda Manuel Balela.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Este ano a UR Mirense competiu com quatro equipas, mas o número deverá aumentar na próxima época, 2026/2027. «Em princípio vamos conseguir ter cinco equipas, e é isto que queremos: manter estes atletas, tê-los desde os petizes aos juniores», sublinha.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Tendo em conta os objetivos formulados pela direção, esta foi uma época positiva, «de evolução muito grande» e crescimento da estrutura. E este crescimento é o objetivo «a curto e médio prazo»: «É para isso que estamos a trabalhar», conclui o presidente.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<blockquote>
<h3><strong>80</strong></h3>
<p><strong>Número aproximado de atletas da UR Mirense, incluindo as duas equipas femininas de voleibol</strong></p></blockquote>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
<p><strong>Isidro Bento</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Não seria melhor entregar o pavilhão ao Mirense?”</title>
		<link>https://oportomosense.com/nao-seria-melhor-entregar-o-pavilhao-ao-mirense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 06:19:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mira de Aire]]></category>
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		<category><![CDATA[Junta de Freguesia de Mira de Aire]]></category>
		<category><![CDATA[UR Mirense]]></category>
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					<description><![CDATA[«Para quando é que a Câmara tem pensado realizar obras de reabilitação do pavilhão [de Mira de Aire]?»; «Quando é que o senhor presidente tem tempo para vir visitar o pavilhão?» &#8211; foram duas das questões colocadas por Vítor Silva, na última reunião de Câmara descentralizada que se realizou, precisamente, em Mira de Aire. No [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>«Para quando é que a Câmara tem pensado realizar obras de reabilitação do pavilhão [de Mira de Aire]?»; «Quando é que o senhor presidente tem tempo para vir visitar o pavilhão?» &#8211; foram duas das questões colocadas por Vítor Silva, na última reunião de Câmara descentralizada que se realizou, precisamente, em Mira de Aire. No período destinado às intervenções do público, o popular, natural de Minde, mas a viver «há 30 anos em Mira de Aire», lançou ainda outras perguntas ao executivo. «O pavilhão parece ser uma das principais infraestruturas desta região e tem-se vindo a empobrecer nos últimos anos, quando é que a Câmara começa a intervir no pavilhão?», reforçou. «Há cerca de um ano foi-me dito que o senhor presidente não tinha tempo de visitar o pavilhão, já teve entretanto?», acrescentou.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Vítor Silva, dirigindo-se ao presidente da Câmara, Jorge Vala, interrogou ainda: «Não se sente envergonhado, enquanto responsável por estas infraestruturas, de ter permitido chegar a este estado?». «Eu sentia-me mal, de facto», respondeu o próprio. Por fim, deixou uma última dúvida em jeito de sugestão. «Não seria melhor pensar em entregar aquela infraestrutura a uma outra entidade em Mira de Aire, nomeadamente a que gere a principal estrutura desportiva desta terra União Recreativa Mirense (URM) é que já mostrou disponibilidade?», indagou. «Na minha opinião, tendo sido entregue aquela infraestrutura à Junta de Freguesia, esta não tem sido capaz, não tem poder, de forçar esta reabilitação», afirmou.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>«Eu não conheço o senhor, não tenho o seu contacto, nem tenho a obrigação de dizer quando venho a Mira de Aire e, muito menos, ao pavilhão», começou por responder Jorge Vala. E continuou: «Mas posso-lhe dizer que neste último ano, para não dizer que vim cá por causa das eleições, depois das eleições já fui ao pavilhão duas vezes e fui ver jogos, portanto, o pavilhão está operacional». O que «não está operacional», acrescentou, é «uma sala que o senhor quer ocupar. Neste momento, não é uma vergonha, nem uma prioridade do Município. Quando o Município tiver condições vai reparar a sala e entregá-la à Junta, que cuida, para que dê o seguimento que bem entender porque tem mandato para esse efeito», frisou.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Jorge Vala garantiu ainda que o Município «não tem a pretensão de entregar o imóvel a ninguém». «O imóvel é municipal e é assim que deve estar, que eu saiba a URM não tem condições para fazer a reabilitação necessária e que vai ser feita este ano, portanto, nós vamos continuar com o contrato de comodato que temos com a Junta», assegurou.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Junta e UR Mirense com visão antagónica<span class="Apple-converted-space"> </span></strong></p>
<p>Tal como o presidente da Câmara, também o presidente da Junta de Freguesia de Mira de Aire, Alcides Oliveira, defendeu, em declarações a O Portomosense, que «os espaços em Mira de Aire devem estar sob gestão da Junta de Freguesia e devem continuar a ser municipais. Este tipo de espaços, de forma a serem usados por todos os fregueses/munícipes não «podem ser entregues a entidades privadas», reforça. «Porque “carga de água” a Câmara iria entregar a gestão do pavilhão municipal a um clube onde hoje está lá uma direção, amanhã está outra, não se sabe a opinião de uma e de outra, assim como outros clubes do concelho», considera Alcides Oliveira.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>O presidente de Junta garantiu que a forma como o pavilhão está «é do conhecimento da Câmara», dando o exemplo das obras feitas de forma célere «ainda antes da pandemia» e após uma visita dos vereadores. «Com a passagem da Kristin, óbvio que a situação piorou, um janelão foi deitado abaixo e a Junta contactou uma empresa no sentido de, provisoriamente, tapar aquele espaço para não entrar tanta água para o recinto de jogo», explicou o autarca. Ainda assim, o «problema subsiste» com inúmeras «infiltrações de água». «A Câmara Municipal está ciente, a Junta tem a gestão do pavilhão, mas as obras de tal significado têm de ser feitas pela Câmara», esclarece ainda.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Alcides Oliveira acredita que «não há afastamento» por parte do executivo em relação a esta infraestrutura, justificando que «obras destas não se fazem de um dia para o outro». «São montantes que têm de ser calculados em orçamento e tem que haver contratação pública, são procedimentos que demoram», sublinha.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Já o presidente da UR Mirense, Manuel Balela, face à «degradação que existe, tanto no pavilhão como no estádio», é pronto a dizer: «Têm de se tomar medidas porque o pavilhão começa a não ter condições para a prática desportiva». «O piso está completamente degradado, as infiltrações são constantes, os balneários também estão obsoletos, a parte de sistema de água quente, as torneiras, tudo precisa de intervenções». E as medidas passam por passar o pavilhão para gestão do clube? No entender do dirigente, sim. «Acredito que podia ser uma solução porque, da mesma forma que sensibilizámos a Câmara para a degradação do estádio [e a Câmara apoiou], o mesmo poderia acontecer com outras coisas», começa por defender, dando outro exemplo. «Na reunião de Câmara houve um apoio para o Mirense de 15 mil euros para substituirmos as luzes porque relatámos essa situação», inclusive, um «árbitro disse que não apitava mais jogos naquelas condições». Neste momento, a UR Mirense é responsável «pela limpeza» e por «abrir e fechar» o pavilhão. «A Câmara tem um protocolo com a Junta que tem um protocolo connosco», detalha.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Manuel Balela tem uma certeza: «Não tenho a mínima dúvida de que, se o pavilhão tivesse entregue ao Mirense, já se tinham feito algumas coisas, como aliás, nós, direção, já fizemos pequenas obras. O que sinto é que a Junta ainda não teve argumentos para passar à Câmara o que realmente aqui está». Se fosse o clube, cujos atletas e dirigentes «estão lá todos os dias» e sabem as condições em que trabalham, o processo seria agilizado, acredita.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>«A Junta não quer, se quisesse, quando houve eleições, teriam vindo falar connosco, mas o que não faz sentido é receberem 500 euros por mês num protocolo e não fazerem nada», conclui.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Desportivismo da massagista da UR Mirense premiado com cartão branco</title>
		<link>https://oportomosense.com/desportivismo-da-massagista-da-ur-mirense-premiado-com-cartao-branco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 14:28:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Cartão branco]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
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					<description><![CDATA[Janaína Martins, mais conhecida por Jana, a massagista da União Recreativa Mirense, viu ser-lhe atribuído um cartão branco, no último jogo da equipa contra A.C.R. Maceirinha, que decorreu no passado dia 19. Segundo revela a UR Mirense na sua página no Facebook, a massagista ao serviço do clube «disponibilizou-se prontamente para apoiar um jogador da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Janaína Martins, mais conhecida por Jana, a massagista da União Recreativa Mirense, viu ser-lhe atribuído um cartão branco, no último jogo da equipa contra A.C.R. Maceirinha, que decorreu no passado dia 19.</p>
<p>Segundo revela a UR Mirense na sua página no Facebook, a massagista ao serviço do clube «disponibilizou-se prontamente para apoiar um jogador da equipa adversária» quando estavam dois atletas caídos e a necessitar de ajuda, gesto que mereceu o reconhecimento por parte do árbitro do encontro.</p>
<p>Esta foi uma atitude que também o clube de Mira de Aire fez questão de enaltecer publicamente: «Obrigado Jana, é de pessoas como tu que o UR Mirense é feito!».</p>
<p><strong>Foto | UR Mirense</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>UR Mirense termina época com presença nos Nacionais</title>
		<link>https://oportomosense.com/ur-mirense-termina-epoca-com-presenca-nos-nacionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Vieira Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 14:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
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		<category><![CDATA[UR Mirense]]></category>
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					<description><![CDATA[“Uma vez Mirense, Mirense para sempre”. Este é o lema que tem norteado os plantéis das mais variadas modalidades do emblema de Mira de Aire e que tem feito os seus atletas acreditar que mostrar valor e bater de frente contra adversários de “suposta” mais valia é possível. E que o diga a equipa de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Uma vez Mirense, Mirense para sempre”. Este é o lema que tem norteado os plantéis das mais variadas modalidades do emblema de Mira de Aire e que tem feito os seus atletas acreditar que mostrar valor e bater de frente contra adversários de “suposta” mais valia é possível. E que o diga a equipa de voleibol feminino, que ainda na época passada atuava no escalão de cadetes e que este ano, na estreia em juvenis, aumentou o grau de dificuldade e nem assim deixou de trazer para casa, jogo após jogo, dignos resultados.</p>
<p>A temporada foi longa, foram várias as frentes de batalha, mas os resultados estão à vista: campeãs regionais pelo terceiro ano consecutivo (com apenas duas derrotas no mesmo período de tempo) e um quinto lugar na 2.ª fase do Campeonato Nacional de Voleibol, onde na Série D encontraram alguns dos clubes de referência como Lusófona Voleibol Clube e Colégio São João de Brito.</p>
<p>Para Miguel Martins, líder deste grupo há já quatro anos, o grande objetivo nos nacionais era a passagem à final-8, mas a diferença de ritmo competitivo já era de esperar: «Sabíamos da exigência e da qualidade que iríamos encontrar, infelizmente em alguns momentos não fomos capazes de aguentar o ritmo, não conseguindo atingir a final-8. Mesmo assim, resta salientar a forma guerreira como o grupo ao longo de toda a época dignificou o clube e a vila de Mira de Aire».</p>
<p>Terminada a época, a próxima já está em preparação, com o mesmo grupo e com o mesmo técnico, adiantou-nos ainda. Além das juvenis, Miguel Martins estará também à frente do escalão de formação de minis, apelando «à vinda de todas as meninas nascidas entre 2014/2016».</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mirense alcança 5.º posto em torneio internacional</title>
		<link>https://oportomosense.com/mirense-alcanca-5-o-posto-em-torneio-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Vieira Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 09:50:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Torneio Internacional de Voleibol de Esmoriz]]></category>
		<category><![CDATA[UR Mirense]]></category>
		<category><![CDATA[Voleibol]]></category>
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					<description><![CDATA[A equipa de voleibol feminino da União Recreativa Mirense esteve, ao longo de toda a semana passada, empenhada na disputa do Torneio Internacional de Voleibol de Esmoriz, competição onde alcançou um honroso 5.º lugar. O primeiro dia de torneio correu de feição às atletas lideradas por Miguel Martins, que venceram ambas as partidas disputadas. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A equipa de voleibol feminino da União Recreativa Mirense esteve, ao longo de toda a semana passada, empenhada na disputa do <em>Torneio Internacional de Voleibol de Esmoriz</em>, competição onde alcançou um honroso 5.º lugar.</p>
<p>O primeiro dia de torneio correu de feição às atletas lideradas por Miguel Martins, que venceram ambas as partidas disputadas. A primeira, frente ao Esmoriz B, terminou num parcial de sets de 2-1, ao passo que a segunda, diante do Santiagov4all, não deixou margens para dúvidas: uma vitória dominante por 3-0 do conjunto de Mira de Aire. E se a estreia correu de feição, difícil era repetir ou melhorar a proeza. Mas missão dada foi missão cumprida e as mirenses bateram, também por 3-0, Estoril e Canelas, garantindo, assim, o primeiro posto no Grupo C e uma passagem à segunda fase. Nesta, o conjunto de Mira de Aire voltou a mostrar valor e levou de vencida, por 2-1, a Arrupe A. Pior sorte chegou com as partidas frente a Esmoriz A (derrota por 0-3) e Esmoriz C (derrota por 1-2).</p>
<p>No derradeiro dia, as mirenses entraram em campo para disputar o 5.º e 6.º lugar da competição e conseguiram mesmo o melhor dos dois resultados possíveis ao baterem o Sintra Volley por 2-1.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>UR Mirense anuncia novo site</title>
		<link>https://oportomosense.com/ur-mirense-anuncia-novo-site/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Vieira Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Apr 2024 14:44:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[marta creative studio]]></category>
		<category><![CDATA[O Portomosense]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[UR Mirense]]></category>
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					<description><![CDATA[No âmbito das celebrações do seu 85.º aniversário, a União Recreativa Mirense anunciou este domingo um novo site, prometendo aos adeptos e simpatizantes que esta plataforma estará «sempre disponível e atualizada». Navegando pelo endereço urmirense.pt poderá encontrar informações tão distintas quanto a história do clube, informações sobre as instalações, os órgãos sociais ou as próprias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No âmbito das celebrações do seu 85.º aniversário, a União Recreativa Mirense anunciou este domingo um novo site, prometendo aos adeptos e simpatizantes que esta plataforma estará «sempre disponível e atualizada».</p>
<p>Navegando pelo endereço <a href="https://urmirense.pt/" target="_blank" rel="noopener">urmirense.pt</a> poderá encontrar informações tão distintas quanto a história do clube, informações sobre as instalações, os órgãos sociais ou as próprias atas e relatórios de contas e, claro, publicações sobre futuros eventos ou encontros referentes às várias modalidades.</p>
<p>A construção deste novo site ficou à responsabilidade de <a href="https://www.instagram.com/martam.creative/" target="_blank" rel="noopener">Marta Creative Studio</a>.</p>
<p>Mais detalhes sobre o 85.º aniversário da UR Mirense para ler na próxima edição d&#8217;O Portomosense.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-28640 size-large" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2024/04/site-ur-mirense-1024x456.png" alt="site ur mirense | Jornal O Portomosense" width="1024" height="456" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2024/04/site-ur-mirense-1024x456.png 1024w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2024/04/site-ur-mirense-600x267.png 600w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2024/04/site-ur-mirense-300x134.png 300w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2024/04/site-ur-mirense-768x342.png 768w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2024/04/site-ur-mirense-1536x685.png 1536w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2024/04/site-ur-mirense.png 1880w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Juvenis da UR Mirense invictas na primeira volta do Campeonato Regional</title>
		<link>https://oportomosense.com/juvenis-da-ur-mirense-invictas-na-primeira-volta-do-campeonato-regional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 21:12:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Regional de Voleibol]]></category>
		<category><![CDATA[Crónica]]></category>
		<category><![CDATA[Mira de Aire]]></category>
		<category><![CDATA[UR Mirense]]></category>
		<category><![CDATA[Voleibol]]></category>
		<category><![CDATA[Voleibol feminino]]></category>
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					<description><![CDATA[A equipa de juvenis femininos de voleibol da União Recreativa Mirense (UR Mirense) terminou a primeira volta do Campeonato Regional sem derrotas e segue em frente na tabela de classificação com 27 pontos. «O título de campeãs regionais está longe de ser assegurado, temos de continuar muito focados e dedicados para atingirmos os nossos objetivos», [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A equipa de juvenis femininos de voleibol da União Recreativa Mirense (UR Mirense) terminou a primeira volta do Campeonato Regional sem derrotas e segue em frente na tabela de classificação com 27 pontos.</p>
<p>«O título de campeãs regionais está longe de ser assegurado, temos de continuar muito focados e dedicados para atingirmos os nossos objetivos», diz o treinador da equipa, Miguel Martins.</p>
<p>Também a direção da UR Mirense se mostra «muito orgulhosa desta equipa [&#8230;], da superação e determinação de cada uma delas, da união e paixão ao clube e ao desporto e da maneira como carregam ao peito o símbolo da UR Mirense».</p>
<p>A O Portomosense, a direção aproveita a oportunidade para agradecer publicamente «a elas [jogadoras], ao treinador, aos pais e famílias e aos patrocinadores que fazem com que esta equipa não só tenha possibilidades de competir, como de levar o bom nome do clube pelo país fora. Da nossa parte, fazemos tudo o que estiver ao nosso alcance para acompanhar e apoiar esta equipa fantástica».</p>
<p>Depois de uma primeira volta de sucesso, e que eleva bem alto a fasquia para aquilo que resta do campeonato, as juvenis da UR Mirense entraram com a &#8220;corda toda&#8221; na segunda metade, tendo levado por vencida, por 3&#215;0, a equipa do CARDES.</p>
<p>No próximo dia 17 de dezembro, às 16 horas, defrontam o CD Pataiense, para disputar a 11.ª jornada, segundo jogo a contar para a segunda volta do campeonato.</p>
<p><strong>Foto | UR Mirense</strong></p>
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		<title>Antevisão da época 2023/24: UR Mirense</title>
		<link>https://oportomosense.com/antevisao-da-epoca-2023-24-ur-mirense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Vieira Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 19:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Antevisão]]></category>
		<category><![CDATA[Época 23/24]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente]]></category>
		<category><![CDATA[Treinador]]></category>
		<category><![CDATA[UR Mirense]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente: “Grupo é melhor que no ano passado” Depois de uma temporada 2022/2023 para esquecer, devido à queda para a 1º Divisão Distrital da AF Leiria, a UR Mirense traz para a época que em breve se inicia um único objetivo, voltar a subir. Na ótica do seu presidente, Manuel Balela, o ano desportivo anterior [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Presidente: “Grupo é melhor que no ano passado”</strong></p>
<p>Depois de uma temporada 2022/2023 para esquecer, devido à queda para a 1º Divisão Distrital da AF Leiria, a UR Mirense traz para a época que em breve se inicia um único objetivo, voltar a subir. Na ótica do seu presidente, Manuel Balela, o ano desportivo anterior empurrou o clube para «um processo de reestruturação que tem sido quase como voltar à estaca zero», mas o bilhete para outros voos pode ser conquistado «caso se consiga construir uma equipa competitiva apoiada por uma estrutura ainda mais forte», pontos que considera indispensáveis para ter hipóteses de lutar pelos lugares cimeiros de «um campeonato tão disputado».</p>
<p>Em relação ao plantel, Balela não tem dúvidas: «Faltam-nos dois ou três atletas neste momento, que estamos a tentar fechar, mas estamos melhor estruturados e com um grupo muito melhor que no ano passado. Há mais quantidade, mais qualidade e, acima de tudo, mais grupo. Para mim, isso é que é importante. Se conseguirmos preencher algumas lacunas, somos candidatos à subida, mas mesmo que não consigamos, vamos lutar de igual forma até ao fim», vinca.</p>
<p>O mercado de transferências este verão «até nem correu mal» ao emblema de Mira de Aire, confessa. No entanto, o responsável máximo tem um lamento &#8211; é cada vez mais difícil contratar. Nesta fase, «já não há muitos jogadores a jogar futebol sem receber nada em troca e é natural que aqueles que têm mais qualidade se façam valer dela para tentarem ganhar mais dinheiro. Nós aqui é que não entramos em loucuras. Temos as finanças equilibradas e isso acaba por refletir-se no plantel», justificou.</p>
<p>Embora em termos de plantel «as coisas estejam bem encaminhadas», há ainda um problema por resolver. A UR Mirense «anda de casa às costas, a treinar no sintético de Porto de Mós e num pequeno campo atrás de uma das balizas do [seu] estádio», devido a «alguns atrasos na substituição do relvado», obras que a direção espera que estejam finalizadas na última semana do mês. Esta situação «está a ser difícil de gerir, mas o espaço que tínhamos estava degradado e sou da opinião que se é para fazer, tem que fazer-se bem feito. Atrasámo-nos para termos depois tudo em condições e acredito que esta mudança de piso vai ajudar-nos até em termos de formação. Temos agora infantis a jogar futebol de sete, traquinas e petizes, e o sintético vai ajudar a atrair mais miúdos e obrigar-nos a “andar para a frente”, nomeadamente em relação às estruturas adjacentes, como os balneários. Mas é através da formação que nos vamos tornar num clube sustentável», declarou.</p>
<p>Tendo em mira um regresso de honra à Honra, Manuel Balela acredita que a UR Mirense se irá tornar «num clube ainda maior» e que, para isso, precisa do apoio de todos os adeptos».</p>
<p><strong>Treinador: “Vim para para subir de divisão”</strong></p>
<p>Hélio Santos, técnico que chega aos comandos da UR Mirense após duas temporadas na Caranguejeira, está perfeitamente alinhado com os objetivos ambiciosos da direção do clube. Na sua mente, não há outra opção que não o ataque à subida de divisão: «Foi mesmo para isso que vim para aqui, para subir, e o plantel que estamos a construir e que ainda não está fechado vai permitir-nos lutar», assume.</p>
<p>Ainda que já estivesse ciente das «dificuldades normalmente associadas à disputa da 1.ª Divisão Distrital da Associação de Futebol de Leiria», Santos não esconde que estes primeiros tempos não têm sido fáceis sem um relvado fixo onde treinar. «A pré-época é das partes mais importantes da temporada e uma má preparação pode colocar em causa tudo aquilo que ambicionamos. Estamos a partilhar o sintético com a AD Portomosense, que também teve obras nas suas instalações, e há naquele campo um poste de iluminação que não funciona desde as Festas de São Pedro, o que torna o terreno muito escuro. Tudo isto obriga-nos a treinar apenas numa baliza ou a ir para um espaço de uns 30 por 50 metros que temos em Mira de Aire, mas estamos muito condicionados e torna-se difícil passar conteúdo tático», lamentou.</p>
<p>Um outro reparo de Hélio Santos é também a dificuldade de fechar, por completo, o plantel. Quando se mudou de armas e bagagens para o clube, diz ter trazido «uma lista de quarenta jogadores para ser analisada com o presidente». Daquela seleção, conseguiram-se «apenas seis nomes», algo que confessa que não estava nos planos. «Estive na Caranguejeira e sabia o quão difícil era [contratar] lá. Apesar de estar “às portas” de Leiria, não havia prémios de jogo nem ajuda no gasóleo. Aqui na UR Mirense há pouco, mas há. Podemos dizer que há falta de jogadores, e é verdade, mas o que se nota agora é a falta de personalidade dos miúdos e até dos mais experientes. Vemos muitas jogadas de bastidores, atletas a irem oferecer-se a este clube e àquele, e por cinco ou 10 euros mudam de opinião», referiu, antes de exemplificar com alguns casos aos quais diz ter assistido já este verão: «Este ano tivemos dois ou três que tiraram foto para as redes sociais do clube, assinaram um documento que hoje em dia vale o que vale, comprometeram-se e depois de duas semanas sem atenderem o telefone, estavam noutro lado. Com isto perde-se a essência do futebol», relatou.</p>
<p>Mas em relação a contratempos, o novo treinador da UR Mirense prefere ver o “copo meio cheio”. Tanto os atrasos no regresso a “casa” como as limitações na hora de contratar têm servido de combustível para alimentar uma equipa «que se agarra às dificuldades para se tornar ainda mais forte e que se tem mostrado comprometida independentemente do local onde treina». Das fraquezas, Santos espera «fazer forças» e afirma que o que importa é o profissionalismo apresentado «mesmo numa divisão amadora», onde os seus adversários irão encontrar «uma equipa organizada defensivamente mas que luta sempre “olhos nos olhos” pelos três pontos».</p>
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		<title>Mirense e Alqueidão da Serra veem justiça no empate</title>
		<link>https://oportomosense.com/mirense-e-alqueidao-da-serra-veem-justica-no-empate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Vieira Cruz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2023 09:44:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Associação de Futebol de Leiria]]></category>
		<category><![CDATA[CCR Alqueidão da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Dérbi]]></category>
		<category><![CDATA[Divisão de Honra]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[UR Mirense]]></category>
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					<description><![CDATA[Justiça. É esta a palavra que dirigentes e treinadores da UR Mirense e do CCR Alqueidão da Serra encontram para resumir a partida disputada entre si no passado fim de semana, que terminou com um empate a duas bolas. Neste encontro, a contar para a 27.ª jornada da Divisão de Honra da Associação de Futebol [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Justiça. É esta a palavra que dirigentes e treinadores da UR Mirense e do CCR Alqueidão da Serra encontram para resumir a partida disputada entre si no passado fim de semana, que terminou com um empate a duas bolas.</p>
<p>Neste encontro, a contar para a 27.ª jornada da Divisão de Honra da Associação de Futebol de Leiria, em pleno Estádio Manuel Donato dos Santos Ferreira, Mira de Aire, foi a equipa forasteira que entrou mais forte. Aos 22 minutos, o jovem avançado Rodrigo Nogueira inaugurou o marcador, confirmando o estatuto de favoritismo com o qual o atual terceiro classificado da competição se apresentou frente a um Mirense que já não tem qualquer possibilidade matemática de se manter no respetivo escalão.</p>
<p>«Houve muitas dificuldades em sair com bola na primeira parte. O Alqueidão tem uma equipa muito completa, atacou muito e obrigou-nos a trocar algumas peças ao intervalo», explicou a O Portomosense António David (mais conhecido por “Tó Zé”), técnico do Mirense. Sentimento idêntico demonstrou também o treinador adversário, Filipe Faria, que apenas tem a lamentar «as diversas oportunidades desperdiçadas» pelos seus atletas nos primeiros 45 minutos e o facto de os mesmos «não terem conseguido &#8220;matar&#8221; logo o jogo».</p>
<p>Se na primeira parte da partida houve apenas um golo, história diferente teve a segunda metade. Aos 63 minutos, de grande penalidade, o capitão alqueidoense, Vasco Gonçalves, ampliou o resultado, mas seis minutos depois, João Pedro Soares, que entrara ao intervalo, reduziu. Aos 78’, o japonês Shodai Tomemori aproveitou o adiantamento do guardião adversário e, com um remate em arco, restabeleceu a igualdade com uma “chapelada”.</p>
<p>«Este foi um jogo com duas partes muito distintas. A primeira parte foi do Alqueidão, mas a segunda foi nossa», garantiu Tó Zé, em jeito de balanço, acrescentando ainda que a remontada esteve sempre em cima da mesa, mas que viu essa hipótese desvanecer-se com algumas boas intervenções do guarda-redes Jorge Oliveira, que «tirou algumas bolas que não são para todos».</p>
<p>Para o presidente do Mirense, Manuel Balela, o dérbi «foi uma verdadeira festa dentro e fora das quatro linhas. As equipas respeitaram-se desde o princípio e os adeptos, incluindo os do Alqueidão, foram “cinco estrelas”. Gerou-se um ambiente de confraternização nas bancadas e acredito que devia ser sempre assim. O resultado aceita-se», rematou.</p>
<p>Na mesma linha de pensamento, mas do lado azul e branco, o presidente Nuno Carvalho mostrou-se um pouco mais crítico em relação à exibição dos próprios atletas, frisando a falta de frieza na hora de finalizar, mas concordou com a justiça no marcador e com a atmosfera vivida em Mira de Aire numa data em que também se celebrou o Dia da Mãe: «Este foi um empate penalizador para nós. Em circunstâncias normais, teríamos resolvido o encontro na primeira parte, mas o Mirense equilibrou as contas e o resultado acaba por ser justo. Foi um jogo leal», assinalou.</p>
<p>Com este resultado, Alqueidão da Serra mantém o terceiro posto, com 57 pontos, menos três que o Sporting de Pombal e mais cinco que o Leiria e Marrazes. Por sua vez, o Mirense acumula, à passagem das 27 jornadas, 13 pontos, ocupando, assim, a penúltima posição, com apenas um ponto de diferença do Avelarense, que neste fim de semana conquistou uma importante vitória frente à Associação Desportiva Portomosense.</p>
<p>Ainda nesta jornada, o Grupo Desportivo de Peniche visitou e venceu, por um golo, o Bombarralense, conquistando o campeonato.</p>
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		<title>Um sintético para recuperar União Mirense</title>
		<link>https://oportomosense.com/um-sintetico-para-recuperar-uniao-mirense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2023 07:55:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Campo sintético]]></category>
		<category><![CDATA[Clube]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Mira de Aire]]></category>
		<category><![CDATA[Relvado]]></category>
		<category><![CDATA[Substituição]]></category>
		<category><![CDATA[União Recreativa Mirense (UR Mirense)]]></category>
		<category><![CDATA[UR Mirense]]></category>
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					<description><![CDATA[Devolver o bairrismo à União Recreativa Mirense (UR Mirense), ter camadas jovens de formação e adeptos na bancada. Estes são os principais objetivos do recentemente eleito presidente da UR Mirense, Manuel Balela. Para os concretizar, tem uma aposta muito concreta: melhorar as condições das instalações do clube, revitalizando os balneários e substituindo o atual relvado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Devolver o bairrismo à União Recreativa Mirense (UR Mirense), ter camadas jovens de formação e adeptos na bancada. Estes são os principais objetivos do recentemente eleito presidente da UR Mirense, Manuel Balela. Para os concretizar, tem uma aposta muito concreta: melhorar as condições das instalações do clube, revitalizando os balneários e substituindo o atual relvado por um campo sintético. Para esta segunda obra, o clube candidatou-se ao fundo Crescer 24, um fundo criado pela Federação Portuguesa de Futebol, que distribuiu o valor pelas associações de futebol distritais para poderem, depois, dividir pelos clubes que se candidatassem. A UR Mirense foi um dos clubes que se candidatou com este projeto concreto e que vai receber um total de 52 mil euros (tendo já recebido uma das primeiras tranches). A Câmara Municipal de Porto de Mós subsidiará o restante.</p>
<p>Apesar de consciente de que há «muitas pessoas em Mira de Aire que não concordam» com esta obra, Manuel Balela acredita que pode devolver dinamismo ao clube. «O Mirense só consegue ser sustentável se tiver camadas jovens. Temos duas equipas de benjamins a jogar futsal, quando chegam aos infantis vão-se embora porque não têm seguimento aqui. Todos os anos perdemos 10 ou 20 jovens», revela. Com futebol de formação virá «outra fonte de rendimento, mais visibilidade, mais gente ao estádio, porque se há miúdos, vêm também os pais, os avós, os tios», acredita. A sua primeira passagem no clube foi como treinador, depois saiu e quando voltou, convidado pelo falecido presidente, António Lima, voltou com este propósito: «Ele convidou-me em 2020, antes da pandemia, eu disse que vinha mas que tínhamos que pôr um sintético e apostar na formação e ele disse para vir fazer esse trabalho», conta Manuel Balela. Lado a lado com o tesoureiro do clube, Jorge Gonçalves, que tratou da candidatura ao fundo, tem estado em reuniões com o Município de Porto de Mós para concretizar este sonho.</p>
<p>Uma relva sintética possibilitará um uso muito mais frequente e continuando, permitindo ter várias equipas a trabalhar. «O relvado que temos atualmente, se está um pouco de calor e falta água fica logo cheio de manchas amarelas, está cheio de buracos, no inverno, com a chuva, nem se consegue andar aqui. Depois é um crime, com a falta de água que há, a quantidade que se gasta aqui para regar», frisou o presidente. «Se houver um trabalho de base na formação, daqui a cinco ou seis anos vamos ter uma equipa sénior com estrutura, vamos ter miúdos que se identificam com o clube. No ano passado, por exemplo, perdemos seis ou sete miúdos [do futsal] que foram jogar para Minde», reitera Manuel Balela. «Eu fiquei no Mirense por isto mesmo, quero voltar a ter bairrismo no clube, não podemos ser o único da região sem futebol de formação», afirmou ainda.</p>
<p>A obra do sintético, pelas regras do <em>Crescer 24</em>, tem de ser iniciada «antes do final da época», ou seja, até ao final de julho. «Pensamos que em junho vamos começar as obras», antevê o dirigente. Depois, começará um trabalho de captação: «Ainda não avançámos com isso porque as épocas não terminaram, mas vamos ter o evento <em>Penalty Cup</em> a 6 de maio e depois a nossa intenção é fazer treinos de captação, não só para o futebol como para o vólei, que está a fazer um trabalho extraordinário», adianta o dirigente.</p>
<p><strong>Obras não ficam por aqui</strong></p>
<p>Para avançar num futuro próximo estão também obras nos balneários que, no ano passado, já tinham sido intervencionados com a colocação de chuveiros novos, já que os anteriores tinham a mesma idade que o estádio, 30 anos. Agora, no balneário da equipa da casa vão ser postos cacifos individuais, bancos novos e dado «um novo aspeto». Também os balneários da equipa visitante e da equipa de arbitragem vão ter bancos novos e vão ser colocadas novas réguas de cabides. A Câmara Municipal de Porto de Mós subsidiará uma parte e o clube assegura o restante.</p>
<p>Todo o estádio «está a precisar de reabilitação», mas que será feita gradualmente. «Agora vamos gastar as energias no sintético e nos balneários, depois, a pouco e pouco, com a carolice de alguns sócios e amigos, acredito que durante os fins de semana nos organizemos e vamos dando uma frescura ao estádio, fazendo a manutenção», espera.</p>
<p><strong>Foto | Jéssica Moás de Sá</strong></p>
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