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	<title>Voluntários | Jornal O Portomosense</title>
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	<description>Atualidade, Economia, Cultura, Desporto, Saúde, Sociedade, Educação, Artigos de Opinião. O jornal de Porto de Mós. Desde 1983.</description>
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	<title>Voluntários | Jornal O Portomosense</title>
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		<title>Paróquia do Juncal chama voluntários para as festas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2024 09:09:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Apelo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Paróquia do Juncal tem vindo a recorrer às redes sociais para apelar aos juncalenses que ajudem no decorrer das Festas de São Miguel, que se realizam em agosto. As primeiras &#8220;castas&#8221; chamadas foram as de 1974, 1984 e 1994, embora o apelo seja aberto à população em geral. Foto &#124; DR]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Paróquia do Juncal tem vindo a recorrer às redes sociais para apelar aos juncalenses que ajudem no decorrer das Festas de São Miguel, que se realizam em agosto.</p>
<p>As primeiras &#8220;castas&#8221; chamadas foram as de 1974, 1984 e 1994, embora o apelo seja aberto à população em geral.</p>
<p><strong>Foto | DR</strong></p>
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		<title>Procuram-se voluntários para a Via Sacra</title>
		<link>https://oportomosense.com/procuram-se-voluntarios-para-a-via-sacra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 12:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Tapete de Flores]]></category>
		<category><![CDATA[via sacra]]></category>
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					<description><![CDATA[Já está em curso a preparação para a Via Sacra de Porto de Mós (às 16 horas de 29 de março). A Câmara Municipal está a convidar a população «a fazer parte desta vivência, participando como figurante e dando um maior realismo a este momento», como se lê nas redes sociais, sendo que têm até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já está em curso a preparação para a Via Sacra de Porto de Mós (às 16 horas de 29 de março). A Câmara Municipal está a convidar a população «a fazer parte desta vivência, participando como figurante e dando um maior realismo a este momento», como se lê nas redes sociais, sendo que têm até esta sexta-feira, 1 de março, para o fazer, através do e-mail iniciativas@municipio-portodemos.pt.</p>
<p>A par disso, há um tapete de flores para se montar, pelo que, «se gosta de participar e conviver e quer aprender a fazer tapetes de flores», tem também até sexta-feira para se inscrever via o mesmo endereço eletrónico ou ainda ligando para o 912 349 016.</p>
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		<title>Trilhos de uma África Negra: “Uma viagem de uma vida para nunca mais esquecer”</title>
		<link>https://oportomosense.com/trilhos-de-uma-africa-negra-uma-viagem-de-uma-vida-para-nunca-mais-esquecer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 18:13:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Associação de Serviço Socorro Voluntário de São Jorge (ASSV de São Jorge)]]></category>
		<category><![CDATA[Guiné Bissau]]></category>
		<category><![CDATA[Missão humanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Trilhos de uma África Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntários]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação de Serviço Socorro Voluntário de São Jorge (ASSV de São Jorge) voltou, pela sétima vez, a organizar a missão humanitária Trilhos de uma África Negra. Ao volante de 11 viaturas, carregadas com várias toneladas de ajuda, 29 voluntários partiram de Pombal, no passado dia 15 de abril, rumo à Guiné-Bissau, onde foram recebidos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação de Serviço Socorro Voluntário de São Jorge (ASSV de São Jorge) voltou, pela sétima vez, a organizar a missão humanitária <em>Trilhos de uma África Negra</em>. Ao volante de 11 viaturas, carregadas com várias toneladas de ajuda, 29 voluntários partiram de Pombal, no passado dia 15 de abril, rumo à Guiné-Bissau, onde foram recebidos oficialmente na capital precisamente no Dia da Liberdade. «Tivemos uma receção incrível às portas de Bissau, onde foi ouvido o hino português, o que nos arrepiou a todos», conta Nuno Rebocho, presidente da ASSV São Jorge.</p>
<p>Até chegar ao destino, o grupo de voluntários enfrentou diversas adversidades pelo caminho, o que tornou esta missão numa das mais desafiantes de sempre, sendo que a primeira estava logo aqui ao lado, quando foram impedidos pela polícia espanhola de apanhar o<em> ferry</em> para Marrocos. «Uma situação muito pouco normal», mas que ao fim de 40 minutos ficou resolvida, com a obtenção da autorização necessária para seguirem caminho. Depois de atravessarem Marrocos e o Deserto do Saara Ocidental, foi na Mauritânia onde as «coisas se complicaram um bocadinho», com a ausência total de comunicações, mas o pior aconteceu quando estavam a atravessar o deserto, na Mauritânia, e uma das viaturas capotou, sem causar danos maiores nos voluntários que nela seguiam. Com as quatro rodas viradas para cima, a decisão passou por agarrar umas cintas ao carro e tentar colocá-lo na sua posição inicial. «Não podíamos deixá-lo na Mauritânia, o carro era para entregar ao povo da Guiné, porque fazia falta à instituição que o iria receber», recorda Nuno Rebocho. Desistir não era opção e apenas com a força do próprio grupo a viatura virou: «A malta estava tão concentrada e compenetrada que aquilo quase parecia papel», descreve. Fizeram «de tudo» para pôr o carro a trabalhar e durante toda noite recuperam-no para que, embora com os vidros e o para-brisas partidos, pudesse fazer o resto do percurso. Percorreram mais de 600 quilómetros sem para-brisas até ao Senegal, onde encontraram um novo para substituir. «Quando foi entregue, o carro estava impecável. De todas as viaturas, não se conseguia perceber qual é que tinha tido o acidente, o que foi espetacular», reconhece.</p>
<p>Ao grupo inicial de voluntários, juntaram-se posteriormente mais cinco pessoas que viajaram de avião, num total de 34, os principais rostos da missão. No entanto, Nuno Rebocho esclarece que o número de envolvidos extravasa estes dígitos: «Houve centenas de pessoas que ajudaram na angariação e organização dos bens e que delegaram coisas para levarmos. Todos eles fazem parte também».</p>
<p><strong>“Estamos todos com a cabeça e o coração lá”</strong></p>
<p>De Portugal para a Guiné-Bissau, a caravana humanitária transportou toneladas de donativos, onde se destaca «400 quilos de leite em pó», além de material hospitalar e escolar e uma «quantidade incrível» de sementes e alfaias agrícolas. Porém, as doações não ficaram por aqui: «Levámos sistemas de painéis fotovoltaicos, onde colocámos eletrobombas para conseguir retirar água dos poços e, assim, a população ter acesso. Instalámos ainda sistemas de geração de energia com bateria para que se pudesse pôr a funcionar uma unidade de produção e moagem para a produção de farinha». Também as 11 viaturas que transportaram todos os donativos ficaram na Guiné-Bissau, onde foram entregues a 11 organizações a operar no país. «É das coisas que mais falta lhe fazia», garante Nuno Rebocho, revelando que também distribuíram 20 bicicletas pelo território. De todas as vezes, as receções foram intensas e calorosas, sobretudo nos locais mais recônditos da Guiné, onde a ajuda não era o que de melhor levavam. «Só o facto de estarmos lá e de nos preocuparmos, para eles já era de uma gratidão tremenda. São imagens que jamais vão esquecer».</p>
<p>Com esta missão, os voluntários percorreram mais de seis mil quilómetros. «Não podia ter corrido melhor. Atingimos todos os objetivos a que nos tínhamos proposto. Toda a ajuda que levávamos foi entregue em mãos nos sítios certos e a esse nível foi realmente fantástico», reconhece, ressalvando que «toda a ajuda que se leve é sempre pouca face à necessidade existente no terreno».</p>
<p>Viajaram para a Guiné carregados de donativos e, embora lá tenham deixado tudo, regressaram a Portugal igualmente carregados, desta vez de experiências que tão cedo não lhes sairão da memória. «Já passou algum tempo desde que regressámos, mas estamos todos com a cabeça e o coração lá. Não é fácil desligar daquela realidade, mas a vida continua», reconhece. «Foi uma experiência única. É uma viagem de uma vida que marca para nunca mais esquecer», conclui.</p>
<p><strong>Fotos | DR</strong></p>
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		<title>&#8220;Projecto Esperança Solidária de Leiria&#8221; ajuda mensalmente 14 famílias</title>
		<link>https://oportomosense.com/projecto-esperanca-solidaria-de-leiria-ajuda-mensalmente-14-familias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Catarina Correia Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2023 07:24:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Donativos]]></category>
		<category><![CDATA[Famílias]]></category>
		<category><![CDATA[Missão]]></category>
		<category><![CDATA[Projecto Esperança Solidária de Leiria]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi em 2015 que Ana Brás e a família se viram numa situação limite: «Já tínhamos faturas em atraso, rendas em atraso, bens alimentares já nem se viam&#8230; Fartei-me de pedir ajuda nas instituições grandes e que devem e têm poder para ajudar e não consegui nada, nem em cabazes, nem para pagar faturas. Sentei-me [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi em 2015 que Ana Brás e a família se viram numa situação limite: «Já tínhamos faturas em atraso, rendas em atraso, bens alimentares já nem se viam&#8230; Fartei-me de pedir ajuda nas instituições grandes e que devem e têm poder para ajudar e não consegui nada, nem em cabazes, nem para pagar faturas. Sentei-me à frente do computador e escrevi um texto a contar a história da minha vida e a pedir ajuda ao mundo, era a minha última oportunidade», recorda, em entrevista ao nosso jornal. Depois de carregar no &#8220;enter&#8221;, a «onda de solidariedade foi tão grande» que Ana Brás diz, ainda hoje, não ter palavras para o que aconteceu. E foi o que sentiu nesse momento que a fez dizer a todos (e mais tarde cumprir) que, «logo que tivesse a vida estabilizada», usaria aquela mesma página «para apoiar outras famílias, porque quem o devia fazer, não o faz». E assim foi. Poucos meses depois, contas saldadas e trabalho encontrado, Ana Brás e o marido puseram mãos à obra e, «sem deixar cair a estabilidade» que tinham conseguido, lançaram-se na missão que ainda hoje abraçam: ajudar famílias carenciadas.</p>
<p>«No primeiro ano eram cinco ou seis [famílias por mês], mas chegámos a ter 32 famílias mensais», conta, revelando que hoje ajudam de forma regular 14 famílias, tendo ainda duas em &#8220;SOS&#8221; &#8212; «são ajudadas por outra instituição, mas quando falta um ou outro bem, suplantamos», explica. Inicialmente, o <em>Projecto Esperança Solidária de Leiria</em> funcionava num anexo da casa de Ana Brás, mas com a chegada da pandemia &#8220;viram-se a braços&#8221; com duas opções: ou terminavam o projeto, ou tinham de arranjar um espaço físico, uma vez que não era plausível que, num tempo de contenção, tudo passasse pelo seu hall de entrada e pela sua cozinha para chegar ao respetivo espaço. Foi então que conseguiu um espaço, arrendado, na Quinta de Santo António, em Leiria, onde ainda hoje se mantém a &#8220;sede&#8221;.</p>
<p>Além de Ana Brás e do marido, o projeto conta hoje com mais duas pessoas no «<em>staff</em> fixo», além disso há uma rede de «amigos solidários» que contribuem regularmente com bens ou donativos monetários para que o projeto possa continuar. Mas não chega: «Não conseguimos sozinhos, não temos verbas nem capacidade para tal, nem para os cabazes, nem para a renda. Não sendo uma associação, não temos apoios &#8220;formais&#8221; e só contamos com a ajuda de voluntários. Todas as semanas recebemos três ou quatro pedidos de ajuda e tenho que dizer que não tenho capacidade para ajudar mais», revela. «Temos conseguido [suplantar tudo], mas sempre muito aflitos. Temos feito alguns apelos [na página de Facebook do projeto] e temos conseguido. O que nos custa mais é mesmo dizer que não a quem precisa», afirma. Ana Brás e o seu projeto tem sido divulgado em vários meios de comunicação social e a mentora espera que essa visibilidade possa trazer mais ajuda, que «dê frutos» e que isso permita ao projeto manter-se ou crescer.</p>
<p><strong>Com Rita Santos Batista</strong></p>
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		<item>
		<title>Jovens da “Missão País” saem de Porto de Mós com um “sentimento de gratidão desmedido”</title>
		<link>https://oportomosense.com/jovens-da-missao-pais-saem-de-porto-de-mos-com-um-sentimento-de-gratidao-desmedido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 08:04:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens universitários]]></category>
		<category><![CDATA[Missão País]]></category>
		<category><![CDATA[Missionários]]></category>
		<category><![CDATA[Porta a porta]]></category>
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					<description><![CDATA[Gratidão: é esta a palavra que melhor resume a experiência do grupo de 58 jovens universitários que esteve, em Porto de Mós, durante a semana passada, em representação da Missão País. Vindos da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, os voluntários chegaram a Porto de Mós, no dia 18, de «coração muito aberto» e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gratidão: é esta a palavra que melhor resume a experiência do grupo de 58 jovens universitários que esteve, em Porto de Mós, durante a semana passada, em representação da <em>Missão País</em>. Vindos da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, os voluntários chegaram a Porto de Mós, no dia 18, de «coração muito aberto» e com «um espírito de entrega gigante», mas estavam longe de imaginar o acolhimento que os esperava. Uma semana depois, saem de «coração cheio e com uma sensação de pertença enorme»: «Sentíamos que havia uma grande possibilidade da comunidade receber muito bem os nossos missionários, mas não imaginávamos que iam receber tão bem. Superou qualquer expectativa que poderíamos ter. Saímos com um sentimento de gratidão desmedido», sublinhou a O Portomosense, Beatriz Fonte, uma das chefes que esteve na liderança da organização, durante a realização do arraial que marcou o encerramento da Missão de 2023.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20572" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/03/arraial-missao-pais-2023.jpg" alt="arraial missao pais 2023 | Jornal O Portomosense" width="1200" height="628" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/03/arraial-missao-pais-2023.jpg 1200w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/03/arraial-missao-pais-2023-980x513.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/03/arraial-missao-pais-2023-480x251.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1200px, 100vw" /></p>
<p>Esta foi a primeira vez que a <em>Missão País</em> esteve na freguesia de Porto de Mós, sendo esta a primeira de três missões que irão passar pela freguesia nos próximos dois anos. Esta foi uma estreia que deixou todos os missionários surpreendidos: «Sentimos que as pessoas nos esperavam e isso é muito raro. Às vezes o que acontece no primeiro ano é que a ligação com a comunidade é difícil, as pessoas não nos esperam, não sabem o que é, têm alguma desconfiança, alguma incerteza, e não foi isso que se passou em Porto de Mós, de todo. Aqui sentimos que a porta estava sempre aberta», sublinha. O projeto de voluntariado – criado em 2013 – tem uma vertente religiosa, o que Beatriz Fonte acredita ter sido uma vantagem em termos de acolhimento. «O que nos pareceu é que a comunidade era maioritariamente católica e achamos que esse facto ajudou a que nos abrissem a porta. Nunca nos fizeram sentir que éramos de fora, que éramos um corpo estranho que aqui estava», considera.</p>
<p>Ao longo de uma semana, o grupo de voluntários esteve “sediado” na Igreja de São Pedro, nas salas onde habitualmente se dá catequese. Era aí que faziam «as refeições, as dinâmicas de grupo e as orações da manhã e da tarde». Por uma questão de logística, o grupo dividiu-se e pernoitou em diferentes espaços. As raparigas ficaram em São Pedro enquanto os rapazes dormiram no Pavilhão Gimnodesportivo, onde ambos tomavam banho. «Tivemos a visita de muitas pessoas que queriam levar-nos sopa, bolos, mantas, porque não sabiam se tínhamos frio ou fome», conta Beatriz Fonte.</p>
<p><strong>“Recebemos muito mais do que aquilo que demos”</strong></p>
<p>Além da celebração de uma missa diária e da reza do Terço, os jovens missionários dividiram-se em grupos para visitarem diferentes instituições de âmbito social. Estiveram no polo da Cercilei, conheceram os idosos da Santa Casa da Misericórdia e os utentes da Unidade de Cuidados Continuados, deslocaram-se a três escolas (Centro Escolar; EB2 Dr. Manuel Oliveira Perpétua; Escola Secundária) onde, além de participarem nas atividades já existentes, animaram os recreios com jogos e teatros, e estiveram no ATL da ADP, no Estádio Municipal. «Tudo correu incrivelmente bem», realça.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-20657 size-full" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/03/missao-pais-2023_atividades-e1677856575848.jpg" alt="missao pais 2023 atividades e1677856575848 | Jornal O Portomosense" width="2048" height="1305" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/03/missao-pais-2023_atividades-e1677856575848.jpg 2048w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/03/missao-pais-2023_atividades-e1677856575848-1280x816.jpg 1280w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/03/missao-pais-2023_atividades-e1677856575848-980x624.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2023/03/missao-pais-2023_atividades-e1677856575848-480x306.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 2048px, 100vw" /></p>
<p>A par disso, desenvolveram o projeto <em>Porta-a-Porta</em>, através do qual foram, literalmente, de porta em porta, fazer companhia a quem pudesse estar mais isolado. A ideia seria surpreender essas pessoas com uma visita pela qual não esperavam mas o que os missionários não sabiam é que, do outro lado, muitas delas já estavam à sua espera. «Já havia muitas que nos esperavam, que sabiam que existiam missionários a visitar casas e queriam também elas ser visitadas. As pessoas queriam partilhar experiências. Receberam-nos com grandes lanches e almoços. Foi muito bom», descreve Beatriz Fonte sem, contudo, conseguir quantificar o número de casas onde foram bater à porta. Do outro lado, estavam pessoas com diferentes histórias, umas que passam muito tempo sozinhas, outras que recebem a comunhão em casa e até quem estivesse acamado. Com «tempo, disponibilidade e coração aberto», os missionários visitaram dezenas de pessoas, nas localidades em redor de Porto de Mós, muitas delas sem estarem sinalizadas: «Sentimos que houve muito o “passa-palavra”, o que nos ajudou muito, porque transpareceu a vontade que as pessoas tinham em nos receber. Não só combatemos a solidão dessas pessoas como a comunidade de Porto de Mós não nos deixou sentir sozinhos». O “passa-palavra” foi de tal forma intenso que Beatriz Fonte garante que, em todos os lugares por onde passavam, eram abordados, fosse no supermercado ou numa pausa para o café. «As pessoas queriam conhecer-nos, queriam falar connosco e perceber melhor o que era a <em>Missão País</em>. Sentimos imensa curiosidade», conta.</p>
<p>A cada palavra de Beatriz Fonte ficamos com a certeza que a experiência que viveram em Porto de Mós será, seguramente, uma daquelas que não esquecerão tão cedo. «Não queríamos nada em troca, queríamos só encaixar onde desse e corresponder às necessidades que existissem. Tantas vezes demos sem esperar nada, só queríamos pertencer. Foi um esforço incansável de todos os missionários, mas acho que este espírito de entrega fez com que recebêssemos muito mais do que aquilo que demos, quase que parece impossível, mas é verdade», destaca.</p>
<p><strong>A passagem de testemunho</strong></p>
<p>Finda a Missão deste ano, é tempo de pensar no futuro, nomeadamente na equipa que irá chefiar a próxima <em>Missão País</em> que, ao que tudo indica, regressará a Porto de Mós, exatamente de 18 a 25 de fevereiro de 2024. Essa será uma missão dos chefes atuais, Beatriz Fonte e Pedro Carvalho, que ainda precisam «de refletir e de rezar» sobre essa escolha. Tendo em conta aquela que foi a recetividade demonstrada aos voluntários logo no primeiro ano, tudo indica que a tarefa da equipa estará mais facilitada. «Os próximos dois anos têm muito potencial, estou muito entusiasmada, quero muito [continuar], mas da próxima vez como missionária. Acho que a próxima equipa de chefes terá uma grande sorte, uma grande graça com a comunidade que os espera porque tenho a certeza que a comunidade estará a esperá-los», considera. Ainda não existe uma data para a passagem de testemunho mas o objetivo é que durante o verão seja anunciado o novo par de chefes, para que estes possam criar a sua equipa e começar a preparar a <em>Missão País</em>. «Isto tem meses de preparação mas nenhum mês de preparação poderia imaginar a semana que tivemos», conclui.</p>
<p><strong>Foto | Jéssica Silva</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quer saber como acolher jovens na JMJ 2023?</title>
		<link>https://oportomosense.com/quer-saber-como-acolher-jovens-na-jmj-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2022 08:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Organizadora Vicarial (COV)]]></category>
		<category><![CDATA[Diocese de Leiria-Fátima]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada Mundial da Juventude de Lisboa (JMJ)]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada Mundial da Juventude de Lisboa (JMJ) 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Paróquia]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntários]]></category>
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					<description><![CDATA[Sabia que pode receber jovens, de outras nacionalidades, em sua casa, nos dias antes da Jornada Mundial da Juventude de Lisboa (JMJ) 2023? Susete Cordeiro é responsável pela Comissão Organizadora Vicarial (COV) que vai coordenar a vinda dos jovens para a vigararia de Porto de Mós (que inclui Alcaria, Alqueidão da Serra, Alvados, Arrimal, Mendiga, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sabia que pode receber jovens, de outras nacionalidades, em sua casa, nos dias antes da Jornada Mundial da Juventude de Lisboa (JMJ) 2023? Susete Cordeiro é responsável pela Comissão Organizadora Vicarial (COV) que vai coordenar a vinda dos jovens para a vigararia de Porto de Mós (que inclui Alcaria, Alqueidão da Serra, Alvados, Arrimal, Mendiga, Mira de Aire, Porto de Mós, São Bento, Serro Ventoso, Minde e Serra de Santo António) e esclarece as dúvidas das potenciais famílias de acolhimento.</p>
<p>«É pedido que acolham o mínimo de dois jovens, porque um sozinho pode não se sentir tão bem, depois, é pedido que tenham pelo menos dois metros quadrados porque os jovens trazem saco de cama, claro que se a família tiver uma cama ou um sofá disponível, melhor», começa por explicar. É «solicitado que acolham os jovens de 26 a 31 de julho [de 2023], nos dias antes do arranque da JMJ», que se realiza de 1 a 6 de agosto em Lisboa, e que lhes garantam condições «para cuidar da sua higiene». Estes são os mínimos requeridos, no entanto, se «as famílias puderem fornecer o pequeno-almoço é uma ajuda, mas não é obrigatório». Também sem obrigatoriedade, é a possibilidade de «ir levar e buscar» os jovens à paróquia, que será um ponto de encontro. Uma das questões que mais lhe tem sido colocada é se os jovens ficam em casa quando as famílias saem: «As pessoas podem ir trabalhar normalmente, porque quando saem de manhã, os jovens também saem para as atividades». Há apenas um dia, «neste caso o domingo (30 de julho), quando as famílias estão mais por casa» em que, se desejarem, podem passar o dia com os jovens, «mas fica ao critério da família».</p>
<p>Quem se quiser inscrever como família de acolhimento poderá fazê-lo <em>online</em> na página <a href="http://sdpjleiria.com/JMJ2023/" target="_blank" rel="noopener">sdpjleiria.com/JMJ2023/</a> da Diocese de Leiria-Fátima, onde, além do formulário de inscrição, encontra todas as informações. Quem preferir pode também dirigir-se ao padre da paróquia respetiva, bem como à COV, neste caso representada por Susete Cordeiro.</p>
<p>«Apesar das inscrições ainda não terem aberto, a Diocese já recebeu a intenção de vinda por parte de mais de 11 mil jovens, mas só terá a possibilidade de acolher até 10 mil, o interesse tem que ver com a proximidade a Fátima», revelou Susete Cordeiro. E existirão famílias suficientes para os acolher, nomeadamente na vigararia de Porto de Mós? «Ainda não temos muitas inscrições, mas, como bons portugueses, deixamos tudo para a última hora e como só há pouco tempo acabou a pandemia, é agora que vamos arrancar em força para conseguirmos mais famílias», salienta. Porém, «atendendo às que já mostraram interesse e que ainda não se inscreveram», a responsável acredita que se chegará ao número mínimo de famílias, evitando a solução dos pavilhões «que não é tão interessante». «Para acolher 200, número esperado, por exemplo, para a Paróquia de Porto de Mós, são precisas no mínimo 100 famílias, mas sei do caso de uma que vai acolher quatro jovens, já diminui as famílias necessárias», explica. Juntando ao facto de as pessoas não gostarem «de ter “estranhos” em casa», a «língua é também um dos entraves»: «Hoje, com o Google Tradutor, a língua já não tem que ser uma barreira», sublinha.</p>
<p>As paróquias vão receber um valor, ainda indefinido, para o acolhimento de jovens para ajudar, entre outras despesas, com a alimentação, embora «não seja suficiente para tudo». «Ainda estamos a debater como faremos em relação às refeições, se fizermos nós, precisamos de alimentos e de voluntários suficientes e estamos a falar de três dias durante a semana em que as pessoas trabalham, também podemos contratar a comida já feita que por vezes fica mais barata», explica, deixando &#8220;no ar” o pedido de patrocínios. Os voluntários são também precisos para outras tarefas, como «o transporte dos jovens e o acompanhamento nas diversas atividades», nomeadamente no dia em que vão a Fátima.</p>
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		<title>Alecrim e Salva dinamizou &#8220;5.ª Campanha de Limpeza&#8221; no Alqueidão da Serra</title>
		<link>https://oportomosense.com/alecrim-e-salva-dinamizou-5-a-campanha-de-limpeza-no-alqueidao-da-serra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jéssica Moás de Sá]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2022 10:39:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[5.ª Campanha de Limpeza]]></category>
		<category><![CDATA[Alecrim e Salva]]></category>
		<category><![CDATA[Alecrim e Salva - Associação Cívica Cultural e Ambiental do Alqueidão da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Alqueidão da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Clube de Caça e Pesca do Alqueidão da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Junta de Freguesia do Alqueidão da Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Limpeza]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Percursos]]></category>
		<category><![CDATA[Recolha de lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Serra]]></category>
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					<description><![CDATA[A Alecrim e Salva, associação cívica, cultural e ambiental do Alqueidão da Serra, promoveu no dia 15 de outubro a 5.ª Campanha de Limpeza, a segunda deste ano. Mais uma vez, a associação contou com a parceria da Junta de Freguesia do Alqueidão da Serra e do Clube de Caça e Pesca local. Uma das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Alecrim e Salva, associação cívica, cultural e ambiental do Alqueidão da Serra, promoveu no dia 15 de outubro a <em>5.ª Campanha de Limpeza</em>, a segunda deste ano. Mais uma vez, a associação contou com a parceria da Junta de Freguesia do Alqueidão da Serra e do Clube de Caça e Pesca local. Uma das conclusões a retirar desta quinta campanha é que «o lixo está a diminuir». A presidente da associação, Helena Batista, refere que em relação à ação de limpeza feita em junho, «notou-se que não existia tanto lixo» pelas ruas da freguesia, «sobretudo no percurso principal que liga Porto de Mós a Fátima e que é utilizado pelos peregrinos». Se a comparação for feita com anos anteriores, a diferença é ainda maior: «Nota-se que agora é quase como uma manutenção e o objetivo é mesmo esse, que as pessoas coloquem cada vez menos lixo no chão». Helena Batista acredita que a população pode «estar mais sensibilizada» e que o facto de verem «os percursos limpos faz com que se sintam mais inibidos de colocar lixo num sítio que não o tem».</p>
<p>No total, foram 11 os voluntários que, desta vez, percorreram «as estradas à volta do Alqueidão da Serra», divididos por cinco percursos que «fazem o perímetro» em volta da terra. Apesar de terem sido menos voluntários do que nas anteriores iniciativas, «conseguiram limpar nos mesmos sítios, talvez porque fosse menos lixo», frisa Helena Batista. Habitualmente, a Alecrim e Salva tem conseguido sempre juntar «entre 10 a 20 pessoas» para estas ações, pessoas essas que «ficam felizes por participar» e na expectativa de que «um dia» deixem «de ser necessárias». Estes voluntários estão, fruto destas campanhas, «mais atentos», acredita: «De cada vez que passamos de carro ou a pé, vemos o lixo e sentimos que precisa de ser limpo, por isso acabamos por ser os grandes impulsionadores da limpeza», sublinha.</p>
<p>A Junta de Freguesia tem disponibilizado, em todas as ações, uma carrinha – algo que voltou a acontecer desta vez –, que, no final de mais uma limpeza, «estava cheia, com cerca de 20 sacos de lixo». A juntar à carrinha, a Junta «disponibiliza luvas e sacos de lixo». No caso do Clube de Caça e Pesca, o transporte tem sido também uma das ajudas: «Na altura em que o lixo era muito superior também disponibilizavam uma carrinha, mas agora já não temos essa necessidade», explica a presidente.</p>
<p>A dinamização de mais uma ação de limpeza não acontecerá «este ano» e no próximo, se acontecer, «que seja só uma»: «Agora estamos é a colaborar com a Junta, no sentido de fazermos alguma coisa para sensibilizar as pessoas a não colocarem o lixo fora dos locais devidos, na base da prevenção», sublinha Helena Batista. «Não nos interessa andar a limpar, queremos é que não coloquem lixo no chão», conclui.</p>
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		<title>Primeiro camião de ajuda à Ucrânia parte na sexta-feira</title>
		<link>https://oportomosense.com/primeiro-camiao-de-ajuda-a-ucrania-parte-na-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 10:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Cultural e Recreativa do Chão Pardo]]></category>
		<category><![CDATA[Bens]]></category>
		<category><![CDATA[Camião]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de operações]]></category>
		<category><![CDATA[Concelho de Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Donativos]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Mós]]></category>
		<category><![CDATA[Recolha de bens]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntários]]></category>
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					<description><![CDATA[Parte, esta sexta-feira, de Porto de Mós em direção à Ucrânia, o primeiro camião com donativos. A previsão é apontada por voluntários do “centro de operações”, que está a funcionar na Associação Cultural e Recreativa do Chão Pardo, onde O Portomosense esteve na tarde de ontem. É para este local que são levados todos os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Parte, esta sexta-feira, de Porto de Mós em direção à Ucrânia, o primeiro camião com donativos. A previsão é apontada por voluntários do “centro de operações”, que está a funcionar na Associação Cultural e Recreativa do Chão Pardo, onde O Portomosense esteve na tarde de ontem. É para este local que são levados todos os bens recolhidos quer nas associações de bombeiros, quer nas Juntas de Freguesia.</p>
<p>Com um pavilhão já bem composto, os voluntários deram ao nosso jornal uma lista das maiores necessidades nesta fase da campanha. Assim, as maiores lacunas são:<br />
&#8211; Leite<br />
&#8211; Pilhas<br />
&#8211; Lanternas<br />
&#8211; Enlatados<br />
&#8211; Material de higiene (sobretudo feminina e para bebés)<br />
&#8211; Comida para bebés<br />
&#8211; Águas<br />
&#8211; Sumos.</p>
<p>Na lista acrescentaram ainda um item que carece de alguma explicação: roupa interior. Apesar de a roupa não ser já necessária, uma vez que a Ucrânia é um país frio e que estamos em pleno inverno, estes responsáveis consideram que roupas como meias, collants, camisolas interiores ou térmicas, podem ser uma mais-valia. A ressalva, claro está, prende-se com a higiene e o bom estado desses artigos. Não se pede que os donativos sejam de roupa nova, mas que as peças estejam lavadas e em bom estado de conservação.<br />
<strong><br />
(EM ATUALIZAÇÃO)</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Junta de Freguesia do Juncal tira “monos” dos pinhais</title>
		<link>https://oportomosense.com/junta-de-freguesia-do-juncal-tira-monos-dos-pinhais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[O Portomosense]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 17:17:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artur Louceiro]]></category>
		<category><![CDATA[Barreiras]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Junta de Freguesia do Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Monos]]></category>
		<category><![CDATA[Pinhais]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente da Junta de Freguesia do Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Recola de lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Toneladas]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntários]]></category>
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					<description><![CDATA[A Junta de Freguesia do Juncal, em cooperação com um grupo de voluntários, recolheu mais de duas toneladas de lixo, nomeadamente os chamados “monos”, mas não apenas esse tipo de resíduos, que ao longo dos últimos anos foi sendo depositado em pinhais e barreiras da freguesia. Antes da ação que teve lugar no passado domingo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Junta de Freguesia do Juncal, em cooperação com um grupo de voluntários, recolheu mais de duas toneladas de lixo, nomeadamente os chamados “monos”, mas não apenas esse tipo de resíduos, que ao longo dos últimos anos foi sendo depositado em pinhais e barreiras da freguesia. Antes da ação que teve lugar no passado domingo, o presidente de Junta, Artur Louceiro, disse ao nosso jornal que «futuramente, ações como esta poderão acontecer noutros locais da freguesia» e que o objetivo é «retirar da floresta e do meio ambiente em geral, tudo aquilo que ali não pertença e que os degrade a vários níveis».</p>
<p>Na publicação de Facebook em que a autarquia dá conta da ação, faz ainda um apelo e divulgação ao serviço de recolha de “monos” para que situações como esta deixem de existir.</p>
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		<title>Junta do Juncal recolhe monos este domingo</title>
		<link>https://oportomosense.com/junta-do-juncal-recolhe-monos-este-domingo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isidro Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Feb 2022 14:34:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artur Louceiro]]></category>
		<category><![CDATA[Junta de Freguesia do Juncal]]></category>
		<category><![CDATA[Lixos de grande volume]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente da Junta de Freguesia]]></category>
		<category><![CDATA[Recolha de monos]]></category>
		<category><![CDATA[SUMA]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntários]]></category>
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					<description><![CDATA[No próximo domingo, 13 de fevereiro, a Junta de Freguesia do Juncal, apoiada por um grupo de voluntários locais, vai proceder à recolha de monos que ao longo dos anos foram sendo deixados, de forma ilegal, em pinhais e barreiras da freguesia. Em declarações ao nosso jornal, o presidente da Junta de Freguesia, Artur Louceiro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No próximo domingo, 13 de fevereiro, a Junta de Freguesia do Juncal, apoiada por um grupo de voluntários locais, vai proceder à recolha de monos que ao longo dos anos foram sendo deixados, de forma ilegal, em pinhais e barreiras da freguesia.</p>
<p>Em declarações ao nosso jornal, o presidente da Junta de Freguesia, Artur Louceiro, explica que, para já, a ação terá lugar em locais já identificados como espaços onde as pessoas foram deixando sofás, colchões, frigoríficos e outros lixos de grande volume. Futuramente, ações como esta poderão acontecer noutros locais e sempre com o mesmo intuito: retirar da floresta e do meio ambiente em geral, tudo aquilo que ali não pertença e que os degrade a vários níveis.</p>
<p>O arranque da recolha está marcado para as nove horas. De acordo com o autarca, o material encontrado será depois transportado em várias viaturas (de forma a tornar a operação mais célere) para o armazém da Junta de Freguesia e recolhido, posteriormente, pela SUMA, a empresa responsável pela recolha dos chamados monos.</p>
<p>Caso as condições meteorológicas não o permitam, a ação será adiada uma semana.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15097" src="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2022/02/monos-1.jpg" alt="monos 1 | Jornal O Portomosense" width="1200" height="628" srcset="https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2022/02/monos-1.jpg 1200w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2022/02/monos-1-980x513.jpg 980w, https://oportomosense.com/wp-content/uploads/2022/02/monos-1-480x251.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1200px, 100vw" /></p>
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